"Estejam
certos que a resistência continua na arena política
e no território, e não se dobrará diante
da agressão, assim como nossa gente não se dobrará
apesar das feridas profundas, sua dor profunda, massacres, demolição,
castigo
coletivo e assassinatos maciços"
Pronunciamento
de Khalid Mish'al - dirigente do Birô Político do
Hamas
Vídeo
do testemunho de uma menina palestina sobrevivente em
Zeitún - Faixa de Gaza - Palestina
Esta
menina palestina faz um pungente testemunho para as
câmaras do canal de televisão Al-Jazeera
do horror sionista que assassinou toda sua família
– mãe, quatro irmãos, tios, sobrinho
– deixando-a sozinha no mundo durante o massacre
de Gaza. Relata o bombardeio sem parar, tiros disparados
à queima-roupa pelos nazi-sionistas, a destruição
das casas e tudo a redor. Passou fome e sede durante
três dias. Viu bebês de 6 meses morrerem
de fome. Sua mãe e irmãos serem trucidados
por mísseis disparados pelos nazi-sionistas.
A seu redor, a paisagem: cadáveres, fumaça
e destruição.
Com
as balas de sua palavra e com seu punho levantado é
o paradigma da tenacidade de seu povo.
Escutá-la
produz revolta e admiração. Revolta pela
terrível odisséia que relata, por essa
infância truncada que a converte em adulta em
tenra idade, admiração ante a coerência
de seu discurso, a serenidade de seu olhar e essas palavras
que resume a determinação dos povos que
enfrentam a barbárie sionista-nazista e dão
exemplos de luta para todo mundo:
“...Por
que matais civis e deixais as pessoas sem família?
Nos tem tirado tudo, inclusive nossas casas, inclusive
a terra que cultivávamos, a terra que nos alimentava,
nos privaram até do teto para abrigarnos. Aonde
iremos agora, aonde iremos? Onde vamos, onde vamos,
nos disparam e nos destroem. Porém nós
resistimos e somos inquebrantáveis. Não
nos iremos desta terra. Se voltam outra vez nos encontrarão
nesta terra. E nós ficaremos nesta terra, é
nossa terra. Seguiremos sendo inquebrantáveis!”.
A
menininha palestina representa a resistência.
Um dia não muito longe essa resistência
conduzirá ao povo palestino a liberdade.
Longa
Vida ao Povo Palestino!
Viva
a Heróica Resistência Palestina!
Retransmitimos
boletim publicado pela FRDDP
Heróica
Resistência Palestina derrota o invasor e genocida
Estado terrorista de Israel
Seja qual seja o custo, a continuação dos
massacres de Israel não dobrará nossa vontade
nem nossa aspiração a liberdade e a independência.
Ismail
Haniyed, primeiro ministro palestino de Gaza
Escrevo
este artigo aos leitores ocidentais de todos os espectros
político e social enquanto a maquinaria de guerra
israelense continua a matança de meu povo em Gaza.
Até esta data, mais de 1.000 pessoas foram assassinadas,
a metade das quais são mulheres e crianças.
A semana passada o bombardeio a escola da UNRWA (Agencia
de ajuda aos refugiados das Nações Unidas)
no acampamento de refugiados de Jabalya foi um dos crimes
mais vis que se possa imaginar, quando centenas de civis
que tiveram de abandonar seus lares em busca de refúgio
na sede do organismo internacional somente para resultar
bombardeados sem piedade por Israel. Quarenta e seis crianças
e mulheres foram assassinadas nesse odioso ataque e dezena
de pessoas mais ficaram feridas.
Entrevista
com a Frente Popular de Libertação da Palestina
Leia
a entrevista conduzida pela Ma'an Serviços de Imprensa
em 17 de janeiro de 2009. A Frente Popular para a Libertação
da Palestina (FPLP) e seu braço armado (Brigadas
de Abu Ali Mustafa) participou ativamente da resistência
à invasão sionista. O partido político
é um grupo marxista-leninista e está empenhado
na libertação do povo palestino, fazendo
enfrentamento ao imperialismo.
Manifestação
com mais de 600 pessoas e dezenas de entidades repudia
agressão sanguinária de Israel na palestina!
No
último dia 15 de janeiro a Liga Operária
participou de um ato seguido de manifestação
onde participaram mais de 600 pessoas entre trabalhadoras
e trabalhadores, estudantes, camponeses e diversas organizações,
tomando as ruas de Belo Horizonte em protesto contra a
agressão fascista de Israel ao Povo Palestino.
Desde 27 de dezembro, as hordas fascistas de Israel assassinaram
mais de 1.132 pessoas e mutilou mais de 5.100.
O protesto levantou a consigna de “Israel fascista,
fora de Gaza e toda Palestina” com muitas faixas,
bandeiras e cartazes de denúncia. Durante a passeata,
mulheres com o rosto coberto carregavam bonecos tingidos
de vermelho, representando as centenas de crianças
assassinadas pelos bombardeios de Israel, enquanto os
manifestantes atiraram tinta vermelha em frente à
Federação Israelita simbolizando o sangue
derramado pelo povo palestino nestes 20 dias de agressão.
Após várias intervenções das
organizações que participaram do ato, os
manifestantes queimaram as bandeiras de Israel e dos Estados
Unidos.
Noticiários
Árabes mostram cenas da heróica e efetiva
resistência do povo palestino que defende sua pátria
e rechaça o invasor.
Direto
de Gaza
Comovente
trecho da mensagem de Miguel, médico palestino,
para a sua prima residente no Brasil
(Domingo,
dia 11/01/09 ás 22hrs)
"
Aqui estamos sem quase tudo. Pessoas morrem pelos ataques
e por fome. Eu mesmo evito comer por ver tantos desesperados.
As vezes sinto fraqueza por não dormir e comer
pouco mas Allah Akbar. Quem sou eu? Nunca vi nosso povo
tão unido. Na verdade todos estão de armas
nas mãos, mulheres e crianças velhos...
Como defender se despejam bombas para todos os lugares.
Bombas de todos os lados. Sei que aí fala de quase
1000 mortos. O numero é muito maior. Vemos corpos
e mais corpos sendo empilhados pelos desgraçados
e jogam areia em cima. Essses mortos quem conta? .....
Sinto desespero porque sendo médico vejo muitos
morrerem por não ter medicos suficientes ou remedios....
falta anestesia.......Os doentes estao sendo colocados
na rua....
Nao esvcrevo mais. quero que saibam que não quero
uma lagrima, nenhuma lágrima derramada por mim.
Chorem por eles por todos. Eu escolhi meu caminho. Nao
sou mais Miguel, sou Gaza, sou Hamas."
Cenas
que não são vistas na televisão
Veja
vídeo do genocídio promovido pelo exército
fascista de Israel contra o povo Palestino
Manifestação
em Belo Horizonte repudia o genocídio, as atrocidades
e crimes perpetrados em Gaza por Israel fascista e solidariza-se
com a Heróica Resistência Palestina
17 dias de atrocidades fascistas de Israel:
mais de 900 mortos e 5.000 mutilados
No
último dia 9 de janeiro, uma combativa manifestação
com mais de 200 pessoas entre trabalhadoras e trabalhadores,
estudantes, camponeses e diversas organizações
classistas tomou as ruas de Belo horizonte em protesto contra
a agressão fascista de Israel ao Povo Palestino.
Em duas semanas de bombardeios, as hordas fascistas de Israel
assassinaram mais de 900 pessoas e mutilou mais de 5.000.
A manifestação foi organizada pela Frente
Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo junto
com a Federação das Entidades Árabes
– FEARAB MG e contou com a participação
de representantes da Mesquita Muçulmana, Centro de
estudos Islâmicos de BH e de vários movimentos
e organizações como a Liga Operária,
o Sindicato dos Trabalhadores da Construção
de BH e Região, Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários
de BH e Região, Movimento Feminino Popular, Movimento
Estudantil Popular Revolucionário, Sindicato dos
Trabalhadores dos Correios, Partido da Causa Operária,
Oposição Sindical dos Jornalistas de Minas
Gerais, Comitê Mineiro de Solidariedade ao Povo Palestino,
entre outros.
Publicamos
um importante, firme, lúcido e esclarecedor
pronunciamento de Khalid Mish'al - dirigente do
Birô Político do Hamas. Publicado
no jornal inglês The Guardian, terça-feira,
dia 6 janeiro/2009.
O Hamas afirma que Israel encontrará em
Gaza o mesmo destino que encontrou no Líbano.
"Não nos romperão com o cerco
e o bombardeio." Traduzido de The Guardian do
inglês para o espanhol para La Haine por
Marina Trillo.
Israel
fascista fora
de Gaza
e de toda a Palestina
Protesto
na Praça 7 - centro de Belo Horizonte
Na
tarde desta segunda-feira, 29 de dezembro, houve um protesto
contra os ataques de Israel ao povo Palestino. A manifestação
aconteceu na Praça 7, centro de Belo Horizonte, e
contou com a participação de operários,
estudantes, e representantes de sindicatos.
Portando
faixas e bandeiras vermelhas, os manifestantes, exigiram
a imediata retirada de Israel de Gaza e de toda a palestina.
Durante o protesto os manifestantes pisotearam a bandeira
do Estado de Israel, reproduzindo as cenas vistas em protestos
populares nos países árabes e Europa desde
o início dos ataques contra a faixa de Gaza em 27
de dezembro último.
Até
o momento, mais de 310 palestinos foram assassinados nos
criminosos bombardeios e o número de feridos ultrapassa
1.400. Hospitais, escolas e universidades estão entre
os alvo atingidos pelas hordas fascistas de Israel. Os representantes
do Estado sionista postaram divisões do exército
e grande aparato militar na região fronteiriça
com o Egito, dizendo não descartarem a possibilidade
de atacarem também por terra, o que significaria
um massacre ainda maior.
A
manifestação de repúdio foi convocada
pela Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos
do Povo – FRDDP. Os representantes da Frente Revolucionária
anunciaram a preparação de um novo protesto
na próxima semana.