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Reproduzimos denúncia da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia publicada no blog Resistencia Camponesa: http://www.resistenciacamponesa.com

Camponeses são atacados a tiros

Na madrugada do dia 10 de novembro, policiais civis e militares do município de Buritis realizaram uma operação no distrito de Jacinópolis e nas linhas 5 e BR421 na área Capivari.

Ao todo quatro camponeses foram presos na operação, um deles é dono de um bar em Jacinópolis. Os outros camponeses são de uma das famílias mais antigas da região e moram na linha 5, um deles é o seu Floriano que têm 60 anos de idade e mora e trabalha na região com sua família.

Durante a prisão do camponês Marquinho, os policiais dispararam e acertaram um tiro em sua mulher atravessando as duas pernas, felizmente ela está bem.

Os policiais ainda se recusaram a levar a mulher ao hospital, mas mudaram de idéia devido à pressão da família que estava no local. Os camponeses presos estão na delegacia de Buritis, um deles, Floriano foi libertado hoje.

 

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Reproduzimos denúncia da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia publicada no blog Resistencia Camponesa: http://www.resistenciacamponesa.com

Polícia militar prende camponeses em Santa Elina

Corumbiara-RO, 10 de novembro de 2008

No dia 07 de novembro as famílias acampadas na fazenda Santa Elina no município de Corumbiara foram atacadas por policiais militares. Os policiais em cinco viaturas invadiram e revistaram barracos causando revolta nas famílias e nos moradores dos sítios vizinhos. Ao todo, três camponeses foram presos, incluindo uma mulher presa por contestar os abusos dos policiais. No mesmo dia, dois deles foram soltos, mas o camponês Valmir de Souza permanece preso em Colorado do Oeste, acusado injustamente de porte de arma.

A polícia deu a desculpa de que teriam recebido uma denúncia sobre a presença de armas no acampamento. Mas não resta dúvida de que tal ação cumpriu o objetivo de preparar terreno para outros ataques às famílias acampadas, tanto é que logo após a operação foram realizados dezenas de disparos contra o acampamento, num claro sinal de coordenação entre as ações da polícia militar e pistoleiros, a mando de latifundiários da região.


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Trabalhadores entram em conflito com a PM e seguranças privados em Barro Alto - GO.

Anglo-American em Barro Alto

Ocorreu no dia 2 de novembro um conflito entre trabalhadores e força repressiva do Estado, na cidade de Barro Alto - Go, em uma obra da Anglo-American.. Cerca de 400 trabalhadores entraram em conflito depois da tentativa de prisão de um trabalhador em refeitório da mineradora. Os manifestantes queimaram cerca de 64 alojamentos, queimaram um carro da polícia e realizaram um protesto que durou cerca de 6 horas.

Barro Alto é uma pequena cidade do norte goiano. Teve sua formação ligada aos movimentos de resistência negra quilombola. Sua população vivia principalmente da vida camponesa e rural até a instalação de indústrias transnacionais que estavam de olho em seu sub-solo, já que encontra-se grande riqueza mineral ali, principalmente o ferro e o níquel.

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Vitória esmagadora dos nulos obriga TSE a convocar novas eleições em dois municípios do RJ

Em Bom Jesus de Itabapoana, no Estado do Rio de Janeiro, os votos nulos alcançaram 89,23% da preferência do eleitorado e o candidato único à Prefeitura, João José Pimentel, do PTB, apenas 6,3%. Eram 26.863 eleitores, mas apenas 1.692 votaram em Pimentel. Em Santo Antônio de Pádua, Maria Dib, do PP, obteve 10.074, o equivalente a 37,9% dos votos, enquanto os nulos totalizaram 16.527, o equivalente a 60,35%.

De acordo com as regras eleitorais, nenhum candidato pode tomar posse quando os nulos e brancos vencem as eleições, alcançando um coeficiente maior que a soma dos votos dos candidatos. Nos dois municípios, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá que convocar novas eleições e os dois candidatos rejeitados pela população ficarão inelegíveis. As duas cidades tiveram outros concorrentes, mas suas candidaturas foram impugnadas. Agora será estabelecido um novo prazo para inscrições, propaganda eleitoral e os eleitores terão que voltar às urnas.

Em Bom Jesus e Pádua, o povo mostrou sua revolta com o circo eleitoral!


Fascismo do Estado recai até mesmo
sobre policiais civis de SP
Policiais civis em greve há um mês e em manifestação na região do Morumbi são violentamente reprimidos com tiros e bombas de gás, lançados pela PM nas proximidades do palácio do governo estadual de São Paulo, resultando em mais de 25 feridos.
Este fato mostra uma escalada de fascismo do Estado em nosso país, onde lutas sociais são completamente criminalizadas, tratadas com prisões, torturas e repressões violentas a manifestações populares.
A ação da PM em SP chamou muito atenção pelo fato de ser uma repressão a outra polícia, no caso a polícia civil. Porém tem sido rotineira a repressão às lutas populares em nosso Estado, como fica claro na repressão constante aos trabalhadores ambulantes, professores em greve e estudantes em ocupações e manifestações.

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Reproduzimos denúncia da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia publicada no blog Resistencia Camponesa: http://www.resistenciacamponesa.com

Polícia Federal mantêm camponês em cárcere privado

Rondônia, 05 de novembro de 2008

Desde o dia 23 de outubro o camponês Gerolino Nogueira de Souza, 56 anos, está sendo mantido em cárcere privado pela polícia federal. No dia 09 de setembro Gerolino foi preso numa operação ilegal pela polícia militar ambiental no distrito de União Bandeirantes. Mais de 30 policiais fortemente armados atacaram as famílias indefesas no acampamento Nova Conquista. Os policiais chegaram atirando contra os camponeses há uma distância de 400m e depois de rendê-los humilharam, agrediram e apontaram armas para cabeça de homens, mulheres e crianças.

Não bastasse isso, o comandante da operação major Josenildo Jacinto Nascimento levou os camponeses presos para a sede da fazenda Mutúm, onde pelo menos 6 deles sofreram tortura. Este episódio aconteceu 9 dias antes de terminar o prazo dado pela justiça federal para que o latifundiário-grileiro-empresário Luis Carlos Garcia (Luis da Dipar) desocupasse a área uma vez que as terras foram reconhecidas como sendo da União.

A operação do batalhão ambiental da polícia militar foi realizada sem ordem judicial e contrária a uma decisão federal que reconheceu que a terra era da União e concedeu imissão de posse ao Incra para o assentamento das famílias.

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Reproduzimos denúncia da Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste publicada no blog Resistencia Camponesa: http://www.resistenciacamponesa.com

Camponeses realizaram ato em defesa da luta pela terra no Ceará

As famílias que sofreram o despejo ilegal feito por policiais civis e militares armados de fuzis, no dia 10 de outubro, quando ocupavam a "Fazenda Baiana" em Pentecoste/CE, realizaram no dia 1 de novembro de 2008, um ato contra a criminalização do Movimento Camponês e em defesa da luta pela terra.

Além das famílias camponesas o ato contou com a presença de intelectuais, representantes do movimento sindical do Estado e representantes do movimento estudantil. Os manifestantes se concentraram na praça do CSU (entrada da cidade de Pentecostes/CE) e de lá partiram, acompanhando o carro de som, até a feira da cidade, local de grande concentração de pessoas nos dias de sábado, sobretudo da massa camponesa.

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Reproduzimos denúncia da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia publicada no blog Resistencia Camponesa: http://www.resistenciacamponesa.com

Camponeses retomam suas terras e são ameaçados por fazendeiros

No início desta semana, camponeses do Acampamento Terra Boa retomaram suas terras na linha C-100, do município Rio Crespo. Na quarta-feira duas caminhonetes lotadas de pistoleiros foram enviadas pelos fazendeiros que se dizem donos da área. Estão acampados homens e mulheres de todas as idades que lutam pelo sagrado direito a um pedaço de terra para trabalharem e criarem seus filhos dignamente. Há vários meses que eles enfrentam a enrolação do Incra e as ameaças e ataques de pistoleiros a mando de um consórcio de fazendeiros bandidos formado para perseguir e expulsar os camponeses.

O Sr. José Pierre Matias, que se diz dono da área e de outras 5 áreas vizinhas, foi o mandante de uma ataque contra o Acampamento Terra Boa no último 21 de abril. 18 pistoleiros invadiram o Acampamento fortemente armados e humilharam os camponeses, inclusive mulheres e crianças. Eles ameaçaram fazer uma matança se os acampados não saíssem da área. Os pistoleiros ainda seqüestraram por algumas horas dois camponeses da área vizinha Lamarquinha. Bateram com a coronha de uma carabina no rosto de um deles, deixando-o muito machucado e apontaram a arma no peito do outro camponês e ameaçaram matá-lo. Os pistoleiros atiraram no rumo dele, mas sem acertar. Sua esposa que assistia tudo de longe ficou aterrorizada pensando que ele estava morto.

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Polícia Federal do governo FMI-Lula agride índios Tupinambá no sul da Bahia (Aldeia Serra do Padeiro)

Nos dias 20 de outubro a 23 de outubro, a polícia federal do governo Lula perpetrou violentas e criminosas agressões contra os povos indígenas.
Policiais federais invadiram as terras dos Indios Tupinambá, na Serra do Padeiro - município de Buerarema, sul da Bahia. Entraram à força nas casas e na escola da comunidade e quebraram móveis e destruíram documentos, aterrorizaram e agrediram crianças e velhos, atiraram bombas, tomaram os instrumentos de trabalho. Os covardes agentes da PF dispararam tiros e feriram índios desarmados, efetuaram sobrevôos de helicóptero, e montaram uma verdadeira operação de guerra para prender o cacique.

Toda solidariedade aos irmãos do povo Tupinambá da Aldeia da Serra do Padeiro!

Abaixo a agressão da tropa de covardes do governo Lula!

Viva a heróica e secular resistência dos povos indígenas!

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Leia o nº 2 do jornal

Luta Classista


Baixe aqui o PDF do jornal

Veja as notícias no blog do jornal:

https://lutaclassista.wordpress.com/


Reproduzimos denúncia da Liga dos Camponeses Pobres de Ceará

DENÚNCIA URGENTE

Ao povo cearense, a todos os democratas e pessoas honestas de nosso país, ao movimento popular organizado, às instituições e órgãos competentes,

Na quinta-feira, dia 09 de outubro, cerca de 40 de famílias ocuparam o latifúndio denominado Fazenda Baiana, localizado no município de Pentecoste, Estado do Ceará. No dia seguinte aproximadamente 25 famílias se encontravam no local construindo seus barracos e fazendo demais trabalhos de organização do acampamento quando foram surpreendidas e logo expulsas por policiais civis e militares da cidade de Pentecoste, a mando do latifundiário Osvaldo Forte, que, em outro episódio, já fora capaz de dar um tiro no pé de um camponês que trabalhava em sua fazenda pelo fato de o mesmo ter se recusado a cumprir uma ordem, como relataram alguns camponeses.

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Reproduzimos nota da Liga dos Camponeses Pobres - Centro Oeste

Despejo violento de famílias
camponesas no sul de Goiás

No último dia 07/10 (terça-feira) por volta das 11 horas o oficial de justiça de Itajá, a PM e a polícia especial (GPT), contabilizando mais de 200 homens fortemente armados, despejaram violentamente as dezenas de famílias de camponeses pobres da fazenda Santa Helena, no município de Itajá, no sul de Goiás.

Os policiais invadiram o acampamento sem ordem de reintegração de posse da Fazenda e nem documento de identificação. Não deixaram ninguém se pronunciar, fazendo várias ameaças de morte e tortura. Na área havia 22 crianças, filhos dos camponeses e os policiais praticaram várias agressões psicológicas na frente das crianças, dizendo inclusive que tinham ordem do Juiz de Itajá para que tais atrocidades fossem executadas pelo oficial de Justiça, também de Itajá.

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Repúdio a farsa eleitoral - Crescem a Abstenção e Votos Nulos

Olha aí:

(Pelo menos uma mãozinha nossa têm!!!)

Em BH, como no restante do país, uma parcela expressiva do povo repudiou a farsa das eleições burguesas.

Somadas as abstenções (298.601, equivalente a 16,85%), com votos nulos (123.650, equivante a 8.39%) e em branco (90.299, equivalente a 6.13%), conforme dados do próprio TRE-MG, foram 512.550 pessoas (31,37%) que repudiaram o circo eleitoral na cidade!

A imprensa burguesa faz de tudo para reforçar o desacreditado e podre processo eleitoral e esconde esses dados. Excessão foi a matéria, abaixo, do jornal Folha de São Paulo.


Brancos e nulos crescem 22% nas capitais

DA AGÊNCIA FOLHA

O índice de eleitores que optaram por não votar em nenhum candidato neste ano nas capitais subiu 22% em relação às eleições municipais de 2004. Na média, segundo levantamento feito pela Folha, o índice de votos nulos ou brancos nas 26 capitais foi de 7,8% -contra 6,4% em 2004.
Belo Horizonte, que teve campanha marcada por uma aliança entre PT e PSDB pela candidatura de Marcio Lacerda (PSB), foi a capital com maior índice de votos nulos: 14,5%, ou 213.901 votos.
O número representa quase 24 mil votos a mais do que a soma das sete candidaturas de fora do segundo turno.
O Rio ficou em segundo no ranking do nulo (12,7%), mas foi o que mais apresentou crescimento em relação a 2004. A taxa de nulos cresceu 78,9%, pulando de 263 mil para cerca de 480 mil.
Os nulos foram predominantes nas regiões Sudeste e Nordeste. À exceção de Vitória, todas as capitais do Sudeste apresentaram níveis de descontentamento com acima da média. No Nordeste, foram 5 de 9 capitais.
Em apenas três capitais houve queda no número de votos nulos. Duas delas -Maceió e Curitiba- registraram as vitórias mais folgadas entre as capitais, com o vencedor conquistando 81% e 77% dos votos, respectivamente. (BRENO COSTA)


Núcleo da Liga Operária de Goías

A DIRETORIA DO SINDIGOIÂNIA ESTÁ A SERVIÇO DE IRIS! ABAIXO O PELEGUISMO!

(leia mais no http://sindicanedo.blogspot.com )

(foto de Carlão, presidente pelego, abraçando o seu amigo Iris)

DANDO MOSTRAS DO SEU SINDICALISMO PELEGO (PUXA-SACO DE GOVERNO) E TRAIDOR, O SINDICATO DOS TRABALHADORES DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA (SINDIGOIÂNIA) REALIZOU UMA REUNIÃO COM O PREFEITO IRIS REZENDE NA SEDE DO SINDICATO NO DIA 28 DE SETEMBRO, COM O OBJETIVO DE ELOGIAR O SEU GOVERNO. ENQUANTO ESSES SINDICALISTAS AMARELOS MENDIGAM UM LUGAR RENDOSO DO LADO DO GOVERNO, OS TRABALHADORES ESTÃO VIVENDO UM TREMENDO ARROCHO SALARIAL.

Enquanto as várias categorias de funcionários públicos do município de Goiânia estão a ver navios, já que o prefeito Iris Rezende anunciou aumento de 4, 45%, o Sindicato dos servidores (SINDIGOIÂNIA) organizou uma reunião para puxar o saco do prefeito.


Existe uma polêmica no município sobre o percentual de reajuste salarial dos servidores. A inflação do ano de 2008 foi assustadora. Os órgãos de divulgação dos índices inflacionários divergem quanto a porcentagem da inflação desse ano. Segundo o INPC a inflação está na casa dos 7,5%. Já segundo o IGP-M, o acumulado do ano está na casa dos 8,46%.

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Núcleo da Liga Operária de Goiás

PREFEITO DE SENADOR CANEDO (GO) REPRIME OPOSIÇÃO!
O interesse do empresário por Senador Canedo

SENADOR CANEDO é uma cidade do entorno de Goiânia. Durante muito tempo foi uma cidade dormitório, onde maioria dos trabalhadores exerciam o seu ofício em Goiânia. Com a instalação da Petrobrás no município e algumas indústrias, fez com que essa realidade se transformasse. Vários habitantes de Senador Canedo passaram a trabalhar em sua cidade, seja na indústria ou no comércio local.
Com a instalação da Petrobrás, o município aumentou a sua arrecadação de forma imprecionante, passando a ser o município goiano com segunda maior arrecadação de ICMS. Esses gordos recursos fizeram com que uma série de oportunistas desejassem a prefeitura da cidade, como José Nelto e Vanderlan da Mico's. José foi cassado e Mico's foi eleito prefeito.
Como Mico's é um grande empresário do ramo alimentício, fez com que a cidade funcionasse de acordo com a dinâmica de suas empresas, estruturando a prefeitura a partir dos interesses empresariais.

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Núcleo da Liga Operária de Goiás

Governo de Goiás corta o salário dos professores em retaliação aos 58 dias de combativa greve!

Governo de Goiás corta o salário dos professores em retaliação aos 58 dias de combativa greve!
Depois de 58 dias de greve o governo cortou o ponto dos grevistas, o criminoso governo Alcides Rodrigues aplica o fascismo no Estado de Goiás, proibindo as greves e manifestações do povo, sucateando a educação e a saúde, piorando a vida do nosso povo..

Os trabalhadores em educação do Estado de Goiás realizaram uma importante greve que durou 58 dias. Essa greve aconteceu devido a política de arrocho salarial imposta pelo governador Alcides, que visa atender os interesses dos grandes bancos e latifundiários e não dão as mínimas condições de vida para o povo pobre.
Os Governos estaduais levaram a educação pública ao mais completo sucateamento. Grande parte das escolas ainda são de placas. Poucas escolas possuem livros didáticos em quantidade suficiente. Os recursos da merenda escolar, são destinados diretamente para as escolas, que com os constantes atrasos nos repasses do dinheiro, levou os fornecedores a cortar o abastecimento de alimentos nas escolas. Uma força conjunta envolvendo Ministério Público, Bombeiros e outros órgãos, impediu o funcionamento de várias escolas que tinham a estrutura física inadequada, com sérios problemas, pondo em risco a segurança dos alunos e professores, com a possibilidade até de desabamento. A quantidade de professores contratados é muito grande, sendo uma necessidade o concurso público para preenchimento das vagas, sendo um dos requisitos básicos para a melhoria da qualidade do ensino. Esses funcionários contratados ficam vários meses sem receber os seus salários e quando recebem, o desconto que o governo faz rouba grande parte desse salário.

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Reproduzimos nota divulgada pelo CEBRASPO

Nove camponeses assassinados por pistoleiros dos latifundiários no sul do Pará!

De janeiro a setembro deste ano, nove camponeses foram covardemente assassinados no sul do Pará, pelos pistoleiros a serviço dos latifundiários! Cícero, Raimundo, Rivaldo, Foguinho, Carlito, Assis, José Filho, Rodolfo e Edivaldo Sousa do Nascimento, este conhecido pelo apelido de "Bagaceira". Todos eles participavam, no sul do Pará, da luta pela terra, sendo que a maioria esteve diretamente envolvida na tomada da Fazenda Forkilha, em setembro de 2007.
"A situação no sul do Pará, quanto à questão agrária é absurda e há um completo descaso das autoridades, que na verdade apóiam os latifundiários, que torturam e assassinam camponeses que lutam por um pedaço de terra", denunciou a Liga dos Camponeses Pobres do Pará (LCP/PA). De fato, já se passaram mais de nove meses desde a chamada "Operação Paz no Campo", ordenada pela governadora Ana Júlia (PT), contra os camponeses da Forkilha, e a situação para eles só piorou.

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FRDDP: Eleição Não,

Revolução Sim!


Manifestação no centro de BH desmascara a farsa eleitoral e conclama o povo a Boicotar as eleições burguesas

Ato contou com a participação de cerca de 200 pessoas

A imitação de uma urna foi incendiada no principal cruzamento da cidade (Afonso Pena com Amazonas)

A Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo realizou na tarde de 2 de outubro uma vigorosa manifestação contra a carestia de vida, a corrupção e a farsa das eleições nas ruas do centro de Belo Horizonte.
A manifestação contou com a participação de cerca de 200 pessoas e chamou a atenção de todos os que trabalhavam e passavam pelo seu trajeto.

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Reproduzimos nota da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia Ocidental e da Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres

O “Estadão do Norte” e seu obscuro papel

O “Estadão do Norte” de Porto Velho-RO não se cansa de veicular notícias mentirosas contra a LCP e sempre da única forma que sabe fazer, sensacionalista e escandalosa. Da última vez (19-09-2008) acusou-a de ser uma organização de “guerrilheiros treinados pelas FARC” e que “compram armas com dinheiro da cocaína”. Destilando seu fel contra os camponeses pobres e sua organização e no seu afã de mentir sem limites o Estadão chega ao delírio de afirmar “a passagem de Antonio Marins, mais conhecido por Tirofijo, por Minas Gerais, onde a LCP tem suas origens”. Ou seja, o jornal diz que segundo o setor de “investigações da polícia” o já falecido comandante das FARC, e segundo a imprensa internacional, um dos homens mais procurados do mundo, cercado por todos os lados pelo exército fascista da Colômbia, estaria passeando por Minas Gerais para treinar os membros da LCP.

Continuando sua campanha de mentiras, o Estadão no dia 25 último, em sua coluna chamada Agenda de Repórter, com o pretexto de estar dando a versão dos dois lados, na verdade prática do jornalismo sem ética nenhuma, a jornalista Emília Araújo faz outras tantas acusações sem qualquer vestígio de prova que não seja o de sempre “segundo informações da polícia”.

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Leia o manifesto divulgado pela Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo - FRDDP (Belo Horizonte):

No dia 2 de outubro
Às 16:00hs
na Pça. Afonso Arinos

Participe da manifestação contra a carestia de vida, a corrupção e a farsa eleitoral

Você trabalhador, que sofre com o arrocho salarial e as péssimas condições de trabalho enquanto um pequeno grupo de patrões, grandes burgueses, parasitas, apropria-se de toda a riqueza.
Você trabalhador na educação, que há semanas enfrenta a ganância e intransigência do governo e o peleguismo da direção traidora do sindicato com uma combativa Greve, sustentando ocupações e protestos na capital e interior do estado.
Você que sofre com o caos dos transportes, com as imensas filas nos pontos de ônibus e a falta de transporte adequado para a população por culpa da ganância da máfia de empresários e prefeitura-PT. Proteste!

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Trabalhadores em Educação fazem manifestações,
assembléias massivas e repudiam o arrocho do governo.
Repudiam o peleguismo da cúpula do Sind-UTE de acabar com a greve e exigem melhores salários e condições de trabalho.

Combativa assembléia do dia 23 impediu os pelegos de acabar com a greve

Protesto de professores paralisa rodovia no Triângulo

Ocupação da Secretaria Estadual da Educação, dia 22

Seguranças da Assembléia e tropa de choque da PM
agrediram os professores.
Pelegos da direção do Sind-UTE fizeram o jogo do governo.
Aécio e acusaram trabalhadores e estudantes de “baderneiros”.

Tropa de choque da PM agride e joga gás de pimenta nos professores

Professora é covardemente agredida pelos truculentos seguranças da Assembléia

Reproduzimos boletins do MEP - Movimento Pela Educação Popular, sobre a combativa greve dos professores da rede estadual de Minas Gerais


Retransmitimos denúncia da Liga do Camponeses Pobres de Rondônia

Camponês mantido acorrentado em hospital

Porto Velho, 18 de setembro de 2008

No dia 09 de setembro a Polícia Militar realizou ação ilegal e truculenta de despejo no Acampamento Nova Conquista, em União Bandeirantes. 10 camponeses foram presos e torturados na sede da fazenda Mutum, entre eles o companheiro Gerolino Nogueira de Souza, de 56 anos de idade que está sendo mantido preso com correntes no Hospital João Paulo II, em Porto Velho e não está recebendo tratamento médico adequado. Gerolino ficou 7 dias acorrentado numa cadeira, vigiado por policiais e proibido de receber visitas, o único que conseguiu visitá-lo foi o advogado do Núcleo de Advogados do Povo – NAP, Ermógenes Jacinto. Ontem o companheiro foi retirado da cadeira, mas continua acorrentado numa cama. Temos receio de que o companheiro acabe falecendo no hospital.

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Acesse aqui o relatório-denuncia divulgado pelo Núcleo dos Advogados do Povo

GRAVES VIOLAÇÕES AOS DIREITOS HUMANOS EM RONDÔNIA TERRORISMO POLICIAL NA FAZENDA MUTUM EM UNIÃO BANDEIRANTES (PDF)


Retransmitimos nota do Cebraspo em solidariedade aos Camponeses presos de Jaci-Paraná

Liberdade para os presos de Jaci-Paraná!
Pelo fim da criminalização da luta camponesa!

A repressão aos camponeses pobres em luta pela terra, no estado de Rondônia, continua cada vez mais absurda e brutal. Como ficou evidente no ataque policial do dia 09 de setembro último contra os camponeses de Jaci-Paraná, distrito de Porto Velho que, organizados, lutavam pela posse da Fazenda Mutum.

Os camponeses estavam mobilizados há muito tempo para defender seu legítimo direito à terra para quem nela trabalha, de modo a viver dignamente. E a área que reivindicam já tinha sido declarada como sendo terra pública pela justiça federal que, segundo consta, já teria dado a emissão de posse da mesma para o Incra.

Mas nenhum desses encaminhamentos foi respeitado. Quando se trata de fazer valer os interesses espúrios dos latifundiários, a polícia passa por cima de tudo. E se presta a cumprir, mais uma vez, o papel de 'funcionários particulares' dos latifundiários, agindo de maneira covarde e ao arrepio das leis burguesas, que dizem representar. Atacaram homens, mulheres e crianças, a tiros, com o objetivo de aterrorizá-los e expulsá-los da terra, para permitir a entrada do latifundiário grileiro!

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Retransmitimos denúncia urgente da Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres

Camponeses são torturados em União Bandeirantes - Rondônia

No dia 9 de setembro de 2008 por volta das 14:30 hs as mais de 30 famílias do acampamento Nova Conquista (Fazenda Mutum) em União Bandeirantes foram violentamente atacadas por policiais e bandos de pistoleiros. Cerca de 30 policiais militares de União Bandeirantes, Jaci-Paraná e Porto Velho, chegaram ao acampamento disparando tiros contra os acampados. As famílias haviam retomado a área na madrugada de segunda-feira, dia 8 de setembro.

Durante a operação os policiais gritavam que estavam dispostos a matar, pois ali todos eram vagabundos.

Os camponeses foram rendidos, obrigados a sentar no chão com armas apontadas para a cabeça. Um dos policiais começou a tirar fotos de todos e os que resistiam eram espancados com tapas no ouvido e empurrões. Um dos acampados perguntou aos policiais se tinham ordens para agirem daquela forma, e eles responderam que “faziam do jeito deles e que todos que estavam ali eram bandidos”, disseram que o governo do estado estava pagando para que vigiassem aquela fazenda.

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Baixe o boletim Luta Classista distribuído por companheiros da Liga Operária no Fórum Sindical dos Trabalhadores - FST, realizado em Belo Horizonte


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DENÚNCIA

Agressão contra membro da Liga Operária em Recife

Mais um episódio revela a que grau chegou a criminalização de pobreza no país. O companheiro Cicinato Nascimento, membro da Liga Operária, foi alvo da ação do Estado policial-fascista em sua própria casa. Na noite de domingo por volta das 21 horas, sob a justificativa de que estavam procurando bandidos e drogas na comunidade, seis policiais invadiram a casa do nosso companheiro, localizada na Vila Boa Vista, no Bairro de Passarinho em Recife. Os seis policiais fardados, mas sem identificação, o insultaram diante de sua esposa com palavras de baixo calão e o espancaram fortemente, chutando sua perna deficiente e atingindo o seu braço direito com uma pá (utilizada em serviço de alvenaria).

O companheiro não se intimidou e questionou a abordagem criminosa, mesmo assim a polícia continuou o agredindo com chutes, pontapés e tapas no ouvido, ameaçando matá-lo com a pá e a pistola. Durante a madrugada, voltaram para jogar a pá que haviam levado e a jogaram em frente a sua residência.

O companheiro Cicinato é um homem trabalhador, honesto e dedicado à causa revolucionária em defesa do povo pobre, e com muito sacrifício, cursa também um curso técnico à noite, no CEFET-PE. Essa ação policial truculenta revela como o Estado “está cuidando das pessoas” ao colocar a polícia na periferia da cidade para invadir a casa de um homem trabalhador e de forma truculenta agredir sua família. Estes covardes não podem permanecer impunes! Casos como a morte de João Roberto, Morro da Providência (RJ), Maria Eduarda (PE), Rafaeli Ramos (Paraná) e a menina de oito anos morta por um policial no Maranhão, confirmam o quanto o caso não é isolado, e sim de como a polícia é preparada para reprimir e assinar as massas exploradas.

Rebelar-se é justo contra esse velho e reacionário Estado policial-fascista! Viva o povo pobre e trabalhador das favelas e periferias, fora com a polícia repressora e assassina!


Retransmitimos denúncia urgente da Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres

Goiânia, 18/09/2008

Denúncia urgente!

A Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres conclama a todos os verdadeiros democratas e apoiadores da luta camponesa a prontamente se manifestarem contra a absurda ação policial contra os camponeses de Jacy Paraná, distrito de Porto Velho, que lutavam pela posse da Fazenda Mutum!

Os camponeses foram ilegal e covardemente atacados, homens, mulheres e crianças, para que os policiais reintegrassem na posse do latifúndio o grileiro que reclamava a área. E ESTA ÁREA TEVE DECISÃO DE JUIZ FEDERAL COMPROVANDO QUE A ÁREA É TERRA PÚBLICA, E QUE QUEM NÃO PODERIA DE FORMA NENHUMA RECLAMAR OU UTILIZAR AS TERRAS ERA O LATIFUNDIÁRIO! A JUSTIÇA FEDERAL DEU EMISSÃO DE POSSE PARA O INCRA!!!!

E mais: os camponeses foram atacados a tiros pelos policiais à noite!
Tudo isso para justificar a versão fantasiosa e tardia divulgada na imprensa (a versão final, dos doze presos, só foi divulgada no final da tarde de hoje, enquanto pela manhã uma nota no mesmo veículo de imprensa fala de dois presos; em nenhum momento as notícias divulgadas pela polícia e reproduzidas falavam do ataque de policiais e pistoleiros ao acampamento), de que se tratou de confronto entre policiais e camponeses, que teriam sido denunciados pela mãe de um camponês. Mentirosos! Hipócritas!

Será que os banqueiros ricos e corruptos, presos e depois soltos, que a grande imprensa reclamou “serem maltratados” pela polícia, foram atacados a tiros em suas casas noite?

No mais, são as velhas e requentadas calúnias contra a Liga de Camponeses Pobres de Rondônia, agora colocadas pela repressão na boca de uma inocente “mãe”.

E mais: para sustentar a farsa, as mentiras, ATÉ AGORA OS POLICIAIS NÃO DIVULGARAM OS NOMES DOS COMPANHEIROS PRESOS!

A verdade é que os policiais de Rondônia fizeram uma reintegração de posse ilegal e à noite, contra camponeses e camponesas sem defesa, atiraram contra as famílias e não se sabe mais o quê.

Camponeses podem estar presos sendo torturados, companheiros desaparecidos podem ter sido executados!

EXIGIMOS A VERDADE!
EXIGIMOS QUE TODAS AS FAMÍLIAS, OS ADVOGADOS E TODOS QUE LUTAM PELA VERDADEIRA JUSTIÇA VISITEM OS COMPANHEIROS PRESOS!
EXIGIMOS A LIBERTAÇÃO DE TODOS OS COMPANHEIROS PRESOS!
EXIGIMOS QUE SEJA CUMPRIDA A DECISÃO DA JUSTIÇA FEDERAL: LATIFUNDIÁRIO FORA E CAMPONESES NA TERRA PÚBLICA!
ABAIXO A CRIMINALIZAÇÃO DA LUTA CAMPONESA!


Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres


Repudie a farsa das eleições!


Baixe aqui também a versão em PDF do cartaz da Liga Operária


Leia o manifesto divulgado pela Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo - FRDDP:

Manifesto contra a carestia de vida, a corrupção e a farsa das eleições

De dois em dois anos o velho Estado, através dos monopólios de comunicação, chantageia o povo pressionando para que todos compareçam às urnas para cumprir com o dever de “cidadão”. Para as classes dominantes e seu velho Estado, o pobre é cidadão somente para eleger quem será o seu próximo capataz.

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Participe da manifestação organizada pela FRDDP:

Grande manifestação contra a carestia
de vida, a corrupção e a farsa das eleições
Dia 2 de outubro – praça 7 às 16 horas

em Belo Horizonte


A Liga Operária soma-se à justa homenagem prestada pela Liga dos Camponeses Pobres ao companheiro Zé Ricardo, por ocasião de um mês da lamentável perda desse grande lutador do movimento camponês.

Baixe aqui a homenagem feita pela Liga dos Camponeses Pobres


Mortes de camponeses em “acidentes” de transporte são sucessivos crimes do latifúndio


Latifúndio assassina camponeses utilizando precário transporte em caminhões

Em Minas Gerais, em menos de quinze dias foram ceifadas as vidas de 18 camponeses e mais de 30 ficaram feridos em dois crimes praticados pelo latifúndio, que explora trabalhadores rurais para as colheitas, e os transportam de forma pior que gado. Os trabalhadores são carregados como animais, jogados de qualquer jeito nas carrocerias dos caminhões. O latifúndio, essa chaga que se arrasta há cinco séculos no Brasil, conta com toda garantia do Estado e esse tipo precário de transporte que utiliza é totalmente legalizado pelo Estado e aceito pelos governos federal e estadual, órgãos de trânsito, polícia militar rodoviária e etc.

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Reproduzimos notícia divulgada pelo Resistência Camponesa (www.resistenciacamponesa.com), o Jornal da Luta Combativa dos Camponeses Pobres, sobre a realização do 5º Congresso da LCP-RO

Vitorioso Congresso da LCP

Nos dias 22 e 23 de agosto foi realizado no campus da Universidade Federal de Rondônia o 5° Congresso da LCP-RO que contou com a participação de 410 pessoas entre camponeses, estudantes, professores, entidades e movimentos populares. Ao todo estiveram representadas mais de 20 áreas camponesas.

O Congresso aconteceu num momento de acirramento da luta pela terra na região, em que várias áreas camponesas foram ou estão ameaçadas de despejos e sofrem ataques de bandos armados a serviço do latifúndio em conluio com policiais.

Junto a esta situação temos visto uma escalada repressiva do Estado contra o direito do povo trabalhar. Exército, Ibama e Sedam atacaram principalmente as cidades de Machadinho, Cujubim, Ariquemes e Buritis que sobrevivem da extração da madeira. O INCRA atua como polícia, tratando de criminalizar e desmobilizar a luta camponesa.

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Reproduzimos denúncia da Liga dos Camponeses Pobres de Rondonia e Comissão de acampados do acampamento Nova Conquista.

PISTOLEIROS ESTÃO QUEIMANDO CASAS COM A CUMPLICIDADE DO INCRA DA JUSTIÇA E DA POLÍCIA DE RONDONIA.

Em 2006 o camponês Valdomiro venâncio teve todas as suas plantações queimadas por supostos “funcionários” da fazenda dipar ( pistoleiros ou assassinos de aluguel)
desde quando os camponeses ocuparam os 21 lotes que fazem parte da gleba jorge Teixeira que foi grilada da união por um bando de ladrões de terra, liderados pelo mais conhecido ladrão de terras da união SEBASTIÃO CONTI NETO E POR UM EMPRESARIO DE PORTO VELHO, CONHECIDO COMO LUIZ DA DIPAR. os sofrimentos dos camponeses da linha 4 não tem cessado.

No dia 16 de agosto de 2008 chegou uma caminhonete tipo fiat strada de cor cinza escuro em minha casa com quatro homens armados se identificando como funcionários da dipar fazendo perguntas do tipo: “como é o nome do seu vizinho?”,e falaram para mim: que iam me denunciar para a operação arco de fogo, me acusando de ter colocado fogo na fundiária do meu lote.
E então um deles perguntou para o outro se tinha gasolina, e depois começaram a rodar em volta da minha casa e olhar tudo, falando que a casa podia pegar fogo e que eu poderia morrer queimado.

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Reproduzimos nota de Denúncia da Liga dos Camponeses Pobres publicada no site Resistencia Camponesa

Denúncia Grave

Mais de 250 famílias podem ser despejadas de suas terras

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Viva os 13 anos da heróica resistência camponesa em Corumbiara! A Santa Elina é do povo!

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Reproduzimos nota da Liga dos Camponeses Pobres publicada no site Resistência Camponesa

Vítimas de Corumbiara retomam suas terras em Santa Elina

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Vitorioso 6º Congresso dos Rodoviários aprova plano de unidade e luta

Baixe aqui o plano de lutas aprovado no congresso

Veja algumas fotos e o jornal Volante de balanço do Congresso

Chapa apresentada no Congresso
Grupos de discussão

Vigoroso encerramento do Congresso

Plenária cheia, mais de 300 participantes

Apresentação de parte da chapa


Baixe aqui o jornal


Reproduzimos nota de Denúncia da Liga dos Camponeses Pobres do Pará e Tocantins sobre mais um covarde assassinato de um camponês da "Forkilha"

DENÚNCIA


Grupos de extermínio de Redenção assassinam mais um camponês da “Forkilha”!


O companheiro Edivaldo Sousa do Nascimento, camponês, moto-taxista, muito conhecido pelo apelido de “Bagaceira”, companheiro acampado na Forkilha no ano passado (2007), que tinha sido vítima da ação militar da Governadora Ana Júlia (Paz no Campo), foi brutalmente EXECUTADO na última quinta-feira, 24 de julho, com mais de seis tiros.

Somente seu documento foi levado, ele não foi assaltado!

Também com seis tiros foram assassinados outros companheiros da Forkilha, como o companheiro Foguinho, recentemente executado!

Também o companheiro Edivaldo “Bagaceira” comentou com seus companheiros que suspeitava estar sendo seguido por duas motos de tipos “BROSS” da cor preta!

O companheiro Edivaldo, em seus quase 40 anos de vida sempre lutou e trabalhou. Já fora vaqueiro e montador de rodeio. Era moto-taxista, e em muitos domingos, na época da Forkilha, vendia milho verde assado na feira.

Sonhava e lutava pela terra!


Estava unindo dezenas de companheiros para fortalecer a luta que segue pela conquista definitiva pelos camponeses do latifúndio escravagista e assassino da Forkilha.


O companheiro Edivaldo foi executado! Deixou viúvas e filhos. Que estão aterrorizados e não querem ver ninguém!


O companheiro Edivaldo é mais uma vítima da CRIMINALIZAÇÃO DO MOVIMENTO CAMPONÊS!


O companheiro Edivaldo é mais uma vítima do latifúndio assassino do Pará!


O companheiro Edivaldo é mais uma vítima da Governadora Ana Júlia (PT), que conseguiu ser mais violenta contra o movimento camponês que o responsável por Eldorado dos Carajás, Almir Gabriel.


Ana Júlia (PT) é mandante da maior ação militar contra camponeses em luta pela terra desde as operações do regime militar contra a “Guerrilha do Araguaia”!


Ana Júlia (PT) insiste em se negar a reconhecer as torturas praticadas por se4us cães de guarda na operação “paz no campo” Forkilha!


Ana Júlia (PT) não fez nada para desmontar o controle e a ligação da Polícia Militar e do judiciário com o latifúndio, e as ações conjuntas de pistoleiros, policiais e latifundiários para assassinar camponeses!


Diante do povo de Redenção e do sangue do companheiro Edivaldo, reafirmamos uma vez mais que sua morte não será em vão!


Liga dos Camponeses Pobres do Pará e de Tocantins


Reproduzimos denúncia do CODEVISE - Comitê de Defesa das Vítimas de Santa Elina

FAMILIAS DE SANTA ELINA SÃO BRUTALMENTE DESPEJADAS PELA PM 

Corumbiara, 22 de julho

Na manha de hoje, 70 policiais militares dos municípios de Vilhena, Colorado, Cerejeiras, Pimenteiras, Corumbiara, Chupinguaia e Cabixi, em uma verdadeira operação de guerra, despejaram-nos, as 100 famílias que desde o dia 11 de maio haviam tomado a fazenda Santa Elina, local este, palco do chamado ‘MASSACRE DE CORUMBIARA”, ocorrido no dia 09 de agosto de 1995. Os policiais após o despejo queimaram todos nossos barracos com os pertences dentro.

No dia 20 deste mês 10 agentes do IBAMA e da policia federal desceram de helicóptero perto do acampamento e disseram-nos que podíamos ficar sossegados, que não haveria despejo algum.Não acreditamos pois desconfiamos que podia apenas ser um levantamento para a futura expulsão conforme aconteceu.

A maior parte de nós acampados é sobrevivente do massacre e desde que ocupamos a Santa Elina inúmeras tentativas de nos enrolar e desmobilizar nosso acampamento tem sido feitas, principalmente pelo INCRA e o senhor Gercino, da Ouvidoria Agrária Nacional. Primeiro nos disseram que iam vistoriar a Santa Elina, depois disseram que iam suspender a liminar de reintegração de posse, depois que teríamos que sair da área para poder cortá-la. Ora, já dissemos várias vezes que cansamos de esperar!

São 13 anos de promessas não cumpridas, em especial a de Lula de que se fosse eleito, cortaria a Santa Elina e indenizaria as vítimas do massacre. Não vamos esperar pelo INCRA, vamos retomar a Santa Elina novamente, e não será com ameaças de um novo massacre que vamos desistir dela.

A SANTA ELINA É NOSSA!

O POVO QUER TERRA, NÃO REPRESSÃO!

COMITÊ DE DEFESA DAS VÍTIMAS DE SANTA ELINA


Panfleto distribuído pelo Núcleo da Liga Operária do Rio de Janeiro, em apoio à combativa greve dos petroleiros

VIVA A COMBATIVA GREVE DOS PETROLEIROS EM MACAÉ!

Após cinco dias de greve, os petroleiros saem de cabeça erguida, com a certeza de que a luta é o único caminho para avançar nas conquistas.

Nem Petrobras, nem os pelegos da FUP acreditavam em greve

Após indicarem um calendário de luta com duas semanas de paralisação de PTs, para só então realizar uma greve de produção, os pelegos da direção do Sindipetro-NF caíram do cavalo. Achavam que até o dia da greve, seus companheiros gerentes-sindicalistas da direção da companhia iriam atender ao seu pleito. Achavam que após duas semanas de mobilização pouco impactante, os petroleiros não teriam fôlego para enfrentar seus gerentes e parar a produção. O resultado foi a concretização de uma forte e vitoriosa greve, a primeira desde a eleição do governo Lula, com mobilização da maioria das plataformas.

Petroleiros não aceitaram a truculência da Petrobras

Funcionários antigos se uniram aos novos, passando sua experiência e dando a oportunidade para os jovens petroleiros botarem em prática sua ferramenta mais forte para fazer valer os seus direitos: a greve. A Petrobras, por sua vez, mostrou a verdadeira face de empresa “socialmente responsável”: buscou colocar os poços para produzir a qualquer custo, mesmo sabendo estar pondo em risco a segurança dos seus empregados e petroleiros terceirizados. As petroleiras mulheres mostraram sua importância, junto de todos os companheiros, não se deixando intimidar por intervenções de gerentes, estando presentes em todas as assembléias e mobilizações.

Esta greve dos petroleiros é a resposta a este governo Lula, que tem como lógica garantir os lucros dos acionistas de Nova Iorque, seja como for, não reconhecendo os direitos dos trabalhadores e passando por cima normas ambientais e de segurança. O Ministro de Minas e Energia Lobão, após declarar que “a greve era injusta, ainda mais para trabalhadores que ganham R$10.000,00 e trabalham 14x28”, teve que se calar frente ao movimento inquebrantável dos petroleiros após cinco dias de mobilização.

A Liga Operária se solidariza com a luta dos petroleiros, se colocando a disposição para a continuidade desta mobilização e para futuras batalhas, afirmando que a luta dos petroleiros precisa se por lado a lado das demais lutas dos trabalhadores, no sentido da construção de uma Greve Geral, única forma de impedir as reformas anti-povo que o governo de Luís Inácio vem a anos tentando implementar.

LIGA OPERÁRIA - ligaoprj@hotmail.com


Reproduzimos denúncia da Frente de Direito de Defesa do Povo sobre o covarde assassinato do garoto João Roberto
pela polícia do Rio de Janeiro

Abaixo o Estado policial-fascista
Polícia é preparada
para matar pobres

 

Desabafo indignado do taxista Paulo Roberto Amorim, pai do menino João Roberto de 3 anos, que foi assassinado pela polícia militar do Rio de Janeiro.

“Ninguém tem direito de matar ninguém, o Estado não tem carta branca pra matar ninguém, aqui não tem pena de morte gente!”

“Eles não perseguiram os bandidos, fecharam o carro da minha família e metralharam o carro com uma mulher e duas crianças dentro.”

“Eu quero justiça, as pessoas têm que pagar por o que elas fizeram. Eu não posso perder um filho de 3 anos pra uma polícia como essa que está na nossa cidade, eu não pago os meus impostos pra vir um pessoal aí pra executar os outros. A minha mulher jogou a bolsa pela janela, pra alertar à eles que tinha criança no carro, eles não paravam de atirar. Ela ainda abriu a porta e se lançou no meio das balas para salvar os filhos dela. A minha mulher está cheia de estilhaço pelo corpo, eles não tiveram piedade, eles não tiveram pena, eles vieram para executar! Gente, que polícia é essa!”

“Homem de preto o que é que você faz? Eu faço coisas que assusta o satanás.
Homem de preto qual é sua missão?
Entrar pela favela e deixar corpo no chão.”

“Tropa de elite,
osso duro de roer,
Pega um, pega geral,
também vai pegar você!”

Trechos do tema do filme fascista “Tropa de Elite” se tornou hino das hordas fascistas no país e é uma demonstração da preparação que se faz das policias e do clima de supremacia policial que se procura incutir.

Veja em PDF o boletim da FDDP>


Reproduzimos nota da Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste

Liberdade imediata para o companheiro
Fábio Paraíso da Luz


Companheiros e companheiras, democratas de todo o Brasil,

No dia 3 de julho, quinta-feira, o camponês Fábio Paraíso da Luz foi preso no município de Lagoa dos Gatos (Pernambuco). O companheiro foi vítima de uma armação policial, cujo objetivo era prender o dirigente da LCP (Nordeste) José Ricardo de Oliveira Rodrigues.

Fábio e Ricardo estavam almoçando num estabelecimento comercial em Riachão de Dentro, zona rural de Lagoa dos Gatos, quando 3 políciais militares desceram da viatura, que vinha em alta velocidade, com arma em punho gritando para Ricardo levantar as mãos. Os PMs revistaram Ricardo e deram busca em toda a casa. Fábio estava no interior da casa foi revistado pelos policiais, que também nada encontraram. Então, os policiais apareceram com um revólver dizendo que este pertencia a Ricardo. Para que o companheiro Ricardo não fosse preso Fábio afirmou que aquela arma era sua.


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VIVA A COMBATIVA GREVE DOS TRABALHADORES METALÚRGICOS DA TEKSID E NEMAK!

Saudações classistas e combativas aos companheiros em greve deflagrada na madrugada de ontem e que prosseguiu firme durante todo o dia por decisão da maioria dos operários. A iniciativa dos companheiros do primeiro turno de permanecerem na empresa para mobilizar o turno seguinte foi muito importante, pois demonstra que o caminho da luta é a unidade entre todos os trabalhadores na firme decisão de resistir contra a exploração dos patrões e defender com greve os seus direitos.

Apoiamos as justas reivindicações dos grevistas pelo aumento da PLR, não aceitando as migalhas propostas pelos patrões, assim como o fim das jornadas aos sábados como compensação das folgas semanais e também a equiparação salarial para metalúrgicos com a mesma função.

A luta dos trabalhadores metalúrgicos de Betim, assim como a greve dos trabalhadores rodoviários da carga em todo o país, a greve dos trabalhadores da saúde do Pará e tantas outras, é a resposta contra o arrocho, exploração e miséria impostos por este governo oportunista de PT/PCdoB, que com suas “reformas” e medidas antipovo só beneficia os patrões e grandes burgueses.

Novamente os políticos oportunistas e corruptos se preparam para o circo eleitoral com suas promessas enganosas. Por isso é ainda mais importante o exemplo dos companheiros grevistas da Teksid e Nemak e demais lutas populares, que apontam o verdadeiro caminho para defender os direitos do povo: a luta classista e combativa.

Somente através da união, das mobilizações, das greves e todas as lutas dos trabalhadores é que o povo poderá resistir e combater os ataques deste governo da grande burguesia e latifundiários.

Prestamos nosso total apoio e solidariedade aos companheiros, nos colocando lado a lado nesta luta e em futuras batalhas!


Viva a luta classista e combativa!
Rebelar-se é justo!
Abaixo a farsa eleitoral, viva a luta popular!


Processo de licitação do transporte público de Belo Horizonte só favorece os monopólios dos transportes

Foi publicado no dia 19 de julho o resultado das licitações para o transporte público da cidade. Nessa semana está em trâmite o processo de renovação das licitações públicas do transporte coletivo de Belo Horizonte. As empresas que monopolizam o sistema de transporte coletivo, juntamente com a Prefeitura Pimentel/PT, renovaram o dito “contrato” de licitação para mais 20 anos, dessa vez firmaram o acordo com a prefeitura através da quantia de R$230 milhões que será paga em 5 anos, o que corresponde ao desconto de R$0,10 de cada passagem paga durante esse prazo de 5 anos.

Estações de ônibus cada vez mais lotadas

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Nota do núcleo da Liga Operária no RJ

Abaixo o velho Estado, assassino e sanguinário!
Fora tropas do Exército do Morro da Providência!

O assassinato dos jovens trabalhadores Florêncio de 24 anos, Wellington Gonzaga da Costa de 19 anos e Paulo da Silva Correia de 17, agredidos e levados por um grupo de soldados do Exército a um outro Morro controlado por uma facção rival para serem executados, se soma aos inúmeros crimes cometidos pelo gerenciamento Luis Inácio/Cabral e demais entrepostos como o senador Marcelo Crivella, contra milhares de trabalhadores cariocas.

Em sucessivas ondas de pro-testos, trabalhadores de bairros pobres se levantam contra o terrorismo policial. No terceiro dia de protestos, em frente ao Comando Militar do Leste (em frente ao Morro da Providência) moradores enfrentaram nova--mente a tropa de choque do Exército e da polícia militar que atacou manifestantes com bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo, acompanhados de dezenas de carros e da tropa de choque da polícia militar. Moradores indignados, reagiram com pedras, tampas de bueiros e queimaram fardas camufladas do Exército, e quebraram ônibus e carros no entorno. Toda a região da central do Brasil ficou fechada por horas, trabalhadores que passavam na região reagiam com indignação à ação da polícia militar e do Exército.

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Greve vitoriosa da Carga
em Betim pára a BR-381

Na última terça-feira, dia 10 de junho, os trabalhadores do transporte de carga paralisaram a BR 381 em Betim, uma das principais rodovias da região metropolitana de Belo Horizonte. A greve faz parte da Campanha Salarial Unificada 2008 encabeçada pela FETTROMINAS que já paralisou as estradas do sul do estado e triângulo mineiro exigindo o fim do banco de horas, controle externo da jornada de trabalho por meio de tacógrafo e papeleta externa, entre outros. A paralisação da carga é uma resposta dos trabalhadores à intransigência dos patrões que estão lucrando milhões com o aumento no preço dos fretes e teimam em não atender as reivindicações da categoria. Betim é um grande centro industrial do estado que recebe cargas de todo o país e esta paralisação tem um grande peso para os trabalhadores do
transporte de cargas de Minas Gerais, pois demonstra que a adesão da categoria à luta vem crescendo e se fortalecendo a cada greve.

O movimento que ocorreu em frente a fábrica da FIAT automóveis em Betim, teve grande adesão dos trabalhadores, interrompendo o trânsito nas 4 pistas da BR com cerca de 10 mil caminhões, provocando mais de 30 quilômetros de engarrafamento das 5 às 9 horas da manhã.


Leia o último Jornal Volante Rodoviário

Informativo do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Belo Horizonte e Região


(Baixe o PDF)


Trabalhadores rodoviários da Carga do Triângulo Mineiro realizam combativa greve

Seguindo o exemplo da grande greve realizada no sul de minas, cidade de Varginha, os trabalhadores rodoviários do transporte de carga de Uberlândia e região realizaram uma grande mobilização na última terça-feira dia 03/06. A greve paralisou o trevão de Uberlândia provocando ao todo mais de 10 km de filas de caminhões. Esta greve é parte de uma grande jornada de lutas dos trabalhadores rodoviários da carga que estão dispostos a parar todo o estado. As mobilizações começaram no sul de minas, se estenderam ao triangulo mineiro e prometem seguir paralisando as principais rodovias do estado. Os trabalhadores exigem o fim do Banco de Horas no transporte de cargas, um reajuste salarial de 30% dentre outras reivindicações. A paralisação em Uberlândia iniciou às 6hs da manhã e manteve parado o trevão até às 9h30min. Os trabalhadores rodoviários encostavam seus caminhões e aderiam ao movimento engrossando as fileiras da luta. Estavam presentes vários representantes de sindicatos do interior de minas e uma grande delegação de rodoviários de Belo Horizonte que juntos tiveram uma participação decisiva no movimento.

Veja mais fotos da paralisação no Trevão de Uberlândia:

 


Reproduzimos nota da Liga dos camponeses Pobres do Pará e Tocantins contra a perseguição à justa luta dos camponeses pela terra

Forkilha: Polícia Militar a mando do latifúndio reprime camponeses

Na manha de sábado, dia 31 de maio cerca de 60 homens da policia militar do Pará estacionaram tropas em frente ao acampamento no latifúndio Forkilha, esta operação que está em curso é totalmente ilegal e está sendo executada por ordens diretas dos latifundiários de Redenção, uma vez que não existe ordem judicial para tal ação, a PM está soltando bombas de efeito moral, ameaçando de espancamento e de morte os camponeses, dizendo que vão fazer pior do que as atrocidades cometidas na operação “paz no campo” realizada em novembro de 2007.

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Reproduzimos nota da Liga dos camponeses Pobres de Rondônia contra a perseguição à justa luta dos camponeses pela terra

PISTOLEIROS ATACAM NOVAMENTE EM UNIÃO BANDEIRANTES

No dia 24/05/2008 o acampamento nova conquista, em união bandeirantes foi novamente alvo da pistolagem que continua a agir impunemente como uma força paramilitar.

Ao acampados saíram cedo para trabalhar nos lotes na colheita de banana quando foram atacados pelos bandidos, e não tiveram outra saída senão sair correndo para não morrer.

Um companheiro ficou gravemente ferido e teve que ser trazido para porto velho as pressas, para receber tratamento medico.

Os pistoleiros trabalham para um bandido perigoso conhecido em união bandeirantes como “Adailton Martins” esse adailton age a mando de um empresário de porto velho conhecido como “Luiz da dipar” que está tentando grilar uma grande quantidade terra em união bandeirantes desde 1996 sempre usando e abusando do poder que o dinheiro lhe dá para corromper funcionários do INCRA, que fornecem a ele declarações de posse para ele tomar nossas terras.

Não vamos aceitar que a corrupção, a inércia e a burocracia do INCRA continue colaborando com a grilagem de terras em união bandeirantes.

Vamos continuar trabalhando e morando nessas terras, independente de perseguições e tentativas de assassinatos feitas por latifundiários, acobertados pela corrupção e pela burocracia do estado e seus órgãos.

Qualquer morte que venha a ocorrer vamos responsabilizar o INCRA e a ouvidoria agrária pela conivência que estão demonstrando ter com a grilagem de terras em Rondônia.


VIVA A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!

O POVO QUE TERRA, NÃO REPRESSÃO!

TERRA A QUEM NELA TRABALHA!


LIGA DOS CAMPONESES POBRES DE RONDÔNIA


Reproduzimos nota da LCP-Para e Tocantins sobre a reocupação da fazenda Forkilha

A FORKILHA É NOSSA


No dia 26 de maio de 2008 cerca de 300 famílias de camponeses pobres da região de Redenção, Pau d'Arco, Casa de Tábua e Conceição do Araguaia retomaram o latifúndio Forkilha.

Este latifúndio foi palco de uma das maiores operações repressivas praticadas contra camponeses nos últimos anos no Estado do Pará. A ação foi promovida pelas Policias Militar, Civil e Rodoviária Federal e contou com todo apoio de unidades do Exercito Brasileiro, a mando da governadora ANA JULIA(PT). Esta repressão covarde contra os camponeses ocorreu após campanha caluniosa dos meios de comunicação do latifúndio, tanto regional como nacional como a revista Veja e jornal Folha de S. Paulo, contra a LIGA DOS CAMPONESES POBRES. Acusaram a Liga de "bando armado", de "quadrilha", de "utilizar tática de guerrilha", etc., tudo isso para justificar a repressão, torturas e perseguição contra os camponeses da região. Esta campanha teve o dedo sujo do deputado federal GIOVANNI QUEIROZ (PDT), ex-prefeito de Conceição do Araguaia, conhecido testa de ferro do latifúndio e inimigo dos camponeses. O reacionário Giovanni Queiroz sempre foi ligado à UDR e é defensor dos latifundiários que praticam trabalho escravo na região (Usina Pagrisa em Ulianópolis e recentemente em fazenda de São Félix do Xingu).

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Reproduzimos vídeo divulgado pela Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo

1º de Maio Classista em SP


 

Corumbiara - RO, 13 de maio

FAZENDA SANTA ELINA
é tomada pelos camponeses

Reproduzimos nota enviada pelo Comitê de Defesa das Vítimas de Santa Elina - CODEVISE, sobre a retomada da Fazenda Santa Elina pelos camponeses.

O CODEVISE é uma organização dos sobreviventes do conhecido Massacre de Santa Elina em Corumbiara/RO(1995), e seus membros estiveram presentes em Brasília em agosto de 2007 para exigir punição aos responsáveis pelo massacre, indenização e terras para as famílias camponesas.


CODEVISE acampado em Brasília em Agosto de 2007


Na tarde do dia 11 de maio (domingo) nós, as famílias sobreviventes do massacre de Corumbiara, juntamente com outros camponeses da região, tomamos a fazenda Santa Elina em Corumbiara.
O massacre da qual fomos vítimas ocorreu nesta fazenda no dia 9 de Agosto de 1995, quando com a autorização do então governador do estado de Rondônia Valdir Raupp, tropas da polícia militar, juntamente com pistoleiros do latifundiário Antenor Duarte, atacaram de madrugada as 600 famílias ali existentes. Resistimos como pudemos com foices, motos-serra e pedaços de pau, mas após termos sido dominados, assistimos execuções sumárias e sofremos inúmeras torturas. Neste fato que teve repercussão internacional foram assassinados 9 de nossos companheiros incluindo a pequena Vanessa de 7 anos de idade, vários desaparecidos, além de mutilados e outras seqüelas físicas e psicológicas.

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Reproduzimos nota da LCP-RO sobre mais um covarde assassinato de camponês em Rondônia.

Jagunços da família Catâneo atacam covarde e impunemente na
região de Campo Novo

Às 8 horas da manhã, do dia 29 de abril de 2008, seis pistoleiros da família Catâneo atacaram acampados do acampamento Conquista da União. Eles estavam passando pela linha 02, no município de Campo Novo em cima de um caminhão.

Segundo os acampados, os pistoleiros, que portavam armas de grosso calibre, pararam o caminhão e começaram a atirar e só pararam quando um senhor já idoso implorou, pois eles já estavam indo embora.

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Reproduzimos carta de agradecimentos feita pelo camponês José Ricardo e nota produzida pela Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste

Carta de Agradecimento aos democratas de Pernambuco, do Nordeste e de todo o Brasil

“No dia 5 de fevereiro de 2005 iniciou um calvário em minha vida, onde houve uma investida desastrosas de policiais que queriam me matar. Policiais que fazem trabalho de jagunços, e que tem a tarefa de defender o latifúndio. A partir deste episódio eu vim amargando dentro da prisão durante 3 anos e 1 mês.
Durante este tempo iniciou-se uma batalha dos companheiros do MEPR e da LCP para conseguir minha liberdade. Depois de muito sofrimento obtivemos sucesso e no dia 3 de abril de 2008 foi concedido que eu esperasse o julgamento em liberdade.
Diante disso venho através dessa carta agradecer a todos que sempre acreditaram em minha inocência. A prova disto está nos assentamentos e acampamentos que mesmo sofrendo inúmeras perseguições confiaram em mim e me receberam de braços abertos.”

José Ricardo Rodrigues

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1º de Maio Classista marca o dia do Internacionalismo Proletário!

Cerca de 1500 pessoas participaram do 1º de Maio Classista em São Paulo. O ato começou ás 10h da manhã na Casa de Portugal, na Av. Liberdade e teve a participação de operários, camponeses, estudantes e intelectuais honestos.
O Dia do Internacionalismo Proletário foi marcado com luta no centro de São Paulo. Diferente do peleguismo das centrais sindicais que sorteou carros, apartamentos, teve shows de artistas e discursos de candidatos corruptos e ladrões, o 1º de Maio Classista foi independente e de luta. Foi erguida alta a bandeira de luta contra o imperialismo, principalmente o ianque, contra o capitalismo burocrático, e em preparação da Greve Geral conta as reformas antioperárias do governo FMI-Lula e seus lacaios. Foi prestado grande apoio e solidariedade integral à Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia que estão sofrendo grande perseguição de jagunços e policiais do aparatado estatal repressor e latifundiário.
O ato representou a unidade de luta e ação de diversas organizações proletárias de todo o país.
O ato foi organizado pela Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo, Liga Operária, Liga dos Camponeses Pobres, MEPR – Movimento Estudantil Popular Revolucionário, MFP – Movimento Feminino Popular, e diversos sindicatos classistas e combativos. Juntamente com a proposta de engrossar as fileiras de luta contra a exploração, a opressão, o peleguismo sindical, a perseguição dos Camponeses de Rondônia o ato também foi organizado pelo PCO – Partido da Causa Operária, AJR – Aliança da Juventude Revolucionária, o coletivo de mulheres, Rosa Luxemburgo, e de negros, João Cândido, e diversos sindicatos classistas e combativos.

Fora com o peleguismo, a traição e oportunismo das centrais sindicais!
Viva a Revolução Agrária!
Viva a Aliança Operário Camponesa!
Preparar a Greve Geral!


Viva o 1º de Maio!

Em todo o mundo, os povos e nações explorados e oprimidos celebram o 1º de Maio. Neste dia celebramos a luta internacional do proletariado e rendemos homenagem aos heróis da classe, encarnados nos imortais mártires de Chicago que, em 1886, lideraram a luta pela redução da jornada de trabalho para 8 horas;
Neste dia a classe operária, os camponeses, estudantes, intelectuais progressistas, homens e mulheres levantam-se empunhando a bandeira comum do Internacionalismo Proletário; Desde a heróica resistência iraquiana, principal frente de luta dos povos do mundo contra o imperialismo, às masmorras de tortura da reação, convertidas pelos revolucionários prisioneiros de
guerra em luminosas trincheiras de combate; Desde os enfrentamentos das Guerras Populares na Turquia, Filipinas, Índia, Nepal e Peru, onde verdadeiros Partidos Comunistas, sob o mando e guia do maoísmo conduzem o processo revolucionário; Desde os subterrâneos do Afeganistão, Líbano e Palestina, onde a resistência armada do povo impõe derrotas sucessivas ao imperialismo e seus lacaios; Desde as periferias da América do Norte e Europa, onde milhares de imigrantes e jovens proletários levantam-se em ondas tormentosas contra a exploração, o regime de servidão, violência e miséria; Desde os continentes asiático, africano e latino-americano, arrasados pela rapina, espoliação, atraso, fome e doenças, onde milhões de massas se levantam no campo e cidade contra a semifeudalidade e o colonialismo; O 1° de Maio é o dia da unidade do proletariado e de todos os trabalhadores do mundo. É a data onde celebramos a concretização de uma Frente Única Revolucionária internacional, atendendo a convocação feita por Karl Marx e Friedrich Engels há 160 anos com o lançamento do Manifesto do Partido Comunista: “Proletários de todos os países, univos!”. Nas fábricas, no campo, nas vilas, favelas, bairros proletários, universidades e escolas, sindicatos classistas, em todos os rincões do mundo, nesta data, punhos erguidos saúdam: Viva o 1º de Maio!


Jagunços da família Catâneo atacam covarde e impunemente na região de Campo Novo


As 8:00 da manhã do dia 29/04/2008 seis pistoleiros da família catâneo atacaram acampados do acampamento conquista da união que estavam passando pela linha 02, municipio de campo novo em cima de um caminhão.
Segundo os acampados os pistoleiros armados com armas de grosso calibre pararam o caminhão e começaram a atirar no caminhão e so pararam quando um senhor já idoso implorou para que parassem que eles já estavam indo embora.
O motorista do caminhão(eison dutra barros) foi gravemente ferido com um tiro na barriga que vazou em suas costas e veio a falecer agora a tarde no Hospital Público da cidade de Buritis-RO.
Momentos depois do conflito Pms estiveram na casa de familiares de um acampado atingido no conflito, mas não se identificaram porque não usavam tarja com o nome.
O conflito existente no local é notório e a autoridade policial faz vista grossa para a ação dos pistoleiros. Acusa os acampados de estarem armados, mas no conflito quem morreu e quem saiu atingido com tiros foram apenas os acampados.
O peso dessa morte recai diretamente na responsabilidade do jornalista da Revista IstoÉ alan rodrigues, do grileiro sebastião conti neto, do corrupto governador de Rondônia, ivo cassol, do major enedy, do Secretario de Segurança Pública de Rondônia – Cezar Pizzano, do comandante do batalhão de polícia ambiental josenildo jacinto, do Jornal Folha de Rondônia e de todos que se omitem e acobertam as atividades criminosas desses grileiros de terras públicas da União.
Vários depoimentos foram gravados hoje com os desesperos das pessoas que presenciaram o ataque dos bandoleiros da Família Cataneo que impõe o terror no Estado de Rondônia, invadem terras da União, com a conivência dos órgãos do Estado.


LIGA DOS CAMPONESES POBRES DE RONDÔNIA.

VIVA A REVOLUÇÃO AGRÁRIA.

CONQUISTAR A TERRA, DESTRUIR O LATIFÚNDIO.


Companheiros e companheiras,

O 1º de maio tem um profundo significado para os trabalhadores em todo o mundo, pois nesse dia celebramos a luta internacional do proletariado e rendemos homenagem aos heróis da classe, encarnados nos imortais mártires de Chicago que, em 1886, lideraram a luta pela redução da jornada de trabalho para 8 horas.
O 1º de maio é um dia de luta. A classe operária é uma só, independente das diferenças que existem entre povos e nações. Lutamos pela mesma bandeira da completa emancipação da classe trabalhadora, pela destruição do velho e decrépito sistema capitalista imperialista que explora e oprime os povos do mundo. O internacionalismo proletário é a bandeira política de luta comum e apoio mútuo dos trabalhadores de todos os países.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia

Camponeses ameaçados de despejo e prisão arbitrária

O Acampamento Raio do Sol, localizado na linha C-50, km 80 (Ariquemes – Rondônia) possui 40 famílias que moram e produzem nos lotes há mais de dois anos.
Os acampados já foram vítimas de quatro tentativas de reintegrações de posse em que tiveram seus pertences furtados, pilhas de arroz queimadas, plantações destruídas, casas demolidas e muitos foram presos de forma arbitrária. As ameaças de pistoleiros e policiais são constantes.
O mais revoltante é que essas terras são terras da união e possuem uma ação de retomada pelo INCRA na justiça federal contra os licitantes: João Luiz da Fonseca e Dalmi Rodrigues de Morais.

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A Liga Operária retransmite nota da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia em resposta às acusações mentirosas publicadas pela última edição da revista Isto é.

Revista Istoé continua sua sina: venal, porta-voz do latifúndio e da reação

Em mais uma “matéria” assinada por Alan Rodrigues, a revista Istoé, em sua edição 2007, datada de 23 de abril de 2008, segue sua campanha de calúnias e mentiras contra a Liga de Camponeses Pobres de Rondônia. Desta vez apresenta, com o estardalhaço de sempre, 6 fotos que seriam provas definitivas de que a Liga de Camponeses Pobres promove treinamento de guerrilha em Rondônia. Com ares de quem desvenda um mistério fala de um exército de 400 homens, com fuzis FAL, 5 vezes maior que o número de guerrilheiros que desembarcou em Cuba no iate Gramna e que deu início à revolução cubana. Em seu texto, o investigativo jornalista queixa da “omissão das autoridades federais brasileiras e silêncio do resto do Brasil” por não darem crédito as suas denúncias anteriores. Mais uma vez suas fontes são o ladrão de terras e latifundiário Sebastião Conti, o latifundiário e deputado Moreira Mendes (PPS) e Cezar Pizzano, chefe de polícia do desmoralizado e corrupto governador de Rondônia Ivo Cassol. Mas o que publica o senhor Alan Rodrigues, como furo de reportagem, é requentado do que saiu publicado no jornaleco Folha de Rondônia, órgão oficial do latifúndio daquele Estado e em sites da internet da extrema-direita, catacumbas da ditadura militar, como o do torturador coronel Brilhante Ustra.

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Assunto: Repressão contra camponeses de Tailândia – Pará e morte de mais um trabalhador no corte de cana

A Liga Operária retransmite nota da Liga dos Camponeses Pobres do Pará denunciando a repressão da força de segurança nacional do governo FMI-Lula contra os camponeses pobres e trabalhadores de Tailândia – cidade do nordeste do Pará; e nota da Liga dos Camponeses Pobres do Centro-Oeste com denúncia da morte de mais um trabalhador rural no corte de cana, em Campina Verde, cidade do triângulo mineiro, após ser obrigado pela Usina Campina Verde Bionergia Ltda a tomar “bebida energética”.


Liga dos Camponeses Pobres do Pará

Tailândia: contra desemprego, tomar as terras do latifúndio

O governo federal voltou a deslocar 150 soldados Força Nacional de Segurança para Tailândia, cidade do nordeste paraense, mas agora para reprimir uma onda de tomadas de terras na região que já soma mais de 20. Esta é a única alternativa para os milhares de trabalhadores que perderam o emprego com a chamada operação "Arco de Fogo" que fechou dezenas de serrarias e madeireiras. Esta operação "Arco de Fogo" foi executada pelo Ibama e respaldada por um grande efetivo da Força Nacional de Segurança enviada pelo governo federal para substituir a PM paraense após os violentos confrontos ocorridos no dia 19 de fevereiro e exibidos para todo Brasil, quando os trabalhadores da cidade enfrentaram por mais de 12 horas a repressão promovida pela tropa de choque da Policia Militar. O número de trabalhadores do setor que foram demitidos ultrapassou 8 mil, em uma população de 60 mil habitantes. Isto sem falar nos milhares de empregos indiretos que também foram extintos, uma vez que a economia da cidade girava em torno da exploração da madeira. O comércio teve queda de 80% no faturamento e muitos moradores da região estão desiludidos com esta situação e já falam em vender tudo e ir embora porque não é mais possível trabalhar.

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Liga dos Camponeses Pobres do Centro-Oeste

Mais um trabalhador morre no corte de cana

“E assim, dia após dia, andaram os oito a vagar,
com uma fome que doía fazendo os filhos chorar.
Mas o que mais lhe doía era, com fome e sem lar,
ver tanta terra vazia, tanta cana a verdejar!”
(Ferreira Goulart)

No último dia 08 de abril o trabalhador Francisco de Assis Ferreira, de 46 anos, morador da comunidade rural Conquista dos Palmares, que é apoiada pela Liga dos Camponeses Pobres no município de Campina Verde, faleceu após ter sofrido os efeitos colaterais de um “suco” ingerido em função do trabalho no corte de cana na usina CAMPINA VERDE BIONERGIA LTDA.
Para sugar até a última gota de suor dos trabalhadores a Usina os expõe a um trabalho estafante e para agüentar tal exploração estes são obrigados a ingerir este “suco isotônico/energético”, o popular “rebite” duas vezes ao dia, às 09:50h e às 14:00h.
Francisco de Assis passou mal enquanto trabalhava, por volta das 15:00h no dia 08/04 (terça-feira). Sentindo fortes cólicas, câimbras abdominais, vômito e chegando a desmaiar, chegou ao hospital debilitado, mas conseguindo falar. Só foi atendido às 19:00h e logo em seguida veio a falecer.

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A Liga Operária reproduz manifesto da Frente de Defesa dos Direitos do Povo, distribuído em Ouro Preto, no dia 21 de Abril/2008

Abaixo a derrama, o corte de direitos e a dominação imperialista no Brasil

Neste 21 de abril, data da heróica Conjuração Mineira de 1789, ao render honras aos heróis de nosso povo - Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, e todos os conjurados - devemos resgatar a história da luta contra o jugo da coroa portuguesa e pela libertação nacional. “Dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria”. Esta destemida e generosa sentença de Tiradentes ainda ecoa por todos os rincões deste Brasil. Ela foi a senha para levantes e rebeliões dos oprimidos ao longo de toda nossa história.

Baixe aqui o panfleto da Frente distribuído em Ouro Preto no 21 de Abril


Faltam poucos dias para o

Classista em São Paulo

SEM SORTEIO DE BRINDES,
SEM SHOWS DE ARTISTAS e
SEM PELEGUISMO.

Assistam ao vídeo:

"1º de Maio Classista x Festa dos Pelegos"


Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota divulgada pelo Comitê de Solidariedade aos Camponeses de Rondônia

Denúncia Urgente dos ataques contra camponeses em Rondônia

Conforme denunciado pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia no último dia 9 de abril, um gravíssimo massacre foi perpetrado contra 300 famílias camponesas do acampamento Conquista da União, em Campo Novo-RO, por pistoleiros encapuzados, em favor da família Catâneo.

Os ataques vieram logo após odiosa campanha da revista IstoÉ e imprensa local a serviço das oligarquias, que taxava os camponeses como guerrilheiros perigosos, atiçando a repressão contra o acampamento Conquista da União.

Sem ordem judicial, os pistoleiros do Catâneo invadiram o acampamento atirando à queima-roupa contra crianças, velhos e adultos com armas de grosso calibre.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia

Acampados da fazenda Catâneo relatam 30 desaparecidos

O acampamento Conquista da União, localizado próximo à cidade de Campo Novo-RO, foi atacado na manhã do dia 9 de abril por cerca de 100 jagunços fortemente armados, com coletes a prova de balas, coturno e capuz preto. Os camponeses saíram correndo sob disparos, deixando todos seus pertences para trás. Após expulsarem as famílias, os pistoleiros queimaram barracos com roupas, documentos pessoais e mantimentos e a polícia apreendeu depois cerca de 20 motos que ficaram no acampamento destruído.

O acampamento não é direcionado pela Liga, mas independente disso, apoiamos toda e qualquer luta camponesa e do povo por uma vida digna de trabalho, terra, justiça e nova democracia e contra mais de 500 anos de exploração, massacres e injustiças no nosso País.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres do Pará

Todo apoio aos camponeses de Rondônia

Nós da Liga dos Camponeses Pobres do Pará e Tocantins nos solidarizamos com a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia, que vem sendo vitima dos mais sórdidos ataques e calunias perpetrados pela revista istoÉ e a imprensa serviçal do latifúndio do estado de Rondônia.
Solidarizamos com os camponeses de Jacinópolis que, após anos de trabalho e lutas transformaram uma região abandonada e atrasada em uma das mais prosperas do estado de Rondônia, onde milhares de famílias tiram o seu sustento e não mais dependem de vender seu suor para latifundiários.
Este é o verdadeiro motivo do ódio e ataques desta imprensa canalha a serviço do latifúndio. Jacinópolis é um exemplo a ser seguido por todos os camponeses que lutam pelo Brasil afora. E é isso que este estado burguês e latifundiário e sua imprensa não aceitam, que camponeses pobres possam levantar a cabeça e prosperarem.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota urgente divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia

DENUNCIA GRAVÍSSIMA
MASSACRE DE CAMPONESES EM CAMPO NOVO-RO

Na manha de hoje,dia 09 de abril, mais de 100 jagunços fortemente armados e encapuzados,invadiram o acampamento conquista da união localizado na br 421 km 140,municipio de campo novo de Rôndonia.
Os jagunços e policiais cercaram o acampamento e foram atirando em todos que ali se encontravam.Segundo informações passadas por um camponês que conseguiu escapar, cerca de 15 pessoas incluindo uma mulher grávida foram assassinadas brutalmente e outras apanhadas como refém.20 motos e todos pertences dos acampados foram queimados.
A Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia-LCP- vinha denunciando há várias semanas a preparação de um massacre de camponeses sem-terra naquela região do estado.Toda a campanha orquestrada pela grande imprensa de Rondonia e do país,em especial o jornal Folha de Rondonia e a revista Istoé , em que acusava a lcp e os camponeses daquela região de ser “guerrilheiros”, “ligados as farc”,etc, sendo esses mesmos órgãos de imprensa apresentavam os pistoleiros dos latifundiários como “trabalhadores”.Tudo isso era para tentar justificar este massacre que estava em adiantada preparação conforme denunciamos inúmeras vezes.Esta imprensa é culpada pelo sangue derramado destes camponeses.
Tão logo ocorreu o massacre ligamos para a Policia Federal que disse apenas que isso não era de sua jurisdição e não podia fazer nada.O secretário de segurança pública César Pizzano disse que para ir no local onde estavam os mortos “precisava de um boletim de ocorrência primeiro”?!!.Isso mostra a cumplícidade destes orgãos neste massacre sendo que os mesmos há pouco também acusavam os camponeses de “guerrilheiros”.
A liga dos camponeses não descansará enquanto os responsáveis por este massacre não forem punidos e a terra destes camponeses não for cortada.

Liga dos Camponeses Pobres de Rôndonia


Reproduzimos Carta Aberta aprovada no ato contra a criminalização do Movimento Camponês realizado no dia 04 de abril na Universidade Federal de Rondônia

Carta Aberta

Ao povo de Rondônia
Aos camponeses, trabalhadores, intelectuais, democratas e honestos de todo o Brasil

No dia 26 de março de 2008, foram às bancas a Edição 2003, ano 31 da revista Isto É. A capa estampava a notícia de que “O Brasil tem Guerrilha”, acusando a Liga dos Camponeses Pobres de ser um “suposto braço armado das FARC” em nosso país. Mais do que um sensacionalismo barato, Isto É passa a criminalizar a justa luta pela terra, na tentativa de descaracterizar uma legítima organização camponesa de Rondônia, acreditando que com a desinformação da opinião pública poderia insuflar uma ação repressiva do Estado.

A publicação difamatória da revista Isto É, foi amplamente reproduzida por setores da imprensa do Estado de Rondônia, como uma única orquestração de ódio contra os camponeses pobres, agora apresentados como guerrilheiros, bandoleiros, bandidos e terroristas, que apresenta um traço fascista dessas “matérias jornalísticas”, sob a máxima nazista difundida por Goebbels, de que uma mentira contada várias vezes se torna uma verdade.

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Reproduzimos artigo do jornalista Paulo Queiroz publicado no site tudorondonia.com sobre o Ato Contra a Criminalização e Repressão ao Movimento Camponês, realizado no último dia 4, na Universidade Federal de Rondônia

Professores e estudantes universitários promovem ato contra criminalização de camponeses

...os massacres que produziram rios de sangue têm todos uma similaridade: os que terminaram dizimados foram, antes, caracterizados como perigosos foras da lei

Política em Três Tempos - Por Paulo Queiroz

1 – ATO PÚBLICO

“A Luta Pela Terra Não é Crime”, proclama o cartaz do “Ato público contra a criminalização e repressão do movimento camponês” que acontece a partir das 9h30 desta sexta-feira (04), no auditório Paulo Freire, no campus da Universidade Federal de Rondônia (Unir) José Ribeiro Filho, em Porto Velho, numa realização do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (Cebraspo) e do Comitê em Defesa da Revolução Agrária e dos Direitos dos Povos, com apoio do Sindicato Nacional dos Docentes (Andes-Regional Norte 1), da Associação dos Docentes da Unir (Adunir), do Diretório Central dos Estudantes (DCE-Unir) e do jornal “A Nova Democracia”.

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Liga Operária solidariza-se com os camponeses pobres e repudia as calúnias da venal revista “IstoÉ”

A Liga Operária solidariza-se com os camponeses pobres de Rondônia e com a LCP – Liga dos Camponeses Pobres, que tem sido alvos de orquestrada campanha difamatória, através de pseudo-reportagens da revista “IstoÉ” e outros órgãos financiados pelo latifúndio escravocrata. Ressaltamos a legitimidade da luta dos camponeses pobres por terra a quem nela trabalha e a premente necessidade de profunda transformação agrária no país. O Brasil só será justo com a democratização da propriedade da terra e o fim de 500 anos de domínio do arcaico latifúndio e da brutal exploração do homem do campo.

Repudiamos também as provocações da revista “IstoÉ” contra a nossa organização. A Liga Operária é uma organização sindical classista, independente, um movimento de luta para resistência econômica dos trabalhadores. Surgiu em setembro de 1995, formada por companheiros e companheiras com avaliação crítica sobre os rumos e prática do movimento sindical, defendendo o caminho da luta classista e do combate ao corporativismo e à colaboração de classes, tão característicos deste velho e falido sindicalismo brasileiro, representado pelas atuais centrais sindicais.

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A Liga Operária divulga imagens da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e da imprensa local, que desmascaram as calúnias e os ataques da venal revista "IstoÉ"


Contra a criminalização do Movimento Camponês

Ato público contra a criminalização e a repressão ao movimento camponês convocado pelo CEBRASPO e o Comitê de Defesa da Revolução Agrária e dos Direitos dos Povos

ABAIXO A CRIMINALIZAÇÃO E A REPRESSÃO AO MOVIMENTO CAMPONÊS

A revista “Istoé” publicada no dia 26/03/2008 estampou em uma de suas reportagens de capa, matéria em que acusa a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia (LCP) de ser um “grupo armado”, “organização guerrilheira”, “responsável por homicídios”, “desmatamento ilegal”, etc., Com o título de que “O Brasil têm guerrilha”, a dita revista baseando em entrevistas caluniosas do delegado de Buritis, Iramar Gonçalves, do grileiro de terras em União Bandeirantes Sebastião Conti Neto, membros da Policia militar Ambiental e do major Enedy Dias, ex comandante da PM em Jaru; a revista Istoé estimulada pelos grandes latifundiários da região requenta as velhas acusações de sempre contra o Movimento Camponês, sem obviamente apresentar nenhuma prova concreta do que diz ser verdade.
A acusação de “guerrilha” não nos surpreende. Pouco antes do chamado “Massacre de Corumbiara” em 1995, a grande imprensa de Rondônia também acusava os camponeses que ocuparam a fazenda Santa Elina de fazerem “treinamento de guerrilha” e o resultado todos sabem qual foi: homens, mulheres e até crianças assassinadas pela polícia e pelos jagunços da fazenda. É esse o motivo da matéria da “Istoé” reproduzida aqui em Rondônia pelo jornal dos latifundiários Folha de Rondônia, ou seja, preparar o clima para um massacre em Jacinópolis, sonho dos latifundiários de Rondônia.

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ATO PÚBLICO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO E A REPRESSÃO AO MOVIMENTO CAMPONÊS

04 de Abril – Sexta-Feira - 09:30 – Auditório Paulo Freire – Campus da Universidade Federal de Rondônia – Porto Velho/RO

Realização:
Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos – CEBRASPO
Comitê em Defesa da Revolução Agrária e dos Direitos dos Povos

Apoio:
ANDES – Sindicato Nacional dos Docentes – Regional Norte 1
ADUNIR – Associação dos Docentes da UNIR
Diretório Central dos Estudantes – DCE/UNIR
Jornal A Nova Democracia


Mais de 30.000 infectados e 50 mortos
Povo sofre com dengue no Rio
Cezar Maia, Sérgio Cabral e Lula são os culpados!

No dia 20 faleceu em Duque de Caxias-RJ o menino Vinícius Ramos Siqueira da Silva de apenas 12 anos. Filho único, Vinícius foi a 48º vítima fatal da dengue no Rio. Número que não para de aumentar.
Somente nos primeiros meses do ano já são mais de 33 mil pessoas atingidas pela doença. O governo e a imprensa da grande burguesia agora dizem estarem preocupados com a chegada da dengue na zona sul da cidade e tentam colocar a culpa no povo pobre pela epidemia.
Mas o que não dizem em seus jornais é justamente que o povo pobre do que sofre com a dengue, principalmente as crianças que são mais de 50% das vítimas.
O povo é sempre tratado como bandido pelo Estado burguês latifundiário e agora tem que se virar para acabar com a epidemia. Mas onde está a FUNASA, (de responsabilidade do governo federal), o sistema de saneamento público, os hospitais e os carros de fumacê abandonados em terrenos baldios.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos carta dos moradores de Jacinópolis contra os ataques praticados pelos jornais de Rondônia e a revista "Istoé"

Carta dos moradores de Jacinópolis

Ao povo de Rondônia e a todos compatriotas do Brasil,


Nós moradores do acampamento José e Nélio e do distrito de Jacinópolis viemos a público manifestar nosso desagrado contra as matérias mentirosas publicadas em jornais de Rondônia e na revista Isto é nas ultimas semanas.
As matérias nos tratam como bandidos guerrilheiros e responsáveis por atos de violência e morte. Quando na verdade fomos e somos vítimas da violência dos latifundiários da região, seus bandos armados e a polícia.
Nunca a polícia ou a imprensa vieram aqui para investigar os bandos armados do latifúndio e seus crimes covardes contra os camponeses. Nunca a polícia veio até aqui para cortar terras e entregar para o povo. Sempre vem para despejar famílias, prender, humilhar e torturar.
A polícia ambiental e o Ibama também humilham e abusam dos moradores da região, prendem ferramentas, aplicam multas abusivas. Moradores das linhas 6 e 7 foram multados em mais de 20 mil (cada um) por uma queimada acidental em 10 alqueires. Mas o senador Amir Lando que desmatou 500 alqueires em 2006 na mesma área jamais foi multado.
E ainda querem que os recebamos de braços abertos? Tenham paciência.
Dizem que desmatamos e retiramos madeira sendo que todas as serrarias de Jacinópolis foram fechadas. Os maiores desmatadores são os latifundiários, basta ver nas fotos de satélite, as áreas mais desmatadas estão nas fazendas.
O governador Ivo Cassol quando esteve em Jacinópolis em 2006, quando viu caminhões carregados de madeira exclamou: “isso é o progresso”. Na mesma ocasião fez campanha eleitoral prometendo construir postos de saúde, linha de energia, estradas e regularizar nossas terras. E agora nos trata como bandidos?
As famílias que hoje moram e trabalham em Jacinópolis conseguiram tudo que têm a duras penas de trabalho e suor e lutando contras as injustiças do latifúndio. Estas terras que antes pertenciam a meia dúzia de latifundiários e nada produziam além de pasto, hoje pertencem a mais de 1200 famílias, que produzem de tudo para seu sustento. Não precisamos trabalhar nas terras de fazendeiros, nem de empregados nas cidades, somos donos do nosso nariz.
As 200 famílias que cortaram seus lotes entre 2006 e 2007, produzirão este ano 1800 sacos de arroz, 2300 sacos de milho, 80 mil pés de café plantados, 400 sacos de feijão, lavouras de banana, cacau, mandioca, urucum e criações de galinha e porco. Mais de 90% construíram casas. Hoje a região conta com mais de 8 mil cabeças de gado, sendo que a maioria do leite é subutilizado pois não temos estradas para escoar a produção diária. Isso sem falar na produção das demais famílias que é muito maior.
Com nosso trabalho abrimos comércios, plantamos, construímos nossas casas, estradas e pontes. Agora querem nos expulsar daqui! Vamos lutar por nosso direito de trabalhar!
Mais e mais famílias estão tomando terras na região. Recentemente um acampamento de 400 famílias foi montado e logo cortarão as terras da fazenda Porto Franco com 25 mil alqueires.
Os que se incomodam com o aumento de camponeses na região são os latifundiários e seus aliados, pois só eles têm medo de perder as terras griladas da União.
Os pequenos comerciantes, os camponeses e o povo só têm a ganhar.

Exigimos ser tratados com respeito e dignidade e não como bandidos!


Queremos a regularização de todas as terras não repressão!


Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota de repúdio divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia contra os novos ataques da revista "Isto É"

Resposta aos ataques de “Istoé”

Jaru, 31 de março de 2008


Novamente a revista Istoé, pelas mãos do jornalista Alan Rodrigues insiste em publicar mentiras com objetivo de caluniar e difamar a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e criminalizar a luta pela terra.
Sem nenhuma prova para apresentar, a revista repete a invencionice de a LCP “treinar homens armados” e “ter base de treinamento guerrilheiro”.
Os assassinatos de camponeses, que estavam acampados ou assentados na região e que a matéria qualifica de “militantes da organização clandestina”, foram ações covardes de pistoleiros e policiais a soldo do latifúndio. Que sempre atuaram na região.
O que afirmam ser “uma área dominada por insurgentes” na verdade qualquer um tem livre acesso.
A LCP surgiu a partir da luta dos camponeses na fazenda Santa Elina em Corumbiara em 1995, é uma organização independente dos camponeses pobres.

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Reproduzimos comunicado divulgado pelo Comitê de apoio aos Camponeses de Quipapá

Liberdade Provisória

Quipapá, 01 de abril de 2008

Depois de ter tido seu julgamento suspenso, José Ricardo conseguiu hoje a liberdade provisória e responderá o processo em liberdade.

Esta é uma vitória de todos os democratas do Brasil que lutam contra a criminalização do movimento camponês e popular.

No dia 29 de março, o promotor de Quipapá havia pedido o desaforamento fundamentado em uma falsa denúncia do 10 BPM de Palmares, que informava sober possíveis saques na cidade no dia do julgamento.

Mas hoje, 01 de abril o juiz municipal concedeu a liberdade provisória, e José Ricardo deve estar em liberdade hoje ou amanhã.

Comitê de apoio aos Camponeses de Quipapá


Reproduzimos denúncia divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia

Denúncia!

Jaru, 31 de março de 2008

Hoje pela manhã apareceu na sede da LCP, em Jaru, Rondônia, um homem que se identificou como jornalista da Rede Record de São Paulo. Desconfiados, ligamos para a sede da Record em Porto Velho onde disseram desconhecer a presença de tal jornalista de sua empresa em Rondônia.
Então nós solicitamos identificação do elemento que se recusou a nos dar, dizendo que não tínhamos o direito de exigir isto.

Ele saiu da sede e, junto de outro homem, passou a filmar a sede da LCP.

Tudo indica tratar-se de um policial disfarçado.

Em 2003 a LCP e o movimento camponês também foram alvos de ataques da imprensa com matérias caluniosas e difamatórias e de ataques das forças policiais do estado. Sofremos toda sorte de abusos policiais, como prisão sem mandado, invasão e revista de residência de camponeses também sem mandado, agressões e tortura psicológicas, inclusive contra mulheres e crianças.

Semana passada teve início outra campanha sórdida da imprensa marrom com matéria da revista “Isto é” (mais conhecida como “Quanto é”) do dia 25 de março, que repercutiu no jornal latifundiário “Folha de Rondônia” e em alguns sites de notícias do estado.

Sabemos que toda esta gritaria contra a LCP e os camponeses pobres em luta pela terra não são à toa. Estamos esperando uma grande repressão e este fato de hoje na sede da LCP já é mais um indicativo disto. Nestes momentos em que tentam isolar e criminalizar o movimento popular é quando mais precisamos do apoio dos democratas de todo o país para que a verdade triunfe sobre a mentira. Unidos, podemos derrubar esta campanha.

Pedimos que enviem esta e outras denúncias nossas para seus contatos e que protestem junto aos governos federal e estadual, ao Ibama, Sedam (Secretaria Estadual de Meio-Ambiente) e ao comando das polícias Militar de Rondônia, Ambiental e Federal.

Agradecemos desde já,


LCP – Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia


Reproduzimos nota de repúdio divulgada pela ADUNIR contra a ação truculenta do reitor da UNIR, que chamou a Polícia Federal para reprimir os estudantes e professores

Reitor da UNIR chama Polícia Federal para reprimir estudantes e professores em reunião do Conselho Administativo (CONSAD)

Clique aqui para ler a nota de repúdio


Reproduzimos nota divulgada pelo Comitê de Apoio aos Camponeses de Quipapá sobre o cancelamento do julgamento do camponês José Ricardo

Cancelamento do Julgamento em Quipapá comprova:

José Ricardo e os camponeses do Bananeiras são inocentes

Ao povo de Pernambuco

Ao povo de Quipapá

No dia 28 de março o julgamento de José Ricardo e dos camponeses do Assentamento Bananeiras foi cancelado pelo promotor de Quipapá. Só faltavam 5 dias para a realização do júri popular. Três advogados de São Paulo, responsáveis pela defesa de Ricardo, já se encontravam em Maceió quando foram informados do cancelamento do julgamento.
Tudo já estava marcado. Os familiares já estavam se preparando para viajar. As testemunhas tinham sido comunicadas. Lideranças sindicais, estudantis, camponesas, personalidades democráticas, aguardavam a realização do tão esperado júri.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia desmascarando todas as fontes dos ataques da revista "Isto É"

PREPARAÇÃO DE UM NOVO MASSACRE EM RONDONIA

A revista “Istoé” publicada no dia 26/03/2008 estampou em uma de suas reportagens de capa, matéria em que acusa a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia (LCP) de ser um “grupo armado”, “organização guerrilheira”, “responsável por homicídios”, “desmatamento ilegal”, etc., etc., e etc.
Com o título de que “O Brasil tem guerrilha”, a dita revista baseando em depoimentos do delegado de Buritis, Iramar Gonçalves, do grileiro de terras em União Bandeirantes Sebastião Conti Neto, membros da Policia militar Ambiental e do major Enedy Dias, ex comandante da PM em Jaru, a revista Istoé estimulada pelos grandes latifundiários da região requenta as velhas acusações de sempre contra a LCP, sem obviamente apresentar nenhuma prova concreta do que diz ser verdade.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota de repúdio divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia contra os ataques da revista "Isto É"

Nota de Repúdio

Jaru, 25 de março de 2008

Repudiamos a matéria mentirosa, sensacionalista e criminalizadora que a Revista “Isto É” tenta passar por reportagem, com chamada de capa na edição de N.º 2003-Ano 31.

Repudiamos que latifundiários bandidos, assassinos, escravocratas, grileiros e os principais responsáveis pela destruição das florestas de nossa região, que moram em mansões e andam de avião, sejam apresentados, neste panfleto do latifúndio travestido de “matéria Jornalística”, como se fossem dóceis velhinhos bem intencionados, que retendem trazer o progresso para Rondônia, e que são impedidos, ameaçados e aterrorizados por camponeses maus!

Repudiamos uma vez mais, repudiaremos centenas, milhares de vezes, sempre que guaxebas, pistoleiros, jagunços, seguranças privados, contratados para aterrorizar e
assassinar camponeses pobres, mulheres e crianças, nós denunciaremos sempre que forem apresentados pela imprensa como humildes trabalhadores inocentes, contratados para serviços diversos.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Carta Aberta

Pela libertação do Líder Camponês José Ricardo


Manifestação com cerca de 400 pessoas realizada em Recife( novembro de 2007) em solidariedade ao Líder Camponês José Ricardo

A Liga Operária – que participa da campanha em defesa dos camponeses de Quipapá, informa que no próximo dia 2 de abril, irá a julgamento, em Quipapá, Pernambuco, o camponês José Ricardo Rodrigues. O Comitê em Defesa dos Camponeses de Quipapá, a Liga Operária juntamente com o Cebraspo e outras entidades/indivíduos assinam a Carta Aberta que segue abaixo como parte da campanha pela absolvição e libertação de José Ricardo. Solicitamos àqueles que apóiem a luta justa dos camponeses pobres pela posse da terra, que assinem a Carta até o dia 31 de março, nos mandando um email (ligamg@uol.com.br)com os dados necessários (nome / estado / organização).

LEIA AQUI A CARTA ABERTA


Leia abaixo matéria publicada no Jornal Luta Classista

Contra os ataques do governo FMI-Lula aos direitos trabalhistas e previdenciários

PREPARAR A GREVE GERAL
Os trabalhadores resistem, mas de golpe em golpe, da forma mais dissimulada possível e com o apoio das centrais traidoras e encobrimento da imprensa, o governo FMI-Lula coloca em prática as chamadas “reformas” trabalhista, sindical, universitária, previdenciária e tributária. Lula brinda as cúpulas sindicais pelegas e governistas com o reconhecimento em lei, destinando-lhes 10% do imposto sindical, além de muito dinheiro de convênios e cargos. Enquanto isso, o governo edita medidas provisórias tirando direitos dos trabalhadores, enche o bolso dos ricaços e piora a vida do povo.

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Leia abaixo matéria publicada no Jornal Luta Classista

Governo FMI-Lula vai repassar mais de 100 milhões para CUT, Força Sindical e demais centrais sindicais

Abaixo o peleguismo e a corrupção das centrais governistas e traidoras
Dinheiro. Muito dinheiro. Aproximadamente 100 milhões de imposto sindical, sem contar as boladas dos convênios com órgãos estatais, Ministérios, bancos e empresas. E mais os cargos no governo, no parlamento, nos conselhos das empresas estatais, no Sesi, Sesc, etc. e etc. Esse é o preço dos sindicalistas pelegos e vendidos - aqueles que estão nas centrais pelegas e traidoras e os que ocupam altos cargos na gerência desse governo corrupto e corruptor, na gerência desse podre e genocida Estado brasileiro.

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Classista em São Paulo

SEM SORTEIO DE BRINDES,
SEM SHOWS DE ARTISTAS e
SEM PELEGUISMO.

Contra os ataques do governo e da patronal aos direitos dos trabalhadores, em honra dos Mártires de Chicago que foram assassinados pela burguesia e seu governo da época devido a luta pela redução da jornada de trabalho e em memória de todos trabalhadores explorados e caídos na luta de classes.


8 de março
Viva o Dia Internacional
da Mulher Proletária

Clique aqui para ler o texto publicado pelo MFP em comemoração do 8 de março

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Clique abaixo e veja o boletim distribuído


Retransmitimos denúncia da
Liga dos Camponeses Pobres

No dia 06 de março de 2008, mais de 200 policiais comandados pelo pró-latifundista governador Teotônio Vilela orquestraram uma ação fascista no município de Capela – AL, promovendo uma série de ameaças vis com o intuito de aterrorizar os camponeses e promoverem a desocupação dos latifúndios improdutivos de Pedrinha e Pereira.

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Baixe aqui o jornal do MARRETA


Jornada de Lutas dos Rodoviários de Belo Horizonte cresce!

Greves se espalham por toda a cidade!

Veja algumas imagens

Ocupação da prefeitura no dia 16/01

Ocupação da prefeitura no dia 16/01

Greve na Viação Morro Alto no dia 30/01

Passageiros revoltados quebraram ônibus durante a greve na Viação Morro Alto no dia 30/01
Greve na Viação Gematur no dia 18/02
Greve na Viação Gematur no dia 18/02
Assembléia dos rodoviários no dia 19/02
Manifestação dos rodoviários no dia 19/02

Rodoviários queimam proposta patronal na frente da prefeitura em manifestação do dia 19/02

Operação linguição na Rua Três Pontas no dia 19/02
Assembléia dos trabalhadores em greve na Viação Paraense 20/02
Aparato policial dentro da garagem em greve da Viação Paraense 20/02
Operação linguição na avenida Cristiano Machado no dia 21/02

 


 




Rodoviários ocupam a prefeitura de BH e exigem o fim da venda obrigatória de cartão BHbus nos ônibus e manutenção do emprego dos cobradores

Na tarde do dia 16 de janeiro, uma delegação de trabalhadores Rodoviários encabeçados pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte e Região – STTRBH dirigiu-se à prefeitura em ação da Jornada de Lutas 2008.
O Sindicato dos Rodoviários protocolou um documento exigindo do prefeito Fernando Pimentel o fim da abusiva imposição da BHTrans de venda obrigatória de cartões BHbus no interior dos ônibus, a manutenção do emprego dos cobradores, o fim da circulação de ônibus sem cobrador e da dupla função imposta aos motoristas e outras reivindicações da categoria como o fim da bilhetagem eletrônica.Leia Mais >


Reproduzimos nota divulgada pelo NAP - Núcleo dos Advogados do Povo sobre as atrocidades cometidas contra os camponeses do Pará.

Camponeses pobres são libertados no Sul do Pará

Os últimos 21 camponeses presos injustamente pela Polícia Militar do estado do Pará, na "Operação Paz no Campo", foram libertados no dia três de janeiro. Desde a prisão de cerca de duas centenas de camponeses, ocorrida no dia 19 de novembro passado, aconteceram várias manifestações dos mais amplos setores da sociedade do Pará e do Brasil contra a truculenta operação militar do estado do Pará, governado por Ana Júlia.

Fruto da mobilização, um grupo de advogados comandou as ações jurídicas forçando o Estado a reconsiderar sua decisão. O pedido de Habeas Corpus foi impetrado pelos advogados Marco Apolo Santana Leão, da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos - SDDH; os defensores públicos do estado do Pará, Antônio Roberto Figueiredo Cardoso e Rossivagner Santana Santos; o representante do Núcleo dos Advogados do Povo (NAP), Júlio da Silveira Moreira; e os estudantes de direito, Rafael Ferreira Vasconcelos e Aline Moura Ferreira Veiga. Leia Mais>



Reproduzimos nota divulgada pela Liga dos
Camponeses Pobres do Pará e Tocantins

LIGA DOS CAMPONESES POBRES
DO PARÁ E TOCANTINS

Belém, dezembro de 2007

Comunicado N.o02 – Denúncia

“Paz no Campo” da Gov. Ana Júlia (PT) torturou, saqueou, prendeu e persegue os camponeses pobres, a LCP e todos que ousam enfrentar o império do latifúndio no Sul do Pará!

Aos verdadeiros democratas
Aos ativistas dos direitos humanos
Ao movimento sindical combativo

São gravíssimos os acontecimentos no Sul do Pará. Pelo menos 22 camponeses, homens e mulheres que estavam acampados na Forkilha permanecem presos já há mais de 20 dias nas delegacias e presídio de Conceição do Araguaia e Redenção.
Dezenas de companheiros, em outras regiões do Pará e outros Estados, procuram socorro médico.
Dezenas de companheiros, homens e mulheres, que assumiram, ainda que momentaneamente, responsabilidade coletiva, rompendo as barreiras e os limites de lutar somente pelos interesses e necessidades particulares, estão cerceados em seus propalados direitos democráticos e constitucionais de ir e vir, de liberdade de organização e expressão, ameaçados por mandados de “prisão preventiva” genéricos e que nunca se sabe se realmente existem ou não (segundo experientes advogados criminalistas, comumente estes mandados são ocultados através de artimanhas, e aparecem quando delegados julgam necessário).

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Reproduzimos relatório complementar divulgado pelo NAP - Núcleo dos Advogados do Povo sobre as atrocidades cometidas contra os camponeses do Pará.

Constatações da equipe de advogados do NAP sobre a violência no Sul do Pará

Relatório Complementar

16 de dezembro de 2007

Este relatório destina-se a dar publicidade às atividades da missão de investigação das violações aos direitos humanos no Sul do Pará, promovida em 6 e 7 de dezembro de 2007, em conjunto pelo Núcleo dos Advogados do Povo - NAP-Brasil, o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e outras organizações sociais que denunciam a violência desatada com a "Operação Paz no Campo", que levou, entre outras medidas, à ação policial no Complexo Forkilha, em Santa Maria das Barreiras-PA, provocando a prisão de centenas de trabalhadores e agressões e torturas sobre outros mais.

O presente relatório complementa e endossa o Relatório Preliminar, datado de 30/11/2007, o qual segue como anexo.

A Missão contou com uma equipe de advogados de Goiás, Minas Gerais e do Pará. Percorreu os municípios de Marabá, Redenção, e Conceição do Araguaia. Analisou processos judiciais, encontrou-se com autoridades públicas, os trabalhadores presos e demais vítimas da ação policial. Documentou as constatações com amplo material audiovisual. Pôde constatar e confirmar o que já havia sido denunciado através do relatório preliminar. Teve condições de constatar informações mais concretas, obtendo um panorama real do ocorrido.

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Reproduzimos nota divulgada pela Liga dos
Camponeses Pobres de Rondônia

O povo tem o direito
de trabalhar

Desde o dia 28 de novembro efetivos do Exército Brasileiro estão acampados na cidade de Buritis. Eles preparam o despejo de centenas de famílias de camponeses nos distritos Rio Pardo e Minas Novas. Um verdadeiro aparato de guerra está no local: 12 caminhões do Exército e cerca de 70 caminhonetes do Ibama, Polícia Federal e Sedam. A população suspeita que eles planejam ficar muito tempo acampados, pois até transformador de grupos geradores de elrtricidade levaram. Com isto podem despejar camponeses de outros distritos vizinhos.

Os comerciantes de Buritis estão revoltados com mais esta ação do governo, pois quem sustenta e movimenta o comércio da cidade são os camponeses e os trabalhadores das madeireiras.

Esta tem sido a política ambiental do governo FMI/PT, persegue, prende, multa, apreende os pequenos camponeses e madeireiros enquanto apóia latifundiários e grandes madeireiros. Enquanto os pequenos desmatam alguns alqueires para plantar e sustentar a família, os grandes desmatam milhares de alqueires para roubar a madeira e criar gado e ainda pegam gordos financiamentos do governo.

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Reproduzimos nota da Agência Amazônia
www.agenciaamazonia.com.br
Montezuma Cruz

Advogados denunciam tortura no Sul do Pará


Fazenda Estrela: armas de fazendeiros apreendidas /CLAUDIO SANTOS

BRASÍLIA – Diante da prisão e tortura de 200 pessoas, o silêncio das autoridades. Contra essa situação, o Núcleo dos Advogados do Povo (NAP Brasil) divulgou relatório no qual condena a violação dos direitos humanos no Pará. Desde o dia 19 de novembro, Dia da Bandeira Nacional, durante a Operação Paz no Campo promovida pela Delegacia de Conflitos Agrários do Sul do Pará (DECA), o despejo de posseiros sob acusação de pertencerem a ‘grupos armados e de bandidagem' teve requintes de perversidade. Aprisionados, eles foram obrigados a comer pimenta com sal e cebola. Espancados, foram expostos seminus em fila indiana. Um dos sem-terra teve um cassetete introduzido no ânus.

Participaram da ação repressiva tropas regulares e especiais da Polícia Militar, entre as quais o choque, o Comando de Missões Especiais, a Polícia Civil e o Exército Brasileiro. No total, 350 homens. O comando da operação acusa a Liga Camponesa dos Pobres (LCP) de "arregimentar pessoas para invasão de propriedades e de extorsão".

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Reproduzimos o relatório divulgado pelo NAP - Núcleo dos Advogados do Povo sobre as atrocidades cometidas contra os camponeses do Pará.

O relatório traz detalhes ainda não divulgados sobre as atrocidades cometidas pela polícia à mando do latifúndio e os abusos sofridos pelos camponeses no Pará.

Clique aqui para ler o relatório na íntegra


Reproduzimos nota da Agência Amazônia
www.agenciaamazonia.com.br
Montezuma Cruz

LCP pedirá exumação do corpo de Oziel Nunes

Região onde agricultor foi morto a tiros por policiais é dominada por madeireiros e latifundiários em Rondônia.


Jacinópolis (vê-se a ponte construída pelos sem-terra)
está conflagrada desde 2002 /ARQUIVO


BRASÍLIA – A Liga Camponesa dos Pobres (LCP) de Rondônia informou nesta sexta-feira que vai entrar com ação no Ministério Público Estadual pedindo a exumação do corpo do agricultor Oziel da Silva Nunes, 29 anos. Ele estava acampado há mais de um ano na região de Jacinópolis (a 370 quilômetros de Porto Velho) e foi morto com dois tiros de revólver durante uma perseguição policial em Buritis, no dia 23 de novembro, por volta das 20h. Advogados da entidade pedem à Polícia Civil a abertura de inquérito para investigar as causas da morte e exigem a punição dos culpados.

“Oziel se preparava para produzir em seu lote. No sábado à tarde ele foi para a cidade de Buritis quando policiais civis à paisana, em carro particular começaram a persegui-lo pelas ruas da cidade. Como não possuísse carteira de habilitação, não quis parar e durante a perseguição caiu da moto. Em vez de prestar socorro, os policiais fizeram dois disparos à queima roupa sobre sua cabeça, provocando sua morte imediata”, diz o relato da LCP.

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Servidores municipais de Senador Canedo organizam assembléia e tiramplano de
luta para as categorias

Os servidores municipais de Senador Canedo - Goiás organizaram no dia 28/11 uma assembléia geral para avaliar o cumprimento da negociação do dissídio coletivo de 2007, já que a prefeitura vêm desrespeitando o negociado e impondo mais exploração aos trabalhadores.

Os trabalhadores desse município organizaram combativa greve no mês de maio cobrando várias pontos, como a redução da distância para receber o vale transporte, reajuste salarial, plano de carreira, melhoria nas condições de trabalho, entre outros pontos.

O prefeito de Senador Canedo, um dos maiores empresários do Brasil do ramo alimentício, agiu de forma truculenta com os grevistas, mandando cortar o ponto dos funcionários, acionando a polícia militar para deter os grevistas, entre outras atitudes absurdas. O prefeito foi em rádio local (chapa branca) para avisar os funcionários públicos que não iria fazer concessões aos grevistas. Porém, toda essa atitude coercitiva foi combatida através de maior organização e mobilização dos trabalhadores, onde foram realizadas várias manifestações e o comando de greve atuou de forma efetiva. A greve foi vitoriosa e conseguiu com que a prefeitura recuasse do seu posicionamento truculento e autoritário, sendo fechado um acordo com os trabalhadores no início de julho.

O Sindicato dos Servidores Municipais de Senador Canedo – Go (SINDICANEDO) continuou realizando o trabalho de base, visitando as categorias e conscientizando sobre a importância do movimento para a vitória dos trabalhadores.

Porém, a prefeitura descumpriu o acordo com relação aos planos de carreira, não efetivando o calendário de discussão e aprovação proposto, que deveria ter início no mês de agosto e término no mês de janeiro. Para pressionar a prefeitura, o SINDICANEDO organizou uma série de assembléias, onde foi aberta uma nova negociação com a prefeitura.

No dia 28 de novembro aconteceu uma assembléia na sede do SINDICANEDO onde foi tirado um plano de luta para as várias categorias, com manifestações, carreatas, panfletos, cartazes, entre outras ações.
Os servidores municipais revoltados com a falta de compromisso e seriedade prometem continuar a luta até o cumprimento da aprovação dos planos de carreira, já que a situação não pode esperar, sendo os servidores alvo de uma situação injusta e de extrema exploração, aposentando com aviltantes salários e não possuindo garantias de ascensão na carreira.


O MARRETA convoca
ASSEMBLÉIA GERAL

Domingo - 02/12 - 8:30hs
No MARRETA - Rua Além Paraíba, 425 - Lagoinha


Reproduzimos nota divulgada pela Liga dos
Camponeses Pobres de Rondônia

leia em espanhol

Resposta aos ataques do jornal Folha de Rondônia e do site Rondoniagora

Jaru, 29 de novembro de 2007

No dia 22 de novembro de 2007, o Jornal Folha de Rondônia e o site de notícias Rondoniagora publicaram matérias caluniosas contra a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia. Em seu editorial e na matéria chamada “Invasores aterrorizam Jacinópolis” o Jornal Folha de Rondônia diz que: “os proprietários de áreas na região de Jacinópolis é que estão sendo vítimas do terror implantado” e “quem pode acabar preso é quem defende o que é seu” , “que os camponeses deixam um clima de terror” e “que destroem áreas de preservação ambiental”.

Das duas uma, ou os “jornalistas” não sabem o que dizem, ou são meros papagaios que reproduzem o que a polícia e latifundiários mandam, ou melhor pagam. Pois invertem propositadamente a realidade para esconder os crimes do latifúndio acusando injustamente de criminosos os camponeses em luta pela terra.

O Jornal Folha de Rondônia exige o peso da lei para os camponeses, como se neste país ao longo dos últimos 507 anos, a regra não seja a de massacres e matanças de pobres, principalmente dos camponeses. Mas sempre se calou diante dos crimes do latifúndio em Rondônia.

Desde quando pode ser considerada vítima um “proprietário” como Geraldo Coletto (fazenda Condor) que grilou 40 mil alqueires de terras da União, utiliza trabalho escravo, perseguiu, torturou, mutilou e assassinou brutalmente famílias inteiras de camponeses? Até hoje nunca foi punido por seus crimes. Isso sem falar na sua possível atuação como produtor de cocaína, já que corre à boca pequena de quem lá já trabalhou, a existência de uma refinaria da droga na fazenda mencionada, além de pista de pouso e um arsenal de armas, tudo protegido por bandos armados. É gente deste tipo que sempre espalhou o terror, fome e morte entre os camponeses que o jornal FR, apesar dos fatos gritantes, nunca sequer noticiou e como agora se presta à defesa de tais mafiosos.

O jornal ainda acusa a LCP de destruir áreas ambientais, quando todos sabem que as áreas de desmatamento na região estão dentro das fazendas do Catâneo, Amorim, Amir Lando e Geraldo Coletto. Só o Amir Lando desmatou mais de 500 hectares em 2006 e suas terras estão numa área de preservação. A verdade que o jornal esconde é que os camponeses de Jacinópolis nunca cortaram um palmo de terra dentro de reservas ambientais. Será que a polícia ambiental e Ibama com toda a parafernália tecnológica não sabem disto? É claro que sabem! Mas jamais vão fazer nada porque são paus mandados e o jornal sequer tem o trabalho de investigar antes de escrever absurdos como este.

A Polícia Ambiental, segundo o site de notícias Rondoniagora, acusa a LCP de vinculação com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia sem nenhuma prova, nada de concreto. Nós desafiamos a que apresentem provas desta vinculação e sabemos desde já que nunca farão porque simplesmente não existem. Tudo não passa de maquinações para colocar a opinião pública contra a justa luta dos camponeses pobres e justificar uma maior repressão.

Mas com certeza todos em Rondônia sabem das vinculações da polícia ambiental com a cobrança de propinas de pequenos madeireiros, com abusos e humilhações de todo tipo contra os camponeses.
A policia ambiental possui uma base dentro da fazenda,alegando que esta base seria para proteger o parque estadual Guajará-mirim e proteger uma suposta área de manejo ambiental que existiria na fazenda.entretanto o parque fica a mais de 30 km de distancia desta base e a policia ambiental se “esquece” que em áreas sem documentos não são feitos planos de manejo.

A exemplo do que ocorreu nos meses de janeiro deste ano quando os monopólios de comunicação atacaram e difamaram a Liga dos Camponeses nada será provado, já que as denúncias não se sustentam quando confrontadas com os fatos reais.

Exigimos o direito de resposta com o mesmo destaque e espaço das acusações mentirosas publicadas no Folha de Rondônia e no site Rondoniagora e, se necessário os acionaremos judicialmente.


LCP - Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres


Reproduzimos nota divulgada pela Liga dos
Camponeses Pobres de Rondônia

Comunicado

Companheiro Oziel é covardemente assassinado por policiais civis em Buritis

No dia 24 de novembro foi assassinado em Buritis o companheiro Oziel de 28 anos, acampado na região de Jacinópolis há mais de um ano e que estava se preparando para produzir em seu lote. No sábado à tarde ele foi para a cidade de Buritis quando policiais civis a paisana em carro particular começaram a persegui-lo pelas ruas da cidade. Como o companheiro não possuía carteira de habilitação não quis parar e durante a perseguição acabou caindo de moto. Ao invés de prestar socorro, os policiais fizeram dois disparos a queima roupa que atingiram sua cabeça, provocando sua morte imediata. Seu corpo foi levado pela polícia para Porto Velho e no laudo médico não constavam os disparos e sim que a morte teria sido provocada pelo acidente de moto.

Durante o velório em Theobroma, familiares, amigos e companheiros da Liga de Camponeses Pobres prestaram uma última homenagem ao companheiro. Uma homenagem simples, mas que emocionou a todos os presentes.



Mais três crianças ficam órfãos devido a mais este cruel assassinato cometido pelas forças policiais à mando do latifúndio

A Liga dos Camponeses Pobres vai entrar com ação no Ministério Público Estadual pedindo a exumação do corpo e abertura de inquérito para investigar as causas da morte do companheiro e exigir a punição dos culpados deste crime brutal.


Este crime não ficará impune!


Polícia ambiental tentou seqüestrar e matar o companheiro Carlos

No dia 22 de novembro de 2007, um grupo de 15 policiais ambientais fortemente armados e acompanhados de conhecidos pistoleiros da região invadiu a área do acampamento José e Nélio, em Jacinópolis, com o claro intuito de assassinar o companheiro Carlos da LCP. Ele, que estava trabalhando numa roça de café, percebeu a trama a tempo e conseguiu furar o cerco montado escapando debaixo de disparos, tendo que se embrenhar na mata para não morrer.

Por dois dias o companheiro ficou perdido na mata até que no dia 24 reapareceu no acampamento.

Durante estes dois dias os camponeses da área pensaram que poderia ter acontecido o pior. Um grupo de 80 camponeses se mobilizou para realizar a busca ao companheiro, tendo inclusive se dirigido à sede da fazenda Condor onde funciona um posto da Polícia Ambiental para saber informações. Os policiais que lá estavam negaram o ocorrido. No segundo dia, mais de 300 camponeses se juntaram para procurar o companheiro quando enfim ele reapareceu.

Segundo testemunhas da região, os policiais teriam dito que vão matar lideranças da LCP na região. A tentativa frustrada contra o companheiro Carlos é prova disto.

LCP - Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres


Jaru (RO), 28 de novembro de 2007


Liberdade imediata para o líder camponês José Ricardo Rodrigues

Na última quinta-feira, dia 29 de novembro, foi realizada em Recife uma manifestação com mais de 400 pessoas organizada pelo comitê de apóio aos camponeses de Quipapá que é composto pelo Movimento Estudantil Popular Revolucionário, Liga dos Camponeses Pobres, Movimento Feminino Popular, CEBRASPO, Sindicatos e diversas outras organizações democráticas. O movimento exige a liberdade do líder camponês José Ricardo Rodrigues, preso sem julgamento ha mais de dois anos. O ato teve início a 13:00 na praça do Derby e dirigiu-se ao palácio do governo onde uma comissão foi recebida. Em seguida manifestantes se dirigiram ao prédio da Assembléia Legislativa onde ocorreu uma audiência pública para tratar da libertação do de José Ricardo.

Reproduzimos nota divulgada pela
Liga dos Camponeses Pobres do Pará
Comunicado

Gov. Ana Júlia (PT) trata de “bandido” o povo do sul do Pará


Uma verdadeira operação de guerra está acontecendo nesta semana no sul do Pará. São 400 soldados da Policia Militar, Policia Civil, Policia Rodoviária Federal e Exército Brasileiro, com 40 viaturas, 4 helicópteros, 1 avião que estão cometendo todo tipo de covardia, prisão de inocentes, espancamento de trabalhadores, mulheres e crianças na ação contra 1100 famílias camponesas na fazenda Forkilha.
A governadora Ana Júlia Carepa (PT), defendendo os bandidos latifundiários, é a responsável por toda esta violência. Ela está cumprindo mandato de reintegração de posse expedido pela revista Veja e pelo jornal Folha de S. Paulo. Esses órgãos da imprensa monopolista publicaram recentemente matérias ditadas pelo latifúndio exigindo da governadora perseguição feroz da Liga de Camponeses Pobres – LCP que se organiza e levanta a luta camponesa no sul do Pará.
Acusam a Liga dos Camponeses Pobres de “bando armado e encapuzado”, de “ligado a remanescentes do grupo terrorista peruano Sendero Luminoso”, de só “ter aparência de movimento social”, de “envolvido com roubo a banco e de cargas”, de “extorquir dinheiro dos fazendeiros”. Tudo isto para tentar impedir nossa existência, estumar a repressão contra nós e justificar toda ordem de perseguição a nossos militantes e nossas bases. O monopólio de imprensa cumpre este papel já que são as classes dominantes que pagam por seu serviço porco, por este jornalismo policialesco, mero copiador de B.O. (boletim de ocorrência), onde só há espaço para as declarações mentirosas dos chefes de polícia.
Este é o conhecido método porco, no qual a Veja é imbatível, de acusar sem provas, de despejar todo o rancor e incômodo com a luta e a organização popular. Quanto à Folha de S. Paulo também não é nada de estranho para todos que se recordam da voracidade com que seu proprietário Otávio Frias se amamentava nas tetas da ditadura militar em pagamento à defesa que fazia dos crimes por ela praticados. Leia mais>


Reproduzimos nota divulgada pelos
Advogados do Povo do Espírito Santo

Tropa de Elite da Polícia Militar do Espírito Santo mata advogado de 63 anos

O advogado Geraldo Gomes de Paula tentava contato com de seus clientes, preso numa operação policial no Morro do Alagoano, Vitória, no dia 24 de novembro, quando foi brutalmente agredido, a coronhadas na cabeça, pelo Tenente Rafael Bonicen da Silva, que já exibe em sua ficha vários outros processos, entre agressões a promotor, advogado, sem falar de várias execuções "em serviço". Apesar dessa ficha, o truculento policial continuava na ativa.


O advogado dois dias depois, de traumatismo craniano, provocado por "ação contudente". O mais absurdo é que se tratava de advogado idoso: o Dr. Geraldo tinha 63 anos, e apesar da dedicação os seus clientes, era uma pessoa calma, comedida, e muito conhecido no meio jurídico, inclusive na própria polícia.

O Batalhão de Missões Especiais do Espítiro Santo tem se notabilizado nas agressões a estudantes, quilombolas e camponeses. Sua formação é idêntica ao do BOPE. Nos últimos anos o BME teve a oportunidade de trocar experiências com outra força repressiva, a Força Nacional de Segurança. Juntas, impuseram um clima de terror nos bairros mais humildes, sem falar nas longas sessões de torturas aplicadas aos detentos.

Não estamos diante de um caso isolado. Trata-se de escalada fascista, onde camponeses são brutalmente torturados, pelo simples fato de ocuparem uma terra, abandonada. Os estudantes universitários estão sendo persequidos pela Polícia Federal. Este velho Estado, corrupto, da situação gerencial e das oposições eleitoreiras, serviçais das classes parasitas, e com essa imprensa do mesmo quilate, arrota todo tipo de calúnia sobre o movimento operário e camponês, e lançam, contra o povo, uma horda de bestas assassinas, seres doentios, formados em encubadoras onde também são torturados, como mostra o odioso filme dessas tropas de elite, formadas no Haiti, nas favelas, para matar pobres e perseguir o povo.

Advogados do Povo


Repúdio à prisão e criminalização dos camponeses e do
povo pobre do Pará

Truculenta operação policial expulsa famílias da terra, espanca e prende mais de 100 camponeses pobres
Mandantes: latifúndio/Revista Veja/ governadora Ana Júlia Carepa – PT


A Liga Operária e a Comissão Nacional da Liga dos Camponeses Pobres repudiam as violências, prisões e arbitrariedades cometidas contra os camponeses pobres do Pará. À mando da governadora Ana Júlia Carepa – PT, foi deflagrada uma operação criminosa contra o povo da região denominada “Operação Paz no Campo”, verdadeira “Operação Violência no Campo”, desencadeada desde a última segunda-feira, dia 19, pela polícia militar e cívil, com apoio do exército e policia rodoviária federal. O povo pobre e honesto do sul do Pará, que na luta pela sobrevivência ocupa os imensos latifúndios da região, foram caçados, espancados e tratados como animais.

Repudiamos as agressões e prisões violentas e arbitrárias de mais de 100 camponeses e de lideranças sindicais. Repudiamos a campanha de criminalização da Liga dos Camponeses Pobres e a campanha de terror realizada pelas hostes policiais à serviço do latifúndio.

Repudiamos veementemente a campanha histérica e reacionária movida pela imprensa burguesa, como a revista Veja e jornal Folha de São Paulo, porta-vozes dos bandidos latifundiários, da grande burguesia e bancos.

Repudiamos a operação de guerra desencadeada contra as 1.000 famílias de camponeses pobres que desde o último dia 22 de setembro ocupam o latifúndio Forkilha, de 22 mil hectares, em Santa Maria das Barreiras, sul do Pará; que estava nas mãos do espólio do latifundiário escravista e grileiro de terras, Jairo Andrade. Jairo Andrade Bezerra, falecido há 4 anos, teve seu nome incluído na Lista Suja do Trabalho Escravo, condenado por manter 97 trabalhadores escravizados na Fazenda Forkilha. Apesar de denunciado por trabalho escravo (desde final dos anos 60), Jairo Andrade sempre recebeu vultuosos recursos da SUDAM com a desculpa de que seria para investir naquelas terras sempre improdutivas. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, em 5/11/1994, Jairo Andrade — acusado de contratar pistoleiros para assassinar o ex-deputado e advogado de posseiros Paulo Fonteles e inúmeros trabalhadores rurais — não desconversou: descreveu mortes das quais participou, informou onde enterrou as vítimas e fez ameaças. Como sempre acontece com os crimes do latifúndio em nosso País, nada aconteceu a este bandido, réu confesso.

Durante a odiosa operação de guerra contra os camponeses, o Exército chegou até a fechar a rodovia BR-158, entre Redenção e Santa Maria das Barreiras, no sul do Pará, para que as Polícias Militar e Civil cumprissem as barbaridades contra os camponeses e para desocupar 21 latifúndios na região. Esta verdadeira operação de guerra conta com cerca de trezentos policiais do Comando de Missões Especiais (CME) da Polícia Militar, policiais civis, bombeiros militares, Detran e peritos do Centro de Perícia, do Centro Integrado de Operações (CIOP) e do Centro Estratégico Integrado da Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup). A operação utiliza mais de 40 carros, ônibus, quatro helicópteros, e até um motoplanador da PM.

A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa - PT, desencadeou essa feroz repressão à partir da campanha encomendada pelos latifundiários, orquestrada pela imprensa reacionária, principalmente pela revista Veja e jornal Folha de São Paulo, que criminalizam os camponeses tratando-os como “bandidos”, insuflando a repressão contra o povo pobre e protegendo os bandidos latifundiários. Após uma série de reportagens caluniadoras, provocadoras e reacionárias da revista Veja, que tratava os camponeses e o povo do sul do Pará como um "bando de criminosos" a governadora do PT redobrou os ataques furiosos contra a justa luta camponesa.

Exigimos a imediata libertação dos camponeses e o fim da repressão!
Terra para quem nela trabalha!
Conquistar a terra, destruir o latifúndio!

Liga Operária
Comissão Nacional da Liga dos Camponeses Pobres 21/11/2007



Reproduzimos Nota - Marreta

Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção de Belo Horizonte (MARRETA)

O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção de Belo Horizonte (MARRETA) repudia as mentiras do presidente do Sinduscon-MG e esclarece aos trabalhadores que a nossa greve continua.
A greve é um direito dos operários e com a força da nossa mobilização vamos arrancar o nosso aumento salarial.
O Sindicato esclarece que os trabalhadores de Nova Lima pertencem à base de Belo Horizonte e Região. Portanto é mentira do Sinduscon que foi assinada a convenção coletiva pelos trabalhadores do município.
Vamos fazer valer o nosso direito de greve e as horas não trabalhadas terão de ser pagas. Exigimos 100% de reajuste e a manutenção de todos os nossos benefícios sociais, e vamos prosseguir na luta até a vitória.



Reproduzimos denúncia da
Liga dos Camponeses Pobres

Exigimos a libertação imediata do
companheiro Carlos!

Mais uma vez a polícia age a mando do latifúndio. Como se não bastasse todas as ameaças de pistoleiros diariamente sofridas pelos camponeses, numa ação covarde, hoje dia 22 de novembro, a polícia prendeu o companheiro Carlos, da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia.
O companheiro Carlos estava trabalhando na roça junto de mais um companheiro plantando café. Por volta das 10:40h da manhã, quando um dos companheiros foi buscar o almoço avistou cerca de 15 policiais da SEDAM fortemente armados. Este companheiro correu ao perceber que Carlos estava sendo algemado. Ele ainda avistou Carlos sendo levado para dentro da mata quando aproximadamente a uns 250 metros de distância, ouviu vários tiros disparados. A maior possibilidade é que se não tiverem assassinado o companheiro, ele possa estar preso na sede da fazenda Condor (posto da polícia- SEDAM).
Logo que soube do acontecido, a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia entrou em contato com o Comando da Polícia Ambiental em Candeia do Jamari e o Comando afirmou não saber desta prisão, até às 17:00h.
Os camponeses estão vivendo nesta área há mais de um ano e estão plantando e colhendo, construindo estradas, pontes, ou seja, estão fazendo prosperar a região. Porém não é isto que a imprensa burguesa-latifundiária reconhece. O que fazem é justificar, legitimar a matança de camponeses que só lutam por um pedaço de terra para morar e plantar. Exemplo disto foi a publicação de matéria no jornal “Folha de Rondônia”. Acusaram os camponeses pobres de “bandoleiros”, “invasores”, “bandidos”, “andam encapuzados e armados”, tudo para como uma forma de dar passe para a ação da polícia contra camponeses pobres e suas lideranças.

Bandidos são eles!

Nós sabemos que na sede da fazenda Condor funciona uma pista de pouso clandestina para o tráfico de drogas, armas e munições, além de servir ao contrabando de veículos roubados. Isto tudo com a proteção da polícia ambiental e polícias locais.
A mesma coisa acontece no sul do Pará. Acusações semelhantes são feitas aos camponeses pobres desta região, que são tratados pelo grande monopólio de imprensa como bandidos. O Jornal Folha de São Paulo e a revista Veja também foram porta-vozes desta campanha contra camponeses pobres. Este é o conhecido método porco no qual imprensa reacionária é imbatível, de acusar sem provas, de despejar todo o rancor e incômodo com a luta e a organização popular para açular a repressão e justificar toda a sorte de perseguições às lideranças camponesas e seus movimentos. Isto realmente não é novidade, mas serve para mais uma vez desmascarar a defesa que estes órgãos da imprensa reacionária fazem destes grandes latifundiários, grileiros de terras da união, traficantes de drogas.

Exigimos a libertação imediata do companheiro Carlos!
Fora SEDAM e IBAMA da Amazônia, jagunços do imperialismo!
Viva a luta combativa dos camponeses!

Liga dos Camponeses Pobres - RO

22 de novembro de 2007

 

 


A liga operária reproduz nota de denúncia
encaminhada pelo Cebraspo – Centro Brasileiro de Solidariedade aos povos

DENÚNCIA: Polícia prende e tortura camponês. O que fizeram com o camponês José Carlos?


Nesta quinta-feira, 22 de novembro de 2007, por volta das 10:40, um grupo de 15 policiais ambientais invadiram um acampamento em Jacinópolis (região de Nova Mamoré-RO) pretendo o camponês JOSÉ CARLOS COSTA FIGUEIREDO da Liga dos Camponeses Pobres. Por diversas vezes a Liga de Camponeses Pobres vêm denunciando que grupos de pistoleiros a mando do latifúndio aterrorizam a região.
O latifúndio e seus veículos de comunicação tratam de criminalizar a luta pela terra, como forma de preparar suas intervenções armadas. Foi assim em matéria publicada pela revista Veja e no Jornal Folha de São Paulo, que ao criminalizar os camponeses no sul do Pará antecederam e prepararam a opinião pública para ação repressora da polícia naquela região. No Pará, seguindo exemplo da lógica da gerência Lula/Banco Mundial, a governadora Ana Júlia (PT), prontamente atendeu o latifúndio prendendo e torturando mais de 100 camponeses.
Também em Rondônia a ausência de política agrária destinada aos camponeses pobres, garante a ação de milícias armadas de latifundiários. Foi assim no acampamento flor do amazonas, em Candeias do Jamari, como também em Ariquemes Cujubim, Buritis e inúmeras regiões do Estado . Perseguem, torturam e assassinam os camponeses. E quando a resistência dos camponeses prevalece, recorrem à PM, Polícia Federal, Polícia Florestal e Polícia Civil (e pasmem! Até ao exército) para expulsar, torturar e assassinar camponeses.
Aos camponeses pobres é relegada a acusação de bandidos, desocupados, desordeiros, destruidores da natureza e outros adjetivos que os criminalizam. Mas em nenhum momento a imprensa denuncia a entrega de nossas terras e nossas riquezas aos ianques e à biopirataria. É só observar a "concessão" de florestas públicas, entrega do patrimônio natural (madeira e minérios) para a exploração indiscriminada de empresas transnacionais. Da mesma forma a gerência Lula, através do seu emissário ministro de "Direitos Humanos", enviado a Rondônia no mês passado, simplesmente disse "não ter nada a fazer" em relação às indenizações das vítimas do conflito de Santa Elina, ocorrido a mais de 12 anos em Corumbiara. Mesmo com uma decisão da Corte da OEA (Organização dos Estados Americanos) de punição ao Estado brasileiro pelas atrocidades cometidas no conflito, a gerência Lula se nega a cumprir as indenizações.
JÁ BASTA! As organizações sociais, estudantes e intelectuais honestos se juntam para DENUNCIAR mais uma barbaridade cometida contra os camponeses em Rondônia!
Exigimos da Secretaria de Segurança Pública e do comando da Polícia Militar, que se pronunciem sobre o paradeiro do Camponês José Carlos, que foi preso e torturado pela polícia ambiental em Jacinópolis. Após a sua prisão e tortura, José Carlos foi levado para a sede da Fazenda Condor nas proximidades do distrito de Jacinópolis e os moradores da vizinhança ouviam gritos e tiros. Os camponeses da região temem pela vida de José Carlos.
José Carlos, ativista da Liga de Camponeses Pobres, dentre outros trabalhos, colabora com o Laboratório Organizacional de Trabalhadores que têm à frente o Professor Dr. CLODOMIR MORAIS, conhecido em toda América Latina pelo seu trabalho junto aos camponeses. Recentemente, José Carlos acompanhava os trabalhos do Professor Clodomir em um Laboratório no bairro Ulisses Guimarães em Porto Velho.

Porto Velho/RO, 22 de novembro de 2007.

CENTRO BRASILEIRO DE SOLIDARIEDADE AOS POVOS - CEBRASPO
NÚCLEO DE ADVOGADOS DO POVO – NAP
Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Rondônia – DCE-UNIR
DIRETÓRIO ACADÊMICO DO CAMPUS DE ROLIM DE MOURA
Centro Acadêmico de Psicologia – Universidade Federal de Rondônia
Centro Acadêmico de Ciências Sociais – Universidade Federal de Rondônia
Centro Acadêmico de Pedagogia – Universidade Federal de Rondônia
Centro Acadêmico de Informática – Universidade Federal de Rondônia
Centro Acadêmico de Medicina – Universidade Federal de Rondônia
Centro Acadêmico de Geografia – Universidade Federal de Rondônia
SINDSPREV-RO – Sindicato dos Previdenciários de Rondônia
ANDES – SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES
ANDES – REGIONAL NORTE


Repúdio à prisão e criminalização
de camponeses no Pará

A Liga Operária repudia as violências, prisões e arbitrariedades cometidas contra os camponeses pobres do Pará. A mando da governadora Ana Júlia Carepa – PT, foi deflagrada uma operação criminosa contra o povo da região denominada “Operação Paz no Campo”, verdadeira “Operação Violência no Campo”, desencadeada desde a última segunda-feira, dia 19, pelo governo do estado, polícia militar, com apoio do exército e policia rodoviária federal.

Repudiamos as prisões violentas e arbitrárias de mais de 100 camponeses e de lideranças sindicais. Repudiamos a campanha de criminalização da Liga dos Camponeses Pobres e a campanha de terror realizada pelas hostes policiais à serviço do latifúndio.

Repudiamos veementemente a campanha histérica e reacionária movida pela imprensa burguesa, como a revista Veja e jornal Folha de São Paulo, porta-vozes dos bandidos latifundiários, da grande burguesia e bancos.

 

Ação truculenta da polícia persegue e prende mais de 100 camponeses

Mandante: governadora Ana Júlia Carepa - PT

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Veja abaixo algumas fotos da combativa greve dos
trabalhadores da Construção Civil de Belo Horizonte

Assembléia no dia 18 para aprovar a greve



A Liga Operária se solidariza com a Liga dos Camponeses Pobres e reproduz Nota de denuncia sobre os acontecimentos na região do Triângulo

PRATA-MG, 20 de Novembro de 2007.

NOTA DE DENÚNCIA

Vimos por meio desta denunciar que neste momento mais um ato de violência contra trabalhadores está prestes a se concretizar na região do Triângulo Mineiro.
Mais uma ação de reintegração de posse em favor de fazendeiros está sendo levada a cabo no município do Prata-MG.
A Fazenda Douradinho estava abandonada sem produzir absolutamente nada a vários anos. Foi ocupada no dia 15 de dezembro de 2006 por cerca de 100 famílias que, cansadas de suportar a miséria, a violência e a exploração na cidade decidiram se organizar epartir para a luta em busca de terra para trabalhar e viver em paz.
Desde fevereiro deste ano as famílias aguardavam o cumprimento da promessa feita pelo INCRA em audiência da Vara de Conflitos Agrários de Minas Gerais, de que a fazenda seria vistoriada para desapropriação. Com o prazo para o cumprimento da vistoria vencido em agosto último as famílias vêm sendo ameaçadas por uma ordem de despejo. Ou seja, por conta da falta de compromisso do INCRA as famílias acampadas é que pagam o preço.
Essa ameaça vem se arrastando desde agosto, e mesmo com a situação de total abandono da fazenda, do histórico de trabalho escravo na área, da existência de cerca de outras 20 fazendas em semelhante situação em nome do latifundiário João Luiz de Melo e do fato de este ter se servido de pistolagem que tentou nos primeiros meses da ocupação, sem sucesso, intimidar os trabalhadores, querem agora expulsar essas famílias da área.
Essa é a resposta do Estado para quem quer trabalhar e fugir da miséria que se abate sobre o campo em nosso país. Para estas famílias a única solução apontada pelo governo são os seus programas de chantagem em massa (bolsas esmola) e mais repressão.
Logo depois de ocupada pelos camponeses a Polícia Militar do Prata acobertou a ação de pistoleiros pagos pelo latifundiário para tentar intimidar as famílias. Agora essa mesma polícia reúne o efetivo da região sob o comando da PM de Ituiutaba para fustigar, umilhar e mais uma vez tratar trabalhadores como bandidos.
O que ocorre neste exato momento no Triângulo Mineiro é apenas mais um exemplo de como a cada dia se busca criminalizar a luta popular para mais facilmente atacar os direitos do povo.
Recentemente a PM de Monte Carmelo invadiu um acampamento a pedido de um latifundiário sem nenhuma ordem judicial, espancou e humilhou hoens e mulheres, chegando ao cúmulo de agradir uma senhora de mais de sessenta anos de idade.
Também em outros Estados as práticas fascistas de criminalização são crescentes como a exemplo do que tem sido cinicamente chamado de "Operação Paz no Campo" e que recentemente foi divulgado em matéria da Folha de São Paulo como uma operação contra a ação de "bandos" no Estado do Pará na região de Conceição do Araguaia.
Esta é a realidade do campo brasileiro. Enquanto o governo faz propagandas mentirosas na televisão dizendo que está promovendo a Reforma Agrária, o povo que se dispõe a lutar pelo seu sagrado direito a terra é acossado e violentado, ora por bandos armados particulares dos latifundiários, ora pela própria polícia que esbanjando a posição de “tropa de elite” atua à margem de qualquer lei, açulada e protegida pelo monopólio de imprensa.
Para os camponeses que lutam por um pedaço de terra para viver e trabalhar só são oferecidos mais pedidos de paciência e mais repressão.
Neste momento cerca de 200 homens da PM de Minas Gerais estão aqurtelados no município do Prata aguardando ordens para cumprir seu papel de defensores do sistema latifundiário e expusar violentamente as famílias acampadas.
Estão presentes representantes do INCRA e do Instituto de Terras de Minas Gerais em negociação com as famílias.
As famílias prometem resistir!
Manifestamos nosso repúdio a mais essa ação repressiva e manifestamos nosso entendimento de que qualquer sangue derramado na fazenda Douradinho será de total responsabilidade dos governos federal e estadual nas figuras de seus representantes nos órgãos responsáveis pela (falida) Reforma Agrária.
Conclamamos todos a se unir em defesa da justa luta pela terra dos camponeses pobres pois essa é única forma de vislumbrarmos um futuro livre do atifúndio, chaga secular que se arrasta mantentendo nosso país no atrazo e o povo na miséria.
Conclamamos todos a manifestar seu repúdio a mais esta ação do latifúndio e de seu Estado que cada dia mais revela seu caráter reacionário.
Que uma grande mobilização nacional se una para deter a escalada fascista.

O povo quer terra, não repressão!
Terra para quem nela trabalha!
Liga dos Camponeses Pobres



“Consolidação” da CLT é golpe
e faz parte da contra-reforma trabalhista

O recente e suave discurso do deputado Cândido Vaccarezza proferido dia 12 de novembro para os sindicalistas de Santos e região, no Sindicato dos Urbanitários, negando alterações da CLT pelo projeto de lei de sua autoria, de nº 1987/2007, de “consolidação da CLT” e que “nessa discussão não existe essa possibilidade de tirar ou colocar”, só engana mesmo os mais desavisados e serve de anteparo para as classes exploradoras imporem ainda mais flexibilização e retirada dos parcos direitos dos trabalhadores.


VACCArezza espalha mentiras – De tão gorda a vaca já não anda!

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Liga Operária Chega em Macaé!

O Jornal O Rebate de Macaé, Rio de Janeiro, divulgou na manchete principal a chegada da Liga Operária à Macaé.


Clique aqui para ver o site do jornal





INSS faz reabilitação falsa e criminosa

O governo FMI-Lula, através do INSS – Instituto Nacional de Seguro Social usa de armadilhas para cortar direitos previdenciários dos trabalhadores. O Instituto encaminha trabalhadores com graves problemas de saúde para fazer falsos cursos de reabilitação, em profissões completamente incompatíveis com as funções exercidas anteriormente, corta arbitrariamente os benefícios e sujeita os segurados à falta de assistência e ao desemprego.
Além disso, o governo pratica a alta programada para os trabalhadores, isto é, independente do estado de saúde do paciente os médicos peritos são obrigados a conceder alta e cortar os benefícios, de acordo com o estipulado nos programas dos computadores do INSS. Também são usadas tabelas de cálculos que diminuem o valor dos benefícios, como é o caso da tabela do fator previdenciário que diminui o valor das aposentadorias e eleva o tempo de serviço e a idade necessária para o segurado poder receber o mesmo salário que tinha na ativa.Leia Mais


A Liga Operária se solidariza com a Liga dos Camponeses Pobres e reproduz Nota de esclarecimento sobre os acontecimentos da Fazenda Bom Destino – Cajueiro - Alagoas

Nota de esclarecimento sobre os acontecimentos da Fazenda Bom Destino – Cajueiro - Alagoas

01) No dia 05 de setembro, 100 famílias camponesas ocuparam a fazenda Bom Destino, no município de Cajueiro, estado de Alagoas.


02) Como é de conhecimento de todos da região a fazenda Bom Destino está improdutiva a cerca de 7 anos. Os pouquíssimos moradores que ainda lá residem vivem em situação de abandono. A maior parte das casas e o curral estão em péssimas condições de conservação. Até o grupo escolar está desativado!


03) A fazenda Bom Destino nunca fora ocupada por nenhum dos movimentos existentes. Prova disto são os depoimentos das próprias famílias da região.


04) Como a fazenda Bom Destino nunca fora ocupada anteriormente a liga e as famílias que acamparam não tinham conhecimento que esta área estava sendo negociada para outros movimentos.


05) Logo após a ocupação, muitas famílias dos povoados e cidades próximos como Santa Efigênia, Cajueiro, Viçosa e Chã Preta se juntaram ao acampamento. Hoje já somos 180 famílias!


06) O Incra esteve no Acampamento no dia 12 de setembro exigindo que as famílias desocupassem a propriedade imediatamente sem apresentar nenhuma solução para as famílias acampadas.


07) Muito nos estranha o Instituto, que se diz responsável pela promoção da “reforma agrária” no estado, ir ao Acampamento tentar despejar estas famílias.


08) 15 dias após a ocupação organizada por estas famílias e pela Liga dos Camponeses Pobres, o MLST ocupou a fazenda Bom Destino mesmo esta já estando ocupada.


09) Esta atitude criou um clima de tensão na área e um conflito entre trabalhadores pode ocorrer a qualquer momento. Preocupada com esta situação a Liga entrou em contato com o MLST para negociar uma saída pacífica, mas não obteve resposta.


10) O único que pode resolver esta situação no momento é o Incra, encontrando terra suficiente para ambos os movimentos. Portanto se algum conflito ocorrer entre os trabalhadores a responsabilidade direta será do Incra.


11) A Liga dos Camponeses Pobres é um movimento de massas independente e democrático e não aceitará que nenhum conflito ocorra entre trabalhadores. Nossa opinião é que todos camponeses, independentemente sob qual bandeira estejam, devem se unir para derrotar o inimigo comum, o latifúndio.


12) Exemplos da aliança que queremos é a ocupação por moradia realizada recentemente em União dos Palmares. Organizada conjuntamente pelo MST, MLST, e pela Liga esta ocupação vitoriosa reúne já 2 mil famílias.


13) Conclamamos a união de todos os camponeses e rechaçamos as atitudes de algumas pessoas do Incra que tentam colocar movimento contra movimento, trabalhador contra trabalhador. Reafirmamos nosso compromisso com o povo e com a luta pela terra para quem nela trabalha.

Baixe aqui o PDF da denúncia


Leia o jornal
Luta Classista

No blog www.lutaclassista.wordpress.com leia o jornal Luta Classista e informe-se sobre:


- Golpe a golpe e de forma dissimulada, governo FMI-Lula executa a reforma trabalhista.

- Deputado do PT faz projeto para destruir a CLT.

- Governo Lula junto com pelegos das centrais impõem arrocho do salário mínimo até 2023.

- Crescem as greves e a resistência popular.

- Na greve dos metroviários de São Paulo, pelegos do Sindicato e Conlutas borraram de medo, conciliaram e traíram os trabalhadores.

- Combate aos oportunistas e construção da Greve Geral.

- O problema da terra no Brasil e as tarefas da Revolução Agrária.

- Campanha pela libertação do líder camponês Jose Ricardo.

- A importância fundamental da participação das mulheres nas lutas da classe operária.

- A ILPS – Liga Internacional de Luta dos povos.

- O socialismo burguês de Chavéz e Morales.

- Homenagem aos combatentes da classe: Luiz Vergatti e Joaquim Celso de Lima.

- Campanha contra as perseguições e a prisão do Professor José Maria Sison.


Governo FMI-Lula-PT-CUT faz reforma trabalhista aos poucos

Na base da enganação e aos poucos, o governo FMI-Lula-PT-Pecêdobe-CUT vai cumprindo o papel para o qual foi eleito – facilitar a retirada direitos dos trabalhadores. Os pelegos da CUT e Força Sindical, que são parte integrante e fundamental desse governo de oportunistas e traidores, contam para essa estratégia com o concurso de outros setores oportunistas/eleitoreiros como o PSTU/Conlutas e PSOL/Intersindical. Para ludibriar a massa, CUT e Força Sindical, cujos fundadores e outros membros participam dos principais cargos do governo e no parlamento, promovem falsas lutas e manifestações contra alguns aspectos da nefasta política do governo. Exemplos dessas manobras são as manifestações de apoio ao veto a emenda 3, como as realizadas no último dia 23 de maio. A Conlutas/PSTU e Intersindical/PSOL embarcam nessas articulações com a expectativa de aparecerem e tirarem trunfos eleitoreiros.


Governo FMI-Lula, pelegos & empresários fazem conluio para a retirada de direitos trabalhistas
 

Ver na íntegra


1º de Maio Classista x Festa dos Pelegos

Assista ao vídeo:

 


Abaixo o ataque do governo FMI-Lula-PT-CUT aos direitos trabalhistas e previdenciários


Aumentam os protestos populares contra a política antipovo do governo FMI/Lula

No último dia 17 de maio, durante a solenidade de posse do novo “Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social” - denominação dada ao fórum de conciliação de classes e instrumento de corporativização da sociedade brasileira - Luís Inácio, com sua já manjada verborréia e sob aplausos de banqueiros e grandes burgueses representantes de monopólios nacionais e estrangeiros, confirmou sua disposição de modificar a legislação previdenciária, sindical e trabalhista do nosso país. Estas modificações fazem parte dos compromissos assumidos com o FMI e os grupos de poder que disponibilizaram a fortuna em dólares e reais para sua reeleição.

Ver na íntegra

 


 


A Liga Operária se solidariza com a Liga dos Camponeses Pobres e reproduz Nota de denuncia sobre os acontecimentos na região do Alto Paranaíba

MONTE CARMELO, 29 de Outubro de 2007

NOTA DE DENÚNCIA
PISTOLAGEM FARDADA AGRIDE TRABALHADORES
A MANDO DE LATIFUNDIÁRIO TRAFICANTE

Denunciamos por meio desta o mais recente ato de violência contra o povo pobre do campo na região do Alto Paranaíba.

Na madrugada de sábado para domingo últimos, cerca de 50 famílias camponesas ocuparam a Fazenda Samambaia, em busca de terra para trabalhar e fugir da miséria que se abate sobre o campo em nosso país, e para a qual a única solução apontada pelo governo são os seus programas de chantagem em massa (bolsas esmola) e mais repressão.

O suposto dono desta fazenda é o traficante Henrique Rodrigues, filho de José Pinheiro Rodrigues.

Como tantas outras, apesar do histórico de trabalho escravo e das denúncias de tráfico de drogas que pesam sobre o latifundiário, a fazenda continua em seu nome e abandonada há anos sem produzir nada para a região.

Depois de ocupada pelos camponeses, neste domingo, por volta das vinte horas, a Polícia Militar de Monte Carmelo esteve no local da ocupação em uma viatura comandada pelo Cabo Souza, que se pôs a fazer ameaças às famílias que ali estavam.

Passados alguns momentos (cerca de vinte e uma horas) chegou ao local um forte efetivo policial, que de imediato tirou qualquer dúvida das famílias de que talvez a polícia estivesse ali para, como manda a lei e todo o ordenamento legal referente a conflitos agrários, simplesmente registrar a ocorrência da ocupação da área para em seguida tomar outras medidas.

O que de fato ocorreu é que chegado o reforço policial o acampamento foi invadido e as famílias dispersadas a base de tiros.
Todo o acampamento foi queimado, mantimentos foram roubados e transportados nas próprias viaturas, dois homens e uma mulher foram agredidos a pancadas.

Enquanto os policiais queimavam seus pertences e os barracos de lona, as famílias se refugiaram na mata e só se encontraram novamente na tarde de hoje (29/10), sendo que uma menina de apenas seis anos permanece desaparecida.

Esta é a realidade do campo brasileiro. Enquanto o governo faz propagandas mentirosas na televisão dizendo que está promovendo a Reforma Agrária, o povo que se dispõe a lutar pelo seu sagrado direito a terra é acossado e violentado, ora por bandos armados particulares dos latifundiários, ora pela própria polícia que esbanjando a posição de “tropa de elite” atua à margem de qualquer lei, açulada e protegida pelo monopólio de imprensa.

Para os camponeses que lutam por um pedaço de terra para viver e trabalhar só são oferecidos mais pedidos de paciência e mais repressão.

Exigimos a imediata punição para o mandante latifundiário e para os pistoleiros fardados da PM de Monte Carmelo.

Conclamamos as instituições, sindicatos, organizações de Direitos Humanos e demais organizações, bem como pessoas comprometidas e democratas que anseiam por uma nação justa e próspera, que se posicionem em defesa dos direitos das famílias da Fazenda Samambaia. Conclamamos todos a manifestar seu repúdio a mais esta ação do latifúndio e de seu Estado que cada dia mais revela seu caráter reacionário.

Que uma grande mobilização nacional se una para deter a escalada fascista.

O povo quer terra, não repressão!
Terra para quem nela trabalha!
Liga dos Camponeses Pobres



Abaixo o fascismo

Tropa da elite é assassina de pobres, manada de bestas feras e bando de imbecis covardes que a imprensa fascista estuma e protege.

Matéria publicada na capa do jornal "O Dia" - de 20/10/2007 A própria imprensa reacionária não teve como esconder a barbárie perpetrada pelas bestas feras e bando de imbecis que promoveram sete horas de intensos tiroteios na Favela da Coréia, NO Rio de Janeiro. Apesar disso, essa mesma imprensa sempre procura aliviar a responsabilidade do Estado genocida, sua política de extermínio e sua policia assassina.

Leia Mais:

OAB-RJ repudia a política de extermínio do governador Sérgio Cabral Filho.

OAB/RJ: secretário de Segurança assume tratamento diferente para favelas

Nota de Repúdio à ação policial em Senador Camará no Rio de Janeiro


Abaixo o fascismo

Tropa da elite é assassina de pobres, manada de bestas feras e bando de imbecis covardes que a imprensa fascista estuma e protege.

 

"Vai homem de preto,
cumprir sua missão:
Assassinar criança pobre,
com tiro no coração!"

A criança pobre Jorge Cauã Lacerda, de apenas 4 anos, moradora na Favela da Coréia, em Senador Camará, zona oeste do Rio, é uma das mais recentes vitimas da barbárie instalada no Brasil e da ação de extermínio de pobres perpetrada pelas forças policiais assassinas e covardes. Jorge Cauã teve o coração varado por bala disparada por policiais, por volta das 11 horas do dia 17/10, quando policiais atiravam contra supostos traficantes que se escondiam dentro de um barraco ao lado onde ele morava. As balas de fuzis atravessaram as paredes e destruíram todos móveis da casa onde estavam Cauã, sua mãe e um bebê de 9 meses. Outros dez moradores da favela também foram assassinados. Leia Mais


Nos últimos dias o prof. José Maria Sison foi libertado. A Liga Operária reproduz o relato de Sison sobre sua libertação:

Relato da minha libertação da prisão

Calorosas saudações, amigos!


Estou profundamente contente e agradecido de que o Rechtsbank deciciu por libertar-me da prisão. Vocês não podem imaginar o quanto estou feliz! É extremamente doloroso e humilhante ser sujeitado ao confinamento solitário e ao violento interrogatório sob fortes luzes. Esta difícil experiência é grave pois sou inocente nas falsas e politicamente motivadas acusações levantadas contra mim.
Não tenho a ver com qualquer assassinato. Isto vai contra meus princípios morais e políticos. Sou um professor que ama a troca de idéias rumo ao entendimento comum e cooperação. Eu tenho me dedicado por muito tempo a defesa dos Direitos Humanos e ao trabalho por uma paz justa nas Filipinas. Eu não posso me aprofundar nos fatos e argumentos concernentes ao meu caso. É o meu advogado, Michiel Pestman, a pessoa competente para dar as informações das quais necessita. Leia mais


Governo FMI-Lula aplica o “conto do vigário” da Previdência Complementar

No último dia 6 de setembro, o Governo encaminhou ao Congresso o Projeto de Lei Complementar (PLP) 92/2007 que cria o regime de previdência complementar para os servidores públicos federais e cria a fundação responsável por sua administração.

A conseqüência imediata da criação e funcionamento da previdência complementar será limitar o valor dos benefícios de aposentadoria e pensão do regime próprio de Previdência da União que ficarão restritos ao teto fixado para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social, a cargo do INSS, atualmente em R$ 2.894,28. Isto significa que ao servidor admitido a partir dessa data aplica-se, obrigatoriamente, esse limite máximo, sendo-lhe facultado complementar sua aposentadoria mediante adesão à previdência complementar.
Leia Mais

A Liga Operária retransmite denúncia da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia:

Estado repressivo planeja novo ataque aos moradores de jacinopolis e adjacências

O povo de jacinopolis mais uma vez denuncia um plano sinistro de ataque a todos moradores de jacinopolis e região que ira do dia 12 até o dia 19 de setembro.
O plano sinistro da policia, sedam, ibama e coe é destruir a estrada da linha 03 de 22 km de extensão e também destruir 3 pontes, uma sobre o rio Capivari de 25 metros de comprimento, outra de 15 metros sobre o igarapé água preta e outra sobre o igarapé ‘da pedra’ de 10 metros de comprimento que foram construídas para dar acesso aos moradores da Br 421 ao projeto jacinópolis.
Estas pontes e a estrada foram construídas sem ajuda de nenhum órgão do estado e sim com muita luta das famílias de camponeses, pequenos madeireiros e pequenos comerciantes que moram na região.
E agora esse mesmo estado fascista que não fornece o mínimo auxilio aos moradores da região quer destruir aquilo que os moradores construíram com muita luta e perseverança, para conseguir escoar a produção com menos dificuldade.
O principal objetivo do estado é impedir que o ônibus possa transportar os moradores até a cidade, isolando os moradores da região para continuar massacrando os moradores com mais facilidade.
Alem da luta contra a malária e hepatite que atacam os moradores da região constantemente tem a luta contra o estado fascista burguês e latifundiário que persegue sem tréguas o povo trabalhador.
Nós moradores do jacinopolis estamos dispostos a defender a ferro e fogo as nossas famílias e toda nossa produção.
Nos convidamos todos os pequenos comerciantes, democratas e intelectuais do povo a nos apoiar nessa luta.

Viva a revolução agrária.
Fora sedam e ibama jagunços do imperialismo!
Abaixo o estado fascista e latifundiário!


LCP

LIGA DOS CAMPONESES POBRES DE RONDÔNIA


Não vale desviar a atenção
dos trabalhadores

Abaixo o corte de direitos perpetrado pelo governo Lula
e o “mensalão” concedido às Centrais Sindicais.

Uma grande campanha para desviar a atenção dos ativistas e dos trabalhadores foi montada pela cúpula corrompida da CUT, MST, Igreja, Conlutas, entre outros. Trata-se da chamada campanha pela reestatização e o PLEBISCITO DA VALE.

Essas entidades que são governo, tem membros ocupando altos cargos no governo ou estão na "oposição" conciliadora querem esconder o grave ataque que o governo perpetra contra os trabalhadores e para isso puxam uma campanha, de cunho eleitoreiro, para ocupar uma parcela de pessoas e iludir que esse governo que está também privatizando e fazendo aquilo que FHC não conseguiu fazer, pode adotar alguma medida benéfica para o povo. Mas o que o governo faz é o contrário. Exemplo disso é a privatização da Infraero, a primazia dada as empresas aéreas que fazem o que bem entendem e o grave acidente que provocaram; além da destruição dos direitos trabalhistas assegurados na CLT, o violento arrocho salarial, ataque ao direito de greve, etc. Leia Mais


Consulado holandês recebe protesto pela libertação do Prof. José Maria Sisón
A cônsul honorária da Holanda, Monique T. Looman, recebeu na manhã desta quinta-feira, dia 6 de setembro, uma delegação de representantes de movimentos sindicais, populares e democráticos, que protestavam contra a arbitrária prisão do Professor José Maria Sisón, ocorrida no último dia 28 de agosto, na Holanda. Ela manifestou solidariedade aos manifestantes, recebeu o documento encaminhado pelas entidades (ver abaixo - fotos em anexo) e ficou de encaminhá-lo para o embaixador do país, que vai se manifestar. A cônsul Monique Looman afirmou que acredita que a questão será solucionada e que o povo da Europa sofreu muito durante o regime fascista.Leia Mais

A cônsul honorária da Holanda, Monique T. Looman, recebe a delegação.
Protesto na portaria do prédio da embaixada da Holanda.

 

Acesse também:

Manifestações no mundo pela libertação do prof. José Maria Sison, em http://www.arkibongbayan.org/

Site do prof. José Maria Sison

Site criado pela campanha internacional pela libertação do prof. José maria Sison


A Liga Operária reproduz denúncia do Núcleo Sindical de Foz do Iguaçu:

GOVERNO REQUIÃO PUNE PROFESSORES QUE DENUNCIARAM CORRUPÇÃO
NO COLÉGIO BARÃO

Polícia agride professores e estudantes dentro do colégio


Policiais rodeiam a cabeça do professor Luiz Carlos de Freitas, deitado no chão, com o rosto virado para o piso da Escola Estadual Barão do Rio Branco, em Foz do Iguaçu.

No dia 20 de agosto veio a público uma portaria do Secretário de Educação Maurício Requião punindo 4 professores do Colégio Estadual Barão do Rio Branco de Foz do Iguaçu. A portaria determinou o remanejamento destes professores para outros colégios, por um período de 2 anos.
No final de 2005 o conselho escolar denunciou irregularidades envolvendo a administração do colégio, tais como: notas frias, notas de produtos que nunca deram entrada na escola, como alimentos, livros, bolas, notas de ônibus que nunca levaram alunos a Curitiba, etc. A situação era tão caótica que faltavam até bebedouros, papel higiênico e ventiladores nas salas. Depois de muita mobilização foi aberto processo administrativo para investigar a gestão 2004-2005 da então diretora. Os professores citados acima também tiveram que responder processo por ter levado os fatos à imprensa. As denúncias partiram do conselho escolar que é o órgão máximo da escola. Em síntese, a Secretaria de Educação usou a lógica de punir aqueles que denunciam a corrupção. Leia Mais


A Liga Operária se solidariza e faz eco á luta do Comitê Internacional Denfend pela libertação de Jose Maria Sison, presidente da ILPS - International League of Peoples Struggle

LIBERDADE PARA JOSE MARIA SISON!

O Comitê Internacional Defend condena veementemente a prisão injusta do Prof. Jose Maria Sison, presidente da ILPS (Liga Internacional de Luta dos Povos) pela polícia holandesa, ocorrida hoje de manhã, dia 28 de agosto A partir de acusações forjadas. A polícia ainda fez simultâneos e repentinos ataques a várias casa de filipinos em Utrecht, Holanda, inclusive no escritório da NDFP (Frente Nacional Democrática das Filipinas). A prisão do Prof. Sison aconteceu depois que a Corte Suprema das Filipinas julgou, e arquivou,vários casos políticos contra ele e outras pessoas. Semelhantemente, a polícia holandesa arquivou denúncias contra ele e também a Corte Européia, no dia 11 de julho passado, em Luxemburgo, anulou a inclusão do nome do Prof. Sison no Conselho europeu como "terrorista" já que o mesmo não conseguiu dar uma razão válida para esta inclusão. Leia Mais


A Liga Operária se solidariza com os camponeses do massacre de Corumbiara e divulga mais uma nota do CODEVISE. Exigimos justiça e o fim da impunidade!

Comitê de Defesa das Vítimas de Santa Elina – Codevise – informa:

O Comitê de Defesa das Vítimas de Santa Elina, Corumbiara, Rondônia, recebidas no Palácio do Planalto pelo Chefe do Gabinete Pessoal do Presidente da República, Gilberto Carvalho, divulga o compromisso firmado pela Presidência da República, após reunião no dia 24 de agosto de 2007, de vítimas do Massacre de Corumbiara com o Chefe do Gabinete Pessoal do Presidente da República.

Clique aqui para ler na íntegra o compromisso firmado


Reunião do CODEVISE com Gilberto Carvalho,
chefe do gabinete pessoal de Lula.

Os Jornalistas Montezuma Cruz e Paulo Queiros retratam o drama dos sobreviventes de Corumbiara. Leia os artigos publicados:

Angústia e dor sem fim em Corumbiara - Montezuma Cruz

Apelo a Lula – Paulo Queiroz

 


A Liga Operária se solidariza com os camponeses do massacre de Corumbiara e divulga mais uma nota do CODEVISE. Exigimos justiça e o fim da impunidade!

Ministro dos Direitos Humanos reconhece direito à indenização de todas as vítimas do Massacre de Corumbiara

Na tarde da última terça-feira, 21 de agosto de 2007, o Comitê de defesa das vítimas de Santa Elina - Codevise - se reuniu com o Ministro Paulo Vanucchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.

Uma delegação de 20 camponeses, vítimas do Massacre de Corumbiara, Rondônia, em 1995, relatou ao Ministro as atrocidades a que foram submetidos no despejo da Fazenda Santa Elina. Eles cobraram da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República maior envolvimento com o caso, que estava esquecido há 12 anos. Até hoje, as vítimas do Massacre não foram indenizadas nem receberam qualquer auxílio do Estado para tratamento médico. Além disso, cerca de 80 famílias continuam sem receber terra pela Reforma Agrária. Leia Mais


A Liga Operária se solidariza com os camponeses do massacre de Corumbiara e divulga a nota do CODEVISE. Exigimos justiça e o fim da impunidade!

Vítimas de Corumbiara solicitam audiência com Presidente em frente ao Palácio do Planalto

As vítimas de Corumbiara/ Santa Elina, acampadas em Brasília desde o dia 08 de agosto, estão, neste momento, em frente ao Palácio do Planalto, com uma faixa, solicitando que o Presidente as receba. “Presidente, cumpra sua promessa, indenize as vítimas de Corumbiara!”, diz a faixa estendida pelos camponeses na porta do Palácio do Planalto.
O Massacre de Corumbiara ocorreu em 1995, durante o despejo de cerca de 2 mil pessoas da Fazenda Santa Elina, em Corumbiara, Rondônia. Dezenas de mortos, milhares de feridos e torturados. O Presidente visitou as famílias logo após o Massacre, prometeu indenizar todas as vítimas e dividir a Fazenda Santa Elina para os camponeses pobres de Rondônia. Agora não quer receber estes mesmos camponeses a quem fizera a promessa há 12 anos.
Às 15 horas o Comitê de defesa das vítimas de Santa Elina – Codevise – terá audiência com o Ministro Paulo Vanuchi, Secretário Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.

Comitê de defesa das vítimas de Santa Elina – Codevise
21 de agosto de 21 de agosto de 2007
Brasília - DF

Leia Mais:

Senadora Fátima Cleide boicota luta das vítimas de Santa Elina


A Liga Operária se solidariza com os camponeses do massacre de Corumbiara e divulga a nota do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos - CEBRASPO. Exigimos justiça e o fim da impunidade!

Massacre de Corumbiara
12 anos de impunidade


Em visita ao acampamento logo após o massacre o Sr. Luiz Inácio, então candidato a presidente, disse que se fosse eleito daria indenização e as terras da fazenda Santa Elina para todas as famílias.

No dia 09 de agosto de 1995, centenas de famílias de camponeses pobres que estavam recém acampadas na fazenda Santa Elina, em Corumbiara-RO foram cercadas e brutalmente atacadas por jagunços e polícia militar. O governador de Rondônia era Valdir Raupp (aliado do PT desde as eleições estaduais de 1994). Homens, mulheres e crianças foram todos submetidos às mais terríveis torturas. E apesar da brava resistência imposta pelos camponeses, este covarde ataque resultou num massacre: dezesseis mortos, entre eles a menina Vanessa, de apenas sete anos de idade. O corpo de uma das lideranças dos camponeses, Sérgio Rodrigues, apareceu 14 dias após o massacre, às margens de um rio, marcado por torturas e com o rosto dilacerado por três tiros. Hoje, dezenas de camponeses estão com sérios problemas de saúde decorrentes dessas torturas físicas e psicológicas; alguns possuem balas encravadas no corpo e outros camponeses ainda estão desaparecidos.
Na ocasião do massacre, o então candidato Lula esteve em Rondônia e prometeu que todos os camponeses seriam indenizados caso ele fosse eleito presidente. Passados 12 anos, nada ocorreu! Recentemente, o governo brasileiro foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA como responsável pelo massacre, sendo obrigado a indenizar as vítimas, mas Lula, na presidência, nada fez!
Os camponeses seguiram sua luta e em 2002 criaram o CODEVISE – Comitê de Defesa das Vítimas de Santa Elina. Agora, decidiram acampar em Brasília para reivindicar seus direitos ignorados por tantos anos. Uma delegação de 60 camponeses, em nome do CODEVISE, está na capital federal desde o dia 09 de agosto último, sendo que eles tiveram que passar as primeiras noites ao relento, porque a Polícia Militar os impediu de montar suas barracas em frente ao Congresso Nacional.
Em Corumbiara, o latifúndio cometeu um dos crimes mais bárbaros de toda a história recente brasileira contra os camponeses pobres em luta pela posse da terra para quem nela trabalha. O CEBRASPO se solidariza com todos as famílias de camponeses de Santa Elina, duramente afetados por mais um crime do latifúndio e saúda sua resistência e sua luta conclamando a todos os democratas a apoiarem os camponeses na campanha pela justa indenização e tratamento adequado a que têm direito.


CEBRASPO
10.09.07

Solicitamos que enviem mensagens de solidariedade e apoio à luta das famílias vítimas de Santa Elina para os emails abaixo:
1. Presidência da República
Secretaria Geral: sg@planalto.gov.br

2. Secretaria Especial de Direitos Humanos
Ministro Paulo Vanucchi
agenda@sedh.gov.br

3. Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara do Deputados
Presidente: Deputado Luiz Couto
dep.luizcouto@camara.gov.br

Enviar cópia para: codevise95@yahoo.com.br (Comitê de Defesa das Vítimas de Santa Elina)