Reproduzimos
denúncia do CODEVISE - Comitê de Defesa das Vítimas
de Santa Elina
FAMILIAS
DE SANTA ELINA SÃO BRUTALMENTE DESPEJADAS PELA PM
Corumbiara,
22 de julho
Na
manha de hoje, 70 policiais militares dos municípios de Vilhena,
Colorado, Cerejeiras, Pimenteiras, Corumbiara, Chupinguaia e Cabixi,
em uma verdadeira operação de guerra, despejaram-nos,
as 100 famílias que desde o dia 11 de maio haviam tomado a fazenda
Santa Elina, local este, palco do chamado ‘MASSACRE DE CORUMBIARA”,
ocorrido no dia 09 de agosto de 1995. Os policiais após o despejo
queimaram todos nossos barracos com os pertences dentro.
No dia 20 deste mês 10 agentes do IBAMA e da policia federal desceram
de helicóptero perto do acampamento e disseram-nos que podíamos
ficar sossegados, que não haveria despejo algum.Não acreditamos
pois desconfiamos que podia apenas ser um levantamento para a futura
expulsão conforme aconteceu.
A maior parte de nós acampados é sobrevivente do massacre
e desde que ocupamos a Santa Elina inúmeras tentativas de nos
enrolar e desmobilizar nosso acampamento tem sido feitas, principalmente
pelo INCRA e o senhor Gercino, da Ouvidoria Agrária Nacional.
Primeiro nos disseram que iam vistoriar a Santa Elina, depois disseram
que iam suspender a liminar de reintegração de posse,
depois que teríamos que sair da área para poder cortá-la.
Ora, já dissemos várias vezes que cansamos de esperar!
São 13 anos de promessas não cumpridas, em especial a
de Lula de que se fosse eleito, cortaria a Santa Elina e indenizaria
as vítimas do massacre. Não vamos esperar pelo INCRA,
vamos retomar a Santa Elina novamente, e não será com
ameaças de um novo massacre que vamos desistir dela.
A
SANTA ELINA É NOSSA!
O
POVO QUER TERRA, NÃO REPRESSÃO!
COMITÊ
DE DEFESA DAS VÍTIMAS DE SANTA ELINA
Panfleto
distribuído pelo Núcleo da Liga Operária do Rio de
Janeiro, em apoio à combativa greve dos petroleiros
VIVA
A COMBATIVA GREVE DOS PETROLEIROS EM MACAÉ!
Após
cinco dias de greve, os petroleiros saem de cabeça erguida, com
a certeza de que a luta é o único caminho para avançar
nas conquistas.
Nem
Petrobras, nem os pelegos da FUP acreditavam em greve
Após
indicarem um calendário de luta com duas semanas de paralisação
de PTs, para só então realizar uma greve de produção,
os pelegos da direção do Sindipetro-NF caíram do
cavalo. Achavam que até o dia da greve, seus companheiros gerentes-sindicalistas
da direção da companhia iriam atender ao seu pleito. Achavam
que após duas semanas de mobilização pouco impactante,
os petroleiros não teriam fôlego para enfrentar seus gerentes
e parar a produção. O resultado foi a concretização
de uma forte e vitoriosa greve, a primeira desde a eleição
do governo Lula, com mobilização da maioria das plataformas.
Petroleiros
não aceitaram a truculência da Petrobras
Funcionários
antigos se uniram aos novos, passando sua experiência e dando
a oportunidade para os jovens petroleiros botarem em prática
sua ferramenta mais forte para fazer valer os seus direitos: a greve.
A Petrobras, por sua vez, mostrou a verdadeira face de empresa “socialmente
responsável”: buscou colocar os poços para produzir
a qualquer custo, mesmo sabendo estar pondo em risco a segurança
dos seus empregados e petroleiros terceirizados. As petroleiras mulheres
mostraram sua importância, junto de todos os companheiros, não
se deixando intimidar por intervenções de gerentes, estando
presentes em todas as assembléias e mobilizações.
Esta
greve dos petroleiros é a resposta a este governo Lula, que tem
como lógica garantir os lucros dos acionistas de Nova Iorque,
seja como for, não reconhecendo os direitos dos trabalhadores
e passando por cima normas ambientais e de segurança. O Ministro
de Minas e Energia Lobão, após declarar que “a greve
era injusta, ainda mais para trabalhadores que ganham R$10.000,00 e
trabalham 14x28”, teve que se calar frente ao movimento inquebrantável
dos petroleiros após cinco dias de mobilização.
A
Liga Operária se solidariza com a luta dos petroleiros, se colocando
a disposição para a continuidade desta mobilização
e para futuras batalhas, afirmando que a luta dos petroleiros precisa
se por lado a lado das demais lutas dos trabalhadores, no sentido da
construção de uma Greve Geral, única forma de impedir
as reformas anti-povo que o governo de Luís Inácio vem
a anos tentando implementar.
LIGA
OPERÁRIA - ligaoprj@hotmail.com
Reproduzimos denúncia da Frente de Direito de Defesa do Povo
sobre o covarde assassinato do garoto João Roberto
pela polícia do Rio de Janeiro
Abaixo
o Estado policial-fascista
Polícia é preparada
para matar pobres
Desabafo
indignado do taxista Paulo Roberto Amorim, pai do menino João
Roberto de 3 anos, que foi assassinado pela polícia militar
do Rio de Janeiro.
“Ninguém
tem direito de matar ninguém, o Estado não tem carta branca
pra matar ninguém, aqui não tem pena de morte gente!”
“Eles não perseguiram os bandidos, fecharam o carro da minha
família e metralharam o carro com uma mulher e duas crianças
dentro.”
“Eu quero justiça, as pessoas têm que pagar por o que
elas fizeram. Eu não posso perder um filho de 3 anos pra uma polícia
como essa que está na nossa cidade, eu não pago os meus
impostos pra vir um pessoal aí pra executar os outros. A minha
mulher jogou a bolsa pela janela, pra alertar à eles que tinha
criança no carro, eles não paravam de atirar. Ela ainda
abriu a porta e se lançou no meio das balas para salvar os filhos
dela. A minha mulher está cheia de estilhaço pelo corpo,
eles não tiveram piedade, eles não tiveram pena, eles vieram
para executar! Gente, que polícia é essa!”
“Homem de preto o que é que você faz? Eu faço
coisas que assusta o satanás.
Homem de preto qual é sua missão?
Entrar pela favela e deixar corpo no chão.”
“Tropa
de elite,
osso duro de roer,
Pega um, pega geral,
também vai pegar você!”
Trechos do tema do filme fascista “Tropa de Elite” se
tornou hino das hordas fascistas no país e é uma demonstração
da preparação que se faz das policias e do clima de supremacia
policial que se procura incutir.
Reproduzimos
nota da Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste
Liberdade imediata para o companheiro
Fábio Paraíso da Luz
Companheiros
e companheiras, democratas de todo o Brasil,
No dia 3 de julho, quinta-feira, o camponês Fábio Paraíso
da Luz foi preso no município de Lagoa dos Gatos (Pernambuco).
O companheiro foi vítima de uma armação policial,
cujo objetivo era prender o dirigente da LCP (Nordeste) José Ricardo
de Oliveira Rodrigues.
Fábio e Ricardo estavam almoçando num estabelecimento comercial
em Riachão de Dentro, zona rural de Lagoa dos Gatos, quando 3 políciais
militares desceram da viatura, que vinha em alta velocidade, com arma
em punho gritando para Ricardo levantar as mãos. Os PMs revistaram
Ricardo e deram busca em toda a casa. Fábio estava no interior
da casa foi revistado pelos policiais, que também nada encontraram.
Então, os policiais apareceram com um revólver dizendo que
este pertencia a Ricardo. Para que o companheiro Ricardo não fosse
preso Fábio afirmou que aquela arma era sua.
VIVA
A COMBATIVA GREVE DOS TRABALHADORES METALÚRGICOS DA TEKSID E
NEMAK!
Saudações
classistas e combativas aos companheiros em greve deflagrada na madrugada
de ontem e que prosseguiu firme durante todo o dia por decisão
da maioria dos operários. A iniciativa dos companheiros do primeiro
turno de permanecerem na empresa para mobilizar o turno seguinte foi
muito importante, pois demonstra que o caminho da luta é a unidade
entre todos os trabalhadores na firme decisão de resistir contra
a exploração dos patrões e defender com greve os
seus direitos.
Apoiamos as justas reivindicações dos grevistas pelo aumento
da PLR, não aceitando as migalhas propostas pelos patrões,
assim como o fim das jornadas aos sábados como compensação
das folgas semanais e também a equiparação salarial
para metalúrgicos com a mesma função.
A luta dos trabalhadores metalúrgicos de Betim, assim como a
greve dos trabalhadores rodoviários da carga em todo o país,
a greve dos trabalhadores da saúde do Pará e tantas outras,
é a resposta contra o arrocho, exploração e miséria
impostos por este governo oportunista de PT/PCdoB, que com suas “reformas”
e medidas antipovo só beneficia os patrões e grandes burgueses.
Novamente os políticos oportunistas e corruptos se preparam para
o circo eleitoral com suas promessas enganosas. Por isso é ainda
mais importante o exemplo dos companheiros grevistas da Teksid e Nemak
e demais lutas populares, que apontam o verdadeiro caminho para defender
os direitos do povo: a luta classista e combativa.
Somente através da união, das mobilizações,
das greves e todas as lutas dos trabalhadores é que o povo poderá
resistir e combater os ataques deste governo da grande burguesia e latifundiários.
Prestamos nosso total apoio e solidariedade aos companheiros, nos colocando
lado a lado nesta luta e em futuras batalhas!
Viva a luta classista e combativa!
Rebelar-se é justo!
Abaixo a farsa eleitoral, viva a luta popular!
Processo
de licitação do transporte público de Belo Horizonte
só favorece os monopólios dos transportes
Foi
publicado no dia 19 de julho o resultado das licitações
para o transporte público da cidade. Nessa semana está
em trâmite o processo de renovação das licitações
públicas do transporte coletivo de Belo Horizonte. As empresas
que monopolizam o sistema de transporte coletivo, juntamente com a Prefeitura
Pimentel/PT, renovaram o dito “contrato” de licitação
para mais 20 anos, dessa vez firmaram o acordo com a prefeitura através
da quantia de R$230 milhões que será paga em 5 anos, o
que corresponde ao desconto de R$0,10 de cada passagem paga durante
esse prazo de 5 anos.
Abaixo
o velho Estado, assassino e sanguinário!
Fora tropas do Exército do Morro da Providência!
O
assassinato dos jovens trabalhadores Florêncio de 24 anos, Wellington
Gonzaga da Costa de 19 anos e Paulo da Silva Correia de 17, agredidos
e levados por um grupo de soldados do Exército a um outro Morro
controlado por uma facção rival para serem executados,
se soma aos inúmeros crimes cometidos pelo gerenciamento Luis
Inácio/Cabral e demais entrepostos como o senador Marcelo Crivella,
contra milhares de trabalhadores cariocas.
Em
sucessivas ondas de pro-testos, trabalhadores de bairros pobres se levantam
contra o terrorismo policial. No terceiro dia de protestos, em frente
ao Comando Militar do Leste (em frente ao Morro da Providência)
moradores enfrentaram nova--mente a tropa de choque do Exército
e da polícia militar que atacou manifestantes com bombas de efeito
moral e de gás lacrimogêneo, acompanhados de dezenas de
carros e da tropa de choque da polícia militar. Moradores indignados,
reagiram com pedras, tampas de bueiros e queimaram fardas camufladas
do Exército, e quebraram ônibus e carros no entorno. Toda
a região da central do Brasil ficou fechada por horas, trabalhadores
que passavam na região reagiam com indignação à
ação da polícia militar e do Exército.
Na
última terça-feira, dia 10 de junho, os trabalhadores
do transporte de carga paralisaram a BR 381 em Betim, uma das principais
rodovias da região metropolitana de Belo Horizonte. A greve faz
parte da Campanha Salarial Unificada 2008 encabeçada pela FETTROMINAS
que já paralisou as estradas do sul do estado e triângulo
mineiro exigindo o fim do banco de horas, controle externo da jornada
de trabalho por meio de tacógrafo e papeleta externa, entre outros.
A paralisação da carga é uma resposta dos trabalhadores
à intransigência dos patrões que estão lucrando
milhões com o aumento no preço dos fretes e teimam em
não atender as reivindicações da categoria. Betim
é um grande centro industrial do estado que recebe cargas de
todo o país e esta paralisação tem um grande peso
para os trabalhadores do
transporte de cargas de Minas Gerais, pois demonstra que a adesão
da categoria à luta vem crescendo e se fortalecendo a cada greve.
O
movimento que ocorreu em frente a fábrica da FIAT automóveis
em Betim, teve grande adesão dos trabalhadores, interrompendo
o trânsito nas 4 pistas da BR com cerca de 10 mil caminhões,
provocando mais de 30 quilômetros de engarrafamento das 5 às
9 horas da manhã.
Leia
o último Jornal Volante Rodoviário
Informativo
do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Belo Horizonte
e Região
Trabalhadores
rodoviários da Carga do Triângulo Mineiro realizam combativa
greve
Seguindo
o exemplo da grande greve realizada no sul de minas, cidade de Varginha,
os trabalhadores rodoviários do transporte de carga de Uberlândia
e região realizaram uma grande mobilização na última
terça-feira dia 03/06. A greve paralisou o trevão de Uberlândia
provocando ao todo mais de 10 km de filas de caminhões. Esta
greve é parte de uma grande jornada de lutas dos trabalhadores
rodoviários da carga que estão dispostos a parar todo
o estado. As mobilizações começaram no sul de minas,
se estenderam ao triangulo mineiro e prometem seguir paralisando as
principais rodovias do estado. Os trabalhadores exigem o fim do Banco
de Horas no transporte de cargas, um reajuste salarial de 30% dentre
outras reivindicações. A paralisação em
Uberlândia iniciou às 6hs da manhã e manteve parado
o trevão até às 9h30min. Os trabalhadores rodoviários
encostavam seus caminhões e aderiam ao movimento engrossando
as fileiras da luta. Estavam presentes vários representantes
de sindicatos do interior de minas e uma grande delegação
de rodoviários de Belo Horizonte que juntos tiveram uma participação
decisiva no movimento.
Veja
mais fotos da paralisação no Trevão de Uberlândia:
Reproduzimos
nota da Liga dos camponeses Pobres do Pará e Tocantins contra
a perseguição à justa luta dos camponeses pela
terra
Forkilha:
Polícia Militar a mando do latifúndio reprime camponeses
Na
manha de sábado, dia 31 de maio cerca de 60 homens da policia
militar do Pará estacionaram tropas em frente ao acampamento
no latifúndio Forkilha, esta operação que está
em curso é totalmente ilegal e está sendo executada por
ordens diretas dos latifundiários de Redenção,
uma vez que não existe ordem judicial para tal ação,
a PM está soltando bombas de efeito moral, ameaçando de
espancamento e de morte os camponeses, dizendo que vão fazer
pior do que as atrocidades cometidas na operação “paz
no campo” realizada em novembro de 2007.
Reproduzimos
nota da Liga dos camponeses Pobres de Rondônia contra a perseguição
à justa luta dos camponeses pela terra
PISTOLEIROS
ATACAM NOVAMENTE EM UNIÃO BANDEIRANTES
No
dia 24/05/2008 o acampamento nova conquista, em união bandeirantes
foi novamente alvo da pistolagem que continua a agir impunemente como
uma força paramilitar.
Ao acampados saíram cedo para trabalhar nos lotes na colheita
de banana quando foram atacados pelos bandidos, e não tiveram
outra saída senão sair correndo para não morrer.
Um companheiro ficou gravemente ferido e teve que ser trazido para porto
velho as pressas, para receber tratamento medico.
Os pistoleiros trabalham para um bandido perigoso conhecido em união
bandeirantes como “Adailton Martins” esse adailton age a
mando de um empresário de porto velho conhecido como “Luiz
da dipar” que está tentando grilar uma grande quantidade
terra em união bandeirantes desde 1996 sempre usando e abusando
do poder que o dinheiro lhe dá para corromper funcionários
do INCRA, que fornecem a ele declarações de posse para
ele tomar nossas terras.
Não vamos aceitar que a corrupção, a inércia
e a burocracia do INCRA continue colaborando com a grilagem de terras
em união bandeirantes.
Vamos continuar trabalhando e morando nessas terras, independente de
perseguições e tentativas de assassinatos feitas por latifundiários,
acobertados pela corrupção e pela burocracia do estado
e seus órgãos.
Qualquer morte que venha a ocorrer vamos responsabilizar o INCRA e a
ouvidoria agrária pela conivência que estão demonstrando
ter com a grilagem de terras em Rondônia.
VIVA A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!
O POVO QUE TERRA, NÃO REPRESSÃO!
TERRA A QUEM NELA TRABALHA!
LIGA DOS CAMPONESES POBRES DE RONDÔNIA
Reproduzimos
nota da LCP-Para e Tocantins sobre a reocupação da fazenda
Forkilha
A
FORKILHA É NOSSA
No dia 26 de maio de 2008 cerca de 300 famílias de camponeses
pobres da região de Redenção, Pau d'Arco, Casa
de Tábua e Conceição do Araguaia retomaram o latifúndio
Forkilha.
Este latifúndio
foi palco de uma das maiores operações repressivas praticadas
contra camponeses nos últimos anos no Estado do Pará.
A ação foi promovida pelas Policias Militar, Civil e Rodoviária
Federal e contou com todo apoio de unidades do Exercito Brasileiro,
a mando da governadora ANA JULIA(PT). Esta repressão covarde
contra os camponeses ocorreu após campanha caluniosa dos meios
de comunicação do latifúndio, tanto regional como
nacional como a revista Veja e jornal Folha de S. Paulo, contra a LIGA
DOS CAMPONESES POBRES. Acusaram a Liga de "bando armado",
de "quadrilha", de "utilizar tática de guerrilha",
etc., tudo isso para justificar a repressão, torturas e perseguição
contra os camponeses da região. Esta campanha teve o dedo sujo
do deputado federal GIOVANNI QUEIROZ (PDT), ex-prefeito de Conceição
do Araguaia, conhecido testa de ferro do latifúndio e inimigo
dos camponeses. O reacionário Giovanni Queiroz sempre foi ligado
à UDR e é defensor dos latifundiários que praticam
trabalho escravo na região (Usina Pagrisa em Ulianópolis
e recentemente em fazenda de São Félix do Xingu).
Reproduzimos
vídeo divulgado pela Frente Revolucionária de Defesa dos
Direitos do Povo
1º
de Maio Classista em SP
Corumbiara
- RO, 13 de maio
FAZENDA
SANTA ELINA
é tomada pelos camponeses
Reproduzimos
nota enviada pelo Comitê de Defesa das Vítimas de Santa
Elina - CODEVISE, sobre a retomada da Fazenda Santa Elina pelos camponeses.
O
CODEVISE é uma organização dos sobreviventes do
conhecido Massacre de Santa Elina em Corumbiara/RO(1995), e seus membros
estiveram presentes em Brasília em agosto de 2007 para exigir
punição aos responsáveis pelo massacre, indenização
e terras para as famílias camponesas.
CODEVISE acampado em Brasília em Agosto de 2007
Na tarde do dia 11 de maio (domingo) nós, as famílias
sobreviventes do massacre de Corumbiara, juntamente com outros camponeses
da região, tomamos a fazenda Santa Elina em Corumbiara.
O massacre da qual fomos vítimas ocorreu nesta fazenda no dia
9 de Agosto de 1995, quando com a autorização do então
governador do estado de Rondônia Valdir Raupp, tropas da polícia
militar, juntamente com pistoleiros do latifundiário Antenor
Duarte, atacaram de madrugada as 600 famílias ali existentes.
Resistimos como pudemos com foices, motos-serra e pedaços de
pau, mas após termos sido dominados, assistimos execuções
sumárias e sofremos inúmeras torturas. Neste fato que
teve repercussão internacional foram assassinados 9 de nossos
companheiros incluindo a pequena Vanessa de 7 anos de idade, vários
desaparecidos, além de mutilados e outras seqüelas físicas
e psicológicas.
Reproduzimos
nota da LCP-RO sobre mais um covarde assassinato de camponês em
Rondônia.
Jagunços
da família Catâneo atacam covarde e impunemente na região
de Campo Novo
Às
8 horas da manhã, do dia 29 de abril de 2008, seis pistoleiros
da família Catâneo atacaram acampados do acampamento Conquista
da União. Eles estavam passando pela linha 02, no município
de Campo Novo em cima de um caminhão.
Segundo
os acampados, os pistoleiros, que portavam armas de grosso calibre,
pararam o caminhão e começaram a atirar e só pararam
quando um senhor já idoso implorou, pois eles já estavam
indo embora.
Reproduzimos
carta de agradecimentos feita pelo camponês José Ricardo
e nota produzida pela Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste
Carta
de Agradecimento aos democratas de Pernambuco, do Nordeste e de todo
o Brasil
“No
dia 5 de fevereiro de 2005 iniciou um calvário em minha vida,
onde houve uma investida desastrosas de policiais que queriam me matar.
Policiais que fazem trabalho de jagunços, e que tem a tarefa
de defender o latifúndio. A partir deste episódio eu vim
amargando dentro da prisão durante 3 anos e 1 mês.
Durante este tempo iniciou-se uma batalha dos companheiros do MEPR e
da LCP para conseguir minha liberdade. Depois de muito sofrimento obtivemos
sucesso e no dia 3 de abril de 2008 foi concedido que eu esperasse o
julgamento em liberdade.
Diante disso venho através dessa carta agradecer a todos que
sempre acreditaram em minha inocência. A prova disto está
nos assentamentos e acampamentos que mesmo sofrendo inúmeras
perseguições confiaram em mim e me receberam de braços
abertos.”
1º
de Maio Classista marca o dia do Internacionalismo Proletário!
Cerca
de 1500 pessoas participaram do 1º de Maio Classista em São
Paulo. O ato começou ás 10h da manhã na Casa de
Portugal, na Av. Liberdade e teve a participação de operários,
camponeses, estudantes e intelectuais honestos.
O Dia do Internacionalismo Proletário foi marcado com luta no
centro de São Paulo. Diferente do peleguismo das centrais sindicais
que sorteou carros, apartamentos, teve shows de artistas e discursos
de candidatos corruptos e ladrões, o 1º de Maio Classista
foi independente e de luta. Foi erguida alta a bandeira de luta contra
o imperialismo, principalmente o ianque, contra o capitalismo burocrático,
e em preparação da Greve Geral conta as reformas antioperárias
do governo FMI-Lula e seus lacaios. Foi prestado grande apoio e solidariedade
integral à Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia que estão
sofrendo grande perseguição de jagunços e policiais
do aparatado estatal repressor e latifundiário.
O ato representou a unidade de luta e ação de diversas
organizações proletárias de todo o país.
O ato foi organizado pela Frente Revolucionária de Defesa dos
Direitos do Povo, Liga Operária, Liga dos Camponeses Pobres,
MEPR – Movimento Estudantil Popular Revolucionário, MFP
– Movimento Feminino Popular, e diversos sindicatos classistas
e combativos. Juntamente com a proposta de engrossar as fileiras de
luta contra a exploração, a opressão, o peleguismo
sindical, a perseguição dos Camponeses de Rondônia
o ato também foi organizado pelo PCO – Partido da Causa
Operária, AJR – Aliança da Juventude Revolucionária,
o coletivo de mulheres, Rosa Luxemburgo, e de negros, João Cândido,
e diversos sindicatos classistas e combativos.
Fora
com o peleguismo, a traição e oportunismo das centrais
sindicais!
Viva a Revolução Agrária!
Viva a Aliança Operário Camponesa!
Preparar a Greve Geral!
Viva
o 1º de Maio!
Em todo
o mundo, os povos e nações explorados e oprimidos celebram
o 1º de Maio. Neste dia celebramos a luta internacional do proletariado
e rendemos homenagem aos heróis da classe, encarnados nos imortais
mártires de Chicago que, em 1886, lideraram a luta pela redução
da jornada de trabalho para 8 horas;
Neste dia a classe operária, os camponeses, estudantes, intelectuais
progressistas, homens e mulheres levantam-se empunhando a bandeira comum
do Internacionalismo Proletário; Desde a heróica resistência
iraquiana, principal frente de luta dos povos do mundo contra o imperialismo,
às masmorras de tortura da reação, convertidas
pelos revolucionários prisioneiros de
guerra em luminosas trincheiras de combate; Desde os enfrentamentos
das Guerras Populares na Turquia, Filipinas, Índia, Nepal e Peru,
onde verdadeiros Partidos Comunistas, sob o mando e guia do maoísmo
conduzem o processo revolucionário; Desde os subterrâneos
do Afeganistão, Líbano e Palestina, onde a resistência
armada do povo impõe derrotas sucessivas ao imperialismo e seus
lacaios; Desde as periferias da América do Norte e Europa, onde
milhares de imigrantes e jovens proletários levantam-se em ondas
tormentosas contra a exploração, o regime de servidão,
violência e miséria; Desde os continentes asiático,
africano e latino-americano, arrasados pela rapina, espoliação,
atraso, fome e doenças, onde milhões de massas se levantam
no campo e cidade contra a semifeudalidade e o colonialismo; O 1°
de Maio é o dia da unidade do proletariado e de todos os trabalhadores
do mundo. É a data onde celebramos a concretização
de uma Frente Única Revolucionária internacional, atendendo
a convocação feita por Karl Marx e Friedrich Engels há
160 anos com o lançamento do Manifesto do Partido Comunista:
“Proletários de todos os países, univos!”.
Nas fábricas, no campo, nas vilas, favelas, bairros proletários,
universidades e escolas, sindicatos classistas, em todos os rincões
do mundo, nesta data, punhos erguidos saúdam: Viva o
1º de Maio!
Jagunços
da família Catâneo atacam covarde e impunemente na região
de Campo Novo
As 8:00 da manhã do dia 29/04/2008 seis pistoleiros da família
catâneo atacaram acampados do acampamento conquista da união
que estavam passando pela linha 02, municipio de campo novo em cima de
um caminhão.
Segundo os acampados os pistoleiros armados com armas de grosso calibre
pararam o caminhão e começaram a atirar no caminhão
e so pararam quando um senhor já idoso implorou para que parassem
que eles já estavam indo embora.
O motorista do caminhão(eison dutra barros) foi gravemente ferido
com um tiro na barriga que vazou em suas costas e veio a falecer agora
a tarde no Hospital Público da cidade de Buritis-RO.
Momentos depois do conflito Pms estiveram na casa de familiares de um
acampado atingido no conflito, mas não se identificaram porque
não usavam tarja com o nome.
O conflito existente no local é notório e a autoridade policial
faz vista grossa para a ação dos pistoleiros. Acusa os acampados
de estarem armados, mas no conflito quem morreu e quem saiu atingido com
tiros foram apenas os acampados.
O peso dessa morte recai diretamente na responsabilidade do jornalista
da Revista IstoÉ alan rodrigues, do grileiro sebastião conti
neto, do corrupto governador de Rondônia, ivo cassol, do major enedy,
do Secretario de Segurança Pública de Rondônia –
Cezar Pizzano, do comandante do batalhão de polícia ambiental
josenildo jacinto, do Jornal Folha de Rondônia e de todos que se
omitem e acobertam as atividades criminosas desses grileiros de terras
públicas da União.
Vários depoimentos foram gravados hoje com os desesperos das pessoas
que presenciaram o ataque dos bandoleiros da Família Cataneo que
impõe o terror no Estado de Rondônia, invadem terras da União,
com a conivência dos órgãos do Estado.
LIGA DOS CAMPONESES POBRES DE RONDÔNIA.
VIVA A REVOLUÇÃO AGRÁRIA.
CONQUISTAR A TERRA, DESTRUIR O LATIFÚNDIO.
Companheiros
e companheiras,
O
1º de maio tem um profundo significado para os trabalhadores em todo
o mundo, pois nesse dia celebramos a luta internacional do proletariado
e rendemos homenagem aos heróis da classe, encarnados nos imortais
mártires de Chicago que, em 1886, lideraram a luta pela redução
da jornada de trabalho para 8 horas.
O 1º de maio é um dia de luta. A classe operária é
uma só, independente das diferenças que existem entre povos
e nações. Lutamos pela mesma bandeira da completa emancipação
da classe trabalhadora, pela destruição do velho e decrépito
sistema capitalista imperialista que explora e oprime os povos do mundo.
O internacionalismo proletário é a bandeira política
de luta comum e apoio mútuo dos trabalhadores de todos os países.
Reproduzimos
nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
Camponeses
ameaçados de despejo e prisão arbitrária
O
Acampamento Raio do Sol, localizado na linha C-50, km 80 (Ariquemes –
Rondônia) possui 40 famílias que moram e produzem nos lotes
há mais de dois anos.
Os acampados já foram vítimas de quatro tentativas de reintegrações
de posse em que tiveram seus pertences furtados, pilhas de arroz queimadas,
plantações destruídas, casas demolidas e muitos foram
presos de forma arbitrária. As ameaças de pistoleiros e
policiais são constantes.
O mais revoltante é que essas terras são terras da união
e possuem uma ação de retomada pelo INCRA na justiça
federal contra os licitantes: João Luiz da Fonseca e Dalmi Rodrigues
de Morais.
A
Liga Operária retransmite nota da Liga dos Camponeses Pobres de
Rondônia em resposta às acusações mentirosas
publicadas pela última edição da revista Isto é.
Revista
Istoé continua sua sina: venal, porta-voz
do latifúndio e
da reação
Em
mais uma “matéria” assinada por Alan Rodrigues, a revista
Istoé, em sua edição 2007, datada de 23 de abril
de 2008, segue sua campanha de calúnias e mentiras contra a Liga
de Camponeses Pobres de Rondônia. Desta vez apresenta, com o estardalhaço
de sempre, 6 fotos que seriam provas definitivas de que a Liga de Camponeses
Pobres promove treinamento de guerrilha em Rondônia. Com ares de
quem desvenda um mistério fala de um exército de 400 homens,
com fuzis FAL, 5 vezes maior que o número de guerrilheiros que
desembarcou em Cuba no iate Gramna e que deu início à revolução
cubana. Em seu texto, o investigativo jornalista queixa da “omissão
das autoridades federais brasileiras e silêncio do resto do Brasil”
por não darem crédito as suas denúncias anteriores.
Mais uma vez suas fontes são o ladrão de terras e latifundiário
Sebastião Conti, o latifundiário e deputado Moreira Mendes
(PPS) e Cezar Pizzano, chefe de polícia do desmoralizado e corrupto
governador de Rondônia Ivo Cassol. Mas o que publica o senhor Alan
Rodrigues, como furo de reportagem, é requentado do que saiu publicado
no jornaleco Folha de Rondônia, órgão oficial do latifúndio
daquele Estado e em sites da internet da extrema-direita, catacumbas da
ditadura militar, como o do torturador coronel Brilhante Ustra.
Assunto:
Repressão contra camponeses de Tailândia – Pará
e morte de mais um trabalhador no corte de cana
A
Liga Operária retransmite nota da Liga dos Camponeses Pobres do
Pará denunciando a repressão da força de segurança
nacional do governo FMI-Lula contra os camponeses pobres e trabalhadores
de Tailândia – cidade do nordeste do Pará; e nota da
Liga dos Camponeses Pobres do Centro-Oeste com denúncia da morte
de mais um trabalhador rural no corte de cana, em Campina Verde, cidade
do triângulo mineiro, após ser obrigado pela Usina Campina
Verde Bionergia Ltda a tomar “bebida energética”.
Liga
dos Camponeses Pobres do Pará
Tailândia:
contra desemprego, tomar as terras do latifúndio
O
governo federal voltou a deslocar 150 soldados Força Nacional de
Segurança para Tailândia, cidade do nordeste paraense, mas
agora para reprimir uma onda de tomadas de terras na região que
já soma mais de 20. Esta é a única alternativa para
os milhares de trabalhadores que perderam o emprego com a chamada operação
"Arco de Fogo" que fechou dezenas de serrarias e madeireiras.
Esta operação "Arco de Fogo" foi executada pelo
Ibama e respaldada por um grande efetivo da Força Nacional de Segurança
enviada pelo governo federal para substituir a PM paraense após
os violentos confrontos ocorridos no dia 19 de fevereiro e exibidos para
todo Brasil, quando os trabalhadores da cidade enfrentaram por mais de
12 horas a repressão promovida pela tropa de choque da Policia
Militar. O número de trabalhadores do setor que foram demitidos
ultrapassou 8 mil, em uma população de 60 mil habitantes.
Isto sem falar nos milhares de empregos indiretos que também foram
extintos, uma vez que a economia da cidade girava em torno da exploração
da madeira. O comércio teve queda de 80% no faturamento e muitos
moradores da região estão desiludidos com esta situação
e já falam em vender tudo e ir embora porque não é
mais possível trabalhar.
“E assim, dia após dia, andaram os oito
a vagar,
com uma fome que doía fazendo os filhos chorar.
Mas o que mais lhe doía era, com fome e sem lar,
ver tanta terra vazia, tanta cana a verdejar!” (Ferreira Goulart)
No
último dia 08 de abril o trabalhador Francisco de Assis Ferreira,
de 46 anos, morador da comunidade rural Conquista dos Palmares, que é
apoiada pela Liga dos Camponeses Pobres no município de Campina
Verde, faleceu após ter sofrido os efeitos colaterais de um “suco”
ingerido em função do trabalho no corte de cana na usina
CAMPINA VERDE BIONERGIA LTDA.
Para sugar até a última gota de suor dos trabalhadores a
Usina os expõe a um trabalho estafante e para agüentar tal
exploração estes são obrigados a ingerir este “suco
isotônico/energético”, o popular “rebite”
duas vezes ao dia, às 09:50h e às 14:00h.
Francisco de Assis passou mal enquanto trabalhava, por volta das 15:00h
no dia 08/04 (terça-feira). Sentindo fortes cólicas, câimbras
abdominais, vômito e chegando a desmaiar, chegou ao hospital debilitado,
mas conseguindo falar. Só foi atendido às 19:00h e logo
em seguida veio a falecer.
A
Liga Operária reproduz manifesto da Frente de Defesa dos Direitos
do Povo, distribuído em Ouro Preto, no dia 21 de Abril/2008
Abaixo
a derrama, o corte de direitos e a dominação imperialista
no Brasil
Neste 21 de
abril, data da heróica Conjuração Mineira
de 1789, ao render honras aos heróis de nosso povo - Joaquim
José da Silva Xavier, o Tiradentes, e todos os conjurados
- devemos resgatar a história da luta contra o jugo da
coroa portuguesa e pela libertação nacional. “Dez
vidas eu tivesse, dez vidas eu daria”. Esta destemida e
generosa sentença de Tiradentes ainda ecoa por todos os
rincões deste Brasil. Ela foi a senha para levantes e rebeliões
dos oprimidos ao longo de toda nossa história.
SEM
SORTEIO DE BRINDES,
SEM SHOWS DE ARTISTAS e
SEM PELEGUISMO.
Assistam
ao vídeo:
"1º
de Maio Classista x Festa dos Pelegos"
Contra
a criminalização do Movimento Camponês
Reproduzimos
nota divulgada pelo Comitê de Solidariedade aos Camponeses de Rondônia
Denúncia
Urgente dos ataques contra camponeses em Rondônia
Conforme
denunciado pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia no último
dia 9 de abril, um gravíssimo massacre foi perpetrado contra 300
famílias camponesas do acampamento Conquista da União, em
Campo Novo-RO, por pistoleiros encapuzados, em favor da família
Catâneo.
Os
ataques vieram logo após odiosa campanha da revista IstoÉ
e imprensa local a serviço das oligarquias, que taxava os camponeses
como guerrilheiros perigosos, atiçando a repressão contra
o acampamento Conquista da União.
Sem
ordem judicial, os pistoleiros do Catâneo invadiram o acampamento
atirando à queima-roupa contra crianças, velhos e adultos
com armas de grosso calibre.
Reproduzimos
nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
Acampados
da fazenda Catâneo relatam 30 desaparecidos
O
acampamento Conquista da União, localizado próximo à
cidade de Campo Novo-RO, foi atacado na manhã do dia 9 de abril
por cerca de 100 jagunços fortemente armados, com coletes a prova
de balas, coturno e capuz preto. Os camponeses saíram correndo
sob disparos, deixando todos seus pertences para trás. Após
expulsarem as famílias, os pistoleiros queimaram barracos com roupas,
documentos pessoais e mantimentos e a polícia apreendeu depois
cerca de 20 motos que ficaram no acampamento destruído.
O
acampamento não é direcionado pela Liga, mas independente
disso, apoiamos toda e qualquer luta camponesa e do povo por uma vida
digna de trabalho, terra, justiça e nova democracia e contra mais
de 500 anos de exploração, massacres e injustiças
no nosso País.
Reproduzimos
nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres do Pará
Todo
apoio aos camponeses de Rondônia
Nós
da Liga dos Camponeses Pobres do Pará e Tocantins nos solidarizamos
com a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia, que vem sendo vitima
dos mais sórdidos ataques e calunias perpetrados pela revista istoÉ
e a imprensa serviçal do latifúndio do estado de Rondônia.
Solidarizamos com os camponeses de Jacinópolis que, após
anos de trabalho e lutas transformaram uma região abandonada e
atrasada em uma das mais prosperas do estado de Rondônia, onde milhares
de famílias tiram o seu sustento e não mais dependem de
vender seu suor para latifundiários.
Este é o verdadeiro motivo do ódio e ataques desta imprensa
canalha a serviço do latifúndio. Jacinópolis é
um exemplo a ser seguido por todos os camponeses que lutam pelo Brasil
afora. E é isso que este estado burguês e latifundiário
e sua imprensa não aceitam, que camponeses pobres possam levantar
a cabeça e prosperarem.
Reproduzimos
nota urgente divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
DENUNCIA
GRAVÍSSIMA
MASSACRE
DE CAMPONESES EM CAMPO NOVO-RO
Na
manha de hoje,dia 09 de abril, mais de 100 jagunços fortemente
armados e encapuzados,invadiram o acampamento conquista da união
localizado na br 421 km 140,municipio de campo novo de Rôndonia.
Os jagunços e policiais cercaram o acampamento e foram atirando
em todos que ali se encontravam.Segundo informações passadas
por um camponês que conseguiu escapar, cerca de 15 pessoas incluindo
uma mulher grávida foram assassinadas brutalmente e outras apanhadas
como refém.20 motos e todos pertences dos acampados foram queimados.
A Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia-LCP- vinha denunciando
há várias semanas a preparação de um massacre
de camponeses sem-terra naquela região do estado.Toda a campanha
orquestrada pela grande imprensa de Rondonia e do país,em especial
o jornal Folha de Rondonia e a revista Istoé , em que acusava a
lcp e os camponeses daquela região de ser “guerrilheiros”,
“ligados as farc”,etc, sendo esses mesmos órgãos
de imprensa apresentavam os pistoleiros dos latifundiários como
“trabalhadores”.Tudo isso era para tentar justificar este
massacre que estava em adiantada preparação conforme denunciamos
inúmeras vezes.Esta imprensa é culpada pelo sangue derramado
destes camponeses.
Tão logo ocorreu o massacre ligamos para a Policia Federal que
disse apenas que isso não era de sua jurisdição e
não podia fazer nada.O secretário de segurança pública
César Pizzano disse que para ir no local onde estavam os mortos
“precisava de um boletim de ocorrência primeiro”?!!.Isso
mostra a cumplícidade destes orgãos neste massacre sendo
que os mesmos há pouco também acusavam os camponeses de
“guerrilheiros”.
A liga dos camponeses não descansará enquanto os responsáveis
por este massacre não forem punidos e a terra destes camponeses
não for cortada.
Liga
dos Camponeses Pobres de Rôndonia
Reproduzimos
Carta Aberta aprovada no ato contra a criminalização do
Movimento Camponês realizado no dia 04 de abril na Universidade
Federal de Rondônia
Carta
Aberta
Ao
povo de Rondônia
Aos camponeses, trabalhadores, intelectuais, democratas e honestos de
todo o Brasil
No
dia 26 de março de 2008, foram às bancas a Edição
2003, ano 31 da revista Isto É. A capa estampava a notícia
de que “O Brasil tem Guerrilha”, acusando a Liga dos Camponeses
Pobres de ser um “suposto braço armado das FARC” em
nosso país. Mais do que um sensacionalismo barato, Isto É
passa a criminalizar a justa luta pela terra, na tentativa de descaracterizar
uma legítima organização camponesa de Rondônia,
acreditando que com a desinformação da opinião pública
poderia insuflar uma ação repressiva do Estado.
A
publicação difamatória da revista Isto É,
foi amplamente reproduzida por setores da imprensa do Estado de Rondônia,
como uma única orquestração de ódio contra
os camponeses pobres, agora apresentados como guerrilheiros, bandoleiros,
bandidos e terroristas, que apresenta um traço fascista dessas
“matérias jornalísticas”, sob a máxima
nazista difundida por Goebbels, de que uma mentira contada várias
vezes se torna uma verdade.
Reproduzimos
artigo do jornalista Paulo Queiroz publicado no site tudorondonia.com
sobre o Ato Contra a Criminalização e Repressão ao
Movimento Camponês, realizado no último dia 4, na Universidade
Federal de Rondônia
Professores
e estudantes universitários promovem ato contra criminalização
de camponeses
...os
massacres que produziram rios de sangue têm todos uma similaridade:
os que terminaram dizimados foram, antes, caracterizados como perigosos
foras da lei
Política
em Três Tempos - Por Paulo Queiroz
1
– ATO PÚBLICO
“A
Luta Pela Terra Não é Crime”, proclama o cartaz do
“Ato público contra a criminalização e repressão
do movimento camponês” que acontece a partir das 9h30 desta
sexta-feira (04), no auditório Paulo Freire, no campus da Universidade
Federal de Rondônia (Unir) José Ribeiro Filho, em Porto Velho,
numa realização do Centro Brasileiro de Solidariedade aos
Povos (Cebraspo) e do Comitê em Defesa da Revolução
Agrária e dos Direitos dos Povos, com apoio do Sindicato Nacional
dos Docentes (Andes-Regional Norte 1), da Associação dos
Docentes da Unir (Adunir), do Diretório Central dos Estudantes
(DCE-Unir) e do jornal “A Nova Democracia”.
Liga
Operária solidariza-se com os camponeses pobres e repudia
as calúnias da venal revista “IstoÉ”
A
Liga Operária solidariza-se com os camponeses pobres de Rondônia
e com a LCP – Liga dos Camponeses Pobres, que tem sido alvos de
orquestrada campanha difamatória, através de pseudo-reportagens
da revista “IstoÉ” e outros órgãos financiados
pelo latifúndio escravocrata. Ressaltamos a legitimidade da luta
dos camponeses pobres por terra a quem nela trabalha e a premente necessidade
de profunda transformação agrária no país.
O Brasil só será justo com a democratização
da propriedade da terra e o fim de 500 anos de domínio do arcaico
latifúndio e da brutal exploração do homem do campo.
Repudiamos também as provocações da revista “IstoÉ”
contra a nossa organização. A Liga Operária é
uma organização sindical classista, independente, um movimento
de luta para resistência econômica dos trabalhadores. Surgiu
em setembro de 1995, formada por companheiros e companheiras com avaliação
crítica sobre os rumos e prática do movimento sindical,
defendendo o caminho da luta classista e do combate ao corporativismo
e à colaboração de classes, tão característicos
deste velho e falido sindicalismo brasileiro, representado pelas atuais
centrais sindicais.
A
Liga Operária divulga imagens da Liga dos Camponeses Pobres
de Rondônia e da imprensa local, que desmascaram as calúnias
e os ataques da venal revista "IstoÉ"
Contra
a criminalização do Movimento Camponês
Ato
público contra a criminalização e a repressão
ao movimento camponês convocado pelo CEBRASPO e o Comitê
de Defesa da Revolução Agrária e dos Direitos
dos Povos
ABAIXO
A CRIMINALIZAÇÃO E A REPRESSÃO AO MOVIMENTO
CAMPONÊS
A
revista “Istoé” publicada no dia 26/03/2008 estampou
em uma de suas reportagens de capa, matéria em que acusa
a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia (LCP) de ser um “grupo
armado”, “organização guerrilheira”,
“responsável por homicídios”, “desmatamento
ilegal”, etc., Com o título de que “O Brasil
têm guerrilha”, a dita revista baseando em entrevistas
caluniosas do delegado de Buritis, Iramar Gonçalves, do grileiro
de terras em União Bandeirantes Sebastião Conti Neto,
membros da Policia militar Ambiental e do major Enedy Dias, ex comandante
da PM em Jaru; a revista Istoé estimulada pelos grandes latifundiários
da região requenta as velhas acusações de sempre
contra o Movimento Camponês, sem obviamente apresentar nenhuma
prova concreta do que diz ser verdade.
A acusação de “guerrilha” não nos
surpreende. Pouco antes do chamado “Massacre de Corumbiara”
em 1995, a grande imprensa de Rondônia também acusava
os camponeses que ocuparam a fazenda Santa Elina de fazerem “treinamento
de guerrilha” e o resultado todos sabem qual foi: homens,
mulheres e até crianças assassinadas pela polícia
e pelos jagunços da fazenda. É esse o motivo da matéria
da “Istoé” reproduzida aqui em Rondônia
pelo jornal dos latifundiários Folha de Rondônia, ou
seja, preparar o clima para um massacre em Jacinópolis, sonho
dos latifundiários de Rondônia.
ATO
PÚBLICO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO E A REPRESSÃO
AO MOVIMENTO CAMPONÊS
04
de Abril – Sexta-Feira - 09:30 – Auditório Paulo
Freire – Campus da Universidade Federal de Rondônia
– Porto Velho/RO
Realização:
Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos – CEBRASPO
Comitê em Defesa da Revolução Agrária
e dos Direitos dos Povos
Apoio:
ANDES – Sindicato Nacional dos Docentes – Regional Norte
1
ADUNIR – Associação dos Docentes da UNIR
Diretório Central dos Estudantes – DCE/UNIR
Jornal A Nova Democracia
Mais
de 30.000 infectados e 50 mortos Povo sofre com dengue no Rio
Cezar Maia, Sérgio Cabral e Lula são os culpados!
No
dia 20 faleceu em Duque de Caxias-RJ o menino Vinícius
Ramos Siqueira da Silva de apenas 12 anos. Filho único,
Vinícius foi a 48º vítima fatal da dengue no
Rio. Número que não para de aumentar.
Somente nos primeiros meses do ano já são mais de
33 mil pessoas atingidas pela doença. O governo e a imprensa
da grande burguesia agora dizem estarem preocupados com a chegada
da dengue na zona sul da cidade e tentam colocar a culpa no povo
pobre pela epidemia.
Mas o que não dizem em seus jornais é justamente
que o povo pobre do que sofre com a dengue, principalmente as
crianças que são mais de 50% das vítimas.
O povo é sempre tratado como bandido pelo Estado burguês
latifundiário e agora tem que se virar para acabar com
a epidemia. Mas onde está a FUNASA, (de responsabilidade
do governo federal), o sistema de saneamento público, os
hospitais e os carros de fumacê abandonados em terrenos
baldios.
Reproduzimos
carta dos moradores de Jacinópolis contra os ataques praticados
pelos jornais de Rondônia e a revista "Istoé"
Carta
dos moradores de Jacinópolis
Ao povo de Rondônia e a todos compatriotas
do Brasil,
Nós moradores do acampamento José e Nélio
e do distrito de Jacinópolis viemos a público manifestar
nosso desagrado contra as matérias mentirosas publicadas
em jornais de Rondônia e na revista Isto é nas ultimas
semanas.
As matérias nos tratam como bandidos guerrilheiros e responsáveis
por atos de violência e morte. Quando na verdade fomos e
somos vítimas da violência dos latifundiários
da região, seus bandos armados e a polícia.
Nunca a polícia ou a imprensa vieram aqui para investigar
os bandos armados do latifúndio e seus crimes covardes
contra os camponeses. Nunca a polícia veio até aqui
para cortar terras e entregar para o povo. Sempre vem para despejar
famílias, prender, humilhar e torturar.
A polícia ambiental e o Ibama também humilham e
abusam dos moradores da região, prendem ferramentas, aplicam
multas abusivas. Moradores das linhas 6 e 7 foram multados em
mais de 20 mil (cada um) por uma queimada acidental em 10 alqueires.
Mas o senador Amir Lando que desmatou 500 alqueires em 2006 na
mesma área jamais foi multado.
E ainda querem que os recebamos de braços abertos? Tenham
paciência.
Dizem que desmatamos e retiramos madeira sendo que todas as serrarias
de Jacinópolis foram fechadas. Os maiores desmatadores
são os latifundiários, basta ver nas fotos de satélite,
as áreas mais desmatadas estão nas fazendas.
O governador Ivo Cassol quando esteve em Jacinópolis em
2006, quando viu caminhões carregados de madeira exclamou:
“isso é o progresso”. Na mesma ocasião
fez campanha eleitoral prometendo construir postos de saúde,
linha de energia, estradas e regularizar nossas terras. E agora
nos trata como bandidos?
As famílias que hoje moram e trabalham em Jacinópolis
conseguiram tudo que têm a duras penas de trabalho e suor
e lutando contras as injustiças do latifúndio. Estas
terras que antes pertenciam a meia dúzia de latifundiários
e nada produziam além de pasto, hoje pertencem a mais de
1200 famílias, que produzem de tudo para seu sustento.
Não precisamos trabalhar nas terras de fazendeiros, nem
de empregados nas cidades, somos donos do nosso nariz.
As 200 famílias que cortaram seus lotes entre 2006 e 2007,
produzirão este ano 1800 sacos de arroz, 2300 sacos de
milho, 80 mil pés de café plantados, 400 sacos de
feijão, lavouras de banana, cacau, mandioca, urucum e criações
de galinha e porco. Mais de 90% construíram casas. Hoje
a região conta com mais de 8 mil cabeças de gado,
sendo que a maioria do leite é subutilizado pois não
temos estradas para escoar a produção diária.
Isso sem falar na produção das demais famílias
que é muito maior.
Com nosso trabalho abrimos comércios, plantamos, construímos
nossas casas, estradas e pontes. Agora querem nos expulsar daqui!
Vamos lutar por nosso direito de trabalhar!
Mais e mais famílias estão tomando terras na região.
Recentemente um acampamento de 400 famílias foi montado
e logo cortarão as terras da fazenda Porto Franco com 25
mil alqueires.
Os que se incomodam com o aumento de camponeses na região
são os latifundiários e seus aliados, pois só
eles têm medo de perder as terras griladas da União.
Os pequenos comerciantes, os camponeses e o povo só têm
a ganhar.
Exigimos
ser tratados com respeito e dignidade e não como bandidos!
Queremos a regularização de todas as terras não
repressão!
Contra
a criminalização do Movimento Camponês
Reproduzimos
nota de repúdio divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres
de Rondônia contra os novos ataques da revista "Isto
É"
Resposta
aos ataques de “Istoé”
Jaru,
31 de março de 2008
Novamente a revista Istoé, pelas mãos do jornalista
Alan Rodrigues insiste em publicar mentiras com objetivo de caluniar
e difamar a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e criminalizar
a luta pela terra.
Sem nenhuma prova para apresentar, a revista repete a invencionice
de a LCP “treinar homens armados” e “ter base
de treinamento guerrilheiro”.
Os assassinatos de camponeses, que estavam acampados ou assentados
na região e que a matéria qualifica de “militantes
da organização clandestina”, foram ações
covardes de pistoleiros e policiais a soldo do latifúndio.
Que sempre atuaram na região.
O que afirmam ser “uma área dominada por insurgentes”
na verdade qualquer um tem livre acesso.
A LCP surgiu a partir da luta dos camponeses na fazenda Santa
Elina em Corumbiara em 1995, é uma organização
independente dos camponeses pobres.
Reproduzimos
comunicado divulgado pelo Comitê de apoio aos Camponeses
de Quipapá
Liberdade
Provisória
Quipapá,
01 de abril de 2008
Depois
de ter tido seu julgamento suspenso, José Ricardo conseguiu
hoje a liberdade provisória e responderá o processo
em liberdade.
Esta é uma vitória de todos os democratas do Brasil
que lutam contra a criminalização do movimento camponês
e popular.
No dia 29 de março, o promotor de Quipapá havia
pedido o desaforamento fundamentado em uma falsa denúncia
do 10 BPM de Palmares, que informava sober possíveis saques
na cidade no dia do julgamento.
Mas hoje, 01 de abril o juiz municipal concedeu a liberdade provisória,
e José Ricardo deve estar em liberdade hoje ou amanhã.
Comitê
de apoio aos Camponeses de Quipapá
Reproduzimos
denúncia divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
Denúncia!
Jaru,
31 de março de 2008
Hoje pela manhã apareceu na sede da LCP, em Jaru, Rondônia,
um homem que se identificou como jornalista da Rede Record de
São Paulo. Desconfiados, ligamos para a sede da Record
em Porto Velho onde disseram desconhecer a presença de
tal jornalista de sua empresa em Rondônia.
Então nós solicitamos identificação
do elemento que se recusou a nos dar, dizendo que não tínhamos
o direito de exigir isto.
Ele
saiu da sede e, junto de outro homem, passou a filmar a sede da
LCP.
Tudo indica tratar-se de um policial disfarçado.
Em 2003 a LCP e o movimento camponês também foram
alvos de ataques da imprensa com matérias caluniosas e
difamatórias e de ataques das forças policiais do
estado. Sofremos toda sorte de abusos policiais, como prisão
sem mandado, invasão e revista de residência de camponeses
também sem mandado, agressões e tortura psicológicas,
inclusive contra mulheres e crianças.
Semana passada teve início outra campanha sórdida
da imprensa marrom com matéria da revista “Isto é”
(mais conhecida como “Quanto é”) do dia 25
de março, que repercutiu no jornal latifundiário
“Folha de Rondônia” e em alguns sites de notícias
do estado.
Sabemos que toda esta gritaria contra a LCP e os camponeses pobres
em luta pela terra não são à toa. Estamos
esperando uma grande repressão e este fato de hoje na sede
da LCP já é mais um indicativo disto. Nestes momentos
em que tentam isolar e criminalizar o movimento popular é
quando mais precisamos do apoio dos democratas de todo o país
para que a verdade triunfe sobre a mentira. Unidos, podemos derrubar
esta campanha.
Pedimos que enviem esta e outras denúncias nossas para
seus contatos e que protestem junto aos governos federal e estadual,
ao Ibama, Sedam (Secretaria Estadual de Meio-Ambiente) e ao comando
das polícias Militar de Rondônia, Ambiental e Federal.
Agradecemos desde já,
LCP – Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
Reproduzimos
nota de repúdio divulgada pela ADUNIR contra a ação
truculenta do reitor da UNIR, que chamou a Polícia Federal
para reprimir os estudantes e professores
Reproduzimos
nota divulgada pelo Comitê de Apoio aos Camponeses de Quipapá
sobre o cancelamento do julgamento do camponês José
Ricardo
Cancelamento
do Julgamento em Quipapá comprova:
José
Ricardo e os camponeses do Bananeiras são inocentes
Ao
povo de Pernambuco
Ao
povo de Quipapá
No
dia 28 de março o julgamento de José Ricardo e dos
camponeses do Assentamento Bananeiras foi cancelado pelo promotor
de Quipapá. Só faltavam 5 dias para a realização
do júri popular. Três advogados de São Paulo,
responsáveis pela defesa de Ricardo, já se encontravam
em Maceió quando foram informados do cancelamento do julgamento.
Tudo já estava marcado. Os familiares já estavam
se preparando para viajar. As testemunhas tinham sido comunicadas.
Lideranças sindicais, estudantis, camponesas, personalidades
democráticas, aguardavam a realização do
tão esperado júri.
Reproduzimos
nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
desmascarando todas as fontes dos ataques da revista "Isto
É"
PREPARAÇÃO
DE UM NOVO MASSACRE EM RONDONIA
A
revista “Istoé” publicada no dia 26/03/2008
estampou em uma de suas reportagens de capa, matéria em
que acusa a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia (LCP)
de ser um “grupo armado”, “organização
guerrilheira”, “responsável por homicídios”,
“desmatamento ilegal”, etc., etc., e etc.
Com o título de que “O Brasil tem guerrilha”,
a dita revista baseando em depoimentos do delegado de Buritis,
Iramar Gonçalves, do grileiro de terras em União
Bandeirantes Sebastião Conti Neto, membros da Policia militar
Ambiental e do major Enedy Dias, ex comandante da PM em Jaru,
a revista Istoé estimulada pelos grandes latifundiários
da região requenta as velhas acusações de
sempre contra a LCP, sem obviamente apresentar nenhuma prova concreta
do que diz ser verdade.
Reproduzimos
nota de repúdio divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres
de Rondônia contra os ataques da revista "Isto É"
Nota
de Repúdio
Jaru, 25 de março de 2008
Repudiamos
a matéria mentirosa, sensacionalista e criminalizadora
que a Revista “Isto É” tenta passar por reportagem,
com chamada de capa na edição de N.º 2003-Ano
31.
Repudiamos
que latifundiários bandidos, assassinos, escravocratas,
grileiros e os principais responsáveis pela destruição
das florestas de nossa região, que moram em mansões
e andam de avião, sejam apresentados, neste panfleto do
latifúndio travestido de “matéria Jornalística”,
como se fossem dóceis velhinhos bem intencionados, que
retendem trazer o progresso para Rondônia, e que são
impedidos, ameaçados e aterrorizados por camponeses maus!
Repudiamos
uma vez mais, repudiaremos centenas, milhares de vezes, sempre
que guaxebas, pistoleiros, jagunços, seguranças
privados, contratados para aterrorizar e
assassinar camponeses pobres, mulheres e crianças, nós
denunciaremos sempre que forem apresentados pela imprensa como
humildes trabalhadores inocentes, contratados para serviços
diversos.
Manifestação com cerca de 400
pessoas realizada em Recife( novembro de 2007) em solidariedade
ao Líder Camponês José Ricardo
A
Liga Operária – que participa da campanha em defesa
dos camponeses de Quipapá, informa que no próximo
dia 2 de abril, irá a julgamento, em Quipapá, Pernambuco,
o camponês José Ricardo Rodrigues. O Comitê
em Defesa dos Camponeses de Quipapá, a Liga Operária
juntamente com o Cebraspo e outras entidades/indivíduos
assinam a Carta Aberta que segue abaixo como parte da campanha
pela absolvição e libertação de José
Ricardo. Solicitamos àqueles que apóiem a luta justa
dos camponeses pobres pela posse da terra, que assinem a Carta
até o dia 31 de março, nos mandando um email (ligamg@uol.com.br)com
os dados necessários (nome / estado / organização).
Leia
abaixo matéria publicada no Jornal Luta Classista
Contra
os ataques do governo FMI-Lula aos direitos trabalhistas e previdenciários
PREPARAR
A GREVE GERAL
Os
trabalhadores resistem, mas de golpe em golpe, da forma
mais dissimulada possível e com o apoio das centrais
traidoras e encobrimento da imprensa, o governo FMI-Lula
coloca em prática as chamadas “reformas”
trabalhista, sindical, universitária, previdenciária
e tributária. Lula brinda as cúpulas sindicais
pelegas e governistas com o reconhecimento em lei, destinando-lhes
10% do imposto sindical, além de muito dinheiro de
convênios e cargos. Enquanto isso, o governo edita
medidas provisórias tirando direitos dos trabalhadores,
enche o bolso dos ricaços e piora a vida do povo.