Reproduzimos denúncia do CODEVISE - Comitê de Defesa das Vítimas de Santa Elina

FAMILIAS DE SANTA ELINA SÃO BRUTALMENTE DESPEJADAS PELA PM 

Corumbiara, 22 de julho

Na manha de hoje, 70 policiais militares dos municípios de Vilhena, Colorado, Cerejeiras, Pimenteiras, Corumbiara, Chupinguaia e Cabixi, em uma verdadeira operação de guerra, despejaram-nos, as 100 famílias que desde o dia 11 de maio haviam tomado a fazenda Santa Elina, local este, palco do chamado ‘MASSACRE DE CORUMBIARA”, ocorrido no dia 09 de agosto de 1995. Os policiais após o despejo queimaram todos nossos barracos com os pertences dentro.

No dia 20 deste mês 10 agentes do IBAMA e da policia federal desceram de helicóptero perto do acampamento e disseram-nos que podíamos ficar sossegados, que não haveria despejo algum.Não acreditamos pois desconfiamos que podia apenas ser um levantamento para a futura expulsão conforme aconteceu.

A maior parte de nós acampados é sobrevivente do massacre e desde que ocupamos a Santa Elina inúmeras tentativas de nos enrolar e desmobilizar nosso acampamento tem sido feitas, principalmente pelo INCRA e o senhor Gercino, da Ouvidoria Agrária Nacional. Primeiro nos disseram que iam vistoriar a Santa Elina, depois disseram que iam suspender a liminar de reintegração de posse, depois que teríamos que sair da área para poder cortá-la. Ora, já dissemos várias vezes que cansamos de esperar!

São 13 anos de promessas não cumpridas, em especial a de Lula de que se fosse eleito, cortaria a Santa Elina e indenizaria as vítimas do massacre. Não vamos esperar pelo INCRA, vamos retomar a Santa Elina novamente, e não será com ameaças de um novo massacre que vamos desistir dela.

A SANTA ELINA É NOSSA!

O POVO QUER TERRA, NÃO REPRESSÃO!

COMITÊ DE DEFESA DAS VÍTIMAS DE SANTA ELINA


Panfleto distribuído pelo Núcleo da Liga Operária do Rio de Janeiro, em apoio à combativa greve dos petroleiros

VIVA A COMBATIVA GREVE DOS PETROLEIROS EM MACAÉ!

Após cinco dias de greve, os petroleiros saem de cabeça erguida, com a certeza de que a luta é o único caminho para avançar nas conquistas.

Nem Petrobras, nem os pelegos da FUP acreditavam em greve

Após indicarem um calendário de luta com duas semanas de paralisação de PTs, para só então realizar uma greve de produção, os pelegos da direção do Sindipetro-NF caíram do cavalo. Achavam que até o dia da greve, seus companheiros gerentes-sindicalistas da direção da companhia iriam atender ao seu pleito. Achavam que após duas semanas de mobilização pouco impactante, os petroleiros não teriam fôlego para enfrentar seus gerentes e parar a produção. O resultado foi a concretização de uma forte e vitoriosa greve, a primeira desde a eleição do governo Lula, com mobilização da maioria das plataformas.

Petroleiros não aceitaram a truculência da Petrobras

Funcionários antigos se uniram aos novos, passando sua experiência e dando a oportunidade para os jovens petroleiros botarem em prática sua ferramenta mais forte para fazer valer os seus direitos: a greve. A Petrobras, por sua vez, mostrou a verdadeira face de empresa “socialmente responsável”: buscou colocar os poços para produzir a qualquer custo, mesmo sabendo estar pondo em risco a segurança dos seus empregados e petroleiros terceirizados. As petroleiras mulheres mostraram sua importância, junto de todos os companheiros, não se deixando intimidar por intervenções de gerentes, estando presentes em todas as assembléias e mobilizações.

Esta greve dos petroleiros é a resposta a este governo Lula, que tem como lógica garantir os lucros dos acionistas de Nova Iorque, seja como for, não reconhecendo os direitos dos trabalhadores e passando por cima normas ambientais e de segurança. O Ministro de Minas e Energia Lobão, após declarar que “a greve era injusta, ainda mais para trabalhadores que ganham R$10.000,00 e trabalham 14x28”, teve que se calar frente ao movimento inquebrantável dos petroleiros após cinco dias de mobilização.

A Liga Operária se solidariza com a luta dos petroleiros, se colocando a disposição para a continuidade desta mobilização e para futuras batalhas, afirmando que a luta dos petroleiros precisa se por lado a lado das demais lutas dos trabalhadores, no sentido da construção de uma Greve Geral, única forma de impedir as reformas anti-povo que o governo de Luís Inácio vem a anos tentando implementar.

LIGA OPERÁRIA - ligaoprj@hotmail.com


Reproduzimos denúncia da Frente de Direito de Defesa do Povo sobre o covarde assassinato do garoto João Roberto
pela polícia do Rio de Janeiro

Abaixo o Estado policial-fascista
Polícia é preparada
para matar pobres

 

Desabafo indignado do taxista Paulo Roberto Amorim, pai do menino João Roberto de 3 anos, que foi assassinado pela polícia militar do Rio de Janeiro.

“Ninguém tem direito de matar ninguém, o Estado não tem carta branca pra matar ninguém, aqui não tem pena de morte gente!”

“Eles não perseguiram os bandidos, fecharam o carro da minha família e metralharam o carro com uma mulher e duas crianças dentro.”

“Eu quero justiça, as pessoas têm que pagar por o que elas fizeram. Eu não posso perder um filho de 3 anos pra uma polícia como essa que está na nossa cidade, eu não pago os meus impostos pra vir um pessoal aí pra executar os outros. A minha mulher jogou a bolsa pela janela, pra alertar à eles que tinha criança no carro, eles não paravam de atirar. Ela ainda abriu a porta e se lançou no meio das balas para salvar os filhos dela. A minha mulher está cheia de estilhaço pelo corpo, eles não tiveram piedade, eles não tiveram pena, eles vieram para executar! Gente, que polícia é essa!”

“Homem de preto o que é que você faz? Eu faço coisas que assusta o satanás.
Homem de preto qual é sua missão?
Entrar pela favela e deixar corpo no chão.”

“Tropa de elite,
osso duro de roer,
Pega um, pega geral,
também vai pegar você!”

Trechos do tema do filme fascista “Tropa de Elite” se tornou hino das hordas fascistas no país e é uma demonstração da preparação que se faz das policias e do clima de supremacia policial que se procura incutir.

Veja em PDF o boletim da FDDP>


Reproduzimos nota da Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste

Liberdade imediata para o companheiro
Fábio Paraíso da Luz


Companheiros e companheiras, democratas de todo o Brasil,

No dia 3 de julho, quinta-feira, o camponês Fábio Paraíso da Luz foi preso no município de Lagoa dos Gatos (Pernambuco). O companheiro foi vítima de uma armação policial, cujo objetivo era prender o dirigente da LCP (Nordeste) José Ricardo de Oliveira Rodrigues.

Fábio e Ricardo estavam almoçando num estabelecimento comercial em Riachão de Dentro, zona rural de Lagoa dos Gatos, quando 3 políciais militares desceram da viatura, que vinha em alta velocidade, com arma em punho gritando para Ricardo levantar as mãos. Os PMs revistaram Ricardo e deram busca em toda a casa. Fábio estava no interior da casa foi revistado pelos policiais, que também nada encontraram. Então, os policiais apareceram com um revólver dizendo que este pertencia a Ricardo. Para que o companheiro Ricardo não fosse preso Fábio afirmou que aquela arma era sua.


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VIVA A COMBATIVA GREVE DOS TRABALHADORES METALÚRGICOS DA TEKSID E NEMAK!

Saudações classistas e combativas aos companheiros em greve deflagrada na madrugada de ontem e que prosseguiu firme durante todo o dia por decisão da maioria dos operários. A iniciativa dos companheiros do primeiro turno de permanecerem na empresa para mobilizar o turno seguinte foi muito importante, pois demonstra que o caminho da luta é a unidade entre todos os trabalhadores na firme decisão de resistir contra a exploração dos patrões e defender com greve os seus direitos.

Apoiamos as justas reivindicações dos grevistas pelo aumento da PLR, não aceitando as migalhas propostas pelos patrões, assim como o fim das jornadas aos sábados como compensação das folgas semanais e também a equiparação salarial para metalúrgicos com a mesma função.

A luta dos trabalhadores metalúrgicos de Betim, assim como a greve dos trabalhadores rodoviários da carga em todo o país, a greve dos trabalhadores da saúde do Pará e tantas outras, é a resposta contra o arrocho, exploração e miséria impostos por este governo oportunista de PT/PCdoB, que com suas “reformas” e medidas antipovo só beneficia os patrões e grandes burgueses.

Novamente os políticos oportunistas e corruptos se preparam para o circo eleitoral com suas promessas enganosas. Por isso é ainda mais importante o exemplo dos companheiros grevistas da Teksid e Nemak e demais lutas populares, que apontam o verdadeiro caminho para defender os direitos do povo: a luta classista e combativa.

Somente através da união, das mobilizações, das greves e todas as lutas dos trabalhadores é que o povo poderá resistir e combater os ataques deste governo da grande burguesia e latifundiários.

Prestamos nosso total apoio e solidariedade aos companheiros, nos colocando lado a lado nesta luta e em futuras batalhas!


Viva a luta classista e combativa!
Rebelar-se é justo!
Abaixo a farsa eleitoral, viva a luta popular!


Processo de licitação do transporte público de Belo Horizonte só favorece os monopólios dos transportes

Foi publicado no dia 19 de julho o resultado das licitações para o transporte público da cidade. Nessa semana está em trâmite o processo de renovação das licitações públicas do transporte coletivo de Belo Horizonte. As empresas que monopolizam o sistema de transporte coletivo, juntamente com a Prefeitura Pimentel/PT, renovaram o dito “contrato” de licitação para mais 20 anos, dessa vez firmaram o acordo com a prefeitura através da quantia de R$230 milhões que será paga em 5 anos, o que corresponde ao desconto de R$0,10 de cada passagem paga durante esse prazo de 5 anos.

Estações de ônibus cada vez mais lotadas

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Nota do núcleo da Liga Operária no RJ

Abaixo o velho Estado, assassino e sanguinário!
Fora tropas do Exército do Morro da Providência!

O assassinato dos jovens trabalhadores Florêncio de 24 anos, Wellington Gonzaga da Costa de 19 anos e Paulo da Silva Correia de 17, agredidos e levados por um grupo de soldados do Exército a um outro Morro controlado por uma facção rival para serem executados, se soma aos inúmeros crimes cometidos pelo gerenciamento Luis Inácio/Cabral e demais entrepostos como o senador Marcelo Crivella, contra milhares de trabalhadores cariocas.

Em sucessivas ondas de pro-testos, trabalhadores de bairros pobres se levantam contra o terrorismo policial. No terceiro dia de protestos, em frente ao Comando Militar do Leste (em frente ao Morro da Providência) moradores enfrentaram nova--mente a tropa de choque do Exército e da polícia militar que atacou manifestantes com bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo, acompanhados de dezenas de carros e da tropa de choque da polícia militar. Moradores indignados, reagiram com pedras, tampas de bueiros e queimaram fardas camufladas do Exército, e quebraram ônibus e carros no entorno. Toda a região da central do Brasil ficou fechada por horas, trabalhadores que passavam na região reagiam com indignação à ação da polícia militar e do Exército.

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Greve vitoriosa da Carga
em Betim pára a BR-381

Na última terça-feira, dia 10 de junho, os trabalhadores do transporte de carga paralisaram a BR 381 em Betim, uma das principais rodovias da região metropolitana de Belo Horizonte. A greve faz parte da Campanha Salarial Unificada 2008 encabeçada pela FETTROMINAS que já paralisou as estradas do sul do estado e triângulo mineiro exigindo o fim do banco de horas, controle externo da jornada de trabalho por meio de tacógrafo e papeleta externa, entre outros. A paralisação da carga é uma resposta dos trabalhadores à intransigência dos patrões que estão lucrando milhões com o aumento no preço dos fretes e teimam em não atender as reivindicações da categoria. Betim é um grande centro industrial do estado que recebe cargas de todo o país e esta paralisação tem um grande peso para os trabalhadores do
transporte de cargas de Minas Gerais, pois demonstra que a adesão da categoria à luta vem crescendo e se fortalecendo a cada greve.

O movimento que ocorreu em frente a fábrica da FIAT automóveis em Betim, teve grande adesão dos trabalhadores, interrompendo o trânsito nas 4 pistas da BR com cerca de 10 mil caminhões, provocando mais de 30 quilômetros de engarrafamento das 5 às 9 horas da manhã.


Leia o último Jornal Volante Rodoviário

Informativo do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Belo Horizonte e Região


(Baixe o PDF)


Trabalhadores rodoviários da Carga do Triângulo Mineiro realizam combativa greve

Seguindo o exemplo da grande greve realizada no sul de minas, cidade de Varginha, os trabalhadores rodoviários do transporte de carga de Uberlândia e região realizaram uma grande mobilização na última terça-feira dia 03/06. A greve paralisou o trevão de Uberlândia provocando ao todo mais de 10 km de filas de caminhões. Esta greve é parte de uma grande jornada de lutas dos trabalhadores rodoviários da carga que estão dispostos a parar todo o estado. As mobilizações começaram no sul de minas, se estenderam ao triangulo mineiro e prometem seguir paralisando as principais rodovias do estado. Os trabalhadores exigem o fim do Banco de Horas no transporte de cargas, um reajuste salarial de 30% dentre outras reivindicações. A paralisação em Uberlândia iniciou às 6hs da manhã e manteve parado o trevão até às 9h30min. Os trabalhadores rodoviários encostavam seus caminhões e aderiam ao movimento engrossando as fileiras da luta. Estavam presentes vários representantes de sindicatos do interior de minas e uma grande delegação de rodoviários de Belo Horizonte que juntos tiveram uma participação decisiva no movimento.

Veja mais fotos da paralisação no Trevão de Uberlândia:

 


Reproduzimos nota da Liga dos camponeses Pobres do Pará e Tocantins contra a perseguição à justa luta dos camponeses pela terra

Forkilha: Polícia Militar a mando do latifúndio reprime camponeses

Na manha de sábado, dia 31 de maio cerca de 60 homens da policia militar do Pará estacionaram tropas em frente ao acampamento no latifúndio Forkilha, esta operação que está em curso é totalmente ilegal e está sendo executada por ordens diretas dos latifundiários de Redenção, uma vez que não existe ordem judicial para tal ação, a PM está soltando bombas de efeito moral, ameaçando de espancamento e de morte os camponeses, dizendo que vão fazer pior do que as atrocidades cometidas na operação “paz no campo” realizada em novembro de 2007.

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Reproduzimos nota da Liga dos camponeses Pobres de Rondônia contra a perseguição à justa luta dos camponeses pela terra

PISTOLEIROS ATACAM NOVAMENTE EM UNIÃO BANDEIRANTES

No dia 24/05/2008 o acampamento nova conquista, em união bandeirantes foi novamente alvo da pistolagem que continua a agir impunemente como uma força paramilitar.

Ao acampados saíram cedo para trabalhar nos lotes na colheita de banana quando foram atacados pelos bandidos, e não tiveram outra saída senão sair correndo para não morrer.

Um companheiro ficou gravemente ferido e teve que ser trazido para porto velho as pressas, para receber tratamento medico.

Os pistoleiros trabalham para um bandido perigoso conhecido em união bandeirantes como “Adailton Martins” esse adailton age a mando de um empresário de porto velho conhecido como “Luiz da dipar” que está tentando grilar uma grande quantidade terra em união bandeirantes desde 1996 sempre usando e abusando do poder que o dinheiro lhe dá para corromper funcionários do INCRA, que fornecem a ele declarações de posse para ele tomar nossas terras.

Não vamos aceitar que a corrupção, a inércia e a burocracia do INCRA continue colaborando com a grilagem de terras em união bandeirantes.

Vamos continuar trabalhando e morando nessas terras, independente de perseguições e tentativas de assassinatos feitas por latifundiários, acobertados pela corrupção e pela burocracia do estado e seus órgãos.

Qualquer morte que venha a ocorrer vamos responsabilizar o INCRA e a ouvidoria agrária pela conivência que estão demonstrando ter com a grilagem de terras em Rondônia.


VIVA A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!

O POVO QUE TERRA, NÃO REPRESSÃO!

TERRA A QUEM NELA TRABALHA!


LIGA DOS CAMPONESES POBRES DE RONDÔNIA


Reproduzimos nota da LCP-Para e Tocantins sobre a reocupação da fazenda Forkilha

A FORKILHA É NOSSA


No dia 26 de maio de 2008 cerca de 300 famílias de camponeses pobres da região de Redenção, Pau d'Arco, Casa de Tábua e Conceição do Araguaia retomaram o latifúndio Forkilha.

Este latifúndio foi palco de uma das maiores operações repressivas praticadas contra camponeses nos últimos anos no Estado do Pará. A ação foi promovida pelas Policias Militar, Civil e Rodoviária Federal e contou com todo apoio de unidades do Exercito Brasileiro, a mando da governadora ANA JULIA(PT). Esta repressão covarde contra os camponeses ocorreu após campanha caluniosa dos meios de comunicação do latifúndio, tanto regional como nacional como a revista Veja e jornal Folha de S. Paulo, contra a LIGA DOS CAMPONESES POBRES. Acusaram a Liga de "bando armado", de "quadrilha", de "utilizar tática de guerrilha", etc., tudo isso para justificar a repressão, torturas e perseguição contra os camponeses da região. Esta campanha teve o dedo sujo do deputado federal GIOVANNI QUEIROZ (PDT), ex-prefeito de Conceição do Araguaia, conhecido testa de ferro do latifúndio e inimigo dos camponeses. O reacionário Giovanni Queiroz sempre foi ligado à UDR e é defensor dos latifundiários que praticam trabalho escravo na região (Usina Pagrisa em Ulianópolis e recentemente em fazenda de São Félix do Xingu).

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Reproduzimos vídeo divulgado pela Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo

1º de Maio Classista em SP


 

Corumbiara - RO, 13 de maio

FAZENDA SANTA ELINA
é tomada pelos camponeses

Reproduzimos nota enviada pelo Comitê de Defesa das Vítimas de Santa Elina - CODEVISE, sobre a retomada da Fazenda Santa Elina pelos camponeses.

O CODEVISE é uma organização dos sobreviventes do conhecido Massacre de Santa Elina em Corumbiara/RO(1995), e seus membros estiveram presentes em Brasília em agosto de 2007 para exigir punição aos responsáveis pelo massacre, indenização e terras para as famílias camponesas.


CODEVISE acampado em Brasília em Agosto de 2007


Na tarde do dia 11 de maio (domingo) nós, as famílias sobreviventes do massacre de Corumbiara, juntamente com outros camponeses da região, tomamos a fazenda Santa Elina em Corumbiara.
O massacre da qual fomos vítimas ocorreu nesta fazenda no dia 9 de Agosto de 1995, quando com a autorização do então governador do estado de Rondônia Valdir Raupp, tropas da polícia militar, juntamente com pistoleiros do latifundiário Antenor Duarte, atacaram de madrugada as 600 famílias ali existentes. Resistimos como pudemos com foices, motos-serra e pedaços de pau, mas após termos sido dominados, assistimos execuções sumárias e sofremos inúmeras torturas. Neste fato que teve repercussão internacional foram assassinados 9 de nossos companheiros incluindo a pequena Vanessa de 7 anos de idade, vários desaparecidos, além de mutilados e outras seqüelas físicas e psicológicas.

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Reproduzimos nota da LCP-RO sobre mais um covarde assassinato de camponês em Rondônia.

Jagunços da família Catâneo atacam covarde e impunemente na
região de Campo Novo

Às 8 horas da manhã, do dia 29 de abril de 2008, seis pistoleiros da família Catâneo atacaram acampados do acampamento Conquista da União. Eles estavam passando pela linha 02, no município de Campo Novo em cima de um caminhão.

Segundo os acampados, os pistoleiros, que portavam armas de grosso calibre, pararam o caminhão e começaram a atirar e só pararam quando um senhor já idoso implorou, pois eles já estavam indo embora.

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Reproduzimos carta de agradecimentos feita pelo camponês José Ricardo e nota produzida pela Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste

Carta de Agradecimento aos democratas de Pernambuco, do Nordeste e de todo o Brasil

“No dia 5 de fevereiro de 2005 iniciou um calvário em minha vida, onde houve uma investida desastrosas de policiais que queriam me matar. Policiais que fazem trabalho de jagunços, e que tem a tarefa de defender o latifúndio. A partir deste episódio eu vim amargando dentro da prisão durante 3 anos e 1 mês.
Durante este tempo iniciou-se uma batalha dos companheiros do MEPR e da LCP para conseguir minha liberdade. Depois de muito sofrimento obtivemos sucesso e no dia 3 de abril de 2008 foi concedido que eu esperasse o julgamento em liberdade.
Diante disso venho através dessa carta agradecer a todos que sempre acreditaram em minha inocência. A prova disto está nos assentamentos e acampamentos que mesmo sofrendo inúmeras perseguições confiaram em mim e me receberam de braços abertos.”

José Ricardo Rodrigues

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1º de Maio Classista marca o dia do Internacionalismo Proletário!

Cerca de 1500 pessoas participaram do 1º de Maio Classista em São Paulo. O ato começou ás 10h da manhã na Casa de Portugal, na Av. Liberdade e teve a participação de operários, camponeses, estudantes e intelectuais honestos.
O Dia do Internacionalismo Proletário foi marcado com luta no centro de São Paulo. Diferente do peleguismo das centrais sindicais que sorteou carros, apartamentos, teve shows de artistas e discursos de candidatos corruptos e ladrões, o 1º de Maio Classista foi independente e de luta. Foi erguida alta a bandeira de luta contra o imperialismo, principalmente o ianque, contra o capitalismo burocrático, e em preparação da Greve Geral conta as reformas antioperárias do governo FMI-Lula e seus lacaios. Foi prestado grande apoio e solidariedade integral à Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia que estão sofrendo grande perseguição de jagunços e policiais do aparatado estatal repressor e latifundiário.
O ato representou a unidade de luta e ação de diversas organizações proletárias de todo o país.
O ato foi organizado pela Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo, Liga Operária, Liga dos Camponeses Pobres, MEPR – Movimento Estudantil Popular Revolucionário, MFP – Movimento Feminino Popular, e diversos sindicatos classistas e combativos. Juntamente com a proposta de engrossar as fileiras de luta contra a exploração, a opressão, o peleguismo sindical, a perseguição dos Camponeses de Rondônia o ato também foi organizado pelo PCO – Partido da Causa Operária, AJR – Aliança da Juventude Revolucionária, o coletivo de mulheres, Rosa Luxemburgo, e de negros, João Cândido, e diversos sindicatos classistas e combativos.

Fora com o peleguismo, a traição e oportunismo das centrais sindicais!
Viva a Revolução Agrária!
Viva a Aliança Operário Camponesa!
Preparar a Greve Geral!


Viva o 1º de Maio!

Em todo o mundo, os povos e nações explorados e oprimidos celebram o 1º de Maio. Neste dia celebramos a luta internacional do proletariado e rendemos homenagem aos heróis da classe, encarnados nos imortais mártires de Chicago que, em 1886, lideraram a luta pela redução da jornada de trabalho para 8 horas;
Neste dia a classe operária, os camponeses, estudantes, intelectuais progressistas, homens e mulheres levantam-se empunhando a bandeira comum do Internacionalismo Proletário; Desde a heróica resistência iraquiana, principal frente de luta dos povos do mundo contra o imperialismo, às masmorras de tortura da reação, convertidas pelos revolucionários prisioneiros de
guerra em luminosas trincheiras de combate; Desde os enfrentamentos das Guerras Populares na Turquia, Filipinas, Índia, Nepal e Peru, onde verdadeiros Partidos Comunistas, sob o mando e guia do maoísmo conduzem o processo revolucionário; Desde os subterrâneos do Afeganistão, Líbano e Palestina, onde a resistência armada do povo impõe derrotas sucessivas ao imperialismo e seus lacaios; Desde as periferias da América do Norte e Europa, onde milhares de imigrantes e jovens proletários levantam-se em ondas tormentosas contra a exploração, o regime de servidão, violência e miséria; Desde os continentes asiático, africano e latino-americano, arrasados pela rapina, espoliação, atraso, fome e doenças, onde milhões de massas se levantam no campo e cidade contra a semifeudalidade e o colonialismo; O 1° de Maio é o dia da unidade do proletariado e de todos os trabalhadores do mundo. É a data onde celebramos a concretização de uma Frente Única Revolucionária internacional, atendendo a convocação feita por Karl Marx e Friedrich Engels há 160 anos com o lançamento do Manifesto do Partido Comunista: “Proletários de todos os países, univos!”. Nas fábricas, no campo, nas vilas, favelas, bairros proletários, universidades e escolas, sindicatos classistas, em todos os rincões do mundo, nesta data, punhos erguidos saúdam: Viva o 1º de Maio!

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Jagunços da família Catâneo atacam covarde e impunemente na região de Campo Novo


As 8:00 da manhã do dia 29/04/2008 seis pistoleiros da família catâneo atacaram acampados do acampamento conquista da união que estavam passando pela linha 02, municipio de campo novo em cima de um caminhão.
Segundo os acampados os pistoleiros armados com armas de grosso calibre pararam o caminhão e começaram a atirar no caminhão e so pararam quando um senhor já idoso implorou para que parassem que eles já estavam indo embora.
O motorista do caminhão(eison dutra barros) foi gravemente ferido com um tiro na barriga que vazou em suas costas e veio a falecer agora a tarde no Hospital Público da cidade de Buritis-RO.
Momentos depois do conflito Pms estiveram na casa de familiares de um acampado atingido no conflito, mas não se identificaram porque não usavam tarja com o nome.
O conflito existente no local é notório e a autoridade policial faz vista grossa para a ação dos pistoleiros. Acusa os acampados de estarem armados, mas no conflito quem morreu e quem saiu atingido com tiros foram apenas os acampados.
O peso dessa morte recai diretamente na responsabilidade do jornalista da Revista IstoÉ alan rodrigues, do grileiro sebastião conti neto, do corrupto governador de Rondônia, ivo cassol, do major enedy, do Secretario de Segurança Pública de Rondônia – Cezar Pizzano, do comandante do batalhão de polícia ambiental josenildo jacinto, do Jornal Folha de Rondônia e de todos que se omitem e acobertam as atividades criminosas desses grileiros de terras públicas da União.
Vários depoimentos foram gravados hoje com os desesperos das pessoas que presenciaram o ataque dos bandoleiros da Família Cataneo que impõe o terror no Estado de Rondônia, invadem terras da União, com a conivência dos órgãos do Estado.


LIGA DOS CAMPONESES POBRES DE RONDÔNIA.

VIVA A REVOLUÇÃO AGRÁRIA.

CONQUISTAR A TERRA, DESTRUIR O LATIFÚNDIO.


Companheiros e companheiras,

O 1º de maio tem um profundo significado para os trabalhadores em todo o mundo, pois nesse dia celebramos a luta internacional do proletariado e rendemos homenagem aos heróis da classe, encarnados nos imortais mártires de Chicago que, em 1886, lideraram a luta pela redução da jornada de trabalho para 8 horas.
O 1º de maio é um dia de luta. A classe operária é uma só, independente das diferenças que existem entre povos e nações. Lutamos pela mesma bandeira da completa emancipação da classe trabalhadora, pela destruição do velho e decrépito sistema capitalista imperialista que explora e oprime os povos do mundo. O internacionalismo proletário é a bandeira política de luta comum e apoio mútuo dos trabalhadores de todos os países.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia

Camponeses ameaçados de despejo e prisão arbitrária

O Acampamento Raio do Sol, localizado na linha C-50, km 80 (Ariquemes – Rondônia) possui 40 famílias que moram e produzem nos lotes há mais de dois anos.
Os acampados já foram vítimas de quatro tentativas de reintegrações de posse em que tiveram seus pertences furtados, pilhas de arroz queimadas, plantações destruídas, casas demolidas e muitos foram presos de forma arbitrária. As ameaças de pistoleiros e policiais são constantes.
O mais revoltante é que essas terras são terras da união e possuem uma ação de retomada pelo INCRA na justiça federal contra os licitantes: João Luiz da Fonseca e Dalmi Rodrigues de Morais.

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A Liga Operária retransmite nota da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia em resposta às acusações mentirosas publicadas pela última edição da revista Isto é.

Revista Istoé continua sua sina: venal, porta-voz do latifúndio e da reação

Em mais uma “matéria” assinada por Alan Rodrigues, a revista Istoé, em sua edição 2007, datada de 23 de abril de 2008, segue sua campanha de calúnias e mentiras contra a Liga de Camponeses Pobres de Rondônia. Desta vez apresenta, com o estardalhaço de sempre, 6 fotos que seriam provas definitivas de que a Liga de Camponeses Pobres promove treinamento de guerrilha em Rondônia. Com ares de quem desvenda um mistério fala de um exército de 400 homens, com fuzis FAL, 5 vezes maior que o número de guerrilheiros que desembarcou em Cuba no iate Gramna e que deu início à revolução cubana. Em seu texto, o investigativo jornalista queixa da “omissão das autoridades federais brasileiras e silêncio do resto do Brasil” por não darem crédito as suas denúncias anteriores. Mais uma vez suas fontes são o ladrão de terras e latifundiário Sebastião Conti, o latifundiário e deputado Moreira Mendes (PPS) e Cezar Pizzano, chefe de polícia do desmoralizado e corrupto governador de Rondônia Ivo Cassol. Mas o que publica o senhor Alan Rodrigues, como furo de reportagem, é requentado do que saiu publicado no jornaleco Folha de Rondônia, órgão oficial do latifúndio daquele Estado e em sites da internet da extrema-direita, catacumbas da ditadura militar, como o do torturador coronel Brilhante Ustra.

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Assunto: Repressão contra camponeses de Tailândia – Pará e morte de mais um trabalhador no corte de cana

A Liga Operária retransmite nota da Liga dos Camponeses Pobres do Pará denunciando a repressão da força de segurança nacional do governo FMI-Lula contra os camponeses pobres e trabalhadores de Tailândia – cidade do nordeste do Pará; e nota da Liga dos Camponeses Pobres do Centro-Oeste com denúncia da morte de mais um trabalhador rural no corte de cana, em Campina Verde, cidade do triângulo mineiro, após ser obrigado pela Usina Campina Verde Bionergia Ltda a tomar “bebida energética”.


Liga dos Camponeses Pobres do Pará

Tailândia: contra desemprego, tomar as terras do latifúndio

O governo federal voltou a deslocar 150 soldados Força Nacional de Segurança para Tailândia, cidade do nordeste paraense, mas agora para reprimir uma onda de tomadas de terras na região que já soma mais de 20. Esta é a única alternativa para os milhares de trabalhadores que perderam o emprego com a chamada operação "Arco de Fogo" que fechou dezenas de serrarias e madeireiras. Esta operação "Arco de Fogo" foi executada pelo Ibama e respaldada por um grande efetivo da Força Nacional de Segurança enviada pelo governo federal para substituir a PM paraense após os violentos confrontos ocorridos no dia 19 de fevereiro e exibidos para todo Brasil, quando os trabalhadores da cidade enfrentaram por mais de 12 horas a repressão promovida pela tropa de choque da Policia Militar. O número de trabalhadores do setor que foram demitidos ultrapassou 8 mil, em uma população de 60 mil habitantes. Isto sem falar nos milhares de empregos indiretos que também foram extintos, uma vez que a economia da cidade girava em torno da exploração da madeira. O comércio teve queda de 80% no faturamento e muitos moradores da região estão desiludidos com esta situação e já falam em vender tudo e ir embora porque não é mais possível trabalhar.

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Liga dos Camponeses Pobres do Centro-Oeste

Mais um trabalhador morre no corte de cana

“E assim, dia após dia, andaram os oito a vagar,
com uma fome que doía fazendo os filhos chorar.
Mas o que mais lhe doía era, com fome e sem lar,
ver tanta terra vazia, tanta cana a verdejar!”
(Ferreira Goulart)

No último dia 08 de abril o trabalhador Francisco de Assis Ferreira, de 46 anos, morador da comunidade rural Conquista dos Palmares, que é apoiada pela Liga dos Camponeses Pobres no município de Campina Verde, faleceu após ter sofrido os efeitos colaterais de um “suco” ingerido em função do trabalho no corte de cana na usina CAMPINA VERDE BIONERGIA LTDA.
Para sugar até a última gota de suor dos trabalhadores a Usina os expõe a um trabalho estafante e para agüentar tal exploração estes são obrigados a ingerir este “suco isotônico/energético”, o popular “rebite” duas vezes ao dia, às 09:50h e às 14:00h.
Francisco de Assis passou mal enquanto trabalhava, por volta das 15:00h no dia 08/04 (terça-feira). Sentindo fortes cólicas, câimbras abdominais, vômito e chegando a desmaiar, chegou ao hospital debilitado, mas conseguindo falar. Só foi atendido às 19:00h e logo em seguida veio a falecer.

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A Liga Operária reproduz manifesto da Frente de Defesa dos Direitos do Povo, distribuído em Ouro Preto, no dia 21 de Abril/2008

Abaixo a derrama, o corte de direitos e a dominação imperialista no Brasil

Neste 21 de abril, data da heróica Conjuração Mineira de 1789, ao render honras aos heróis de nosso povo - Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, e todos os conjurados - devemos resgatar a história da luta contra o jugo da coroa portuguesa e pela libertação nacional. “Dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria”. Esta destemida e generosa sentença de Tiradentes ainda ecoa por todos os rincões deste Brasil. Ela foi a senha para levantes e rebeliões dos oprimidos ao longo de toda nossa história.

Baixe aqui o panfleto da Frente distribuído em Ouro Preto no 21 de Abril


Faltam poucos dias para o

Classista em São Paulo

SEM SORTEIO DE BRINDES,
SEM SHOWS DE ARTISTAS e
SEM PELEGUISMO.

Assistam ao vídeo:

"1º de Maio Classista x Festa dos Pelegos"


Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota divulgada pelo Comitê de Solidariedade aos Camponeses de Rondônia

Denúncia Urgente dos ataques contra camponeses em Rondônia

Conforme denunciado pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia no último dia 9 de abril, um gravíssimo massacre foi perpetrado contra 300 famílias camponesas do acampamento Conquista da União, em Campo Novo-RO, por pistoleiros encapuzados, em favor da família Catâneo.

Os ataques vieram logo após odiosa campanha da revista IstoÉ e imprensa local a serviço das oligarquias, que taxava os camponeses como guerrilheiros perigosos, atiçando a repressão contra o acampamento Conquista da União.

Sem ordem judicial, os pistoleiros do Catâneo invadiram o acampamento atirando à queima-roupa contra crianças, velhos e adultos com armas de grosso calibre.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia

Acampados da fazenda Catâneo relatam 30 desaparecidos

O acampamento Conquista da União, localizado próximo à cidade de Campo Novo-RO, foi atacado na manhã do dia 9 de abril por cerca de 100 jagunços fortemente armados, com coletes a prova de balas, coturno e capuz preto. Os camponeses saíram correndo sob disparos, deixando todos seus pertences para trás. Após expulsarem as famílias, os pistoleiros queimaram barracos com roupas, documentos pessoais e mantimentos e a polícia apreendeu depois cerca de 20 motos que ficaram no acampamento destruído.

O acampamento não é direcionado pela Liga, mas independente disso, apoiamos toda e qualquer luta camponesa e do povo por uma vida digna de trabalho, terra, justiça e nova democracia e contra mais de 500 anos de exploração, massacres e injustiças no nosso País.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres do Pará

Todo apoio aos camponeses de Rondônia

Nós da Liga dos Camponeses Pobres do Pará e Tocantins nos solidarizamos com a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia, que vem sendo vitima dos mais sórdidos ataques e calunias perpetrados pela revista istoÉ e a imprensa serviçal do latifúndio do estado de Rondônia.
Solidarizamos com os camponeses de Jacinópolis que, após anos de trabalho e lutas transformaram uma região abandonada e atrasada em uma das mais prosperas do estado de Rondônia, onde milhares de famílias tiram o seu sustento e não mais dependem de vender seu suor para latifundiários.
Este é o verdadeiro motivo do ódio e ataques desta imprensa canalha a serviço do latifúndio. Jacinópolis é um exemplo a ser seguido por todos os camponeses que lutam pelo Brasil afora. E é isso que este estado burguês e latifundiário e sua imprensa não aceitam, que camponeses pobres possam levantar a cabeça e prosperarem.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota urgente divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia

DENUNCIA GRAVÍSSIMA
MASSACRE DE CAMPONESES EM CAMPO NOVO-RO

Na manha de hoje,dia 09 de abril, mais de 100 jagunços fortemente armados e encapuzados,invadiram o acampamento conquista da união localizado na br 421 km 140,municipio de campo novo de Rôndonia.
Os jagunços e policiais cercaram o acampamento e foram atirando em todos que ali se encontravam.Segundo informações passadas por um camponês que conseguiu escapar, cerca de 15 pessoas incluindo uma mulher grávida foram assassinadas brutalmente e outras apanhadas como refém.20 motos e todos pertences dos acampados foram queimados.
A Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia-LCP- vinha denunciando há várias semanas a preparação de um massacre de camponeses sem-terra naquela região do estado.Toda a campanha orquestrada pela grande imprensa de Rondonia e do país,em especial o jornal Folha de Rondonia e a revista Istoé , em que acusava a lcp e os camponeses daquela região de ser “guerrilheiros”, “ligados as farc”,etc, sendo esses mesmos órgãos de imprensa apresentavam os pistoleiros dos latifundiários como “trabalhadores”.Tudo isso era para tentar justificar este massacre que estava em adiantada preparação conforme denunciamos inúmeras vezes.Esta imprensa é culpada pelo sangue derramado destes camponeses.
Tão logo ocorreu o massacre ligamos para a Policia Federal que disse apenas que isso não era de sua jurisdição e não podia fazer nada.O secretário de segurança pública César Pizzano disse que para ir no local onde estavam os mortos “precisava de um boletim de ocorrência primeiro”?!!.Isso mostra a cumplícidade destes orgãos neste massacre sendo que os mesmos há pouco também acusavam os camponeses de “guerrilheiros”.
A liga dos camponeses não descansará enquanto os responsáveis por este massacre não forem punidos e a terra destes camponeses não for cortada.

Liga dos Camponeses Pobres de Rôndonia


Reproduzimos Carta Aberta aprovada no ato contra a criminalização do Movimento Camponês realizado no dia 04 de abril na Universidade Federal de Rondônia

Carta Aberta

Ao povo de Rondônia
Aos camponeses, trabalhadores, intelectuais, democratas e honestos de todo o Brasil

No dia 26 de março de 2008, foram às bancas a Edição 2003, ano 31 da revista Isto É. A capa estampava a notícia de que “O Brasil tem Guerrilha”, acusando a Liga dos Camponeses Pobres de ser um “suposto braço armado das FARC” em nosso país. Mais do que um sensacionalismo barato, Isto É passa a criminalizar a justa luta pela terra, na tentativa de descaracterizar uma legítima organização camponesa de Rondônia, acreditando que com a desinformação da opinião pública poderia insuflar uma ação repressiva do Estado.

A publicação difamatória da revista Isto É, foi amplamente reproduzida por setores da imprensa do Estado de Rondônia, como uma única orquestração de ódio contra os camponeses pobres, agora apresentados como guerrilheiros, bandoleiros, bandidos e terroristas, que apresenta um traço fascista dessas “matérias jornalísticas”, sob a máxima nazista difundida por Goebbels, de que uma mentira contada várias vezes se torna uma verdade.

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Reproduzimos artigo do jornalista Paulo Queiroz publicado no site tudorondonia.com sobre o Ato Contra a Criminalização e Repressão ao Movimento Camponês, realizado no último dia 4, na Universidade Federal de Rondônia

Professores e estudantes universitários promovem ato contra criminalização de camponeses

...os massacres que produziram rios de sangue têm todos uma similaridade: os que terminaram dizimados foram, antes, caracterizados como perigosos foras da lei

Política em Três Tempos - Por Paulo Queiroz

1 – ATO PÚBLICO

“A Luta Pela Terra Não é Crime”, proclama o cartaz do “Ato público contra a criminalização e repressão do movimento camponês” que acontece a partir das 9h30 desta sexta-feira (04), no auditório Paulo Freire, no campus da Universidade Federal de Rondônia (Unir) José Ribeiro Filho, em Porto Velho, numa realização do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (Cebraspo) e do Comitê em Defesa da Revolução Agrária e dos Direitos dos Povos, com apoio do Sindicato Nacional dos Docentes (Andes-Regional Norte 1), da Associação dos Docentes da Unir (Adunir), do Diretório Central dos Estudantes (DCE-Unir) e do jornal “A Nova Democracia”.

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Liga Operária solidariza-se com os camponeses pobres e repudia as calúnias da venal revista “IstoÉ”

A Liga Operária solidariza-se com os camponeses pobres de Rondônia e com a LCP – Liga dos Camponeses Pobres, que tem sido alvos de orquestrada campanha difamatória, através de pseudo-reportagens da revista “IstoÉ” e outros órgãos financiados pelo latifúndio escravocrata. Ressaltamos a legitimidade da luta dos camponeses pobres por terra a quem nela trabalha e a premente necessidade de profunda transformação agrária no país. O Brasil só será justo com a democratização da propriedade da terra e o fim de 500 anos de domínio do arcaico latifúndio e da brutal exploração do homem do campo.

Repudiamos também as provocações da revista “IstoÉ” contra a nossa organização. A Liga Operária é uma organização sindical classista, independente, um movimento de luta para resistência econômica dos trabalhadores. Surgiu em setembro de 1995, formada por companheiros e companheiras com avaliação crítica sobre os rumos e prática do movimento sindical, defendendo o caminho da luta classista e do combate ao corporativismo e à colaboração de classes, tão característicos deste velho e falido sindicalismo brasileiro, representado pelas atuais centrais sindicais.

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A Liga Operária divulga imagens da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e da imprensa local, que desmascaram as calúnias e os ataques da venal revista "IstoÉ"


Contra a criminalização do Movimento Camponês

Ato público contra a criminalização e a repressão ao movimento camponês convocado pelo CEBRASPO e o Comitê de Defesa da Revolução Agrária e dos Direitos dos Povos

ABAIXO A CRIMINALIZAÇÃO E A REPRESSÃO AO MOVIMENTO CAMPONÊS

A revista “Istoé” publicada no dia 26/03/2008 estampou em uma de suas reportagens de capa, matéria em que acusa a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia (LCP) de ser um “grupo armado”, “organização guerrilheira”, “responsável por homicídios”, “desmatamento ilegal”, etc., Com o título de que “O Brasil têm guerrilha”, a dita revista baseando em entrevistas caluniosas do delegado de Buritis, Iramar Gonçalves, do grileiro de terras em União Bandeirantes Sebastião Conti Neto, membros da Policia militar Ambiental e do major Enedy Dias, ex comandante da PM em Jaru; a revista Istoé estimulada pelos grandes latifundiários da região requenta as velhas acusações de sempre contra o Movimento Camponês, sem obviamente apresentar nenhuma prova concreta do que diz ser verdade.
A acusação de “guerrilha” não nos surpreende. Pouco antes do chamado “Massacre de Corumbiara” em 1995, a grande imprensa de Rondônia também acusava os camponeses que ocuparam a fazenda Santa Elina de fazerem “treinamento de guerrilha” e o resultado todos sabem qual foi: homens, mulheres e até crianças assassinadas pela polícia e pelos jagunços da fazenda. É esse o motivo da matéria da “Istoé” reproduzida aqui em Rondônia pelo jornal dos latifundiários Folha de Rondônia, ou seja, preparar o clima para um massacre em Jacinópolis, sonho dos latifundiários de Rondônia.

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ATO PÚBLICO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO E A REPRESSÃO AO MOVIMENTO CAMPONÊS

04 de Abril – Sexta-Feira - 09:30 – Auditório Paulo Freire – Campus da Universidade Federal de Rondônia – Porto Velho/RO

Realização:
Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos – CEBRASPO
Comitê em Defesa da Revolução Agrária e dos Direitos dos Povos

Apoio:
ANDES – Sindicato Nacional dos Docentes – Regional Norte 1
ADUNIR – Associação dos Docentes da UNIR
Diretório Central dos Estudantes – DCE/UNIR
Jornal A Nova Democracia


Mais de 30.000 infectados e 50 mortos
Povo sofre com dengue no Rio
Cezar Maia, Sérgio Cabral e Lula são os culpados!

No dia 20 faleceu em Duque de Caxias-RJ o menino Vinícius Ramos Siqueira da Silva de apenas 12 anos. Filho único, Vinícius foi a 48º vítima fatal da dengue no Rio. Número que não para de aumentar.
Somente nos primeiros meses do ano já são mais de 33 mil pessoas atingidas pela doença. O governo e a imprensa da grande burguesia agora dizem estarem preocupados com a chegada da dengue na zona sul da cidade e tentam colocar a culpa no povo pobre pela epidemia.
Mas o que não dizem em seus jornais é justamente que o povo pobre do que sofre com a dengue, principalmente as crianças que são mais de 50% das vítimas.
O povo é sempre tratado como bandido pelo Estado burguês latifundiário e agora tem que se virar para acabar com a epidemia. Mas onde está a FUNASA, (de responsabilidade do governo federal), o sistema de saneamento público, os hospitais e os carros de fumacê abandonados em terrenos baldios.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos carta dos moradores de Jacinópolis contra os ataques praticados pelos jornais de Rondônia e a revista "Istoé"

Carta dos moradores de Jacinópolis

Ao povo de Rondônia e a todos compatriotas do Brasil,


Nós moradores do acampamento José e Nélio e do distrito de Jacinópolis viemos a público manifestar nosso desagrado contra as matérias mentirosas publicadas em jornais de Rondônia e na revista Isto é nas ultimas semanas.
As matérias nos tratam como bandidos guerrilheiros e responsáveis por atos de violência e morte. Quando na verdade fomos e somos vítimas da violência dos latifundiários da região, seus bandos armados e a polícia.
Nunca a polícia ou a imprensa vieram aqui para investigar os bandos armados do latifúndio e seus crimes covardes contra os camponeses. Nunca a polícia veio até aqui para cortar terras e entregar para o povo. Sempre vem para despejar famílias, prender, humilhar e torturar.
A polícia ambiental e o Ibama também humilham e abusam dos moradores da região, prendem ferramentas, aplicam multas abusivas. Moradores das linhas 6 e 7 foram multados em mais de 20 mil (cada um) por uma queimada acidental em 10 alqueires. Mas o senador Amir Lando que desmatou 500 alqueires em 2006 na mesma área jamais foi multado.
E ainda querem que os recebamos de braços abertos? Tenham paciência.
Dizem que desmatamos e retiramos madeira sendo que todas as serrarias de Jacinópolis foram fechadas. Os maiores desmatadores são os latifundiários, basta ver nas fotos de satélite, as áreas mais desmatadas estão nas fazendas.
O governador Ivo Cassol quando esteve em Jacinópolis em 2006, quando viu caminhões carregados de madeira exclamou: “isso é o progresso”. Na mesma ocasião fez campanha eleitoral prometendo construir postos de saúde, linha de energia, estradas e regularizar nossas terras. E agora nos trata como bandidos?
As famílias que hoje moram e trabalham em Jacinópolis conseguiram tudo que têm a duras penas de trabalho e suor e lutando contras as injustiças do latifúndio. Estas terras que antes pertenciam a meia dúzia de latifundiários e nada produziam além de pasto, hoje pertencem a mais de 1200 famílias, que produzem de tudo para seu sustento. Não precisamos trabalhar nas terras de fazendeiros, nem de empregados nas cidades, somos donos do nosso nariz.
As 200 famílias que cortaram seus lotes entre 2006 e 2007, produzirão este ano 1800 sacos de arroz, 2300 sacos de milho, 80 mil pés de café plantados, 400 sacos de feijão, lavouras de banana, cacau, mandioca, urucum e criações de galinha e porco. Mais de 90% construíram casas. Hoje a região conta com mais de 8 mil cabeças de gado, sendo que a maioria do leite é subutilizado pois não temos estradas para escoar a produção diária. Isso sem falar na produção das demais famílias que é muito maior.
Com nosso trabalho abrimos comércios, plantamos, construímos nossas casas, estradas e pontes. Agora querem nos expulsar daqui! Vamos lutar por nosso direito de trabalhar!
Mais e mais famílias estão tomando terras na região. Recentemente um acampamento de 400 famílias foi montado e logo cortarão as terras da fazenda Porto Franco com 25 mil alqueires.
Os que se incomodam com o aumento de camponeses na região são os latifundiários e seus aliados, pois só eles têm medo de perder as terras griladas da União.
Os pequenos comerciantes, os camponeses e o povo só têm a ganhar.

Exigimos ser tratados com respeito e dignidade e não como bandidos!


Queremos a regularização de todas as terras não repressão!


Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota de repúdio divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia contra os novos ataques da revista "Isto É"

Resposta aos ataques de “Istoé”

Jaru, 31 de março de 2008


Novamente a revista Istoé, pelas mãos do jornalista Alan Rodrigues insiste em publicar mentiras com objetivo de caluniar e difamar a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e criminalizar a luta pela terra.
Sem nenhuma prova para apresentar, a revista repete a invencionice de a LCP “treinar homens armados” e “ter base de treinamento guerrilheiro”.
Os assassinatos de camponeses, que estavam acampados ou assentados na região e que a matéria qualifica de “militantes da organização clandestina”, foram ações covardes de pistoleiros e policiais a soldo do latifúndio. Que sempre atuaram na região.
O que afirmam ser “uma área dominada por insurgentes” na verdade qualquer um tem livre acesso.
A LCP surgiu a partir da luta dos camponeses na fazenda Santa Elina em Corumbiara em 1995, é uma organização independente dos camponeses pobres.

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Reproduzimos comunicado divulgado pelo Comitê de apoio aos Camponeses de Quipapá

Liberdade Provisória

Quipapá, 01 de abril de 2008

Depois de ter tido seu julgamento suspenso, José Ricardo conseguiu hoje a liberdade provisória e responderá o processo em liberdade.

Esta é uma vitória de todos os democratas do Brasil que lutam contra a criminalização do movimento camponês e popular.

No dia 29 de março, o promotor de Quipapá havia pedido o desaforamento fundamentado em uma falsa denúncia do 10 BPM de Palmares, que informava sober possíveis saques na cidade no dia do julgamento.

Mas hoje, 01 de abril o juiz municipal concedeu a liberdade provisória, e José Ricardo deve estar em liberdade hoje ou amanhã.

Comitê de apoio aos Camponeses de Quipapá


Reproduzimos denúncia divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia

Denúncia!

Jaru, 31 de março de 2008

Hoje pela manhã apareceu na sede da LCP, em Jaru, Rondônia, um homem que se identificou como jornalista da Rede Record de São Paulo. Desconfiados, ligamos para a sede da Record em Porto Velho onde disseram desconhecer a presença de tal jornalista de sua empresa em Rondônia.
Então nós solicitamos identificação do elemento que se recusou a nos dar, dizendo que não tínhamos o direito de exigir isto.

Ele saiu da sede e, junto de outro homem, passou a filmar a sede da LCP.

Tudo indica tratar-se de um policial disfarçado.

Em 2003 a LCP e o movimento camponês também foram alvos de ataques da imprensa com matérias caluniosas e difamatórias e de ataques das forças policiais do estado. Sofremos toda sorte de abusos policiais, como prisão sem mandado, invasão e revista de residência de camponeses também sem mandado, agressões e tortura psicológicas, inclusive contra mulheres e crianças.

Semana passada teve início outra campanha sórdida da imprensa marrom com matéria da revista “Isto é” (mais conhecida como “Quanto é”) do dia 25 de março, que repercutiu no jornal latifundiário “Folha de Rondônia” e em alguns sites de notícias do estado.

Sabemos que toda esta gritaria contra a LCP e os camponeses pobres em luta pela terra não são à toa. Estamos esperando uma grande repressão e este fato de hoje na sede da LCP já é mais um indicativo disto. Nestes momentos em que tentam isolar e criminalizar o movimento popular é quando mais precisamos do apoio dos democratas de todo o país para que a verdade triunfe sobre a mentira. Unidos, podemos derrubar esta campanha.

Pedimos que enviem esta e outras denúncias nossas para seus contatos e que protestem junto aos governos federal e estadual, ao Ibama, Sedam (Secretaria Estadual de Meio-Ambiente) e ao comando das polícias Militar de Rondônia, Ambiental e Federal.

Agradecemos desde já,


LCP – Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia


Reproduzimos nota de repúdio divulgada pela ADUNIR contra a ação truculenta do reitor da UNIR, que chamou a Polícia Federal para reprimir os estudantes e professores

Reitor da UNIR chama Polícia Federal para reprimir estudantes e professores em reunião do Conselho Administativo (CONSAD)

Clique aqui para ler a nota de repúdio


Reproduzimos nota divulgada pelo Comitê de Apoio aos Camponeses de Quipapá sobre o cancelamento do julgamento do camponês José Ricardo

Cancelamento do Julgamento em Quipapá comprova:

José Ricardo e os camponeses do Bananeiras são inocentes

Ao povo de Pernambuco

Ao povo de Quipapá

No dia 28 de março o julgamento de José Ricardo e dos camponeses do Assentamento Bananeiras foi cancelado pelo promotor de Quipapá. Só faltavam 5 dias para a realização do júri popular. Três advogados de São Paulo, responsáveis pela defesa de Ricardo, já se encontravam em Maceió quando foram informados do cancelamento do julgamento.
Tudo já estava marcado. Os familiares já estavam se preparando para viajar. As testemunhas tinham sido comunicadas. Lideranças sindicais, estudantis, camponesas, personalidades democráticas, aguardavam a realização do tão esperado júri.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia desmascarando todas as fontes dos ataques da revista "Isto É"

PREPARAÇÃO DE UM NOVO MASSACRE EM RONDONIA

A revista “Istoé” publicada no dia 26/03/2008 estampou em uma de suas reportagens de capa, matéria em que acusa a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia (LCP) de ser um “grupo armado”, “organização guerrilheira”, “responsável por homicídios”, “desmatamento ilegal”, etc., etc., e etc.
Com o título de que “O Brasil tem guerrilha”, a dita revista baseando em depoimentos do delegado de Buritis, Iramar Gonçalves, do grileiro de terras em União Bandeirantes Sebastião Conti Neto, membros da Policia militar Ambiental e do major Enedy Dias, ex comandante da PM em Jaru, a revista Istoé estimulada pelos grandes latifundiários da região requenta as velhas acusações de sempre contra a LCP, sem obviamente apresentar nenhuma prova concreta do que diz ser verdade.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Reproduzimos nota de repúdio divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia contra os ataques da revista "Isto É"

Nota de Repúdio

Jaru, 25 de março de 2008

Repudiamos a matéria mentirosa, sensacionalista e criminalizadora que a Revista “Isto É” tenta passar por reportagem, com chamada de capa na edição de N.º 2003-Ano 31.

Repudiamos que latifundiários bandidos, assassinos, escravocratas, grileiros e os principais responsáveis pela destruição das florestas de nossa região, que moram em mansões e andam de avião, sejam apresentados, neste panfleto do latifúndio travestido de “matéria Jornalística”, como se fossem dóceis velhinhos bem intencionados, que retendem trazer o progresso para Rondônia, e que são impedidos, ameaçados e aterrorizados por camponeses maus!

Repudiamos uma vez mais, repudiaremos centenas, milhares de vezes, sempre que guaxebas, pistoleiros, jagunços, seguranças privados, contratados para aterrorizar e
assassinar camponeses pobres, mulheres e crianças, nós denunciaremos sempre que forem apresentados pela imprensa como humildes trabalhadores inocentes, contratados para serviços diversos.

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Contra a criminalização do Movimento Camponês

Carta Aberta

Pela libertação do Líder Camponês José Ricardo


Manifestação com cerca de 400 pessoas realizada em Recife( novembro de 2007) em solidariedade ao Líder Camponês José Ricardo

A Liga Operária – que participa da campanha em defesa dos camponeses de Quipapá, informa que no próximo dia 2 de abril, irá a julgamento, em Quipapá, Pernambuco, o camponês José Ricardo Rodrigues. O Comitê em Defesa dos Camponeses de Quipapá, a Liga Operária juntamente com o Cebraspo e outras entidades/indivíduos assinam a Carta Aberta que segue abaixo como parte da campanha pela absolvição e libertação de José Ricardo. Solicitamos àqueles que apóiem a luta justa dos camponeses pobres pela posse da terra, que assinem a Carta até o dia 31 de março, nos mandando um email (ligamg@uol.com.br)com os dados necessários (nome / estado / organização).

LEIA AQUI A CARTA ABERTA


Leia abaixo matéria publicada no Jornal Luta Classista

Contra os ataques do governo FMI-Lula aos direitos trabalhistas e previdenciários

PREPARAR A GREVE GERAL
Os trabalhadores resistem, mas de golpe em golpe, da forma mais dissimulada possível e com o apoio das centrais traidoras e encobrimento da imprensa, o governo FMI-Lula coloca em prática as chamadas “reformas” trabalhista, sindical, universitária, previdenciária e tributária. Lula brinda as cúpulas sindicais pelegas e governistas com o reconhecimento em lei, destinando-lhes 10% do imposto sindical, além de muito dinheiro de convênios e cargos. Enquanto isso, o governo edita medidas provisórias tirando direitos dos trabalhadores, enche o bolso dos ricaços e piora a vida do povo.

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