Clique
na imagem e acompanhe notícias, fotos, vídeos da agressão
sanguinária de Israel e da Heróica Resistência do
Povo Palestino
Reproduzimos
denúncia da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia publicada
no blog Resistencia Camponesa: http://www.resistenciacamponesa.com
Camponeses
são atacados a tiros
Na
madrugada do dia 10 de novembro, policiais civis e militares do
município de Buritis realizaram uma operação
no distrito de Jacinópolis e nas linhas 5 e BR421 na área
Capivari.
Ao
todo quatro camponeses foram presos na operação,
um deles é dono de um bar em Jacinópolis. Os outros
camponeses são de uma das famílias mais antigas
da região e moram na linha 5, um deles é o seu Floriano
que têm 60 anos de idade e mora e trabalha na região
com sua família.
Durante
a prisão do camponês Marquinho, os policiais dispararam
e acertaram um tiro em sua mulher atravessando as duas pernas,
felizmente ela está bem.
Os
policiais ainda se recusaram a levar a mulher ao hospital, mas
mudaram de idéia devido à pressão da família
que estava no local. Os camponeses presos estão na delegacia
de Buritis, um deles, Floriano foi libertado hoje.
Reproduzimos
denúncia da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia publicada
no blog Resistencia Camponesa: http://www.resistenciacamponesa.com
Polícia
militar prende camponeses em Santa Elina
Corumbiara-RO,
10 de novembro de 2008
No
dia 07 de novembro as famílias acampadas na fazenda Santa
Elina no município de Corumbiara foram atacadas por policiais
militares. Os policiais em cinco viaturas invadiram e revistaram
barracos causando revolta nas famílias e nos moradores
dos sítios vizinhos. Ao todo, três camponeses foram
presos, incluindo uma mulher presa por contestar os abusos dos
policiais. No mesmo dia, dois deles foram soltos, mas o camponês
Valmir de Souza permanece preso em Colorado do Oeste, acusado
injustamente de porte de arma.
A
polícia deu a desculpa de que teriam recebido uma denúncia
sobre a presença de armas no acampamento. Mas não
resta dúvida de que tal ação cumpriu o objetivo
de preparar terreno para outros ataques às famílias
acampadas, tanto é que logo após a operação
foram realizados dezenas de disparos contra o acampamento, num
claro sinal de coordenação entre as ações
da polícia militar e pistoleiros, a mando de latifundiários
da região.
Trabalhadores
entram em conflito com a PM e seguranças privados em Barro Alto
- GO.
Anglo-American
em Barro Alto
Ocorreu
no dia 2 de novembro um conflito entre trabalhadores e força
repressiva do Estado, na cidade de Barro Alto - Go, em uma obra
da Anglo-American.. Cerca de 400 trabalhadores entraram em conflito
depois da tentativa de prisão de um trabalhador em refeitório
da mineradora. Os manifestantes queimaram cerca de 64 alojamentos,
queimaram um carro da polícia e realizaram um protesto
que durou cerca de 6 horas.
Barro
Alto é uma pequena cidade do norte goiano. Teve sua formação
ligada aos movimentos de resistência negra quilombola. Sua
população vivia principalmente da vida camponesa
e rural até a instalação de indústrias
transnacionais que estavam de olho em seu sub-solo, já
que encontra-se grande riqueza mineral ali, principalmente o ferro
e o níquel.
Vitória
esmagadora dos nulos obriga TSE a convocar novas eleições
em dois municípios do RJ
Em
Bom Jesus de Itabapoana, no Estado do Rio de Janeiro, os votos
nulos alcançaram 89,23% da preferência do eleitorado
e o candidato único à Prefeitura, João José
Pimentel, do PTB, apenas 6,3%. Eram 26.863 eleitores, mas apenas
1.692 votaram em Pimentel. Em Santo Antônio de Pádua,
Maria Dib, do PP, obteve 10.074, o equivalente a 37,9% dos votos,
enquanto os nulos totalizaram 16.527, o equivalente a 60,35%.
De
acordo com as regras eleitorais, nenhum candidato pode tomar posse
quando os nulos e brancos vencem as eleições, alcançando
um coeficiente maior que a soma dos votos dos candidatos. Nos
dois municípios, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá
que convocar novas eleições e os dois candidatos
rejeitados pela população ficarão inelegíveis.
As duas cidades tiveram outros concorrentes, mas suas candidaturas
foram impugnadas. Agora será estabelecido um novo prazo
para inscrições, propaganda eleitoral e os eleitores
terão que voltar às urnas.
Em
Bom Jesus e Pádua, o povo mostrou sua revolta com o circo
eleitoral!
Fascismo
do Estado recai até mesmo
sobre policiais civis de SP
Policiais
civis em greve há um mês e em manifestação
na região do Morumbi são violentamente reprimidos
com tiros e bombas de gás, lançados pela PM nas
proximidades do palácio do governo estadual de São
Paulo, resultando em mais de 25 feridos.
Este fato mostra uma escalada de fascismo do Estado em nosso país,
onde lutas sociais são completamente criminalizadas, tratadas
com prisões, torturas e repressões violentas a manifestações
populares.
A ação da PM em SP chamou muito atenção
pelo fato de ser uma repressão a outra polícia,
no caso a polícia civil. Porém tem sido rotineira
a repressão às lutas populares em nosso Estado,
como fica claro na repressão constante aos trabalhadores
ambulantes, professores em greve e estudantes em ocupações
e manifestações.
Reproduzimos
denúncia da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia publicada
no blog Resistencia Camponesa: http://www.resistenciacamponesa.com
Polícia
Federal mantêm camponês em cárcere privado
Rondônia,
05 de novembro de 2008
Desde
o dia 23 de outubro o camponês Gerolino Nogueira de Souza,
56 anos, está sendo mantido em cárcere privado pela
polícia federal. No dia 09 de setembro Gerolino foi preso
numa operação ilegal pela polícia militar
ambiental no distrito de União Bandeirantes. Mais de 30
policiais fortemente armados atacaram as famílias indefesas
no acampamento Nova Conquista. Os policiais chegaram atirando
contra os camponeses há uma distância de 400m e depois
de rendê-los humilharam, agrediram e apontaram armas para
cabeça de homens, mulheres e crianças.
Não
bastasse isso, o comandante da operação major Josenildo
Jacinto Nascimento levou os camponeses presos para a sede da fazenda
Mutúm, onde pelo menos 6 deles sofreram tortura. Este episódio
aconteceu 9 dias antes de terminar o prazo dado pela justiça
federal para que o latifundiário-grileiro-empresário
Luis Carlos Garcia (Luis da Dipar) desocupasse a área uma
vez que as terras foram reconhecidas como sendo da União.
A
operação do batalhão ambiental da polícia
militar foi realizada sem ordem judicial e contrária a
uma decisão federal que reconheceu que a terra era da União
e concedeu imissão de posse ao Incra para o assentamento
das famílias.
Reproduzimos
denúncia da Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste publicada
no blog Resistencia Camponesa: http://www.resistenciacamponesa.com
Camponeses
realizaram ato em defesa da luta pela terra no Ceará
As
famílias que sofreram o despejo ilegal feito por policiais
civis e militares armados de fuzis, no dia 10 de outubro, quando
ocupavam a "Fazenda Baiana" em Pentecoste/CE, realizaram
no dia 1 de novembro de 2008, um ato contra a criminalização
do Movimento Camponês e em defesa da luta pela terra.
Além
das famílias camponesas o ato contou com a presença
de intelectuais, representantes do movimento sindical do Estado
e representantes do movimento estudantil. Os manifestantes se
concentraram na praça do CSU (entrada da cidade de Pentecostes/CE)
e de lá partiram, acompanhando o carro de som, até
a feira da cidade, local de grande concentração
de pessoas nos dias de sábado, sobretudo da massa camponesa.
Reproduzimos
denúncia da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia publicada
no blog Resistencia Camponesa: http://www.resistenciacamponesa.com
Camponeses
retomam suas terras e são ameaçados por fazendeiros
No
início desta semana, camponeses do Acampamento Terra Boa
retomaram suas terras na linha C-100, do município Rio
Crespo. Na quarta-feira duas caminhonetes lotadas de pistoleiros
foram enviadas pelos fazendeiros que se dizem donos da área.
Estão acampados homens e mulheres de todas as idades que
lutam pelo sagrado direito a um pedaço de terra para trabalharem
e criarem seus filhos dignamente. Há vários meses
que eles enfrentam a enrolação do Incra e as ameaças
e ataques de pistoleiros a mando de um consórcio de fazendeiros
bandidos formado para perseguir e expulsar os camponeses.
O
Sr. José Pierre Matias, que se diz dono da área
e de outras 5 áreas vizinhas, foi o mandante de uma ataque
contra o Acampamento Terra Boa no último 21 de abril. 18
pistoleiros invadiram o Acampamento fortemente armados e humilharam
os camponeses, inclusive mulheres e crianças. Eles ameaçaram
fazer uma matança se os acampados não saíssem
da área. Os pistoleiros ainda seqüestraram por algumas
horas dois camponeses da área vizinha Lamarquinha. Bateram
com a coronha de uma carabina no rosto de um deles, deixando-o
muito machucado e apontaram a arma no peito do outro camponês
e ameaçaram matá-lo. Os pistoleiros atiraram no
rumo dele, mas sem acertar. Sua esposa que assistia tudo de longe
ficou aterrorizada pensando que ele estava morto.
Polícia
Federal do governo FMI-Lula agride índios Tupinambá
no sul da Bahia (Aldeia Serra do Padeiro)
Nos
dias 20 de outubro a 23 de outubro, a polícia federal do
governo Lula perpetrou violentas e criminosas agressões
contra os povos indígenas.
Policiais federais invadiram as terras dos Indios Tupinambá,
na Serra do Padeiro - município de Buerarema, sul da Bahia.
Entraram à força nas casas e na escola da comunidade
e quebraram móveis e destruíram documentos, aterrorizaram
e agrediram crianças e velhos, atiraram bombas, tomaram
os instrumentos de trabalho. Os covardes agentes da PF dispararam
tiros e feriram índios desarmados, efetuaram sobrevôos
de helicóptero, e montaram uma verdadeira operação
de guerra para prender o cacique.
Toda
solidariedade aos irmãos do povo Tupinambá da Aldeia da
Serra do Padeiro!
Abaixo a agressão da tropa de covardes do governo Lula!
Viva a heróica e secular resistência dos povos indígenas!
Reproduzimos
denúncia da Liga dos Camponeses Pobres de Ceará
DENÚNCIA
URGENTE
Ao
povo cearense, a todos os democratas e pessoas honestas de nosso país,
ao movimento popular organizado, às instituições
e órgãos competentes,
Na quinta-feira, dia 09 de outubro, cerca de 40 de famílias ocuparam
o latifúndio denominado Fazenda Baiana, localizado no município
de Pentecoste, Estado do Ceará. No dia seguinte aproximadamente
25 famílias se encontravam no local construindo seus barracos
e fazendo demais trabalhos de organização do acampamento
quando foram surpreendidas e logo expulsas por policiais civis e militares
da cidade de Pentecoste, a mando do latifundiário Osvaldo Forte,
que, em outro episódio, já fora capaz de dar um tiro no
pé de um camponês que trabalhava em sua fazenda pelo fato
de o mesmo ter se recusado a cumprir uma ordem, como relataram alguns
camponeses.
Reproduzimos
nota da Liga dos Camponeses Pobres - Centro Oeste
Despejo
violento de famílias
camponesas no sul de Goiás
No
último dia 07/10 (terça-feira) por volta das 11 horas
o oficial de justiça de Itajá, a PM e a polícia
especial (GPT), contabilizando mais de 200 homens fortemente armados,
despejaram violentamente as dezenas de famílias de camponeses
pobres da fazenda Santa Helena, no município de Itajá,
no sul de Goiás.
Os
policiais invadiram o acampamento sem ordem de reintegração
de posse da Fazenda e nem documento de identificação.
Não deixaram ninguém se pronunciar, fazendo várias
ameaças de morte e tortura. Na área havia 22 crianças,
filhos dos camponeses e os policiais praticaram várias agressões
psicológicas na frente das crianças, dizendo inclusive
que tinham ordem do Juiz de Itajá para que tais atrocidades fossem
executadas pelo oficial de Justiça, também de Itajá.
Repúdio
a farsa eleitoral - Crescem a Abstenção e Votos Nulos
Olha
aí:
(Pelo menos uma mãozinha nossa têm!!!)
Em BH, como no restante do país, uma parcela expressiva do povo
repudiou a farsa das eleições burguesas.
Somadas as abstenções (298.601, equivalente a 16,85%),
com votos nulos (123.650, equivante a 8.39%) e em branco (90.299, equivalente
a 6.13%), conforme dados do próprio TRE-MG, foram 512.550 pessoas
(31,37%) que repudiaram o circo eleitoral na cidade!
A imprensa burguesa faz de tudo para reforçar o desacreditado
e podre processo eleitoral e esconde esses dados. Excessão foi
a matéria, abaixo, do jornal Folha de São Paulo.
Brancos
e nulos crescem 22% nas capitais
DA
AGÊNCIA FOLHA
O
índice de eleitores que optaram por não votar em nenhum
candidato neste ano nas capitais subiu 22% em relação
às eleições municipais de 2004. Na média,
segundo levantamento feito pela Folha, o índice de votos nulos
ou brancos nas 26 capitais foi de 7,8% -contra 6,4% em 2004.
Belo Horizonte, que teve campanha marcada por uma aliança entre
PT e PSDB pela candidatura de Marcio Lacerda (PSB), foi a capital com
maior índice de votos nulos: 14,5%, ou 213.901 votos.
O número representa quase 24 mil votos a mais do que a soma das
sete candidaturas de fora do segundo turno.
O Rio ficou em segundo no ranking do nulo (12,7%), mas foi o que mais
apresentou crescimento em relação a 2004. A taxa de nulos
cresceu 78,9%, pulando de 263 mil para cerca de 480 mil.
Os nulos foram predominantes nas regiões Sudeste e Nordeste.
À exceção de Vitória, todas as capitais
do Sudeste apresentaram níveis de descontentamento com acima
da média. No Nordeste, foram 5 de 9 capitais.
Em apenas três capitais houve queda no número de votos
nulos. Duas delas -Maceió e Curitiba- registraram as vitórias
mais folgadas entre as capitais, com o vencedor conquistando 81% e 77%
dos votos, respectivamente. (BRENO COSTA)
Núcleo da
Liga Operária de Goías
A
DIRETORIA DO SINDIGOIÂNIA ESTÁ A SERVIÇO DE IRIS!
ABAIXO O PELEGUISMO!
(foto de
Carlão, presidente pelego, abraçando o seu amigo Iris)
DANDO
MOSTRAS DO SEU SINDICALISMO PELEGO (PUXA-SACO DE GOVERNO) E TRAIDOR,
O SINDICATO DOS TRABALHADORES DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA (SINDIGOIÂNIA)
REALIZOU UMA REUNIÃO COM O PREFEITO IRIS REZENDE NA SEDE DO SINDICATO
NO DIA 28 DE SETEMBRO, COM O OBJETIVO DE ELOGIAR O SEU GOVERNO. ENQUANTO
ESSES SINDICALISTAS AMARELOS MENDIGAM UM LUGAR RENDOSO DO LADO DO GOVERNO,
OS TRABALHADORES ESTÃO VIVENDO UM TREMENDO ARROCHO SALARIAL.
Enquanto
as várias categorias de funcionários públicos do
município de Goiânia estão a ver navios, já
que o prefeito Iris Rezende anunciou aumento de 4, 45%, o Sindicato
dos servidores (SINDIGOIÂNIA) organizou uma reunião para
puxar o saco do prefeito.
Existe uma polêmica no município sobre o percentual de
reajuste salarial dos servidores. A inflação do ano de
2008 foi assustadora. Os órgãos de divulgação
dos índices inflacionários divergem quanto a porcentagem
da inflação desse ano. Segundo o INPC a inflação
está na casa dos 7,5%. Já segundo o IGP-M, o acumulado
do ano está na casa dos 8,46%.
PREFEITO
DE SENADOR CANEDO (GO) REPRIME OPOSIÇÃO!
O interesse do empresário por Senador Canedo
SENADOR
CANEDO é uma cidade do entorno de Goiânia. Durante muito
tempo foi uma cidade dormitório, onde maioria dos trabalhadores
exerciam o seu ofício em Goiânia. Com a instalação
da Petrobrás no município e algumas indústrias,
fez com que essa realidade se transformasse. Vários habitantes
de Senador Canedo passaram a trabalhar em sua cidade, seja na indústria
ou no comércio local.
Com a instalação da Petrobrás, o município
aumentou a sua arrecadação de forma imprecionante, passando
a ser o município goiano com segunda maior arrecadação
de ICMS. Esses gordos recursos fizeram com que uma série de oportunistas
desejassem a prefeitura da cidade, como José Nelto e Vanderlan
da Mico's. José foi cassado e Mico's foi eleito prefeito.
Como Mico's é um grande empresário do ramo alimentício,
fez com que a cidade funcionasse de acordo com a dinâmica de suas
empresas, estruturando a prefeitura a partir dos interesses empresariais.
Governo
de Goiás corta o salário dos professores em retaliação
aos 58 dias de combativa greve!
Governo
de Goiás corta o salário dos professores em retaliação
aos 58 dias de combativa greve!
Depois de 58 dias de greve o governo cortou o ponto dos grevistas, o
criminoso governo Alcides Rodrigues aplica o fascismo no Estado de Goiás,
proibindo as greves e manifestações do povo, sucateando
a educação e a saúde, piorando a vida do nosso
povo..
Os
trabalhadores em educação do Estado de Goiás realizaram
uma importante greve que durou 58 dias. Essa greve aconteceu devido
a política de arrocho salarial imposta pelo governador Alcides,
que visa atender os interesses dos grandes bancos e latifundiários
e não dão as mínimas condições de
vida para o povo pobre.
Os Governos estaduais levaram a educação pública
ao mais completo sucateamento. Grande parte das escolas ainda são
de placas. Poucas escolas possuem livros didáticos em quantidade
suficiente. Os recursos da merenda escolar, são destinados diretamente
para as escolas, que com os constantes atrasos nos repasses do dinheiro,
levou os fornecedores a cortar o abastecimento de alimentos nas escolas.
Uma força conjunta envolvendo Ministério Público,
Bombeiros e outros órgãos, impediu o funcionamento de
várias escolas que tinham a estrutura física inadequada,
com sérios problemas, pondo em risco a segurança dos alunos
e professores, com a possibilidade até de desabamento. A quantidade
de professores contratados é muito grande, sendo uma necessidade
o concurso público para preenchimento das vagas, sendo um dos
requisitos básicos para a melhoria da qualidade do ensino. Esses
funcionários contratados ficam vários meses sem receber
os seus salários e quando recebem, o desconto que o governo faz
rouba grande parte desse salário.
Nove
camponeses assassinados por pistoleiros dos latifundiários no
sul do Pará!
De
janeiro a setembro deste ano, nove camponeses foram covardemente assassinados
no sul do Pará, pelos pistoleiros a serviço dos latifundiários!
Cícero, Raimundo, Rivaldo, Foguinho, Carlito, Assis, José
Filho, Rodolfo e Edivaldo Sousa do Nascimento, este conhecido pelo
apelido de "Bagaceira". Todos eles participavam, no sul
do Pará, da luta pela terra, sendo que a maioria esteve diretamente
envolvida na tomada da Fazenda Forkilha, em setembro de 2007.
"A situação no sul do Pará, quanto à
questão agrária é absurda e há um completo
descaso das autoridades, que na verdade apóiam os latifundiários,
que torturam e assassinam camponeses que lutam por um pedaço
de terra", denunciou a Liga dos Camponeses Pobres do Pará
(LCP/PA). De fato, já se passaram mais de nove meses desde
a chamada "Operação Paz no Campo", ordenada
pela governadora Ana Júlia (PT), contra os camponeses da Forkilha,
e a situação para eles só piorou.
Manifestação no centro de BH desmascara
a farsa eleitoral e conclama o povo a Boicotar as eleições
burguesas
Ato
contou com a participação de cerca de 200 pessoas
A
imitação de uma urna foi incendiada no principal
cruzamento da cidade (Afonso Pena com Amazonas)
A
Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo realizou
na tarde de 2 de outubro uma vigorosa manifestação contra
a carestia de vida, a corrupção e a farsa das eleições
nas ruas do centro de Belo Horizonte.
A manifestação contou com a participação
de cerca de 200 pessoas e chamou a atenção de todos
os que trabalhavam e passavam pelo seu trajeto.
Reproduzimos
nota da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia
Ocidental e da Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres
O
“Estadão do Norte” e seu obscuro papel
O
“Estadão do Norte” de Porto Velho-RO não
se cansa de veicular notícias mentirosas contra a LCP e sempre
da única forma que sabe fazer, sensacionalista e escandalosa.
Da última vez (19-09-2008) acusou-a de ser uma organização
de “guerrilheiros treinados pelas FARC” e que “compram
armas com dinheiro da cocaína”. Destilando seu fel contra
os camponeses pobres e sua organização e no seu afã
de mentir sem limites o Estadão chega ao delírio de
afirmar “a passagem de Antonio Marins, mais conhecido por Tirofijo,
por Minas Gerais, onde a LCP tem suas origens”. Ou seja, o jornal
diz que segundo o setor de “investigações da polícia”
o já falecido comandante das FARC, e segundo a imprensa internacional,
um dos homens mais procurados do mundo, cercado por todos os lados
pelo exército fascista da Colômbia, estaria passeando
por Minas Gerais para treinar os membros da LCP.
Continuando
sua campanha de mentiras, o Estadão no dia 25 último,
em sua coluna chamada Agenda de Repórter, com o pretexto de
estar dando a versão dos dois lados, na verdade prática
do jornalismo sem ética nenhuma, a jornalista Emília
Araújo faz outras tantas acusações sem qualquer
vestígio de prova que não seja o de sempre “segundo
informações da polícia”.
Leia o manifesto
divulgado pela Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos
do Povo - FRDDP (Belo Horizonte):
No
dia 2 de outubro
Às 16:00hs na Pça.
Afonso Arinos
Participe
da manifestação contra a carestia de vida, a
corrupção e a farsa eleitoral
Você
trabalhador, que sofre com o arrocho salarial e as péssimas
condições de trabalho enquanto um pequeno grupo de patrões,
grandes burgueses, parasitas, apropria-se de toda a riqueza.
Você trabalhador na educação, que há semanas
enfrenta a ganância e intransigência do governo e o peleguismo
da direção traidora do sindicato com uma combativa Greve,
sustentando ocupações e protestos na capital e interior
do estado.
Você que sofre com o caos dos transportes, com as imensas filas
nos pontos de ônibus e a falta de transporte adequado para a
população por culpa da ganância da máfia
de empresários e prefeitura-PT. Proteste!
Trabalhadores
em Educação fazem manifestações,
assembléias massivas e repudiam o arrocho do governo.
Repudiam o peleguismo da cúpula do Sind-UTE de acabar com a
greve e exigem melhores salários e condições
de trabalho.
Combativa
assembléia do dia 23 impediu os pelegos de acabar com a greve
Protesto
de professores paralisa rodovia no Triângulo
Ocupação
da Secretaria Estadual da Educação, dia 22
Seguranças
da Assembléia e tropa de choque da PM
agrediram os professores.
Pelegos da direção do Sind-UTE fizeram o jogo do governo.
Aécio e acusaram trabalhadores e estudantes de “baderneiros”.
Tropa
de choque da PM agride e joga gás de pimenta nos professores
Professora
é covardemente agredida pelos truculentos seguranças
da Assembléia
Reproduzimos
boletins do MEP - Movimento Pela Educação Popular, sobre
a combativa greve dos professores da rede estadual de Minas Gerais
Retransmitimos
denúncia da Liga do Camponeses Pobres de Rondônia
Camponês
mantido acorrentado em hospital
Porto
Velho, 18 de setembro de 2008
No
dia 09 de setembro a Polícia Militar realizou ação
ilegal e truculenta de despejo no Acampamento Nova Conquista, em União
Bandeirantes. 10 camponeses foram presos e torturados na sede da fazenda
Mutum, entre eles o companheiro Gerolino Nogueira de Souza, de 56
anos de idade que está sendo mantido preso com correntes no
Hospital João Paulo II, em Porto Velho e não está
recebendo tratamento médico adequado. Gerolino ficou 7 dias
acorrentado numa cadeira, vigiado por policiais e proibido de receber
visitas, o único que conseguiu visitá-lo foi o advogado
do Núcleo de Advogados do Povo – NAP, Ermógenes
Jacinto. Ontem o companheiro foi retirado da cadeira, mas continua
acorrentado numa cama. Temos receio de que o companheiro acabe falecendo
no hospital.
Retransmitimos
nota do Cebraspo em solidariedade aos Camponeses presos de Jaci-Paraná
Liberdade
para os presos de Jaci-Paraná!
Pelo fim da criminalização da luta camponesa!
A
repressão aos camponeses pobres em luta pela terra, no estado
de Rondônia, continua cada vez mais absurda e brutal. Como ficou
evidente no ataque policial do dia 09 de setembro último contra
os camponeses de Jaci-Paraná, distrito de Porto Velho que,
organizados, lutavam pela posse da Fazenda Mutum.
Os
camponeses estavam mobilizados há muito tempo para defender
seu legítimo direito à terra para quem nela trabalha,
de modo a viver dignamente. E a área que reivindicam já
tinha sido declarada como sendo terra pública pela justiça
federal que, segundo consta, já teria dado a emissão
de posse da mesma para o Incra.
Mas
nenhum desses encaminhamentos foi respeitado. Quando se trata de fazer
valer os interesses espúrios dos latifundiários, a polícia
passa por cima de tudo. E se presta a cumprir, mais uma vez, o papel
de 'funcionários particulares' dos latifundiários, agindo
de maneira covarde e ao arrepio das leis burguesas, que dizem representar.
Atacaram homens, mulheres e crianças, a tiros, com o objetivo
de aterrorizá-los e expulsá-los da terra, para permitir
a entrada do latifundiário grileiro!
Retransmitimos
denúncia urgente da Comissão Nacional das Ligas de Camponeses
Pobres
Camponeses
são torturados em União Bandeirantes - Rondônia
No
dia 9 de setembro de 2008 por volta das 14:30 hs as mais de 30 famílias
do acampamento Nova Conquista (Fazenda Mutum) em União Bandeirantes
foram violentamente atacadas por policiais e bandos de pistoleiros.
Cerca de 30 policiais militares de União Bandeirantes, Jaci-Paraná
e Porto Velho, chegaram ao acampamento disparando tiros contra os
acampados. As famílias haviam retomado a área na madrugada
de segunda-feira, dia 8 de setembro.
Durante
a operação os policiais gritavam que estavam dispostos
a matar, pois ali todos eram vagabundos.
Os
camponeses foram rendidos, obrigados a sentar no chão com armas
apontadas para a cabeça. Um dos policiais começou a
tirar fotos de todos e os que resistiam eram espancados com tapas
no ouvido e empurrões. Um dos acampados perguntou aos policiais
se tinham ordens para agirem daquela forma, e eles responderam que
“faziam do jeito deles e que todos que estavam ali eram bandidos”,
disseram que o governo do estado estava pagando para que vigiassem
aquela fazenda.
Mais
um episódio revela a que grau chegou a criminalização
de pobreza no país. O companheiro Cicinato Nascimento, membro
da Liga Operária, foi alvo da ação do Estado
policial-fascista em sua própria casa. Na noite de domingo
por volta das 21 horas, sob a justificativa de que estavam procurando
bandidos e drogas na comunidade, seis policiais invadiram a casa do
nosso companheiro, localizada na Vila Boa Vista, no Bairro de Passarinho
em Recife. Os seis policiais fardados, mas sem identificação,
o insultaram diante de sua esposa com palavras de baixo calão
e o espancaram fortemente, chutando sua perna deficiente e atingindo
o seu braço direito com uma pá (utilizada em serviço
de alvenaria).
O
companheiro não se intimidou e questionou a abordagem criminosa,
mesmo assim a polícia continuou o agredindo com chutes, pontapés
e tapas no ouvido, ameaçando matá-lo com a pá
e a pistola. Durante a madrugada, voltaram para jogar a pá
que haviam levado e a jogaram em frente a sua residência.
O
companheiro Cicinato é um homem trabalhador, honesto e dedicado
à causa revolucionária em defesa do povo pobre, e com
muito sacrifício, cursa também um curso técnico
à noite, no CEFET-PE. Essa ação policial truculenta
revela como o Estado “está cuidando das pessoas”
ao colocar a polícia na periferia da cidade para invadir a
casa de um homem trabalhador e de forma truculenta agredir sua família.
Estes covardes não podem permanecer impunes! Casos como a morte
de João Roberto, Morro da Providência (RJ), Maria Eduarda
(PE), Rafaeli Ramos (Paraná) e a menina de oito anos morta
por um policial no Maranhão, confirmam o quanto o caso não
é isolado, e sim de como a polícia é preparada
para reprimir e assinar as massas exploradas.
Rebelar-se
é justo contra esse velho e reacionário Estado policial-fascista!
Viva o povo pobre e trabalhador das favelas e periferias, fora com
a polícia repressora e assassina!
Retransmitimos
denúncia urgente da Comissão Nacional das Ligas de Camponeses
Pobres
Goiânia, 18/09/2008
Denúncia
urgente!
A
Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres conclama a
todos os verdadeiros democratas e apoiadores da luta camponesa a prontamente
se manifestarem contra a absurda ação policial contra
os camponeses de Jacy Paraná, distrito de Porto Velho, que
lutavam pela posse da Fazenda Mutum!
Os camponeses foram ilegal e covardemente atacados, homens, mulheres
e crianças, para que os policiais reintegrassem na posse do
latifúndio o grileiro que reclamava a área. E ESTA ÁREA
TEVE DECISÃO DE JUIZ FEDERAL COMPROVANDO QUE A ÁREA
É TERRA PÚBLICA, E QUE QUEM NÃO PODERIA DE FORMA
NENHUMA RECLAMAR OU UTILIZAR AS TERRAS ERA O LATIFUNDIÁRIO!
A JUSTIÇA FEDERAL DEU EMISSÃO DE POSSE PARA O INCRA!!!!
E mais: os camponeses foram atacados a tiros pelos policiais à
noite!
Tudo isso para justificar a versão fantasiosa e tardia divulgada
na imprensa (a versão final, dos doze presos, só foi
divulgada no final da tarde de hoje, enquanto pela manhã uma
nota no mesmo veículo de imprensa fala de dois presos; em nenhum
momento as notícias divulgadas pela polícia e reproduzidas
falavam do ataque de policiais e pistoleiros ao acampamento), de que
se tratou de confronto entre policiais e camponeses, que teriam sido
denunciados pela mãe de um camponês. Mentirosos! Hipócritas!
Será que os banqueiros ricos e corruptos, presos e depois soltos,
que a grande imprensa reclamou “serem maltratados” pela
polícia, foram atacados a tiros em suas casas noite?
No mais, são as velhas e requentadas calúnias contra
a Liga de Camponeses Pobres de Rondônia, agora colocadas pela
repressão na boca de uma inocente “mãe”.
E mais: para sustentar a farsa, as mentiras, ATÉ AGORA OS POLICIAIS
NÃO DIVULGARAM OS NOMES DOS COMPANHEIROS PRESOS!
A verdade é que os policiais de Rondônia fizeram uma
reintegração de posse ilegal e à noite, contra
camponeses e camponesas sem defesa, atiraram contra as famílias
e não se sabe mais o quê.
Camponeses podem estar presos sendo torturados, companheiros desaparecidos
podem ter sido executados!
EXIGIMOS A VERDADE!
EXIGIMOS QUE TODAS AS FAMÍLIAS, OS ADVOGADOS E TODOS QUE LUTAM
PELA VERDADEIRA JUSTIÇA VISITEM OS COMPANHEIROS PRESOS!
EXIGIMOS A LIBERTAÇÃO DE TODOS OS COMPANHEIROS PRESOS!
EXIGIMOS QUE SEJA CUMPRIDA A DECISÃO DA JUSTIÇA FEDERAL:
LATIFUNDIÁRIO FORA E CAMPONESES NA TERRA PÚBLICA!
ABAIXO A CRIMINALIZAÇÃO DA LUTA CAMPONESA!
Leia o manifesto
divulgado pela Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos
do Povo - FRDDP:
Manifesto
contra a carestia de vida, a corrupção e a farsa das
eleições
De
dois em dois anos o velho Estado, através dos monopólios
de comunicação, chantageia o povo pressionando para
que todos compareçam às urnas para cumprir com o dever
de “cidadão”. Para as classes dominantes e seu
velho Estado, o pobre é cidadão somente para eleger
quem será o seu próximo capataz.
Grande
manifestação contra a carestia
de vida, a corrupção e a farsa das eleições
Dia 2 de outubro – praça 7 às 16 horas
em
Belo Horizonte
A
Liga Operária soma-se à justa homenagem prestada pela
Liga dos Camponeses Pobres ao companheiro Zé Ricardo, por ocasião
de um mês da lamentável perda desse grande lutador do movimento
camponês.
Mortes
de camponeses em “acidentes” de transporte são sucessivos
crimes do latifúndio
Latifúndio
assassina camponeses utilizando precário transporte em caminhões
Em
Minas Gerais, em menos de quinze dias foram ceifadas as vidas de 18
camponeses e mais de 30 ficaram feridos em dois crimes praticados pelo
latifúndio, que explora trabalhadores rurais para as colheitas,
e os transportam de forma pior que gado. Os trabalhadores são
carregados como animais, jogados de qualquer jeito nas carrocerias dos
caminhões. O latifúndio, essa chaga que se arrasta há
cinco séculos no Brasil, conta com toda garantia do Estado e
esse tipo precário de transporte que utiliza é totalmente
legalizado pelo Estado e aceito pelos governos federal e estadual, órgãos
de trânsito, polícia militar rodoviária e etc.
Reproduzimos
notícia divulgada pelo Resistência Camponesa (www.resistenciacamponesa.com),
o Jornal da Luta Combativa dos Camponeses Pobres, sobre a realização
do 5º Congresso da LCP-RO
Vitorioso
Congresso da LCP
Nos
dias 22 e 23 de agosto foi realizado no campus da Universidade Federal
de Rondônia o 5° Congresso da LCP-RO que contou com a participação
de 410 pessoas entre camponeses, estudantes, professores, entidades
e movimentos populares. Ao todo estiveram representadas mais de 20 áreas
camponesas.
O
Congresso aconteceu num momento de acirramento da luta pela terra na
região, em que várias áreas camponesas foram ou
estão ameaçadas de despejos e sofrem ataques de bandos
armados a serviço do latifúndio em conluio com policiais.
Junto
a esta situação temos visto uma escalada repressiva do
Estado contra o direito do povo trabalhar. Exército, Ibama e
Sedam atacaram principalmente as cidades de Machadinho, Cujubim, Ariquemes
e Buritis que sobrevivem da extração da madeira. O INCRA
atua como polícia, tratando de criminalizar e desmobilizar a
luta camponesa.
Reproduzimos
denúncia da Liga dos Camponeses Pobres de Rondonia e Comissão
de acampados do acampamento Nova Conquista.
PISTOLEIROS
ESTÃO QUEIMANDO CASAS COM A CUMPLICIDADE DO INCRA DA JUSTIÇA
E DA POLÍCIA DE RONDONIA.
Em
2006 o camponês Valdomiro venâncio teve todas as suas plantações
queimadas por supostos “funcionários” da fazenda
dipar ( pistoleiros ou assassinos de aluguel)
desde quando os camponeses ocuparam os 21 lotes que fazem parte da gleba
jorge Teixeira que foi grilada da união por um bando de ladrões
de terra, liderados pelo mais conhecido ladrão de terras da união
SEBASTIÃO CONTI NETO E POR
UM EMPRESARIO DE PORTO VELHO, CONHECIDO COMO LUIZ
DA DIPAR. os sofrimentos dos camponeses da linha 4 não
tem cessado.
No
dia 16 de agosto de 2008 chegou uma caminhonete tipo fiat strada de
cor cinza escuro em minha casa com quatro homens armados se identificando
como funcionários da dipar fazendo perguntas do tipo:
“como é o nome do seu vizinho?”,e falaram para mim:
que iam me denunciar para a operação arco de fogo, me
acusando de ter colocado fogo na fundiária do meu lote.
E então um deles perguntou para o outro se tinha gasolina, e
depois começaram a rodar em volta da minha casa e olhar tudo,
falando que a casa podia pegar fogo e que eu poderia morrer queimado.
Reproduzimos nota de Denúncia da Liga dos Camponeses Pobres
do Pará e Tocantins sobre mais um covarde assassinato de um camponês
da "Forkilha"
DENÚNCIA
Grupos de extermínio de Redenção assassinam mais
um camponês da “Forkilha”!
O companheiro Edivaldo Sousa do Nascimento, camponês, moto-taxista,
muito conhecido pelo apelido de “Bagaceira”, companheiro acampado
na Forkilha no ano passado (2007), que tinha sido vítima da ação
militar da Governadora Ana Júlia (Paz no Campo), foi brutalmente
EXECUTADO na última quinta-feira, 24 de julho, com mais de seis
tiros.
Somente seu documento foi levado, ele não foi assaltado!
Também com seis tiros foram assassinados outros companheiros da
Forkilha, como o companheiro Foguinho, recentemente executado!
Também o companheiro Edivaldo “Bagaceira” comentou
com seus companheiros que suspeitava estar sendo seguido por duas motos
de tipos “BROSS” da cor preta!
O companheiro Edivaldo, em seus quase 40 anos de vida sempre lutou e trabalhou.
Já fora vaqueiro e montador de rodeio. Era moto-taxista, e em muitos
domingos, na época da Forkilha, vendia milho verde assado na feira.
Sonhava e lutava pela terra!
Estava unindo dezenas de companheiros para fortalecer a luta que segue
pela conquista definitiva pelos camponeses do latifúndio escravagista
e assassino da Forkilha.
O companheiro Edivaldo foi executado! Deixou viúvas e filhos.
Que estão aterrorizados e não querem ver ninguém!
O companheiro Edivaldo é mais uma vítima da CRIMINALIZAÇÃO
DO MOVIMENTO CAMPONÊS!
O companheiro Edivaldo é mais uma vítima do latifúndio
assassino do Pará!
O companheiro Edivaldo é mais uma vítima da Governadora
Ana Júlia (PT), que conseguiu ser mais violenta contra o movimento
camponês que o responsável por Eldorado dos Carajás,
Almir Gabriel.
Ana Júlia (PT) é mandante da maior ação
militar contra camponeses em luta pela terra desde as operações
do regime militar contra a “Guerrilha do Araguaia”!
Ana Júlia (PT) insiste em se negar a reconhecer as torturas praticadas
por se4us cães de guarda na operação “paz
no campo” Forkilha!
Ana Júlia (PT) não fez nada para desmontar o controle
e a ligação da Polícia Militar e do judiciário
com o latifúndio, e as ações conjuntas de pistoleiros,
policiais e latifundiários para assassinar camponeses!
Diante do povo de Redenção e do sangue do companheiro
Edivaldo, reafirmamos uma vez mais que sua morte não será
em vão!
Liga dos Camponeses Pobres do Pará e de Tocantins
Reproduzimos
denúncia do CODEVISE - Comitê de Defesa das Vítimas
de Santa Elina
FAMILIAS
DE SANTA ELINA SÃO BRUTALMENTE DESPEJADAS PELA PM
Corumbiara,
22 de julho
Na
manha de hoje, 70 policiais militares dos municípios de Vilhena,
Colorado, Cerejeiras, Pimenteiras, Corumbiara, Chupinguaia e Cabixi,
em uma verdadeira operação de guerra, despejaram-nos,
as 100 famílias que desde o dia 11 de maio haviam tomado a
fazenda Santa Elina, local este, palco do chamado ‘MASSACRE
DE CORUMBIARA”, ocorrido no dia 09 de agosto de 1995. Os policiais
após o despejo queimaram todos nossos barracos com os pertences
dentro.
No dia 20 deste mês 10 agentes do IBAMA e da policia federal
desceram de helicóptero perto do acampamento e disseram-nos
que podíamos ficar sossegados, que não haveria despejo
algum.Não acreditamos pois desconfiamos que podia apenas ser
um levantamento para a futura expulsão conforme aconteceu.
A maior parte de nós acampados é sobrevivente do massacre
e desde que ocupamos a Santa Elina inúmeras tentativas de nos
enrolar e desmobilizar nosso acampamento tem sido feitas, principalmente
pelo INCRA e o senhor Gercino, da Ouvidoria Agrária Nacional.
Primeiro nos disseram que iam vistoriar a Santa Elina, depois disseram
que iam suspender a liminar de reintegração de posse,
depois que teríamos que sair da área para poder cortá-la.
Ora, já dissemos várias vezes que cansamos de esperar!
São 13 anos de promessas não cumpridas, em especial
a de Lula de que se fosse eleito, cortaria a Santa Elina e indenizaria
as vítimas do massacre. Não vamos esperar pelo INCRA,
vamos retomar a Santa Elina novamente, e não será com
ameaças de um novo massacre que vamos desistir dela.
A
SANTA ELINA É NOSSA!
O
POVO QUER TERRA, NÃO REPRESSÃO!
COMITÊ
DE DEFESA DAS VÍTIMAS DE SANTA ELINA
Panfleto
distribuído pelo Núcleo da Liga Operária do Rio
de Janeiro, em apoio à combativa greve dos petroleiros
VIVA
A COMBATIVA GREVE DOS PETROLEIROS EM MACAÉ!
Após
cinco dias de greve, os petroleiros saem de cabeça erguida,
com a certeza de que a luta é o único caminho para avançar
nas conquistas.
Nem
Petrobras, nem os pelegos da FUP acreditavam em greve
Após
indicarem um calendário de luta com duas semanas de paralisação
de PTs, para só então realizar uma greve de produção,
os pelegos da direção do Sindipetro-NF caíram
do cavalo. Achavam que até o dia da greve, seus companheiros
gerentes-sindicalistas da direção da companhia iriam
atender ao seu pleito. Achavam que após duas semanas de mobilização
pouco impactante, os petroleiros não teriam fôlego para
enfrentar seus gerentes e parar a produção. O resultado
foi a concretização de uma forte e vitoriosa greve,
a primeira desde a eleição do governo Lula, com mobilização
da maioria das plataformas.
Petroleiros
não aceitaram a truculência da Petrobras
Funcionários
antigos se uniram aos novos, passando sua experiência e dando
a oportunidade para os jovens petroleiros botarem em prática
sua ferramenta mais forte para fazer valer os seus direitos: a greve.
A Petrobras, por sua vez, mostrou a verdadeira face de empresa “socialmente
responsável”: buscou colocar os poços para produzir
a qualquer custo, mesmo sabendo estar pondo em risco a segurança
dos seus empregados e petroleiros terceirizados. As petroleiras mulheres
mostraram sua importância, junto de todos os companheiros, não
se deixando intimidar por intervenções de gerentes,
estando presentes em todas as assembléias e mobilizações.
Esta
greve dos petroleiros é a resposta a este governo Lula, que
tem como lógica garantir os lucros dos acionistas de Nova Iorque,
seja como for, não reconhecendo os direitos dos trabalhadores
e passando por cima normas ambientais e de segurança. O Ministro
de Minas e Energia Lobão, após declarar que “a
greve era injusta, ainda mais para trabalhadores que ganham R$10.000,00
e trabalham 14x28”, teve que se calar frente ao movimento inquebrantável
dos petroleiros após cinco dias de mobilização.
A
Liga Operária se solidariza com a luta dos petroleiros, se
colocando a disposição para a continuidade desta mobilização
e para futuras batalhas, afirmando que a luta dos petroleiros precisa
se por lado a lado das demais lutas dos trabalhadores, no sentido
da construção de uma Greve Geral, única forma
de impedir as reformas anti-povo que o governo de Luís Inácio
vem a anos tentando implementar.
LIGA
OPERÁRIA - ligaoprj@hotmail.com
Reproduzimos denúncia da Frente de Direito de Defesa do Povo
sobre o covarde assassinato do garoto João Roberto
pela polícia do Rio de Janeiro
Abaixo
o Estado policial-fascista
Polícia é preparada
para matar pobres
Desabafo
indignado do taxista Paulo Roberto Amorim, pai do menino João
Roberto de 3 anos, que foi assassinado pela polícia militar
do Rio de Janeiro.
“Ninguém
tem direito de matar ninguém, o Estado não tem carta branca
pra matar ninguém, aqui não tem pena de morte gente!”
“Eles não perseguiram os bandidos, fecharam o carro da
minha família e metralharam o carro com uma mulher e duas crianças
dentro.”
“Eu quero justiça, as pessoas têm que pagar por o
que elas fizeram. Eu não posso perder um filho de 3 anos pra
uma polícia como essa que está na nossa cidade, eu não
pago os meus impostos pra vir um pessoal aí pra executar os outros.
A minha mulher jogou a bolsa pela janela, pra alertar à eles
que tinha criança no carro, eles não paravam de atirar.
Ela ainda abriu a porta e se lançou no meio das balas para salvar
os filhos dela. A minha mulher está cheia de estilhaço
pelo corpo, eles não tiveram piedade, eles não tiveram
pena, eles vieram para executar! Gente, que polícia é
essa!”
“Homem de preto o que é que você faz? Eu faço
coisas que assusta o satanás.
Homem de preto qual é sua missão?
Entrar pela favela e deixar corpo no chão.”
“Tropa
de elite,
osso duro de roer,
Pega um, pega geral,
também vai pegar você!”
Trechos do tema do filme fascista “Tropa de Elite” se
tornou hino das hordas fascistas no país e é uma demonstração
da preparação que se faz das policias e do clima de supremacia
policial que se procura incutir.
Reproduzimos
nota da Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste
Liberdade imediata para o companheiro
Fábio Paraíso da Luz
Companheiros
e companheiras, democratas de todo o Brasil,
No dia 3 de julho, quinta-feira, o camponês Fábio Paraíso
da Luz foi preso no município de Lagoa dos Gatos (Pernambuco).
O companheiro foi vítima de uma armação policial,
cujo objetivo era prender o dirigente da LCP (Nordeste) José
Ricardo de Oliveira Rodrigues.
Fábio e Ricardo estavam almoçando num estabelecimento
comercial em Riachão de Dentro, zona rural de Lagoa dos Gatos,
quando 3 políciais militares desceram da viatura, que vinha em
alta velocidade, com arma em punho gritando para Ricardo levantar as
mãos. Os PMs revistaram Ricardo e deram busca em toda a casa.
Fábio estava no interior da casa foi revistado pelos policiais,
que também nada encontraram. Então, os policiais apareceram
com um revólver dizendo que este pertencia a Ricardo. Para que
o companheiro Ricardo não fosse preso Fábio afirmou que
aquela arma era sua.
VIVA
A COMBATIVA GREVE DOS TRABALHADORES METALÚRGICOS DA TEKSID
E NEMAK!
Saudações
classistas e combativas aos companheiros em greve deflagrada na madrugada
de ontem e que prosseguiu firme durante todo o dia por decisão
da maioria dos operários. A iniciativa dos companheiros do
primeiro turno de permanecerem na empresa para mobilizar o turno seguinte
foi muito importante, pois demonstra que o caminho da luta é
a unidade entre todos os trabalhadores na firme decisão de
resistir contra a exploração dos patrões e defender
com greve os seus direitos.
Apoiamos as justas reivindicações dos grevistas pelo
aumento da PLR, não aceitando as migalhas propostas pelos patrões,
assim como o fim das jornadas aos sábados como compensação
das folgas semanais e também a equiparação salarial
para metalúrgicos com a mesma função.
A luta dos trabalhadores metalúrgicos de Betim, assim como
a greve dos trabalhadores rodoviários da carga em todo o país,
a greve dos trabalhadores da saúde do Pará e tantas
outras, é a resposta contra o arrocho, exploração
e miséria impostos por este governo oportunista de PT/PCdoB,
que com suas “reformas” e medidas antipovo só beneficia
os patrões e grandes burgueses.
Novamente os políticos oportunistas e corruptos se preparam
para o circo eleitoral com suas promessas enganosas. Por isso é
ainda mais importante o exemplo dos companheiros grevistas da Teksid
e Nemak e demais lutas populares, que apontam o verdadeiro caminho
para defender os direitos do povo: a luta classista e combativa.
Somente através da união, das mobilizações,
das greves e todas as lutas dos trabalhadores é que o povo
poderá resistir e combater os ataques deste governo da grande
burguesia e latifundiários.
Prestamos nosso total apoio e solidariedade aos companheiros, nos
colocando lado a lado nesta luta e em futuras batalhas!
Viva a luta classista e combativa!
Rebelar-se é justo!
Abaixo a farsa eleitoral, viva a luta popular!
Processo
de licitação do transporte público de Belo Horizonte
só favorece os monopólios dos transportes
Foi
publicado no dia 19 de julho o resultado das licitações
para o transporte público da cidade. Nessa semana está
em trâmite o processo de renovação das licitações
públicas do transporte coletivo de Belo Horizonte. As empresas
que monopolizam o sistema de transporte coletivo, juntamente com a
Prefeitura Pimentel/PT, renovaram o dito “contrato” de
licitação para mais 20 anos, dessa vez firmaram o acordo
com a prefeitura através da quantia de R$230 milhões
que será paga em 5 anos, o que corresponde ao desconto de R$0,10
de cada passagem paga durante esse prazo de 5 anos.
Abaixo
o velho Estado, assassino e sanguinário!
Fora tropas do Exército do Morro da Providência!
O
assassinato dos jovens trabalhadores Florêncio de 24 anos, Wellington
Gonzaga da Costa de 19 anos e Paulo da Silva Correia de 17, agredidos
e levados por um grupo de soldados do Exército a um outro Morro
controlado por uma facção rival para serem executados,
se soma aos inúmeros crimes cometidos pelo gerenciamento Luis
Inácio/Cabral e demais entrepostos como o senador Marcelo Crivella,
contra milhares de trabalhadores cariocas.
Em
sucessivas ondas de pro-testos, trabalhadores de bairros pobres se
levantam contra o terrorismo policial. No terceiro dia de protestos,
em frente ao Comando Militar do Leste (em frente ao Morro da Providência)
moradores enfrentaram nova--mente a tropa de choque do Exército
e da polícia militar que atacou manifestantes com bombas de
efeito moral e de gás lacrimogêneo, acompanhados de dezenas
de carros e da tropa de choque da polícia militar. Moradores
indignados, reagiram com pedras, tampas de bueiros e queimaram fardas
camufladas do Exército, e quebraram ônibus e carros no
entorno. Toda a região da central do Brasil ficou fechada por
horas, trabalhadores que passavam na região reagiam com indignação
à ação da polícia militar e do Exército.
Na
última terça-feira, dia 10 de junho, os trabalhadores
do transporte de carga paralisaram a BR 381 em Betim, uma das principais
rodovias da região metropolitana de Belo Horizonte. A greve
faz parte da Campanha Salarial Unificada 2008 encabeçada pela
FETTROMINAS que já paralisou as estradas do sul do estado e
triângulo mineiro exigindo o fim do banco de horas, controle
externo da jornada de trabalho por meio de tacógrafo e papeleta
externa, entre outros. A paralisação da carga é
uma resposta dos trabalhadores à intransigência dos patrões
que estão lucrando milhões com o aumento no preço
dos fretes e teimam em não atender as reivindicações
da categoria. Betim é um grande centro industrial do estado
que recebe cargas de todo o país e esta paralisação
tem um grande peso para os trabalhadores do
transporte de cargas de Minas Gerais, pois demonstra que a adesão
da categoria à luta vem crescendo e se fortalecendo a cada
greve.
O
movimento que ocorreu em frente a fábrica da FIAT automóveis
em Betim, teve grande adesão dos trabalhadores, interrompendo
o trânsito nas 4 pistas da BR com cerca de 10 mil caminhões,
provocando mais de 30 quilômetros de engarrafamento das 5 às
9 horas da manhã.
Leia
o último Jornal Volante Rodoviário
Informativo
do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Belo Horizonte
e Região
Trabalhadores
rodoviários da Carga do Triângulo Mineiro realizam combativa
greve
Seguindo
o exemplo da grande greve realizada no sul de minas, cidade de Varginha,
os trabalhadores rodoviários do transporte de carga de Uberlândia
e região realizaram uma grande mobilização na
última terça-feira dia 03/06. A greve paralisou o trevão
de Uberlândia provocando ao todo mais de 10 km de filas de caminhões.
Esta greve é parte de uma grande jornada de lutas dos trabalhadores
rodoviários da carga que estão dispostos a parar todo
o estado. As mobilizações começaram no sul de
minas, se estenderam ao triangulo mineiro e prometem seguir paralisando
as principais rodovias do estado. Os trabalhadores exigem o fim do
Banco de Horas no transporte de cargas, um reajuste salarial de 30%
dentre outras reivindicações. A paralisação
em Uberlândia iniciou às 6hs da manhã e manteve
parado o trevão até às 9h30min. Os trabalhadores
rodoviários encostavam seus caminhões e aderiam ao movimento
engrossando as fileiras da luta. Estavam presentes vários representantes
de sindicatos do interior de minas e uma grande delegação
de rodoviários de Belo Horizonte que juntos tiveram uma participação
decisiva no movimento.
Veja
mais fotos da paralisação no Trevão de Uberlândia:
Reproduzimos
nota da Liga dos camponeses Pobres do Pará e Tocantins contra
a perseguição à justa luta dos camponeses pela
terra
Forkilha:
Polícia Militar a mando do latifúndio reprime camponeses
Na
manha de sábado, dia 31 de maio cerca de 60 homens da policia
militar do Pará estacionaram tropas em frente ao acampamento
no latifúndio Forkilha, esta operação que está
em curso é totalmente ilegal e está sendo executada
por ordens diretas dos latifundiários de Redenção,
uma vez que não existe ordem judicial para tal ação,
a PM está soltando bombas de efeito moral, ameaçando
de espancamento e de morte os camponeses, dizendo que vão fazer
pior do que as atrocidades cometidas na operação “paz
no campo” realizada em novembro de 2007.
Reproduzimos
nota da Liga dos camponeses Pobres de Rondônia contra a perseguição
à justa luta dos camponeses pela terra
PISTOLEIROS
ATACAM NOVAMENTE EM UNIÃO BANDEIRANTES
No
dia 24/05/2008 o acampamento nova conquista, em união bandeirantes
foi novamente alvo da pistolagem que continua a agir impunemente como
uma força paramilitar.
Ao acampados saíram cedo para trabalhar nos lotes na colheita
de banana quando foram atacados pelos bandidos, e não tiveram
outra saída senão sair correndo para não morrer.
Um companheiro ficou gravemente ferido e teve que ser trazido para
porto velho as pressas, para receber tratamento medico.
Os pistoleiros trabalham para um bandido perigoso conhecido em união
bandeirantes como “Adailton Martins” esse adailton age
a mando de um empresário de porto velho conhecido como “Luiz
da dipar” que está tentando grilar uma grande quantidade
terra em união bandeirantes desde 1996 sempre usando e abusando
do poder que o dinheiro lhe dá para corromper funcionários
do INCRA, que fornecem a ele declarações de posse para
ele tomar nossas terras.
Não vamos aceitar que a corrupção, a inércia
e a burocracia do INCRA continue colaborando com a grilagem de terras
em união bandeirantes.
Vamos continuar trabalhando e morando nessas terras, independente
de perseguições e tentativas de assassinatos feitas
por latifundiários, acobertados pela corrupção
e pela burocracia do estado e seus órgãos.
Qualquer morte que venha a ocorrer vamos responsabilizar o INCRA e
a ouvidoria agrária pela conivência que estão
demonstrando ter com a grilagem de terras em Rondônia.
VIVA A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!
O POVO QUE TERRA, NÃO REPRESSÃO!
TERRA A QUEM NELA TRABALHA!
LIGA DOS CAMPONESES POBRES DE RONDÔNIA
Reproduzimos
nota da LCP-Para e Tocantins sobre a reocupação da fazenda
Forkilha
A
FORKILHA É NOSSA
No dia 26 de maio de 2008 cerca de 300 famílias de camponeses
pobres da região de Redenção, Pau d'Arco, Casa
de Tábua e Conceição do Araguaia retomaram o
latifúndio Forkilha.
Este
latifúndio foi palco de uma das maiores operações
repressivas praticadas contra camponeses nos últimos anos no
Estado do Pará. A ação foi promovida pelas Policias
Militar, Civil e Rodoviária Federal e contou com todo apoio
de unidades do Exercito Brasileiro, a mando da governadora ANA JULIA(PT).
Esta repressão covarde contra os camponeses ocorreu após
campanha caluniosa dos meios de comunicação do latifúndio,
tanto regional como nacional como a revista Veja e jornal Folha de
S. Paulo, contra a LIGA DOS CAMPONESES POBRES. Acusaram a Liga de
"bando armado", de "quadrilha", de "utilizar
tática de guerrilha", etc., tudo isso para justificar
a repressão, torturas e perseguição contra os
camponeses da região. Esta campanha teve o dedo sujo do deputado
federal GIOVANNI QUEIROZ (PDT), ex-prefeito de Conceição
do Araguaia, conhecido testa de ferro do latifúndio e inimigo
dos camponeses. O reacionário Giovanni Queiroz sempre foi ligado
à UDR e é defensor dos latifundiários que praticam
trabalho escravo na região (Usina Pagrisa em Ulianópolis
e recentemente em fazenda de São Félix do Xingu).
Reproduzimos
vídeo divulgado pela Frente Revolucionária de Defesa
dos Direitos do Povo
1º
de Maio Classista em SP
Corumbiara
- RO, 13 de maio
FAZENDA
SANTA ELINA
é tomada pelos camponeses
Reproduzimos
nota enviada pelo Comitê de Defesa das Vítimas de Santa
Elina - CODEVISE, sobre a retomada da Fazenda Santa Elina pelos camponeses.
O
CODEVISE é uma organização dos sobreviventes
do conhecido Massacre de Santa Elina em Corumbiara/RO(1995), e seus
membros estiveram presentes em Brasília em agosto de 2007 para
exigir punição aos responsáveis pelo massacre,
indenização e terras para as famílias camponesas.
CODEVISE acampado em Brasília em Agosto de 2007
Na tarde do dia 11 de maio (domingo) nós, as famílias
sobreviventes do massacre de Corumbiara, juntamente com outros camponeses
da região, tomamos a fazenda Santa Elina em Corumbiara.
O massacre da qual fomos vítimas ocorreu nesta fazenda no dia
9 de Agosto de 1995, quando com a autorização do então
governador do estado de Rondônia Valdir Raupp, tropas da polícia
militar, juntamente com pistoleiros do latifundiário Antenor
Duarte, atacaram de madrugada as 600 famílias ali existentes.
Resistimos como pudemos com foices, motos-serra e pedaços de
pau, mas após termos sido dominados, assistimos execuções
sumárias e sofremos inúmeras torturas. Neste fato que
teve repercussão internacional foram assassinados 9 de nossos
companheiros incluindo a pequena Vanessa de 7 anos de idade, vários
desaparecidos, além de mutilados e outras seqüelas físicas
e psicológicas.
Reproduzimos
nota da LCP-RO sobre mais um covarde assassinato de camponês
em Rondônia.
Jagunços
da família Catâneo atacam covarde e impunemente na região
de Campo Novo
Às
8 horas da manhã, do dia 29 de abril de 2008, seis pistoleiros
da família Catâneo atacaram acampados do acampamento
Conquista da União. Eles estavam passando pela linha 02, no
município de Campo Novo em cima de um caminhão.
Segundo
os acampados, os pistoleiros, que portavam armas de grosso calibre,
pararam o caminhão e começaram a atirar e só
pararam quando um senhor já idoso implorou, pois eles já
estavam indo embora.
Reproduzimos
carta de agradecimentos feita pelo camponês José Ricardo
e nota produzida pela Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste
Carta
de Agradecimento aos democratas de Pernambuco, do Nordeste e de todo
o Brasil
“No
dia 5 de fevereiro de 2005 iniciou um calvário em minha vida,
onde houve uma investida desastrosas de policiais que queriam me matar.
Policiais que fazem trabalho de jagunços, e que tem a tarefa
de defender o latifúndio. A partir deste episódio eu
vim amargando dentro da prisão durante 3 anos e 1 mês.
Durante este tempo iniciou-se uma batalha dos companheiros do MEPR
e da LCP para conseguir minha liberdade. Depois de muito sofrimento
obtivemos sucesso e no dia 3 de abril de 2008 foi concedido que eu
esperasse o julgamento em liberdade.
Diante disso venho através dessa carta agradecer a todos que
sempre acreditaram em minha inocência. A prova disto está
nos assentamentos e acampamentos que mesmo sofrendo inúmeras
perseguições confiaram em mim e me receberam de braços
abertos.”
1º
de Maio Classista marca o dia do Internacionalismo Proletário!
Cerca
de 1500 pessoas participaram do 1º de Maio Classista em São
Paulo. O ato começou ás 10h da manhã na Casa
de Portugal, na Av. Liberdade e teve a participação
de operários, camponeses, estudantes e intelectuais honestos.
O Dia do Internacionalismo Proletário foi marcado com luta
no centro de São Paulo. Diferente do peleguismo das centrais
sindicais que sorteou carros, apartamentos, teve shows de artistas
e discursos de candidatos corruptos e ladrões, o 1º de
Maio Classista foi independente e de luta. Foi erguida alta a bandeira
de luta contra o imperialismo, principalmente o ianque, contra o capitalismo
burocrático, e em preparação da Greve Geral conta
as reformas antioperárias do governo FMI-Lula e seus lacaios.
Foi prestado grande apoio e solidariedade integral à Liga dos
Camponeses Pobres de Rondônia que estão sofrendo grande
perseguição de jagunços e policiais do aparatado
estatal repressor e latifundiário.
O ato representou a unidade de luta e ação de diversas
organizações proletárias de todo o país.
O ato foi organizado pela Frente Revolucionária de Defesa dos
Direitos do Povo, Liga Operária, Liga dos Camponeses Pobres,
MEPR – Movimento Estudantil Popular Revolucionário, MFP
– Movimento Feminino Popular, e diversos sindicatos classistas
e combativos. Juntamente com a proposta de engrossar as fileiras de
luta contra a exploração, a opressão, o peleguismo
sindical, a perseguição dos Camponeses de Rondônia
o ato também foi organizado pelo PCO – Partido da Causa
Operária, AJR – Aliança da Juventude Revolucionária,
o coletivo de mulheres, Rosa Luxemburgo, e de negros, João
Cândido, e diversos sindicatos classistas e combativos.
Fora
com o peleguismo, a traição e oportunismo das centrais
sindicais!
Viva a Revolução Agrária!
Viva a Aliança Operário Camponesa!
Preparar a Greve Geral!
Viva
o 1º de Maio!
Em todo
o mundo, os povos e nações explorados e oprimidos celebram
o 1º de Maio. Neste dia celebramos a luta internacional do proletariado
e rendemos homenagem aos heróis da classe, encarnados nos imortais
mártires de Chicago que, em 1886, lideraram a luta pela redução
da jornada de trabalho para 8 horas;
Neste dia a classe operária, os camponeses, estudantes, intelectuais
progressistas, homens e mulheres levantam-se empunhando a bandeira
comum do Internacionalismo Proletário; Desde a heróica
resistência iraquiana, principal frente de luta dos povos do
mundo contra o imperialismo, às masmorras de tortura da reação,
convertidas pelos revolucionários prisioneiros de
guerra em luminosas trincheiras de combate; Desde os enfrentamentos
das Guerras Populares na Turquia, Filipinas, Índia, Nepal e
Peru, onde verdadeiros Partidos Comunistas, sob o mando e guia do
maoísmo conduzem o processo revolucionário; Desde os
subterrâneos do Afeganistão, Líbano e Palestina,
onde a resistência armada do povo impõe derrotas sucessivas
ao imperialismo e seus lacaios; Desde as periferias da América
do Norte e Europa, onde milhares de imigrantes e jovens proletários
levantam-se em ondas tormentosas contra a exploração,
o regime de servidão, violência e miséria; Desde
os continentes asiático, africano e latino-americano, arrasados
pela rapina, espoliação, atraso, fome e doenças,
onde milhões de massas se levantam no campo e cidade contra
a semifeudalidade e o colonialismo; O 1° de Maio é o dia
da unidade do proletariado e de todos os trabalhadores do mundo. É
a data onde celebramos a concretização de uma Frente
Única Revolucionária internacional, atendendo a convocação
feita por Karl Marx e Friedrich Engels há 160 anos com o lançamento
do Manifesto do Partido Comunista: “Proletários de todos
os países, univos!”. Nas fábricas, no campo, nas
vilas, favelas, bairros proletários, universidades e escolas,
sindicatos classistas, em todos os rincões do mundo, nesta
data, punhos erguidos saúdam: Viva o 1º de Maio!
Jagunços
da família Catâneo atacam covarde e impunemente na região
de Campo Novo
As 8:00 da manhã do dia 29/04/2008 seis pistoleiros da família
catâneo atacaram acampados do acampamento conquista da união
que estavam passando pela linha 02, municipio de campo novo em cima
de um caminhão.
Segundo os acampados os pistoleiros armados com armas de grosso calibre
pararam o caminhão e começaram a atirar no caminhão
e so pararam quando um senhor já idoso implorou para que parassem
que eles já estavam indo embora.
O motorista do caminhão(eison dutra barros) foi gravemente ferido
com um tiro na barriga que vazou em suas costas e veio a falecer agora
a tarde no Hospital Público da cidade de Buritis-RO.
Momentos depois do conflito Pms estiveram na casa de familiares de um
acampado atingido no conflito, mas não se identificaram porque
não usavam tarja com o nome.
O conflito existente no local é notório e a autoridade
policial faz vista grossa para a ação dos pistoleiros.
Acusa os acampados de estarem armados, mas no conflito quem morreu e
quem saiu atingido com tiros foram apenas os acampados.
O peso dessa morte recai diretamente na responsabilidade do jornalista
da Revista IstoÉ alan rodrigues, do grileiro sebastião
conti neto, do corrupto governador de Rondônia, ivo cassol, do
major enedy, do Secretario de Segurança Pública de Rondônia
– Cezar Pizzano, do comandante do batalhão de polícia
ambiental josenildo jacinto, do Jornal Folha de Rondônia e de
todos que se omitem e acobertam as atividades criminosas desses grileiros
de terras públicas da União.
Vários depoimentos foram gravados hoje com os desesperos das
pessoas que presenciaram o ataque dos bandoleiros da Família
Cataneo que impõe o terror no Estado de Rondônia, invadem
terras da União, com a conivência dos órgãos
do Estado.
LIGA DOS CAMPONESES POBRES DE RONDÔNIA.
VIVA A REVOLUÇÃO AGRÁRIA.
CONQUISTAR A TERRA, DESTRUIR O LATIFÚNDIO.
Companheiros
e companheiras,
O
1º de maio tem um profundo significado para os trabalhadores em
todo o mundo, pois nesse dia celebramos a luta internacional do proletariado
e rendemos homenagem aos heróis da classe, encarnados nos imortais
mártires de Chicago que, em 1886, lideraram a luta pela redução
da jornada de trabalho para 8 horas.
O 1º de maio é um dia de luta. A classe operária
é uma só, independente das diferenças que existem
entre povos e nações. Lutamos pela mesma bandeira da completa
emancipação da classe trabalhadora, pela destruição
do velho e decrépito sistema capitalista imperialista que explora
e oprime os povos do mundo. O internacionalismo proletário é
a bandeira política de luta comum e apoio mútuo dos trabalhadores
de todos os países.
Reproduzimos
nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
Camponeses
ameaçados de despejo e prisão arbitrária
O
Acampamento Raio do Sol, localizado na linha C-50, km 80 (Ariquemes
– Rondônia) possui 40 famílias que moram e produzem
nos lotes há mais de dois anos.
Os acampados já foram vítimas de quatro tentativas de
reintegrações de posse em que tiveram seus pertences furtados,
pilhas de arroz queimadas, plantações destruídas,
casas demolidas e muitos foram presos de forma arbitrária. As
ameaças de pistoleiros e policiais são constantes.
O mais revoltante é que essas terras são terras da união
e possuem uma ação de retomada pelo INCRA na justiça
federal contra os licitantes: João Luiz da Fonseca e Dalmi Rodrigues
de Morais.
A
Liga Operária retransmite nota da Liga dos Camponeses Pobres
de Rondônia em resposta às acusações mentirosas
publicadas pela última edição da revista Isto é.
Revista
Istoé continua sua sina: venal, porta-voz
do latifúndio e
da reação
Em
mais uma “matéria” assinada por Alan Rodrigues, a
revista Istoé, em sua edição 2007, datada de 23
de abril de 2008, segue sua campanha de calúnias e mentiras contra
a Liga de Camponeses Pobres de Rondônia. Desta vez apresenta,
com o estardalhaço de sempre, 6 fotos que seriam provas definitivas
de que a Liga de Camponeses Pobres promove treinamento de guerrilha
em Rondônia. Com ares de quem desvenda um mistério fala
de um exército de 400 homens, com fuzis FAL, 5 vezes maior que
o número de guerrilheiros que desembarcou em Cuba no iate Gramna
e que deu início à revolução cubana. Em
seu texto, o investigativo jornalista queixa da “omissão
das autoridades federais brasileiras e silêncio do resto do Brasil”
por não darem crédito as suas denúncias anteriores.
Mais uma vez suas fontes são o ladrão de terras e latifundiário
Sebastião Conti, o latifundiário e deputado Moreira Mendes
(PPS) e Cezar Pizzano, chefe de polícia do desmoralizado e corrupto
governador de Rondônia Ivo Cassol. Mas o que publica o senhor
Alan Rodrigues, como furo de reportagem, é requentado do que
saiu publicado no jornaleco Folha de Rondônia, órgão
oficial do latifúndio daquele Estado e em sites da internet da
extrema-direita, catacumbas da ditadura militar, como o do torturador
coronel Brilhante Ustra.
Assunto:
Repressão contra camponeses de Tailândia – Pará
e morte de mais um trabalhador no corte de cana
A
Liga Operária retransmite nota da Liga dos Camponeses Pobres
do Pará denunciando a repressão da força de segurança
nacional do governo FMI-Lula contra os camponeses pobres e trabalhadores
de Tailândia – cidade do nordeste do Pará; e nota
da Liga dos Camponeses Pobres do Centro-Oeste com denúncia da
morte de mais um trabalhador rural no corte de cana, em Campina Verde,
cidade do triângulo mineiro, após ser obrigado pela Usina
Campina Verde Bionergia Ltda a tomar “bebida energética”.
Liga
dos Camponeses Pobres do Pará
Tailândia:
contra desemprego, tomar as terras do latifúndio
O
governo federal voltou a deslocar 150 soldados Força Nacional
de Segurança para Tailândia, cidade do nordeste paraense,
mas agora para reprimir uma onda de tomadas de terras na região
que já soma mais de 20. Esta é a única alternativa
para os milhares de trabalhadores que perderam o emprego com a chamada
operação "Arco de Fogo" que fechou dezenas de
serrarias e madeireiras. Esta operação "Arco de Fogo"
foi executada pelo Ibama e respaldada por um grande efetivo da Força
Nacional de Segurança enviada pelo governo federal para substituir
a PM paraense após os violentos confrontos ocorridos no dia 19
de fevereiro e exibidos para todo Brasil, quando os trabalhadores da
cidade enfrentaram por mais de 12 horas a repressão promovida
pela tropa de choque da Policia Militar. O número de trabalhadores
do setor que foram demitidos ultrapassou 8 mil, em uma população
de 60 mil habitantes. Isto sem falar nos milhares de empregos indiretos
que também foram extintos, uma vez que a economia da cidade girava
em torno da exploração da madeira. O comércio teve
queda de 80% no faturamento e muitos moradores da região estão
desiludidos com esta situação e já falam em vender
tudo e ir embora porque não é mais possível trabalhar.
“E assim, dia após dia, andaram os oito
a vagar,
com uma fome que doía fazendo os filhos chorar.
Mas o que mais lhe doía era, com fome e sem lar,
ver tanta terra vazia, tanta cana a verdejar!” (Ferreira Goulart)
No
último dia 08 de abril o trabalhador Francisco de Assis Ferreira,
de 46 anos, morador da comunidade rural Conquista dos Palmares, que
é apoiada pela Liga dos Camponeses Pobres no município
de Campina Verde, faleceu após ter sofrido os efeitos colaterais
de um “suco” ingerido em função do trabalho
no corte de cana na usina CAMPINA VERDE BIONERGIA LTDA.
Para sugar até a última gota de suor dos trabalhadores
a Usina os expõe a um trabalho estafante e para agüentar
tal exploração estes são obrigados a ingerir este
“suco isotônico/energético”, o popular “rebite”
duas vezes ao dia, às 09:50h e às 14:00h.
Francisco de Assis passou mal enquanto trabalhava, por volta das 15:00h
no dia 08/04 (terça-feira). Sentindo fortes cólicas, câimbras
abdominais, vômito e chegando a desmaiar, chegou ao hospital debilitado,
mas conseguindo falar. Só foi atendido às 19:00h e logo
em seguida veio a falecer.
A
Liga Operária reproduz manifesto da Frente de Defesa dos Direitos
do Povo, distribuído em Ouro Preto, no dia 21 de Abril/2008
Abaixo
a derrama, o corte de direitos e a dominação imperialista
no Brasil
Neste 21
de abril, data da heróica Conjuração Mineira
de 1789, ao render honras aos heróis de nosso povo -
Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, e todos os
conjurados - devemos resgatar a história da luta contra
o jugo da coroa portuguesa e pela libertação nacional.
“Dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria”. Esta
destemida e generosa sentença de Tiradentes ainda ecoa
por todos os rincões deste Brasil. Ela foi a senha para
levantes e rebeliões dos oprimidos ao longo de toda nossa
história.
SEM
SORTEIO DE BRINDES,
SEM SHOWS DE ARTISTAS e
SEM PELEGUISMO.
Assistam
ao vídeo:
"1º
de Maio Classista x Festa dos Pelegos"
Contra
a criminalização do Movimento Camponês
Reproduzimos
nota divulgada pelo Comitê de Solidariedade aos Camponeses de
Rondônia
Denúncia
Urgente dos ataques contra camponeses em Rondônia
Conforme
denunciado pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia no último
dia 9 de abril, um gravíssimo massacre foi perpetrado contra
300 famílias camponesas do acampamento Conquista da União,
em Campo Novo-RO, por pistoleiros encapuzados, em favor da família
Catâneo.
Os
ataques vieram logo após odiosa campanha da revista IstoÉ
e imprensa local a serviço das oligarquias, que taxava os camponeses
como guerrilheiros perigosos, atiçando a repressão contra
o acampamento Conquista da União.
Sem
ordem judicial, os pistoleiros do Catâneo invadiram o acampamento
atirando à queima-roupa contra crianças, velhos e adultos
com armas de grosso calibre.
Reproduzimos
nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
Acampados
da fazenda Catâneo relatam 30 desaparecidos
O
acampamento Conquista da União, localizado próximo à
cidade de Campo Novo-RO, foi atacado na manhã do dia 9 de abril
por cerca de 100 jagunços fortemente armados, com coletes a prova
de balas, coturno e capuz preto. Os camponeses saíram correndo
sob disparos, deixando todos seus pertences para trás. Após
expulsarem as famílias, os pistoleiros queimaram barracos com
roupas, documentos pessoais e mantimentos e a polícia apreendeu
depois cerca de 20 motos que ficaram no acampamento destruído.
O
acampamento não é direcionado pela Liga, mas independente
disso, apoiamos toda e qualquer luta camponesa e do povo por uma vida
digna de trabalho, terra, justiça e nova democracia e contra
mais de 500 anos de exploração, massacres e injustiças
no nosso País.
Reproduzimos
nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres do Pará
Todo
apoio aos camponeses de Rondônia
Nós
da Liga dos Camponeses Pobres do Pará e Tocantins nos solidarizamos
com a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia, que vem sendo vitima
dos mais sórdidos ataques e calunias perpetrados pela revista
istoÉ e a imprensa serviçal do latifúndio do estado
de Rondônia.
Solidarizamos com os camponeses de Jacinópolis que, após
anos de trabalho e lutas transformaram uma região abandonada
e atrasada em uma das mais prosperas do estado de Rondônia, onde
milhares de famílias tiram o seu sustento e não mais dependem
de vender seu suor para latifundiários.
Este é o verdadeiro motivo do ódio e ataques desta imprensa
canalha a serviço do latifúndio. Jacinópolis é
um exemplo a ser seguido por todos os camponeses que lutam pelo Brasil
afora. E é isso que este estado burguês e latifundiário
e sua imprensa não aceitam, que camponeses pobres possam levantar
a cabeça e prosperarem.
Reproduzimos
nota urgente divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
DENUNCIA
GRAVÍSSIMA
MASSACRE
DE CAMPONESES EM CAMPO NOVO-RO
Na
manha de hoje,dia 09 de abril, mais de 100 jagunços fortemente
armados e encapuzados,invadiram o acampamento conquista da união
localizado na br 421 km 140,municipio de campo novo de Rôndonia.
Os jagunços e policiais cercaram o acampamento e foram atirando
em todos que ali se encontravam.Segundo informações passadas
por um camponês que conseguiu escapar, cerca de 15 pessoas incluindo
uma mulher grávida foram assassinadas brutalmente e outras apanhadas
como refém.20 motos e todos pertences dos acampados foram queimados.
A Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia-LCP- vinha denunciando
há várias semanas a preparação de um massacre
de camponeses sem-terra naquela região do estado.Toda a campanha
orquestrada pela grande imprensa de Rondonia e do país,em especial
o jornal Folha de Rondonia e a revista Istoé , em que acusava
a lcp e os camponeses daquela região de ser “guerrilheiros”,
“ligados as farc”,etc, sendo esses mesmos órgãos
de imprensa apresentavam os pistoleiros dos latifundiários como
“trabalhadores”.Tudo isso era para tentar justificar este
massacre que estava em adiantada preparação conforme denunciamos
inúmeras vezes.Esta imprensa é culpada pelo sangue derramado
destes camponeses.
Tão logo ocorreu o massacre ligamos para a Policia Federal que
disse apenas que isso não era de sua jurisdição
e não podia fazer nada.O secretário de segurança
pública César Pizzano disse que para ir no local onde
estavam os mortos “precisava de um boletim de ocorrência
primeiro”?!!.Isso mostra a cumplícidade destes orgãos
neste massacre sendo que os mesmos há pouco também acusavam
os camponeses de “guerrilheiros”.
A liga dos camponeses não descansará enquanto os responsáveis
por este massacre não forem punidos e a terra destes camponeses
não for cortada.
Liga
dos Camponeses Pobres de Rôndonia
Reproduzimos
Carta Aberta aprovada no ato contra a criminalização do
Movimento Camponês realizado no dia 04 de abril na Universidade
Federal de Rondônia
Carta
Aberta
Ao
povo de Rondônia
Aos camponeses, trabalhadores, intelectuais, democratas e honestos de
todo o Brasil
No
dia 26 de março de 2008, foram às bancas a Edição
2003, ano 31 da revista Isto É. A capa estampava a notícia
de que “O Brasil tem Guerrilha”, acusando a Liga dos Camponeses
Pobres de ser um “suposto braço armado das FARC”
em nosso país. Mais do que um sensacionalismo barato, Isto É
passa a criminalizar a justa luta pela terra, na tentativa de descaracterizar
uma legítima organização camponesa de Rondônia,
acreditando que com a desinformação da opinião
pública poderia insuflar uma ação repressiva do
Estado.
A
publicação difamatória da revista Isto É,
foi amplamente reproduzida por setores da imprensa do Estado de Rondônia,
como uma única orquestração de ódio contra
os camponeses pobres, agora apresentados como guerrilheiros, bandoleiros,
bandidos e terroristas, que apresenta um traço fascista dessas
“matérias jornalísticas”, sob a máxima
nazista difundida por Goebbels, de que uma mentira contada várias
vezes se torna uma verdade.
Reproduzimos
artigo do jornalista Paulo Queiroz publicado no site tudorondonia.com
sobre o Ato Contra a Criminalização e Repressão
ao Movimento Camponês, realizado no último dia 4, na Universidade
Federal de Rondônia
Professores
e estudantes universitários promovem ato contra criminalização
de camponeses
...os
massacres que produziram rios de sangue têm todos uma similaridade:
os que terminaram dizimados foram, antes, caracterizados como perigosos
foras da lei
Política
em Três Tempos - Por Paulo Queiroz
1
– ATO PÚBLICO
“A
Luta Pela Terra Não é Crime”, proclama o cartaz
do “Ato público contra a criminalização e
repressão do movimento camponês” que acontece a partir
das 9h30 desta sexta-feira (04), no auditório Paulo Freire, no
campus da Universidade Federal de Rondônia (Unir) José
Ribeiro Filho, em Porto Velho, numa realização do Centro
Brasileiro de Solidariedade aos Povos (Cebraspo) e do Comitê em
Defesa da Revolução Agrária e dos Direitos dos
Povos, com apoio do Sindicato Nacional dos Docentes (Andes-Regional
Norte 1), da Associação dos Docentes da Unir (Adunir),
do Diretório Central dos Estudantes (DCE-Unir) e do jornal “A
Nova Democracia”.
Liga
Operária solidariza-se com os camponeses pobres e repudia
as calúnias da venal revista “IstoÉ”
A
Liga Operária solidariza-se com os camponeses pobres de Rondônia
e com a LCP – Liga dos Camponeses Pobres, que tem sido alvos de
orquestrada campanha difamatória, através de pseudo-reportagens
da revista “IstoÉ” e outros órgãos
financiados pelo latifúndio escravocrata. Ressaltamos a legitimidade
da luta dos camponeses pobres por terra a quem nela trabalha e a premente
necessidade de profunda transformação agrária no
país. O Brasil só será justo com a democratização
da propriedade da terra e o fim de 500 anos de domínio do arcaico
latifúndio e da brutal exploração do homem do campo.
Repudiamos também as provocações da revista “IstoÉ”
contra a nossa organização. A Liga Operária é
uma organização sindical classista, independente, um movimento
de luta para resistência econômica dos trabalhadores. Surgiu
em setembro de 1995, formada por companheiros e companheiras com avaliação
crítica sobre os rumos e prática do movimento sindical,
defendendo o caminho da luta classista e do combate ao corporativismo
e à colaboração de classes, tão característicos
deste velho e falido sindicalismo brasileiro, representado pelas atuais
centrais sindicais.
A
Liga Operária divulga imagens da Liga dos Camponeses Pobres
de Rondônia e da imprensa local, que desmascaram as calúnias
e os ataques da venal revista "IstoÉ"
Contra
a criminalização do Movimento Camponês
Ato
público contra a criminalização e a repressão
ao movimento camponês convocado pelo CEBRASPO e o Comitê
de Defesa da Revolução Agrária e dos Direitos
dos Povos
ABAIXO
A CRIMINALIZAÇÃO E A REPRESSÃO AO MOVIMENTO
CAMPONÊS
A
revista “Istoé” publicada no dia 26/03/2008
estampou em uma de suas reportagens de capa, matéria em
que acusa a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia (LCP)
de ser um “grupo armado”, “organização
guerrilheira”, “responsável por homicídios”,
“desmatamento ilegal”, etc., Com o título de
que “O Brasil têm guerrilha”, a dita revista
baseando em entrevistas caluniosas do delegado de Buritis, Iramar
Gonçalves, do grileiro de terras em União Bandeirantes
Sebastião Conti Neto, membros da Policia militar Ambiental
e do major Enedy Dias, ex comandante da PM em Jaru; a revista
Istoé estimulada pelos grandes latifundiários da
região requenta as velhas acusações de sempre
contra o Movimento Camponês, sem obviamente apresentar nenhuma
prova concreta do que diz ser verdade.
A acusação de “guerrilha” não
nos surpreende. Pouco antes do chamado “Massacre de Corumbiara”
em 1995, a grande imprensa de Rondônia também acusava
os camponeses que ocuparam a fazenda Santa Elina de fazerem “treinamento
de guerrilha” e o resultado todos sabem qual foi: homens,
mulheres e até crianças assassinadas pela polícia
e pelos jagunços da fazenda. É esse o motivo da
matéria da “Istoé” reproduzida aqui
em Rondônia pelo jornal dos latifundiários Folha
de Rondônia, ou seja, preparar o clima para um massacre
em Jacinópolis, sonho dos latifundiários de Rondônia.
ATO
PÚBLICO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO E A
REPRESSÃO AO MOVIMENTO CAMPONÊS
04
de Abril – Sexta-Feira - 09:30 – Auditório
Paulo Freire – Campus da Universidade Federal de Rondônia
– Porto Velho/RO
Realização:
Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos – CEBRASPO
Comitê em Defesa da Revolução Agrária
e dos Direitos dos Povos
Apoio:
ANDES – Sindicato Nacional dos Docentes – Regional
Norte 1
ADUNIR – Associação dos Docentes da UNIR
Diretório Central dos Estudantes – DCE/UNIR
Jornal A Nova Democracia
Mais
de 30.000 infectados e 50 mortos Povo sofre com dengue no Rio
Cezar Maia, Sérgio Cabral e Lula são os culpados!
No
dia 20 faleceu em Duque de Caxias-RJ o menino Vinícius
Ramos Siqueira da Silva de apenas 12 anos. Filho único,
Vinícius foi a 48º vítima fatal da dengue
no Rio. Número que não para de aumentar.
Somente nos primeiros meses do ano já são mais
de 33 mil pessoas atingidas pela doença. O governo e
a imprensa da grande burguesia agora dizem estarem preocupados
com a chegada da dengue na zona sul da cidade e tentam colocar
a culpa no povo pobre pela epidemia.
Mas o que não dizem em seus jornais é justamente
que o povo pobre do que sofre com a dengue, principalmente as
crianças que são mais de 50% das vítimas.
O povo é sempre tratado como bandido pelo Estado burguês
latifundiário e agora tem que se virar para acabar com
a epidemia. Mas onde está a FUNASA, (de responsabilidade
do governo federal), o sistema de saneamento público,
os hospitais e os carros de fumacê abandonados em terrenos
baldios.
Reproduzimos
carta dos moradores de Jacinópolis contra os ataques
praticados pelos jornais de Rondônia e a revista "Istoé"
Carta
dos moradores de Jacinópolis
Ao povo de Rondônia e a todos compatriotas
do Brasil,
Nós moradores do acampamento José e Nélio
e do distrito de Jacinópolis viemos a público
manifestar nosso desagrado contra as matérias mentirosas
publicadas em jornais de Rondônia e na revista Isto é
nas ultimas semanas.
As matérias nos tratam como bandidos guerrilheiros e
responsáveis por atos de violência e morte. Quando
na verdade fomos e somos vítimas da violência dos
latifundiários da região, seus bandos armados
e a polícia.
Nunca a polícia ou a imprensa vieram aqui para investigar
os bandos armados do latifúndio e seus crimes covardes
contra os camponeses. Nunca a polícia veio até
aqui para cortar terras e entregar para o povo. Sempre vem para
despejar famílias, prender, humilhar e torturar.
A polícia ambiental e o Ibama também humilham
e abusam dos moradores da região, prendem ferramentas,
aplicam multas abusivas. Moradores das linhas 6 e 7 foram multados
em mais de 20 mil (cada um) por uma queimada acidental em 10
alqueires. Mas o senador Amir Lando que desmatou 500 alqueires
em 2006 na mesma área jamais foi multado.
E ainda querem que os recebamos de braços abertos? Tenham
paciência.
Dizem que desmatamos e retiramos madeira sendo que todas as
serrarias de Jacinópolis foram fechadas. Os maiores desmatadores
são os latifundiários, basta ver nas fotos de
satélite, as áreas mais desmatadas estão
nas fazendas.
O governador Ivo Cassol quando esteve em Jacinópolis
em 2006, quando viu caminhões carregados de madeira exclamou:
“isso é o progresso”. Na mesma ocasião
fez campanha eleitoral prometendo construir postos de saúde,
linha de energia, estradas e regularizar nossas terras. E agora
nos trata como bandidos?
As famílias que hoje moram e trabalham em Jacinópolis
conseguiram tudo que têm a duras penas de trabalho e suor
e lutando contras as injustiças do latifúndio.
Estas terras que antes pertenciam a meia dúzia de latifundiários
e nada produziam além de pasto, hoje pertencem a mais
de 1200 famílias, que produzem de tudo para seu sustento.
Não precisamos trabalhar nas terras de fazendeiros, nem
de empregados nas cidades, somos donos do nosso nariz.
As 200 famílias que cortaram seus lotes entre 2006 e
2007, produzirão este ano 1800 sacos de arroz, 2300 sacos
de milho, 80 mil pés de café plantados, 400 sacos
de feijão, lavouras de banana, cacau, mandioca, urucum
e criações de galinha e porco. Mais de 90% construíram
casas. Hoje a região conta com mais de 8 mil cabeças
de gado, sendo que a maioria do leite é subutilizado
pois não temos estradas para escoar a produção
diária. Isso sem falar na produção das
demais famílias que é muito maior.
Com nosso trabalho abrimos comércios, plantamos, construímos
nossas casas, estradas e pontes. Agora querem nos expulsar daqui!
Vamos lutar por nosso direito de trabalhar!
Mais e mais famílias estão tomando terras na região.
Recentemente um acampamento de 400 famílias foi montado
e logo cortarão as terras da fazenda Porto Franco com
25 mil alqueires.
Os que se incomodam com o aumento de camponeses na região
são os latifundiários e seus aliados, pois só
eles têm medo de perder as terras griladas da União.
Os pequenos comerciantes, os camponeses e o povo só têm
a ganhar.
Exigimos
ser tratados com respeito e dignidade e não como bandidos!
Queremos a regularização de todas as terras não
repressão!
Contra
a criminalização do Movimento Camponês
Reproduzimos
nota de repúdio divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres
de Rondônia contra os novos ataques da revista "Isto
É"
Resposta
aos ataques de “Istoé”
Jaru,
31 de março de 2008
Novamente a revista Istoé, pelas mãos do jornalista
Alan Rodrigues insiste em publicar mentiras com objetivo de
caluniar e difamar a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
e criminalizar a luta pela terra.
Sem nenhuma prova para apresentar, a revista repete a invencionice
de a LCP “treinar homens armados” e “ter base
de treinamento guerrilheiro”.
Os assassinatos de camponeses, que estavam acampados ou assentados
na região e que a matéria qualifica de “militantes
da organização clandestina”, foram ações
covardes de pistoleiros e policiais a soldo do latifúndio.
Que sempre atuaram na região.
O que afirmam ser “uma área dominada por insurgentes”
na verdade qualquer um tem livre acesso.
A LCP surgiu a partir da luta dos camponeses na fazenda Santa
Elina em Corumbiara em 1995, é uma organização
independente dos camponeses pobres.
Reproduzimos
comunicado divulgado pelo Comitê de apoio aos Camponeses
de Quipapá
Liberdade
Provisória
Quipapá,
01 de abril de 2008
Depois
de ter tido seu julgamento suspenso, José Ricardo conseguiu
hoje a liberdade provisória e responderá o processo
em liberdade.
Esta é uma vitória de todos os democratas do Brasil
que lutam contra a criminalização do movimento
camponês e popular.
No dia 29 de março, o promotor de Quipapá havia
pedido o desaforamento fundamentado em uma falsa denúncia
do 10 BPM de Palmares, que informava sober possíveis
saques na cidade no dia do julgamento.
Mas hoje, 01 de abril o juiz municipal concedeu a liberdade
provisória, e José Ricardo deve estar em liberdade
hoje ou amanhã.
Comitê
de apoio aos Camponeses de Quipapá
Reproduzimos
denúncia divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de
Rondônia
Denúncia!
Jaru,
31 de março de 2008
Hoje pela manhã apareceu na sede da LCP, em Jaru, Rondônia,
um homem que se identificou como jornalista da Rede Record de
São Paulo. Desconfiados, ligamos para a sede da Record
em Porto Velho onde disseram desconhecer a presença de
tal jornalista de sua empresa em Rondônia.
Então nós solicitamos identificação
do elemento que se recusou a nos dar, dizendo que não
tínhamos o direito de exigir isto.
Ele
saiu da sede e, junto de outro homem, passou a filmar a sede
da LCP.
Tudo indica tratar-se de um policial disfarçado.
Em 2003 a LCP e o movimento camponês também foram
alvos de ataques da imprensa com matérias caluniosas
e difamatórias e de ataques das forças policiais
do estado. Sofremos toda sorte de abusos policiais, como prisão
sem mandado, invasão e revista de residência de
camponeses também sem mandado, agressões e tortura
psicológicas, inclusive contra mulheres e crianças.
Semana passada teve início outra campanha sórdida
da imprensa marrom com matéria da revista “Isto
é” (mais conhecida como “Quanto é”)
do dia 25 de março, que repercutiu no jornal latifundiário
“Folha de Rondônia” e em alguns sites de notícias
do estado.
Sabemos que toda esta gritaria contra a LCP e os camponeses
pobres em luta pela terra não são à toa.
Estamos esperando uma grande repressão e este fato de
hoje na sede da LCP já é mais um indicativo disto.
Nestes momentos em que tentam isolar e criminalizar o movimento
popular é quando mais precisamos do apoio dos democratas
de todo o país para que a verdade triunfe sobre a mentira.
Unidos, podemos derrubar esta campanha.
Pedimos que enviem esta e outras denúncias nossas para
seus contatos e que protestem junto aos governos federal e estadual,
ao Ibama, Sedam (Secretaria Estadual de Meio-Ambiente) e ao
comando das polícias Militar de Rondônia, Ambiental
e Federal.
Agradecemos desde já,
LCP – Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
Reproduzimos
nota de repúdio divulgada pela ADUNIR contra a ação
truculenta do reitor da UNIR, que chamou a Polícia Federal
para reprimir os estudantes e professores
Reproduzimos
nota divulgada pelo Comitê de Apoio aos Camponeses de Quipapá
sobre o cancelamento do julgamento do camponês José
Ricardo
Cancelamento
do Julgamento em Quipapá comprova:
José
Ricardo e os camponeses do Bananeiras são inocentes
Ao
povo de Pernambuco
Ao
povo de Quipapá
No
dia 28 de março o julgamento de José Ricardo e
dos camponeses do Assentamento Bananeiras foi cancelado pelo
promotor de Quipapá. Só faltavam 5 dias para a
realização do júri popular. Três
advogados de São Paulo, responsáveis pela defesa
de Ricardo, já se encontravam em Maceió quando
foram informados do cancelamento do julgamento.
Tudo já estava marcado. Os familiares já estavam
se preparando para viajar. As testemunhas tinham sido comunicadas.
Lideranças sindicais, estudantis, camponesas, personalidades
democráticas, aguardavam a realização do
tão esperado júri.
Reproduzimos
nota divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
desmascarando todas as fontes dos ataques da revista "Isto
É"
PREPARAÇÃO
DE UM NOVO MASSACRE EM RONDONIA
A
revista “Istoé” publicada no dia 26/03/2008
estampou em uma de suas reportagens de capa, matéria
em que acusa a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
(LCP) de ser um “grupo armado”, “organização
guerrilheira”, “responsável por homicídios”,
“desmatamento ilegal”, etc., etc., e etc.
Com o título de que “O Brasil tem guerrilha”,
a dita revista baseando em depoimentos do delegado de Buritis,
Iramar Gonçalves, do grileiro de terras em União
Bandeirantes Sebastião Conti Neto, membros da Policia
militar Ambiental e do major Enedy Dias, ex comandante da PM
em Jaru, a revista Istoé estimulada pelos grandes latifundiários
da região requenta as velhas acusações
de sempre contra a LCP, sem obviamente apresentar nenhuma prova
concreta do que diz ser verdade.
Reproduzimos
nota de repúdio divulgada pela Liga dos Camponeses Pobres
de Rondônia contra os ataques da revista "Isto É"
Nota
de Repúdio
Jaru, 25 de março de 2008
Repudiamos
a matéria mentirosa, sensacionalista e criminalizadora
que a Revista “Isto É” tenta passar por reportagem,
com chamada de capa na edição de N.º 2003-Ano
31.
Repudiamos
que latifundiários bandidos, assassinos, escravocratas,
grileiros e os principais responsáveis pela destruição
das florestas de nossa região, que moram em mansões
e andam de avião, sejam apresentados, neste panfleto
do latifúndio travestido de “matéria Jornalística”,
como se fossem dóceis velhinhos bem intencionados, que
retendem trazer o progresso para Rondônia, e que são
impedidos, ameaçados e aterrorizados por camponeses maus!
Repudiamos
uma vez mais, repudiaremos centenas, milhares de vezes, sempre
que guaxebas, pistoleiros, jagunços, seguranças
privados, contratados para aterrorizar e
assassinar camponeses pobres, mulheres e crianças, nós
denunciaremos sempre que forem apresentados pela imprensa como
humildes trabalhadores inocentes, contratados para serviços
diversos.
Manifestação com cerca de 400
pessoas realizada em Recife( novembro de 2007) em solidariedade
ao Líder Camponês José Ricardo
A
Liga Operária – que participa da campanha em defesa
dos camponeses de Quipapá, informa que no próximo
dia 2 de abril, irá a julgamento, em Quipapá,
Pernambuco, o camponês José Ricardo Rodrigues.
O Comitê em Defesa dos Camponeses de Quipapá, a
Liga Operária juntamente com o Cebraspo e outras entidades/indivíduos
assinam a Carta Aberta que segue abaixo como parte da campanha
pela absolvição e libertação de
José Ricardo. Solicitamos àqueles que apóiem
a luta justa dos camponeses pobres pela posse da terra, que
assinem a Carta até o dia 31 de março, nos mandando
um email (ligamg@uol.com.br)com os dados necessários
(nome / estado / organização).
Leia
abaixo matéria publicada no Jornal Luta Classista
Contra
os ataques do governo FMI-Lula aos direitos trabalhistas e previdenciários
PREPARAR
A GREVE GERAL
Os
trabalhadores resistem, mas de golpe em golpe, da forma
mais dissimulada possível e com o apoio das centrais
traidoras e encobrimento da imprensa, o governo FMI-Lula
coloca em prática as chamadas “reformas”
trabalhista, sindical, universitária, previdenciária
e tributária. Lula brinda as cúpulas sindicais
pelegas e governistas com o reconhecimento em lei, destinando-lhes
10% do imposto sindical, além de muito dinheiro
de convênios e cargos. Enquanto isso, o governo
edita medidas provisórias tirando direitos dos
trabalhadores, enche o bolso dos ricaços e piora
a vida do povo.
Leia
abaixo matéria publicada no Jornal Luta Classista
Governo
FMI-Lula vai repassar mais de 100 milhões para CUT, Força
Sindical e demais centrais sindicais
Abaixo
o peleguismo e a corrupção das centrais governistas
e traidoras
Dinheiro.
Muito dinheiro. Aproximadamente 100 milhões de
imposto sindical, sem contar as boladas dos convênios
com órgãos estatais, Ministérios,
bancos e empresas. E mais os cargos no governo, no parlamento,
nos conselhos das empresas estatais, no Sesi, Sesc, etc.
e etc. Esse é o preço dos sindicalistas
pelegos e vendidos - aqueles que estão nas centrais
pelegas e traidoras e os que ocupam altos cargos na gerência
desse governo corrupto e corruptor, na gerência
desse podre e genocida Estado brasileiro.
SEM
SORTEIO DE BRINDES,
SEM SHOWS DE ARTISTAS e
SEM PELEGUISMO.
Contra
os ataques do governo e da patronal aos direitos dos trabalhadores,
em honra dos Mártires de Chicago que foram assassinados pela
burguesia e seu governo da época devido a luta pela redução
da jornada de trabalho e em memória de todos trabalhadores
explorados e caídos na luta de classes.
8
de março
Viva o Dia Internacional
da Mulher Proletária
Retransmitimos
denúncia da
Liga dos Camponeses Pobres
No
dia 06 de março de 2008, mais de 200 policiais comandados
pelo pró-latifundista governador Teotônio Vilela
orquestraram uma ação fascista no município
de Capela – AL, promovendo uma série de ameaças
vis com o intuito de aterrorizar os camponeses e promoverem
a desocupação dos latifúndios improdutivos
de Pedrinha e Pereira.
Jornada
de Lutas dos Rodoviários de Belo Horizonte cresce!
Greves
se espalham por toda a cidade!
Veja
algumas imagens
Ocupação
da prefeitura no dia 16/01
Ocupação
da prefeitura no dia 16/01
Greve
na Viação Morro Alto no dia 30/01
Passageiros
revoltados quebraram ônibus durante a greve na
Viação Morro Alto no dia 30/01
Greve
na Viação Gematur no dia 18/02
Greve
na Viação Gematur no dia 18/02
Assembléia
dos rodoviários no dia 19/02
Manifestação
dos rodoviários no dia 19/02
Rodoviários queimam
proposta patronal na frente da prefeitura em manifestação
do dia 19/02
Operação
linguição na Rua Três Pontas no
dia 19/02
Assembléia
dos trabalhadores em greve na Viação Paraense
20/02
Aparato
policial dentro da garagem em greve da Viação
Paraense 20/02
Operação
linguição na avenida Cristiano Machado
no dia 21/02
Rodoviários
ocupam a prefeitura de BH e exigem o fim da venda obrigatória
de cartão BHbus nos ônibus e manutenção do
emprego dos cobradores
Na
tarde do dia 16 de janeiro, uma delegação de trabalhadores
Rodoviários encabeçados pelo Sindicato dos Trabalhadores
em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte e Região
– STTRBH dirigiu-se à prefeitura em ação
da Jornada de Lutas 2008.
O Sindicato dos Rodoviários protocolou um documento exigindo
do prefeito Fernando Pimentel o fim da abusiva imposição
da BHTrans de venda obrigatória de cartões BHbus no interior
dos ônibus, a manutenção do emprego dos cobradores,
o fim da circulação de ônibus sem cobrador e da
dupla função imposta aos motoristas e outras reivindicações
da categoria como o fim da bilhetagem eletrônica.Leia
Mais >
Reproduzimos
nota divulgada pelo NAP - Núcleo dos Advogados do Povo sobre
as atrocidades cometidas contra os camponeses do Pará.
Camponeses
pobres são libertados no Sul do Pará
Os
últimos 21 camponeses presos injustamente pela Polícia
Militar do estado do Pará, na "Operação Paz
no Campo", foram libertados no dia três de janeiro. Desde
a prisão de cerca de duas centenas de camponeses, ocorrida no
dia 19 de novembro passado, aconteceram várias manifestações
dos mais amplos setores da sociedade do Pará e do Brasil contra
a truculenta operação militar do estado do Pará,
governado por Ana Júlia.
Fruto da mobilização, um grupo de advogados comandou as
ações jurídicas forçando o Estado a reconsiderar
sua decisão. O pedido de Habeas Corpus foi impetrado pelos advogados
Marco Apolo Santana Leão, da Sociedade Paraense de Defesa dos
Direitos Humanos - SDDH; os defensores públicos do estado do
Pará, Antônio Roberto Figueiredo Cardoso e Rossivagner
Santana Santos; o representante do Núcleo dos Advogados do Povo
(NAP), Júlio da Silveira Moreira; e os estudantes de direito,
Rafael Ferreira Vasconcelos e Aline Moura Ferreira Veiga. Leia
Mais>
Reproduzimos
nota divulgada pela Liga dos
Camponeses Pobres do Pará e Tocantins
LIGA
DOS CAMPONESES POBRES
DO PARÁ E TOCANTINS
Belém, dezembro de 2007
Comunicado
N.o02 – Denúncia
“Paz
no Campo” da Gov. Ana Júlia (PT) torturou, saqueou, prendeu
e persegue os camponeses pobres, a LCP e todos que ousam enfrentar o
império do latifúndio no Sul do Pará!
Aos
verdadeiros democratas
Aos ativistas dos direitos humanos
Ao movimento sindical combativo
São gravíssimos os acontecimentos no Sul do Pará.
Pelo menos 22 camponeses, homens e mulheres que estavam acampados
na Forkilha permanecem presos já há mais de 20 dias
nas delegacias e presídio de Conceição do
Araguaia e Redenção.
Dezenas de companheiros, em outras regiões do Pará
e outros Estados, procuram socorro médico.
Dezenas de companheiros, homens e mulheres, que assumiram, ainda
que momentaneamente, responsabilidade coletiva, rompendo as barreiras
e os limites de lutar somente pelos interesses e necessidades
particulares, estão cerceados em seus propalados direitos
democráticos e constitucionais de ir e vir, de liberdade
de organização e expressão, ameaçados
por mandados de “prisão preventiva” genéricos
e que nunca se sabe se realmente existem ou não (segundo
experientes advogados criminalistas, comumente estes mandados
são ocultados através de artimanhas, e aparecem
quando delegados julgam necessário).
Reproduzimos
relatório complementar divulgado pelo NAP - Núcleo
dos Advogados do Povo sobre as atrocidades cometidas contra os
camponeses do Pará.
Constatações
da equipe de advogados do NAP sobre a violência no Sul do
Pará
Relatório
Complementar
16
de dezembro de 2007
Este
relatório destina-se a dar publicidade às atividades
da missão de investigação das violações
aos direitos humanos no Sul do Pará, promovida em 6 e 7
de dezembro de 2007, em conjunto pelo Núcleo dos Advogados
do Povo - NAP-Brasil, o Centro Brasileiro de Solidariedade aos
Povos e outras organizações sociais que denunciam
a violência desatada com a "Operação
Paz no Campo", que levou, entre outras medidas, à
ação policial no Complexo Forkilha, em Santa Maria
das Barreiras-PA, provocando a prisão de centenas de trabalhadores
e agressões e torturas sobre outros mais.
O
presente relatório complementa e endossa o Relatório
Preliminar, datado de 30/11/2007, o qual segue como anexo.
A
Missão contou com uma equipe de advogados de Goiás,
Minas Gerais e do Pará. Percorreu os municípios
de Marabá, Redenção, e Conceição
do Araguaia. Analisou processos judiciais, encontrou-se com autoridades
públicas, os trabalhadores presos e demais vítimas
da ação policial. Documentou as constatações
com amplo material audiovisual. Pôde constatar e confirmar
o que já havia sido denunciado através do relatório
preliminar. Teve condições de constatar informações
mais concretas, obtendo um panorama real do ocorrido.
Reproduzimos
nota divulgada pela Liga dos
Camponeses Pobres de Rondônia
O
povo tem o direito de
trabalhar
Desde
o dia 28 de novembro efetivos do Exército Brasileiro estão
acampados na cidade de Buritis. Eles preparam o despejo de centenas
de famílias de camponeses nos distritos Rio Pardo e Minas Novas.
Um verdadeiro aparato de guerra está no local: 12 caminhões
do Exército e cerca de 70 caminhonetes do Ibama, Polícia
Federal e Sedam. A população suspeita que eles planejam
ficar muito tempo acampados, pois até transformador de grupos
geradores de elrtricidade levaram. Com isto podem despejar camponeses
de outros distritos vizinhos.
Os comerciantes de Buritis estão revoltados com mais esta ação
do governo, pois quem sustenta e movimenta o comércio da cidade
são os camponeses e os trabalhadores das madeireiras.
Esta tem sido a política ambiental do governo FMI/PT, persegue,
prende, multa, apreende os pequenos camponeses e madeireiros enquanto
apóia latifundiários e grandes madeireiros. Enquanto os
pequenos desmatam alguns alqueires para plantar e sustentar a família,
os grandes desmatam milhares de alqueires para roubar a madeira e criar
gado e ainda pegam gordos financiamentos do governo.
Fazenda Estrela: armas de fazendeiros apreendidas /CLAUDIO SANTOS
BRASÍLIA
– Diante da prisão e tortura de 200 pessoas, o silêncio
das autoridades. Contra essa situação, o Núcleo
dos Advogados do Povo (NAP Brasil) divulgou relatório no qual
condena a violação dos direitos humanos no Pará.
Desde o dia 19 de novembro, Dia da Bandeira Nacional, durante a Operação
Paz no Campo promovida pela Delegacia de Conflitos Agrários do
Sul do Pará (DECA), o despejo de posseiros sob acusação
de pertencerem a ‘grupos armados e de bandidagem' teve requintes
de perversidade. Aprisionados, eles foram obrigados a comer pimenta
com sal e cebola. Espancados, foram expostos seminus em fila indiana.
Um dos sem-terra teve um cassetete introduzido no ânus.
Participaram da ação repressiva tropas regulares e especiais
da Polícia Militar, entre as quais o choque, o Comando de Missões
Especiais, a Polícia Civil e o Exército Brasileiro. No
total, 350 homens. O comando da operação acusa a Liga
Camponesa dos Pobres (LCP) de "arregimentar pessoas para invasão
de propriedades e de extorsão".
Reproduzimos
o relatório divulgado pelo NAP - Núcleo dos Advogados
do Povo sobre as atrocidades cometidas contra os camponeses do Pará.
O relatório traz detalhes ainda não divulgados sobre as
atrocidades cometidas pela polícia à mando do latifúndio
e os abusos sofridos pelos camponeses no Pará.
Região
onde agricultor foi morto a tiros por policiais é dominada por
madeireiros e latifundiários em Rondônia.
Jacinópolis (vê-se a ponte construída pelos sem-terra) está
conflagrada desde 2002 /ARQUIVO
BRASÍLIA – A Liga Camponesa dos Pobres (LCP) de
Rondônia informou nesta sexta-feira que vai entrar com ação
no Ministério Público Estadual pedindo a exumação
do corpo do agricultor Oziel da Silva Nunes, 29 anos. Ele estava acampado
há mais de um ano na região de Jacinópolis (a 370
quilômetros de Porto Velho) e foi morto com dois tiros de revólver
durante uma perseguição policial em Buritis, no dia 23
de novembro, por volta das 20h. Advogados da entidade pedem à
Polícia Civil a abertura de inquérito para investigar
as causas da morte e exigem a punição dos culpados.
“Oziel
se preparava para produzir em seu lote. No sábado à tarde
ele foi para a cidade de Buritis quando policiais civis à paisana,
em carro particular começaram a persegui-lo pelas ruas da cidade.
Como não possuísse carteira de habilitação,
não quis parar e durante a perseguição caiu da
moto. Em vez de prestar socorro, os policiais fizeram dois disparos
à queima roupa sobre sua cabeça, provocando sua morte
imediata”, diz o relato da LCP.
Servidores
municipais de Senador Canedo organizam assembléia
e tiramplano
de
luta para as categorias
Os servidores
municipais de Senador Canedo - Goiás organizaram
no dia 28/11 uma assembléia geral para avaliar
o cumprimento da negociação do dissídio
coletivo de 2007, já que a prefeitura vêm
desrespeitando o negociado e impondo mais exploração
aos trabalhadores.
Os trabalhadores desse município organizaram combativa
greve no mês de maio cobrando várias pontos,
como a redução da distância para receber
o vale transporte, reajuste salarial, plano de carreira,
melhoria nas condições de trabalho, entre
outros pontos.
O prefeito de Senador Canedo, um dos maiores empresários
do Brasil do ramo alimentício, agiu de forma truculenta
com os grevistas, mandando cortar o ponto dos funcionários,
acionando a polícia militar para deter os grevistas,
entre outras atitudes absurdas. O prefeito foi em rádio
local (chapa branca) para avisar os funcionários
públicos que não iria fazer concessões
aos grevistas. Porém, toda essa atitude coercitiva
foi combatida através de maior organização
e mobilização dos trabalhadores, onde foram
realizadas várias manifestações e
o comando de greve atuou de forma efetiva. A greve foi
vitoriosa e conseguiu com que a prefeitura recuasse do
seu posicionamento truculento e autoritário, sendo
fechado um acordo com os trabalhadores no início
de julho.
O Sindicato dos Servidores Municipais de Senador Canedo
– Go (SINDICANEDO) continuou realizando o trabalho
de base, visitando as categorias e conscientizando sobre
a importância do movimento para a vitória
dos trabalhadores.
Porém, a prefeitura descumpriu o acordo com relação
aos planos de carreira, não efetivando o calendário
de discussão e aprovação proposto,
que deveria ter início no mês de agosto e
término no mês de janeiro. Para pressionar
a prefeitura, o SINDICANEDO organizou uma série
de assembléias, onde foi aberta uma nova negociação
com a prefeitura.
No dia 28 de novembro aconteceu uma assembléia
na sede do SINDICANEDO onde foi tirado um plano de luta
para as várias categorias, com manifestações,
carreatas, panfletos, cartazes, entre outras ações.
Os servidores municipais revoltados com a falta de compromisso
e seriedade prometem continuar a luta até o cumprimento
da aprovação dos planos de carreira, já
que a situação não pode esperar,
sendo os servidores alvo de uma situação
injusta e de extrema exploração, aposentando
com aviltantes salários e não possuindo
garantias de ascensão na carreira.
O
MARRETA convoca
ASSEMBLÉIA GERAL
Domingo
- 02/12 - 8:30hs
No MARRETA - Rua Além Paraíba,
425 - Lagoinha
Reproduzimos
nota divulgada pela Liga dos
Camponeses Pobres de Rondônia
Resposta
aos ataques do jornal Folha de Rondônia e do site Rondoniagora
Jaru,
29 de novembro de 2007
No
dia 22 de novembro de 2007, o Jornal Folha de Rondônia
e o site de notícias Rondoniagora publicaram matérias
caluniosas contra a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia.
Em seu editorial e na matéria chamada “Invasores
aterrorizam Jacinópolis” o Jornal Folha de
Rondônia diz que: “os proprietários de
áreas na região de Jacinópolis é
que estão sendo vítimas do terror implantado”
e “quem pode acabar preso é quem defende o
que é seu” , “que os camponeses deixam
um clima de terror” e “que destroem áreas
de preservação ambiental”.
Das
duas uma, ou os “jornalistas” não sabem
o que dizem, ou são meros papagaios que reproduzem
o que a polícia e latifundiários mandam, ou
melhor pagam. Pois invertem propositadamente a realidade
para esconder os crimes do latifúndio acusando injustamente
de criminosos os camponeses em luta pela terra.
O
Jornal Folha de Rondônia exige o peso da lei para
os camponeses, como se neste país ao longo dos últimos
507 anos, a regra não seja a de massacres e matanças
de pobres, principalmente dos camponeses. Mas sempre se
calou diante dos crimes do latifúndio em Rondônia.
Desde
quando pode ser considerada vítima um “proprietário”
como Geraldo Coletto (fazenda Condor) que grilou 40 mil
alqueires de terras da União, utiliza trabalho escravo,
perseguiu, torturou, mutilou e assassinou brutalmente famílias
inteiras de camponeses? Até hoje nunca foi punido
por seus crimes. Isso sem falar na sua possível atuação
como produtor de cocaína, já que corre à
boca pequena de quem lá já trabalhou, a existência
de uma refinaria da droga na fazenda mencionada, além
de pista de pouso e um arsenal de armas, tudo protegido
por bandos armados. É gente deste tipo que sempre
espalhou o terror, fome e morte entre os camponeses que
o jornal FR, apesar dos fatos gritantes, nunca sequer noticiou
e como agora se presta à defesa de tais mafiosos.
O
jornal ainda acusa a LCP de destruir áreas ambientais,
quando todos sabem que as áreas de desmatamento na
região estão dentro das fazendas do Catâneo,
Amorim, Amir Lando e Geraldo Coletto. Só o Amir Lando
desmatou mais de 500 hectares em 2006 e suas terras estão
numa área de preservação. A verdade
que o jornal esconde é que os camponeses de Jacinópolis
nunca cortaram um palmo de terra dentro de reservas ambientais.
Será que a polícia ambiental e Ibama com toda
a parafernália tecnológica não sabem
disto? É claro que sabem! Mas jamais vão fazer
nada porque são paus mandados e o jornal sequer tem
o trabalho de investigar antes de escrever absurdos como
este.
A
Polícia Ambiental, segundo o site de notícias
Rondoniagora, acusa a LCP de vinculação com
as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia
sem nenhuma prova, nada de concreto. Nós desafiamos
a que apresentem provas desta vinculação e
sabemos desde já que nunca farão porque simplesmente
não existem. Tudo não passa de maquinações
para colocar a opinião pública contra a justa
luta dos camponeses pobres e justificar uma maior repressão.
Mas
com certeza todos em Rondônia sabem das vinculações
da polícia ambiental com a cobrança de propinas
de pequenos madeireiros, com abusos e humilhações
de todo tipo contra os camponeses.
A policia ambiental possui uma base dentro da fazenda,alegando
que esta base seria para proteger o parque estadual Guajará-mirim
e proteger uma suposta área de manejo ambiental que
existiria na fazenda.entretanto o parque fica a mais de
30 km de distancia desta base e a policia ambiental se “esquece”
que em áreas sem documentos não são
feitos planos de manejo.
A
exemplo do que ocorreu nos meses de janeiro deste ano quando
os monopólios de comunicação atacaram
e difamaram a Liga dos Camponeses nada será provado,
já que as denúncias não se sustentam
quando confrontadas com os fatos reais.
Exigimos
o direito de resposta com o mesmo destaque e espaço
das acusações mentirosas publicadas no Folha
de Rondônia e no site Rondoniagora e, se necessário
os acionaremos judicialmente.
LCP - Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres
Reproduzimos
nota divulgada pela Liga dos
Camponeses Pobres de Rondônia
Comunicado
Companheiro
Oziel é covardemente assassinado por policiais civis
em Buritis
No
dia 24 de novembro foi assassinado em Buritis o companheiro
Oziel de 28 anos, acampado na região de Jacinópolis
há mais de um ano e que estava se preparando para
produzir em seu lote. No sábado à tarde ele
foi para a cidade de Buritis quando policiais civis a paisana
em carro particular começaram a persegui-lo pelas
ruas da cidade. Como o companheiro não possuía
carteira de habilitação não quis parar
e durante a perseguição acabou caindo de moto.
Ao invés de prestar socorro, os policiais fizeram
dois disparos a queima roupa que atingiram sua cabeça,
provocando sua morte imediata. Seu corpo foi levado pela
polícia para Porto Velho e no laudo médico
não constavam os disparos e sim que a morte teria
sido provocada pelo acidente de moto.
Durante
o velório em Theobroma, familiares, amigos e companheiros
da Liga de Camponeses Pobres prestaram uma última
homenagem ao companheiro. Uma homenagem simples, mas que
emocionou a todos os presentes.
Mais três crianças ficam órfãos
devido
a mais este cruel assassinato cometido pelas forças
policiais à mando do latifúndio
A
Liga dos Camponeses Pobres vai entrar com ação
no Ministério Público Estadual pedindo a exumação
do corpo e abertura de inquérito para investigar
as causas da morte do companheiro e exigir a punição
dos culpados deste crime brutal.
Este
crime não ficará impune!
Polícia
ambiental tentou seqüestrar e matar o companheiro Carlos
No
dia 22 de novembro de 2007, um grupo de 15 policiais ambientais
fortemente armados e acompanhados de conhecidos pistoleiros
da região invadiu a área do acampamento José
e Nélio, em Jacinópolis, com o claro intuito
de assassinar o companheiro Carlos da LCP. Ele, que estava
trabalhando numa roça de café, percebeu a
trama a tempo e conseguiu furar o cerco montado escapando
debaixo de disparos, tendo que se embrenhar na mata para
não morrer.
Por
dois dias o companheiro ficou perdido na mata até
que no dia 24 reapareceu no acampamento.
Durante
estes dois dias os camponeses da área pensaram que
poderia ter acontecido o pior. Um grupo de 80 camponeses
se mobilizou para realizar a busca ao companheiro, tendo
inclusive se dirigido à sede da fazenda Condor onde
funciona um posto da Polícia Ambiental para saber
informações. Os policiais que lá estavam
negaram o ocorrido. No segundo dia, mais de 300 camponeses
se juntaram para procurar o companheiro quando enfim ele
reapareceu.
Segundo
testemunhas da região, os policiais teriam dito que
vão matar lideranças da LCP na região.
A tentativa frustrada contra o companheiro Carlos é
prova disto.
LCP
- Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres
Jaru (RO), 28 de novembro de 2007
Liberdade
imediata para o líder camponês José Ricardo
Rodrigues
Na
última quinta-feira, dia 29 de novembro, foi realizada
em Recife uma manifestação com mais de 400
pessoas organizada pelo comitê de apóio aos
camponeses de Quipapá que é composto pelo
Movimento Estudantil Popular Revolucionário, Liga
dos Camponeses Pobres, Movimento Feminino Popular, CEBRASPO,
Sindicatos e diversas outras organizações
democráticas. O movimento exige a liberdade do líder
camponês José Ricardo Rodrigues, preso sem
julgamento ha mais de dois anos. O ato teve início
a 13:00 na praça do Derby e dirigiu-se ao palácio
do governo onde uma comissão foi recebida. Em seguida
manifestantes se dirigiram ao prédio da Assembléia
Legislativa onde ocorreu uma audiência pública
para tratar da libertação do de José
Ricardo.
Reproduzimos
nota divulgada pela Liga
dos Camponeses Pobres do Pará
Comunicado
Gov.
Ana Júlia (PT) trata de “bandido” o povo
do sul do Pará
Uma verdadeira operação de guerra está
acontecendo nesta semana no sul do Pará. São
400 soldados da Policia Militar, Policia Civil, Policia
Rodoviária Federal e Exército Brasileiro,
com 40 viaturas, 4 helicópteros, 1 avião que
estão cometendo todo tipo de covardia, prisão
de inocentes, espancamento de trabalhadores, mulheres e
crianças na ação contra 1100 famílias
camponesas na fazenda Forkilha.
A governadora Ana Júlia Carepa (PT), defendendo os
bandidos latifundiários, é a responsável
por toda esta violência. Ela está cumprindo
mandato de reintegração de posse expedido
pela revista Veja e pelo jornal Folha de S. Paulo. Esses
órgãos da imprensa monopolista publicaram
recentemente matérias ditadas pelo latifúndio
exigindo da governadora perseguição feroz
da Liga de Camponeses Pobres – LCP que se organiza
e levanta a luta camponesa no sul do Pará.
Acusam a Liga dos Camponeses Pobres de “bando armado
e encapuzado”, de “ligado a remanescentes do
grupo terrorista peruano Sendero Luminoso”, de só
“ter aparência de movimento social”, de
“envolvido com roubo a banco e de cargas”, de
“extorquir dinheiro dos fazendeiros”. Tudo isto
para tentar impedir nossa existência, estumar a repressão
contra nós e justificar toda ordem de perseguição
a nossos militantes e nossas bases. O monopólio de
imprensa cumpre este papel já que são as classes
dominantes que pagam por seu serviço porco, por este
jornalismo policialesco, mero copiador de B.O. (boletim
de ocorrência), onde só há espaço
para as declarações mentirosas dos chefes
de polícia.
Este é o conhecido método porco, no qual a
Veja é imbatível, de acusar sem provas, de
despejar todo o rancor e incômodo com a luta e a organização
popular. Quanto à Folha de S. Paulo também
não é nada de estranho para todos que se recordam
da voracidade com que seu proprietário Otávio
Frias se amamentava nas tetas da ditadura militar em pagamento
à defesa que fazia dos crimes por ela praticados.
Leia mais>
Reproduzimos
nota divulgada pelos
Advogados do Povo do Espírito Santo
Tropa
de Elite da Polícia Militar do Espírito Santo
mata advogado de 63 anos
O
advogado Geraldo Gomes de Paula tentava contato com de seus
clientes, preso numa operação policial no
Morro do Alagoano, Vitória, no dia 24 de novembro,
quando foi brutalmente agredido, a coronhadas na cabeça,
pelo Tenente Rafael Bonicen da Silva, que já exibe
em sua ficha vários outros processos, entre agressões
a promotor, advogado, sem falar de várias execuções
"em serviço". Apesar dessa ficha, o truculento
policial continuava na ativa.
O advogado dois dias depois, de traumatismo craniano, provocado
por "ação contudente". O mais absurdo
é que se tratava de advogado idoso: o Dr. Geraldo
tinha 63 anos, e apesar da dedicação os seus
clientes, era uma pessoa calma, comedida, e muito conhecido
no meio jurídico, inclusive na própria polícia.
O Batalhão de Missões Especiais do Espítiro
Santo tem se notabilizado nas agressões a estudantes,
quilombolas e camponeses. Sua formação é
idêntica ao do BOPE. Nos últimos anos o BME
teve a oportunidade de trocar experiências com outra
força repressiva, a Força Nacional de Segurança.
Juntas, impuseram um clima de terror nos bairros mais humildes,
sem falar nas longas sessões de torturas aplicadas
aos detentos.
Não estamos diante de um caso isolado. Trata-se de
escalada fascista, onde camponeses são brutalmente
torturados, pelo simples fato de ocuparem uma terra, abandonada.
Os estudantes universitários estão sendo persequidos
pela Polícia Federal. Este velho Estado, corrupto,
da situação gerencial e das oposições
eleitoreiras, serviçais das classes parasitas, e
com essa imprensa do mesmo quilate, arrota todo tipo de
calúnia sobre o movimento operário e camponês,
e lançam, contra o povo, uma horda de bestas assassinas,
seres doentios, formados em encubadoras onde também
são torturados, como mostra o odioso filme dessas
tropas de elite, formadas no Haiti, nas favelas, para matar
pobres e perseguir o povo.
Advogados
do Povo
Repúdio
à prisão e criminalização dos camponeses
e do
povo pobre do Pará
Truculenta
operação policial expulsa famílias da terra,
espanca e prende mais de 100 camponeses pobres
Mandantes: latifúndio/Revista Veja/ governadora Ana Júlia
Carepa – PT
A
Liga Operária e a Comissão Nacional da Liga
dos Camponeses Pobres repudiam as violências, prisões
e arbitrariedades cometidas contra os camponeses pobres
do Pará. À mando da governadora Ana Júlia
Carepa – PT, foi deflagrada uma operação
criminosa contra o povo da região denominada “Operação
Paz no Campo”, verdadeira “Operação
Violência no Campo”, desencadeada desde a última
segunda-feira, dia 19, pela polícia militar e cívil,
com apoio do exército e policia rodoviária
federal. O povo pobre e honesto do sul do Pará, que
na luta pela sobrevivência ocupa os imensos latifúndios
da região, foram caçados, espancados e tratados
como animais.
Repudiamos
as agressões e prisões violentas e arbitrárias
de mais de 100 camponeses e de lideranças sindicais.
Repudiamos a campanha de criminalização da
Liga dos Camponeses Pobres e a campanha de terror realizada
pelas hostes policiais à serviço do latifúndio.
Repudiamos
veementemente a campanha histérica e reacionária
movida pela imprensa burguesa, como a revista Veja e jornal
Folha de São Paulo, porta-vozes dos bandidos latifundiários,
da grande burguesia e bancos.
Repudiamos
a operação de guerra desencadeada contra as
1.000 famílias de camponeses pobres que desde o último
dia 22 de setembro ocupam o latifúndio Forkilha,
de 22 mil hectares, em Santa Maria das Barreiras, sul do
Pará; que estava nas mãos do espólio
do latifundiário escravista e grileiro de terras,
Jairo Andrade. Jairo Andrade Bezerra, falecido há
4 anos, teve seu nome incluído na Lista Suja do Trabalho
Escravo, condenado por manter 97 trabalhadores escravizados
na Fazenda Forkilha. Apesar de denunciado por trabalho escravo
(desde final dos anos 60), Jairo Andrade sempre recebeu
vultuosos recursos da SUDAM com a desculpa de que seria
para investir naquelas terras sempre improdutivas. Em entrevista
ao jornal O Estado de S. Paulo, em 5/11/1994, Jairo Andrade
— acusado de contratar pistoleiros para assassinar
o ex-deputado e advogado de posseiros Paulo Fonteles e inúmeros
trabalhadores rurais — não desconversou: descreveu
mortes das quais participou, informou onde enterrou as vítimas
e fez ameaças. Como sempre acontece com os crimes
do latifúndio em nosso País, nada aconteceu
a este bandido, réu confesso.
Durante
a odiosa operação de guerra contra os camponeses,
o Exército chegou até a fechar a rodovia BR-158,
entre Redenção e Santa Maria das Barreiras,
no sul do Pará, para que as Polícias Militar
e Civil cumprissem as barbaridades contra os camponeses
e para desocupar 21 latifúndios na região.
Esta verdadeira operação de guerra conta com
cerca de trezentos policiais do Comando de Missões
Especiais (CME) da Polícia Militar, policiais civis,
bombeiros militares, Detran e peritos do Centro de Perícia,
do Centro Integrado de Operações (CIOP) e
do Centro Estratégico Integrado da Secretaria de
Segurança Pública do Pará (Segup).
A operação utiliza mais de 40 carros, ônibus,
quatro helicópteros, e até um motoplanador
da PM.
A
governadora do Pará, Ana Júlia Carepa - PT,
desencadeou essa feroz repressão à partir
da campanha encomendada pelos latifundiários, orquestrada
pela imprensa reacionária, principalmente pela revista
Veja e jornal Folha de São Paulo, que criminalizam
os camponeses tratando-os como “bandidos”, insuflando
a repressão contra o povo pobre e protegendo os bandidos
latifundiários. Após uma série de reportagens
caluniadoras, provocadoras e reacionárias da revista
Veja, que tratava os camponeses e o povo do sul do Pará
como um "bando de criminosos" a governadora do
PT redobrou os ataques furiosos contra a justa luta camponesa.
Exigimos
a imediata libertação dos camponeses e o fim
da repressão!
Terra para quem nela trabalha!
Conquistar a terra, destruir o latifúndio!
Liga
Operária
Comissão Nacional da Liga dos Camponeses Pobres 21/11/2007
Reproduzimos
Nota - Marreta
Sindicato
dos Trabalhadores na Indústria da Construção
de Belo Horizonte (MARRETA)
O Sindicato
dos Trabalhadores na Indústria da Construção
de Belo Horizonte (MARRETA) repudia as mentiras do presidente
do Sinduscon-MG e esclarece aos trabalhadores que a nossa
greve continua.
A greve é um direito dos operários e com a
força da nossa mobilização vamos arrancar
o nosso aumento salarial.
O Sindicato esclarece que os trabalhadores de Nova Lima
pertencem à base de Belo Horizonte e Região.
Portanto é mentira do Sinduscon que foi assinada
a convenção coletiva pelos trabalhadores do
município. Vamos fazer valer o nosso direito de greve e as horas
não trabalhadas terão de ser pagas. Exigimos
100% de reajuste e a manutenção de todos os
nossos benefícios sociais, e vamos prosseguir na
luta até a vitória.
Reproduzimos
denúncia da Liga
dos Camponeses Pobres
Exigimos
a libertação imediata do companheiro
Carlos!
Mais
uma vez a polícia age a mando do latifúndio.
Como se não bastasse todas as ameaças de pistoleiros
diariamente sofridas pelos camponeses, numa ação
covarde, hoje dia 22 de novembro, a polícia prendeu
o companheiro Carlos, da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia.
O
companheiro Carlos estava trabalhando na roça junto
de mais um companheiro plantando café. Por volta
das 10:40h da manhã, quando um dos companheiros foi
buscar o almoço avistou cerca de 15 policiais da
SEDAM fortemente armados. Este companheiro correu ao perceber
que Carlos estava sendo algemado. Ele ainda avistou Carlos
sendo levado para dentro da mata quando aproximadamente
a uns 250 metros de distância, ouviu vários
tiros disparados. A maior possibilidade é que se
não tiverem assassinado o companheiro, ele possa
estar preso na sede da fazenda Condor (posto da polícia-
SEDAM).
Logo
que soube do acontecido, a Liga dos Camponeses Pobres de
Rondônia entrou em contato com o Comando da Polícia
Ambiental em Candeia do Jamari e o Comando afirmou não
saber desta prisão, até às 17:00h.
Os
camponeses estão vivendo nesta área há
mais de um ano e estão plantando e colhendo, construindo
estradas, pontes, ou seja, estão fazendo prosperar
a região. Porém não é isto que
a imprensa burguesa-latifundiária reconhece. O que
fazem é justificar, legitimar a matança de
camponeses que só lutam por um pedaço de terra
para morar e plantar. Exemplo disto foi a publicação
de matéria no jornal “Folha de Rondônia”.
Acusaram os camponeses pobres de “bandoleiros”,
“invasores”, “bandidos”, “andam
encapuzados e armados”, tudo para como uma forma de
dar passe para a ação da polícia contra
camponeses pobres e suas lideranças.
Bandidos
são eles!
Nós
sabemos que na sede da fazenda Condor funciona uma pista
de pouso clandestina para o tráfico de drogas, armas
e munições, além de servir ao contrabando
de veículos roubados. Isto tudo com a proteção
da polícia ambiental e polícias locais.
A mesma coisa acontece no sul do Pará. Acusações
semelhantes são feitas aos camponeses pobres desta
região, que são tratados pelo grande monopólio
de imprensa como bandidos. O Jornal Folha de São
Paulo e a revista Veja também foram porta-vozes desta
campanha contra camponeses pobres. Este é o conhecido
método porco no qual imprensa reacionária
é imbatível, de acusar sem provas, de despejar
todo o rancor e incômodo com a luta e a organização
popular para açular a repressão e justificar
toda a sorte de perseguições às lideranças
camponesas e seus movimentos. Isto realmente não
é novidade, mas serve para mais uma vez desmascarar
a defesa que estes órgãos da imprensa reacionária
fazem destes grandes latifundiários, grileiros de
terras da união, traficantes de drogas.
Exigimos a libertação imediata do companheiro
Carlos!
Fora SEDAM e IBAMA da Amazônia, jagunços do
imperialismo!
Viva a luta combativa dos camponeses!
Liga
dos Camponeses Pobres - RO
22
de novembro de 2007
A
liga operária reproduz nota de denúncia encaminhada
pelo Cebraspo – Centro Brasileiro de Solidariedade
aos povos
DENÚNCIA:
Polícia prende e tortura camponês. O que fizeram
com o
camponês José Carlos?
Nesta quinta-feira, 22 de novembro de 2007, por volta das
10:40, um grupo de 15 policiais ambientais invadiram um
acampamento em Jacinópolis (região de Nova
Mamoré-RO) pretendo o camponês JOSÉ
CARLOS COSTA FIGUEIREDO da Liga dos Camponeses Pobres. Por
diversas vezes a Liga de Camponeses Pobres vêm denunciando
que grupos de pistoleiros a mando do latifúndio aterrorizam
a região.
O
latifúndio e seus veículos de comunicação
tratam de criminalizar a luta pela terra, como forma de
preparar suas intervenções armadas. Foi assim
em matéria publicada pela revista Veja e no Jornal
Folha de São Paulo, que ao criminalizar os camponeses
no sul do Pará antecederam e prepararam a opinião
pública para ação repressora da polícia
naquela região. No Pará, seguindo exemplo
da lógica da gerência Lula/Banco Mundial, a
governadora Ana Júlia (PT), prontamente atendeu o
latifúndio prendendo e torturando mais de 100 camponeses.
Também em Rondônia a ausência de política
agrária destinada aos camponeses pobres, garante
a ação de milícias armadas de latifundiários.
Foi assim no acampamento flor do amazonas, em Candeias do
Jamari, como também em Ariquemes Cujubim, Buritis
e inúmeras regiões do Estado . Perseguem,
torturam e assassinam os camponeses. E quando a resistência
dos camponeses prevalece, recorrem à PM, Polícia
Federal, Polícia Florestal e Polícia Civil
(e pasmem! Até ao exército) para expulsar,
torturar e assassinar camponeses.
Aos camponeses pobres é relegada a acusação
de bandidos, desocupados, desordeiros, destruidores da natureza
e outros adjetivos que os criminalizam. Mas em nenhum momento
a imprensa denuncia a entrega de nossas terras e nossas
riquezas aos ianques e à biopirataria. É só
observar a "concessão" de florestas públicas,
entrega do patrimônio natural (madeira e minérios)
para a exploração indiscriminada de empresas
transnacionais. Da mesma forma a gerência Lula, através
do seu emissário ministro de "Direitos Humanos",
enviado a Rondônia no mês passado, simplesmente
disse "não ter nada a fazer" em relação
às indenizações das vítimas
do conflito de Santa Elina, ocorrido a mais de 12 anos em
Corumbiara. Mesmo com uma decisão da Corte da OEA
(Organização dos Estados Americanos) de punição
ao Estado brasileiro pelas atrocidades cometidas no conflito,
a gerência Lula se nega a cumprir as indenizações.
JÁ BASTA! As organizações sociais,
estudantes e intelectuais honestos se juntam para DENUNCIAR
mais uma barbaridade cometida contra os camponeses em Rondônia!
Exigimos da Secretaria de Segurança Pública
e do comando da Polícia Militar, que se pronunciem
sobre o paradeiro do Camponês José Carlos,
que foi preso e torturado pela polícia ambiental
em Jacinópolis. Após a sua prisão e
tortura, José Carlos foi levado para a sede da Fazenda
Condor nas proximidades do distrito de Jacinópolis
e os moradores da vizinhança ouviam gritos e tiros.
Os camponeses da região temem pela vida de José
Carlos.
José Carlos, ativista da Liga de Camponeses Pobres,
dentre outros trabalhos, colabora com o Laboratório
Organizacional de Trabalhadores que têm à frente
o Professor Dr. CLODOMIR MORAIS, conhecido em toda América
Latina pelo seu trabalho junto aos camponeses. Recentemente,
José Carlos acompanhava os trabalhos do Professor
Clodomir em um Laboratório no bairro Ulisses Guimarães
em Porto Velho.
Porto Velho/RO, 22 de novembro de 2007.
CENTRO BRASILEIRO DE SOLIDARIEDADE AOS POVOS
- CEBRASPO
NÚCLEO DE ADVOGADOS DO POVO – NAP
Diretório Central dos Estudantes da Universidade
Federal de Rondônia – DCE-UNIR
DIRETÓRIO ACADÊMICO DO CAMPUS DE ROLIM DE MOURA
Centro Acadêmico de Psicologia – Universidade
Federal de Rondônia
Centro Acadêmico de Ciências Sociais –
Universidade Federal de Rondônia
Centro Acadêmico de Pedagogia – Universidade
Federal de Rondônia
Centro Acadêmico de Informática – Universidade
Federal de Rondônia
Centro Acadêmico de Medicina – Universidade
Federal de Rondônia
Centro Acadêmico de Geografia – Universidade
Federal de Rondônia
SINDSPREV-RO – Sindicato dos Previdenciários
de Rondônia
ANDES – SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES
ANDES – REGIONAL NORTE
Repúdio
à prisão e criminalização de
camponeses no Pará
A
Liga Operária repudia as violências, prisões
e arbitrariedades cometidas contra os camponeses pobres
do Pará. A mando da governadora Ana Júlia
Carepa – PT, foi deflagrada uma operação
criminosa contra o povo da região denominada
“Operação Paz no Campo”, verdadeira
“Operação Violência no Campo”,
desencadeada desde a última segunda-feira, dia
19, pelo governo do estado, polícia militar,
com apoio do exército e policia rodoviária
federal.
Repudiamos as
prisões violentas e arbitrárias de mais
de 100 camponeses e de lideranças sindicais.
Repudiamos a campanha de criminalização
da Liga dos Camponeses Pobres e a campanha de terror
realizada pelas hostes policiais à serviço
do latifúndio.
Repudiamos veementemente
a campanha histérica e reacionária movida
pela imprensa burguesa, como a revista Veja e jornal
Folha de São Paulo, porta-vozes dos bandidos
latifundiários, da grande burguesia e bancos.
Ação
truculenta da polícia persegue e prende mais de 100 camponeses
A Liga
Operária se solidariza com a Liga dos Camponeses
Pobres e reproduz
Nota de denuncia sobre os acontecimentos na região
do Triângulo
PRATA-MG,
20 de Novembro de 2007.
NOTA
DE DENÚNCIA
Vimos
por meio desta denunciar que neste momento mais um ato
de violência contra trabalhadores está prestes
a se concretizar na região do Triângulo Mineiro.
Mais
uma ação de reintegração de
posse em favor de fazendeiros está sendo levada
a cabo no município do Prata-MG.
A
Fazenda Douradinho estava abandonada sem produzir absolutamente
nada a vários anos. Foi ocupada no dia 15 de dezembro
de 2006 por cerca de 100 famílias que, cansadas
de suportar a miséria, a violência e a exploração
na cidade decidiram se organizar epartir para a luta em
busca de terra para trabalhar e viver em paz.
Desde
fevereiro deste ano as famílias aguardavam o cumprimento
da promessa feita pelo INCRA em audiência da Vara
de Conflitos Agrários de Minas Gerais, de que a
fazenda seria vistoriada para desapropriação.
Com o prazo para o cumprimento da vistoria vencido em
agosto último as famílias vêm sendo
ameaçadas por uma ordem de despejo. Ou seja, por
conta da falta de compromisso do INCRA as famílias
acampadas é que pagam o preço.
Essa
ameaça vem se arrastando desde agosto, e mesmo
com a situação de total abandono da fazenda,
do histórico de trabalho escravo na área,
da existência de cerca de outras 20 fazendas em
semelhante situação em nome do latifundiário
João Luiz de Melo e do fato de este ter se servido
de pistolagem que tentou nos primeiros meses da ocupação,
sem sucesso, intimidar os trabalhadores, querem agora
expulsar essas famílias da área.
Essa
é a resposta do Estado para quem quer trabalhar
e fugir da miséria que se abate sobre o campo em
nosso país. Para estas famílias a única
solução apontada pelo governo são
os seus programas de chantagem em massa (bolsas esmola)
e mais repressão.
Logo
depois de ocupada pelos camponeses a Polícia Militar
do Prata acobertou a ação de pistoleiros
pagos pelo latifundiário para tentar intimidar
as famílias. Agora essa mesma polícia reúne
o efetivo da região sob o comando da PM de Ituiutaba
para fustigar, umilhar e mais uma vez tratar trabalhadores
como bandidos.
O
que ocorre neste exato momento no Triângulo Mineiro
é apenas mais um exemplo de como a cada dia se
busca criminalizar a luta popular para mais facilmente
atacar os direitos do povo.
Recentemente
a PM de Monte Carmelo invadiu um acampamento a pedido
de um latifundiário sem nenhuma ordem judicial,
espancou e humilhou hoens e mulheres, chegando ao cúmulo
de agradir uma senhora de mais de sessenta anos de idade.
Também
em outros Estados as práticas fascistas de criminalização
são crescentes como a exemplo do que tem sido cinicamente
chamado de "Operação Paz no Campo"
e que recentemente foi divulgado em matéria da
Folha de São Paulo como uma operação
contra a ação de "bandos" no Estado
do Pará na região de Conceição
do Araguaia.
Esta
é a realidade do campo brasileiro. Enquanto o governo
faz propagandas mentirosas na televisão dizendo
que está promovendo a Reforma Agrária, o
povo que se dispõe a lutar pelo seu sagrado direito
a terra é acossado e violentado, ora por bandos
armados particulares dos latifundiários, ora pela
própria polícia que esbanjando a posição
de “tropa de elite” atua à margem de
qualquer lei, açulada e protegida pelo monopólio
de imprensa.
Para os camponeses que lutam por um pedaço de terra
para viver e trabalhar só são oferecidos
mais pedidos de paciência e mais repressão.
Neste
momento cerca de 200 homens da PM de Minas Gerais estão
aqurtelados no município do Prata aguardando ordens
para cumprir seu papel de defensores do sistema latifundiário
e expusar violentamente as famílias acampadas.
Estão presentes representantes do INCRA e do Instituto
de Terras de Minas Gerais em negociação
com as famílias.
As famílias prometem resistir!
Manifestamos
nosso repúdio a mais essa ação repressiva
e manifestamos nosso entendimento de que qualquer sangue
derramado na fazenda Douradinho será de total responsabilidade
dos governos federal e estadual nas figuras de seus representantes
nos órgãos responsáveis pela (falida)
Reforma Agrária.
Conclamamos
todos a se unir em defesa da justa luta pela terra dos
camponeses pobres pois essa é única forma
de vislumbrarmos um futuro livre do atifúndio,
chaga secular que se arrasta mantentendo nosso país
no atrazo e o povo na miséria.
Conclamamos todos a manifestar seu repúdio a mais
esta ação do latifúndio e de seu
Estado que cada dia mais revela seu caráter reacionário.
Que uma grande mobilização nacional se una
para deter a escalada fascista.
O
povo quer terra, não repressão!
Terra para quem nela trabalha!
Liga dos Camponeses Pobres
“Consolidação”
da CLT é golpe
e faz parte da contra-reforma trabalhista
O
recente e suave discurso do deputado Cândido Vaccarezza
proferido dia 12 de novembro para os sindicalistas de Santos e
região, no Sindicato dos Urbanitários, negando alterações
da CLT pelo projeto de lei de sua autoria, de nº 1987/2007,
de “consolidação da CLT” e que “nessa
discussão não existe essa possibilidade de tirar
ou colocar”, só engana mesmo os mais desavisados
e serve de anteparo para as classes exploradoras imporem ainda
mais flexibilização e retirada dos parcos direitos
dos trabalhadores.
VACCArezza
espalha mentiras – De tão gorda a vaca já não
anda!
O governo
FMI-Lula, através do INSS – Instituto Nacional
de Seguro Social usa de armadilhas para cortar direitos
previdenciários dos trabalhadores. O Instituto encaminha
trabalhadores com graves problemas de saúde para
fazer falsos cursos de reabilitação, em profissões
completamente incompatíveis com as funções
exercidas anteriormente, corta arbitrariamente os benefícios
e sujeita os segurados à falta de assistência
e ao desemprego.
Além disso, o governo pratica a alta programada para
os trabalhadores, isto é, independente do estado
de saúde do paciente os médicos peritos são
obrigados a conceder alta e cortar os benefícios,
de acordo com o estipulado nos programas dos computadores
do INSS. Também são usadas tabelas de cálculos
que diminuem o valor dos benefícios, como é
o caso da tabela do fator previdenciário que diminui
o valor das aposentadorias e eleva o tempo de serviço
e a idade necessária para o segurado poder receber
o mesmo salário que tinha na ativa.Leia
Mais
A Liga
Operária se solidariza com a Liga dos Camponeses Pobres
e reproduz Nota de esclarecimento sobre os acontecimentos
da Fazenda Bom Destino – Cajueiro - Alagoas
Nota
de esclarecimento sobre os acontecimentos da Fazenda Bom Destino
– Cajueiro - Alagoas
01)
No dia 05 de setembro, 100 famílias camponesas
ocuparam a fazenda Bom Destino, no município de Cajueiro,
estado de Alagoas.
02) Como é de conhecimento de todos da região
a fazenda Bom Destino está improdutiva a cerca de 7
anos. Os pouquíssimos moradores que ainda lá
residem vivem em situação de abandono. A maior
parte das casas e o curral estão em péssimas
condições de conservação. Até
o grupo escolar está desativado!
03) A fazenda Bom Destino nunca fora ocupada por nenhum
dos movimentos existentes. Prova disto são os depoimentos
das próprias famílias da região.
04) Como a fazenda Bom Destino nunca fora ocupada anteriormente
a liga e as famílias que acamparam não tinham
conhecimento que esta área estava sendo negociada para
outros movimentos.
05) Logo após a ocupação, muitas
famílias dos povoados e cidades próximos como
Santa Efigênia, Cajueiro, Viçosa e Chã
Preta se juntaram ao acampamento. Hoje já somos 180
famílias!
06) O Incra esteve no Acampamento no dia 12 de setembro
exigindo que as famílias desocupassem a propriedade
imediatamente sem apresentar nenhuma solução
para as famílias acampadas.
07) Muito nos estranha o Instituto, que se diz responsável
pela promoção da “reforma agrária”
no estado, ir ao Acampamento tentar despejar estas famílias.
08) 15 dias após a ocupação organizada
por estas famílias e pela Liga dos Camponeses Pobres,
o MLST ocupou a fazenda Bom Destino mesmo esta já estando
ocupada.
09) Esta atitude criou um clima de tensão na
área e um conflito entre trabalhadores pode ocorrer
a qualquer momento. Preocupada com esta situação
a Liga entrou em contato com o MLST para negociar uma saída
pacífica, mas não obteve resposta.
10) O único que pode resolver esta situação
no momento é o Incra, encontrando terra suficiente
para ambos os movimentos. Portanto se algum conflito ocorrer
entre os trabalhadores a responsabilidade direta será
do Incra.
11) A Liga dos Camponeses Pobres é um movimento
de massas independente e democrático e não aceitará
que nenhum conflito ocorra entre trabalhadores. Nossa opinião
é que todos camponeses, independentemente sob qual
bandeira estejam, devem se unir para derrotar o inimigo comum,
o latifúndio.
12) Exemplos da aliança que queremos é
a ocupação por moradia realizada recentemente
em União dos Palmares. Organizada conjuntamente pelo
MST, MLST, e pela Liga esta ocupação vitoriosa
reúne já 2 mil famílias.
13) Conclamamos a união de todos os camponeses
e rechaçamos as atitudes de algumas pessoas do Incra
que tentam colocar movimento contra movimento, trabalhador
contra trabalhador. Reafirmamos nosso compromisso com o povo
e com a luta pela terra para quem nela trabalha.
- Golpe a golpe e de forma dissimulada, governo FMI-Lula executa
a reforma trabalhista.
- Deputado do PT faz projeto para destruir a CLT.
- Governo Lula junto com pelegos das centrais impõem
arrocho do salário mínimo até 2023.
- Crescem as greves e a resistência popular.
- Na greve dos metroviários de São Paulo, pelegos
do Sindicato e Conlutas borraram de medo, conciliaram e traíram
os trabalhadores.
- Combate aos oportunistas e construção da Greve
Geral.
- O problema da terra no Brasil e as tarefas da Revolução
Agrária.
- Campanha pela libertação do líder camponês
Jose Ricardo.
- A importância fundamental da participação
das mulheres nas lutas da classe operária.
- A ILPS – Liga Internacional de Luta dos povos.
- O socialismo burguês de Chavéz e Morales.
- Homenagem aos combatentes da classe: Luiz Vergatti e
Joaquim Celso de Lima.
- Campanha contra as perseguições e a prisão
do Professor José Maria Sison.
Governo
FMI-Lula-PT-CUT faz reforma trabalhista aos poucos
Na
base da enganação e aos poucos, o governo FMI-Lula-PT-Pecêdobe-CUT
vai cumprindo o papel para o qual foi eleito – facilitar a
retirada direitos dos trabalhadores. Os pelegos da CUT e Força
Sindical, que são parte integrante e fundamental desse governo
de oportunistas e traidores, contam para essa estratégia
com o concurso de outros setores oportunistas/eleitoreiros como
o PSTU/Conlutas e PSOL/Intersindical. Para ludibriar a massa, CUT
e Força Sindical, cujos fundadores e outros membros participam
dos principais cargos do governo e no parlamento, promovem falsas
lutas e manifestações contra alguns aspectos da nefasta
política do governo. Exemplos dessas manobras são
as manifestações de apoio ao veto a emenda 3, como
as realizadas no último dia 23 de maio. A Conlutas/PSTU e
Intersindical/PSOL embarcam nessas articulações com
a expectativa de aparecerem e tirarem trunfos eleitoreiros.
Governo
FMI-Lula, pelegos & empresários fazem conluio para
a retirada de direitos trabalhistas
Abaixo
o ataque do governo FMI-Lula-PT-CUT aos direitos trabalhistas e
previdenciários
Aumentam os protestos populares contra a política antipovo
do governo FMI/Lula
No
último dia 17 de maio, durante a solenidade de posse do novo
“Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social”
- denominação dada ao fórum de conciliação
de classes e instrumento de corporativização da sociedade
brasileira - Luís Inácio, com sua já manjada
verborréia e sob aplausos de banqueiros e grandes burgueses
representantes de monopólios nacionais e estrangeiros, confirmou
sua disposição de modificar a legislação
previdenciária, sindical e trabalhista do nosso país.
Estas modificações fazem parte dos compromissos assumidos
com o FMI e os grupos de poder que disponibilizaram a fortuna em
dólares e reais para sua reeleição.
A Liga Operária se solidariza
com a Liga dos Camponeses Pobres e reproduz Nota de denuncia sobre os
acontecimentos na região do Alto Paranaíba
MONTE
CARMELO, 29 de Outubro de 2007
NOTA
DE DENÚNCIA PISTOLAGEM FARDADA AGRIDE TRABALHADORES
A MANDO DE LATIFUNDIÁRIO TRAFICANTE
Denunciamos
por meio desta o mais recente ato de violência contra o
povo pobre do campo na região do Alto Paranaíba.
Na
madrugada de sábado para domingo últimos, cerca
de 50 famílias camponesas ocuparam a Fazenda Samambaia,
em busca de terra para trabalhar e fugir da miséria que
se abate sobre o campo em nosso país, e para a qual a única
solução apontada pelo governo são os seus
programas de chantagem em massa (bolsas esmola) e mais repressão.
O suposto dono desta fazenda é o traficante Henrique Rodrigues,
filho de José Pinheiro Rodrigues.
Como tantas outras, apesar do histórico de trabalho escravo
e das denúncias de tráfico de drogas que pesam sobre
o latifundiário, a fazenda continua em seu nome e abandonada
há anos sem produzir nada para a região.
Depois
de ocupada pelos camponeses, neste domingo, por volta das vinte
horas, a Polícia Militar de Monte Carmelo esteve no local
da ocupação em uma viatura comandada pelo Cabo Souza,
que se pôs a fazer ameaças às famílias
que ali estavam.
Passados
alguns momentos (cerca de vinte e uma horas) chegou ao local um
forte efetivo policial, que de imediato tirou qualquer dúvida
das famílias de que talvez a polícia estivesse ali
para, como manda a lei e todo o ordenamento legal referente a
conflitos agrários, simplesmente registrar a ocorrência
da ocupação da área para em seguida tomar
outras medidas.
O
que de fato ocorreu é que chegado o reforço policial
o acampamento foi invadido e as famílias dispersadas a
base de tiros.
Todo o acampamento foi queimado, mantimentos foram roubados e
transportados nas próprias viaturas, dois homens e uma
mulher foram agredidos a pancadas.
Enquanto
os policiais queimavam seus pertences e os barracos de lona, as
famílias se refugiaram na mata e só se encontraram
novamente na tarde de hoje (29/10), sendo que uma menina de apenas
seis anos permanece desaparecida.
Esta
é a realidade do campo brasileiro. Enquanto o governo faz
propagandas mentirosas na televisão dizendo que está
promovendo a Reforma Agrária, o povo que se dispõe
a lutar pelo seu sagrado direito a terra é acossado e violentado,
ora por bandos armados particulares dos latifundiários,
ora pela própria polícia que esbanjando a posição
de “tropa de elite” atua à margem de qualquer
lei, açulada e protegida pelo monopólio de imprensa.
Para os camponeses que lutam por um pedaço de terra para
viver e trabalhar só são oferecidos mais pedidos
de paciência e mais repressão.
Exigimos a imediata punição para o mandante latifundiário
e para os pistoleiros fardados da PM de Monte Carmelo.
Conclamamos as instituições, sindicatos, organizações
de Direitos Humanos e demais organizações, bem como
pessoas comprometidas e democratas que anseiam por uma nação
justa e próspera, que se posicionem em defesa dos direitos
das famílias da Fazenda Samambaia. Conclamamos todos a
manifestar seu repúdio a mais esta ação do
latifúndio e de seu Estado que cada dia mais revela seu
caráter reacionário.
Que uma grande mobilização nacional se una para
deter a escalada fascista.
O
povo quer terra, não repressão!
Terra para quem nela trabalha!
Liga dos Camponeses Pobres
Abaixo
o fascismo
Tropa da elite
é assassina de pobres, manada de bestas feras e bando de imbecis
covardes que a imprensa fascista estuma e protege.
Matéria
publicada na capa do jornal "O Dia" - de 20/10/2007
A própria imprensa reacionária não teve como
esconder a barbárie perpetrada pelas bestas feras e bando de
imbecis que promoveram sete horas de intensos tiroteios na Favela
da Coréia, NO Rio de Janeiro. Apesar disso, essa mesma imprensa
sempre procura aliviar a responsabilidade do Estado genocida, sua
política de extermínio e sua policia assassina.
Tropa
da elite é assassina de pobres, manada de bestas feras e bando
de imbecis covardes que a imprensa fascista estuma e protege.
"Vai
homem de preto,
cumprir sua missão:
Assassinar criança pobre,
com tiro no coração!"
A
criança pobre Jorge Cauã Lacerda, de apenas 4 anos,
moradora na Favela da Coréia, em Senador Camará, zona
oeste do Rio, é uma das mais recentes vitimas da barbárie
instalada no Brasil e da ação de extermínio de
pobres perpetrada pelas forças policiais assassinas e covardes.
Jorge Cauã teve o coração varado por bala disparada
por policiais, por volta das 11 horas do dia 17/10, quando policiais
atiravam contra supostos traficantes que se escondiam dentro de um
barraco ao lado onde ele morava. As balas de fuzis atravessaram as
paredes e destruíram todos móveis da casa onde estavam
Cauã, sua mãe e um bebê de 9 meses. Outros dez
moradores da favela também foram assassinados. Leia
Mais
Nos
últimos dias o prof. José Maria Sison foi libertado.
A Liga Operária reproduz o relato de Sison sobre sua
libertação:
Relato
da minha libertação da prisão
Calorosas saudações, amigos!
Estou profundamente contente e agradecido de que o Rechtsbank
deciciu por libertar-me da prisão. Vocês não
podem imaginar o quanto estou feliz! É extremamente doloroso
e humilhante ser sujeitado ao confinamento solitário
e ao violento interrogatório sob fortes luzes. Esta difícil
experiência é grave pois sou inocente nas falsas
e politicamente motivadas acusações levantadas
contra mim.
Não tenho a ver com qualquer assassinato. Isto vai contra
meus princípios morais e políticos. Sou um professor
que ama a troca de idéias rumo ao entendimento comum
e cooperação. Eu tenho me dedicado por muito tempo
a defesa dos Direitos Humanos e ao trabalho por uma paz justa
nas Filipinas. Eu não posso me aprofundar nos fatos e
argumentos concernentes ao meu caso. É o meu advogado,
Michiel Pestman, a pessoa competente para dar as informações
das quais necessita.Leia
mais
Governo FMI-Lula aplica o “conto do vigário” da
Previdência Complementar
No
último dia 6 de setembro, o Governo encaminhou ao Congresso
o Projeto de Lei Complementar (PLP) 92/2007 que cria o regime
de previdência complementar para os servidores públicos
federais e cria a fundação responsável
por sua administração.
A conseqüência imediata da criação
e funcionamento da previdência complementar será
limitar o valor dos benefícios de aposentadoria e pensão
do regime próprio de Previdência da União
que ficarão restritos ao teto fixado para os benefícios
do Regime Geral de Previdência Social, a cargo do INSS,
atualmente em R$ 2.894,28. Isto significa que ao servidor admitido
a partir dessa data aplica-se, obrigatoriamente, esse limite
máximo, sendo-lhe facultado complementar sua aposentadoria
mediante adesão à previdência complementar.Leia
Mais
A
Liga Operária retransmite denúncia da Liga dos Camponeses
Pobres de Rondônia:
Estado
repressivo planeja novo ataque aos moradores de jacinopolis e adjacências
O
povo de jacinopolis mais uma vez denuncia um plano sinistro
de ataque a todos moradores de jacinopolis e região que
ira do dia 12 até o dia 19 de setembro.
O plano sinistro da policia, sedam, ibama e coe é destruir
a estrada da linha 03 de 22 km de extensão e também
destruir 3 pontes, uma sobre o rio Capivari de 25 metros de
comprimento, outra de 15 metros sobre o igarapé água
preta e outra sobre o igarapé ‘da pedra’
de 10 metros de comprimento que foram construídas para
dar acesso aos moradores da Br 421 ao projeto jacinópolis.
Estas pontes e a estrada foram construídas sem ajuda
de nenhum órgão do estado e sim com muita luta
das famílias de camponeses, pequenos madeireiros e pequenos
comerciantes que moram na região.
E agora esse mesmo estado fascista que não fornece o
mínimo auxilio aos moradores da região quer destruir
aquilo que os moradores construíram com muita luta e
perseverança, para conseguir escoar a produção
com menos dificuldade.
O principal objetivo do estado é impedir que o ônibus
possa transportar os moradores até a cidade, isolando
os moradores da região para continuar massacrando os
moradores com mais facilidade.
Alem da luta contra a malária e hepatite que atacam os
moradores da região constantemente tem a luta contra
o estado fascista burguês e latifundiário que persegue
sem tréguas o povo trabalhador.
Nós moradores do jacinopolis estamos dispostos a defender
a ferro e fogo as nossas famílias e toda nossa produção.
Nos convidamos todos os pequenos comerciantes, democratas e
intelectuais do povo a nos apoiar nessa luta.
Viva
a revolução agrária.
Fora sedam e ibama jagunços do imperialismo!
Abaixo o estado fascista e latifundiário!
LCP LIGA DOS CAMPONESES POBRES DE RONDÔNIA
Não
vale desviar a atenção
dos trabalhadores
Abaixo
o corte de direitos perpetrado pelo governo Lula
e o “mensalão” concedido às Centrais Sindicais.
Uma
grande campanha para desviar a atenção dos ativistas
e dos trabalhadores foi montada pela cúpula corrompida
da CUT, MST, Igreja, Conlutas, entre outros. Trata-se da chamada
campanha pela reestatização e o PLEBISCITO DA
VALE.
Essas
entidades que são governo, tem membros ocupando altos
cargos no governo ou estão na "oposição"
conciliadora querem esconder o grave ataque que o governo perpetra
contra os trabalhadores e para isso puxam uma campanha, de cunho
eleitoreiro, para ocupar uma parcela de pessoas e iludir que
esse governo que está também privatizando e fazendo
aquilo que FHC não conseguiu fazer, pode adotar alguma
medida benéfica para o povo. Mas o que o governo faz
é o contrário. Exemplo disso é a privatização
da Infraero, a primazia dada as empresas aéreas que fazem
o que bem entendem e o grave acidente que provocaram; além
da destruição dos direitos trabalhistas assegurados
na CLT, o violento arrocho salarial, ataque ao direito de greve,
etc. Leia
Mais
Consulado
holandês recebe protesto pela libertação do Prof.
José Maria Sisón
A
cônsul honorária da Holanda, Monique T. Looman,
recebeu na manhã desta quinta-feira, dia 6 de setembro,
uma delegação de representantes de movimentos
sindicais, populares e democráticos, que protestavam
contra a arbitrária prisão do Professor José
Maria Sisón, ocorrida no último dia 28 de agosto,
na Holanda. Ela manifestou solidariedade aos manifestantes,
recebeu o documento encaminhado pelas entidades (ver abaixo
- fotos em anexo) e ficou de encaminhá-lo para o embaixador
do país, que vai se manifestar. A cônsul Monique
Looman afirmou que acredita que a questão será
solucionada e que o povo da Europa sofreu muito durante o regime
fascista.Leia
Mais
A
cônsul honorária da Holanda, Monique T. Looman,
recebe a delegação.
Protesto
na portaria do prédio da embaixada da Holanda.
A Liga
Operária reproduz denúncia do
Núcleo Sindical de Foz do Iguaçu:
GOVERNO
REQUIÃO PUNE PROFESSORES QUE DENUNCIARAM CORRUPÇÃO NO
COLÉGIO BARÃO
Polícia
agride professores e estudantes dentro do colégio
Policiais
rodeiam a cabeça do professor Luiz Carlos de Freitas,
deitado no chão, com o rosto virado para o piso da Escola
Estadual Barão do Rio Branco, em Foz do Iguaçu.
No dia 20 de agosto veio a público uma portaria do Secretário
de Educação Maurício Requião punindo
4 professores do Colégio Estadual Barão do Rio
Branco de Foz do Iguaçu. A portaria determinou o remanejamento
destes professores para outros colégios, por um período
de 2 anos.
No final de 2005 o conselho escolar denunciou irregularidades
envolvendo a administração do colégio,
tais como: notas frias, notas de produtos que nunca deram entrada
na escola, como alimentos, livros, bolas, notas de ônibus
que nunca levaram alunos a Curitiba, etc. A situação
era tão caótica que faltavam até bebedouros,
papel higiênico e ventiladores nas salas. Depois de muita
mobilização foi aberto processo administrativo
para investigar a gestão 2004-2005 da então diretora.
Os professores citados acima também tiveram que responder
processo por ter levado os fatos à imprensa. As denúncias
partiram do conselho escolar que é o órgão
máximo da escola. Em síntese, a Secretaria de
Educação usou a lógica de punir aqueles
que denunciam a corrupção. Leia
Mais
A Liga Operária se solidariza e faz eco
á luta do Comitê Internacional Denfend pela libertação
de Jose Maria Sison, presidente da ILPS - International League of
Peoples Struggle
LIBERDADE
PARA JOSE MARIA SISON!
O Comitê
Internacional Defend condena veementemente a prisão
injusta do Prof. Jose Maria Sison, presidente da ILPS (Liga
Internacional de Luta dos Povos) pela polícia holandesa,
ocorrida hoje de manhã, dia 28 de agosto A partir de
acusações forjadas. A polícia ainda fez
simultâneos e repentinos ataques a várias casa
de filipinos em Utrecht, Holanda, inclusive no escritório
da NDFP (Frente Nacional Democrática das Filipinas).
A prisão do Prof. Sison aconteceu depois que a Corte
Suprema das Filipinas julgou, e arquivou,vários casos
políticos contra ele e outras pessoas. Semelhantemente,
a polícia holandesa arquivou denúncias contra
ele e também a Corte Européia, no dia 11 de
julho passado, em Luxemburgo, anulou a inclusão do
nome do Prof. Sison no Conselho europeu como "terrorista"
já que o mesmo não conseguiu dar uma razão
válida para esta inclusão. Leia
Mais
A Liga
Operária se solidariza com os camponeses do massacre de Corumbiara
e divulga mais uma nota do CODEVISE. Exigimos justiça e o fim
da impunidade!
Comitê
de Defesa das Vítimas de Santa Elina – Codevise –
informa:
O
Comitê de Defesa das Vítimas de Santa Elina, Corumbiara,
Rondônia, recebidas no Palácio do Planalto pelo
Chefe do Gabinete Pessoal do Presidente da República,
Gilberto Carvalho, divulga o compromisso firmado pela Presidência
da República, após reunião no dia 24 de
agosto de 2007, de vítimas do Massacre de Corumbiara
com o Chefe do Gabinete Pessoal do Presidente da República.
A Liga
Operária se solidariza com os camponeses do massacre de Corumbiara
e divulga mais uma nota do CODEVISE. Exigimos justiça e o fim
da impunidade!
Ministro
dos Direitos Humanos reconhece direito à indenização
de todas as vítimas do Massacre de Corumbiara
Na
tarde da última terça-feira, 21 de agosto de 2007,
o Comitê de defesa das vítimas de Santa Elina -
Codevise - se reuniu com o Ministro Paulo Vanucchi, da Secretaria
Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.
Uma delegação de 20 camponeses, vítimas
do Massacre de Corumbiara, Rondônia, em 1995, relatou
ao Ministro as atrocidades a que foram submetidos no despejo
da Fazenda Santa Elina. Eles cobraram da Secretaria Especial
de Direitos Humanos da Presidência da República
maior envolvimento com o caso, que estava esquecido há
12 anos. Até hoje, as vítimas do Massacre não
foram indenizadas nem receberam qualquer auxílio do Estado
para tratamento médico. Além disso, cerca de 80
famílias continuam sem receber terra pela Reforma Agrária.
Leia Mais
A
Liga Operária se solidariza com os camponeses do massacre de
Corumbiara e divulga a nota do CODEVISE. Exigimos justiça e
o fim da impunidade!
Vítimas
de Corumbiara solicitam audiência com Presidente em frente
ao Palácio do Planalto
As
vítimas de Corumbiara/ Santa Elina, acampadas em Brasília
desde o dia 08 de agosto, estão, neste momento, em
frente ao Palácio do Planalto, com uma faixa, solicitando
que o Presidente as receba. “Presidente, cumpra sua
promessa, indenize as vítimas de Corumbiara!”,
diz a faixa estendida pelos camponeses na porta do Palácio
do Planalto.
O Massacre de Corumbiara ocorreu em 1995, durante o despejo
de cerca de 2 mil pessoas da Fazenda Santa Elina, em Corumbiara,
Rondônia. Dezenas de mortos, milhares de feridos e torturados.
O Presidente visitou as famílias logo após o
Massacre, prometeu indenizar todas as vítimas e dividir
a Fazenda Santa Elina para os camponeses pobres de Rondônia.
Agora não quer receber estes mesmos camponeses a quem
fizera a promessa há 12 anos.
Às 15 horas o Comitê de defesa das vítimas
de Santa Elina – Codevise – terá audiência
com o Ministro Paulo Vanuchi, Secretário Especial de
Direitos Humanos da Presidência da República.
Comitê de defesa das vítimas
de Santa Elina – Codevise
21 de agosto de 21 de agosto de 2007
Brasília - DF
A
Liga Operária se solidariza com os camponeses do massacre
de Corumbiara e divulga a nota do Centro Brasileiro de Solidariedade
aos Povos - CEBRASPO. Exigimos justiça e o fim da impunidade!
Massacre
de Corumbiara
12 anos de impunidade
Em visita ao acampamento logo após o massacre
o Sr. Luiz Inácio, então candidato a presidente, disse
que se fosse eleito daria indenização e as terras da
fazenda Santa Elina para todas as famílias.
No
dia 09 de agosto de 1995, centenas de famílias de camponeses
pobres que estavam recém acampadas na fazenda Santa
Elina, em Corumbiara-RO foram cercadas e brutalmente atacadas
por jagunços e polícia militar. O governador
de Rondônia era Valdir Raupp (aliado do PT desde as
eleições estaduais de 1994). Homens, mulheres
e crianças foram todos submetidos às mais terríveis
torturas. E apesar da brava resistência imposta pelos
camponeses, este covarde ataque resultou num massacre: dezesseis
mortos, entre eles a menina Vanessa, de apenas sete anos de
idade. O corpo de uma das lideranças dos camponeses,
Sérgio Rodrigues, apareceu 14 dias após o massacre,
às margens de um rio, marcado por torturas e com o
rosto dilacerado por três tiros. Hoje, dezenas de camponeses
estão com sérios problemas de saúde decorrentes
dessas torturas físicas e psicológicas; alguns
possuem balas encravadas no corpo e outros camponeses ainda
estão desaparecidos.
Na ocasião do massacre, o então candidato Lula
esteve em Rondônia e prometeu que todos os camponeses
seriam indenizados caso ele fosse eleito presidente. Passados
12 anos, nada ocorreu! Recentemente, o governo brasileiro
foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos
da OEA como responsável pelo massacre, sendo obrigado
a indenizar as vítimas, mas Lula, na presidência,
nada fez!
Os camponeses seguiram sua luta e em 2002 criaram o CODEVISE
– Comitê de Defesa das Vítimas de Santa
Elina. Agora, decidiram acampar em Brasília para reivindicar
seus direitos ignorados por tantos anos. Uma delegação
de 60 camponeses, em nome do CODEVISE, está na capital
federal desde o dia 09 de agosto último, sendo que
eles tiveram que passar as primeiras noites ao relento, porque
a Polícia Militar os impediu de montar suas barracas
em frente ao Congresso Nacional.
Em Corumbiara, o latifúndio cometeu um dos crimes mais
bárbaros de toda a história recente brasileira
contra os camponeses pobres em luta pela posse da terra para
quem nela trabalha. O CEBRASPO se solidariza com todos as
famílias de camponeses de Santa Elina, duramente afetados
por mais um crime do latifúndio e saúda sua
resistência e sua luta conclamando a todos os democratas
a apoiarem os camponeses na campanha pela justa indenização
e tratamento adequado a que têm direito.
CEBRASPO
10.09.07
Solicitamos
que enviem mensagens de solidariedade e apoio à luta
das famílias vítimas de Santa Elina para os
emails abaixo:
1. Presidência da República
Secretaria Geral: sg@planalto.gov.br
2. Secretaria Especial de Direitos Humanos
Ministro Paulo Vanucchi agenda@sedh.gov.br
3. Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara
do Deputados
Presidente: Deputado Luiz Couto dep.luizcouto@camara.gov.br
Enviar cópia para: codevise95@yahoo.com.br (Comitê
de Defesa das Vítimas de Santa Elina)