27 de julho de 2006

Abaixo o Estado sionista/fascista
de Israel, títere e genocida!
Viva a heróica resistência dos povos do Líbano, Palestina, Afeganistão e Iraque!



No Líbano, Palestina, Brasil e em todo o mundo, são queimados os odiosos
símbolos do sionismo e imperialismo ianque.

O Estado sionista e fascista de Israel continua perpetrando sua escalada de assassinatos. Há mais de duas semanas o exército sanguinário de Israel, aparelhado e financiado pelos EUA, investe em um ataque genocida contra a nação libanesa e o povo palestino. Os covardes bombardeios no Líbano já provocaram mais de 400 mortes, incluindo a de 7 brasileiros e recentemente de observadores da própria ONU. O bombardeio às estações de fornecimento de água e energia deixou 800 mil libaneses sem acesso à água e eletricidade. Beirute está sendo devastada, cidades inteiras foram destruídas e cerca de um milhão de pessoas foram obrigadas a abandonar suas casas.

As tropas israelenses também assassinam palestinos na faixa de Gaza e seqüestraram centenas de pessoas, inclusive oito ministros do governo palestino, 30 congressistas e 30 assessores. Para justificar as atrocidades cometidas, Israel apoiado pela imprensa venal alega que esta ofensiva visa libertar dois soldados supostamente seqüestrados por guerrilheiros.

O Estado de Israel foi criado e estruturado a partir da usurpação do território palestino em 1948 através da intervenção imperialista perpetrada pela ONU, sob a hegemonia ianque. Desde então este Estado ilegítimo passou a desempenhar um papel fundamental para os interesses imperialistas ianques na região do Oriente Médio, desempenhando um papel de gendarme, servindo como base principal para o imperialismo ianque atacar os povos na região. Assim Israel tem toda sua história marcada por agressões e assassinatos em massa aos povos árabes, como o povo libanês, palestino, sírio, etc.

A crise do capitalismo chegou a uma situação extremamente grave e o centro da crise é a própria economia norte-americana que domina o mundo com sua moeda, o dólar, e com a imposição de sua supremacia militar. Ela chegou a um ponto que não pode mais ser remediada através de diplomacias e de tratativas comerciais entre as potências. A crise de superprodução, o desemprego, a fome, a miséria, as doenças e a delinqüência atingiram níveis nunca vistos.

O recrudescimento das agressões desencadeadas pelos gendarmes israelenses é parte do aprofundamento da crise de todo o sistema imperialista. Para tentar resolver a crise, os imperialistas têm a necessidade de desencadear guerras de rapina por uma nova partilha do mundo, para dominar e intensificar a exploração das riquezas das nações e povos oprimidos, como Iraque, Líbano, Afeganistão, Palestina, Ásia, África e América Latina e etc., no intuito de estabelecer novas colônias e semicolônias. Assim toda a conturbada situação que se desenvolve no Oriente Médio tem como principal objetivo o domínio das maiores fontes e reservas de petróleo por parte dos ianques, localizadas em grande parte nos países desta região.

Assim como foram a primeira e segunda guerra mundial, o mundo hoje marcha para uma nova e terceira guerra mundial para decidir quais potências devem mandar e quais devem submeter-se à condição de país dominado.

Todos os atos genocidas desencadeados por parte das forças imperialistas e seus lacaios, encontram uma heróica resistência dos povos oprimidos de todo o mundo, sendo assim a luta de resistência do povo libanês, palestino, afegão e iraquiano é parte desta luta e tem sido um exemplo para todos nós. É inadmissível a dominação de uma nação sobre outra, as guerras dos povos árabes são guerras pela libertação de suas nações e pela defesa de seu direito de autodeterminação e, portanto é uma guerra justa.

O imperialismo e seus lacaios monopólios de comunicação tentam mascarar o verdadeiro objetivo destas guerras, tentando impor um sentimento de medo a uma suposta ameaça terrorista. Querem justificar a sua ação agressora com uma conversa enganadora de combate ao terrorismo. Mas resistir a agressão imperialista não é terrorismo e sim uma luta justa.
Terrorismo é a ação covarde desencadeada por Israel e outros lacaios do imperialismo, que por décadas tem promovido o assassinato e toda a sorte de crimes contra os povos oprimidos.

Só a luta dos povos e nações oprimidas pode derrotar o imperialismo e, portanto derrotar a ameaça de guerra imperialista mundial com a guerra popular mundial.

A causa das guerras é a ganância imperialista, a busca incessante por maiores lucros em detrimento da vida e do bem estar dos povos. Somente destruindo este sistema que se baseia na exploração do homem pelo homem que podemos realmente conquistar uma verdadeira paz.

Os democratas, progressistas e todas as pessoas de bem devem se solidarizar com a luta dos povos oprimidos de todo o mundo, levantando bem alto a bandeira da luta antiimperialista em cada país.

Abaixo a invasão fascista de Israel em conluio com o Estados Unidos!
Viva a heróica resistência do povo libanês, palestino, iraquiano e afegão!
Israel nazista, fora do Líbano e da Palestina!
Fora Bush do Iraque e fora Lula do Haiti!
Paz entre os povos, guerra aos imperialistas!
Morte ao imperialismo e todos os seus lacaios!
Povos e nações oprimidas de todo o mundo, uni-vos para esmagar o
monstro imperialista!