O Estado
sionista e fascista de Israel continua perpetrando sua escalada
de assassinatos. Há mais de duas semanas o exército
sanguinário de Israel, aparelhado e financiado pelos
EUA, investe em um ataque genocida contra a nação
libanesa e o povo palestino. Os covardes bombardeios no
Líbano já provocaram mais de 400 mortes, incluindo
a de 7 brasileiros e recentemente de observadores da própria
ONU. O bombardeio às estações de fornecimento
de água e energia deixou 800 mil libaneses sem acesso
à água e eletricidade. Beirute está
sendo devastada, cidades inteiras foram destruídas
e cerca de um milhão de pessoas foram obrigadas a
abandonar suas casas.
As tropas israelenses também assassinam palestinos
na faixa de Gaza e seqüestraram centenas de pessoas,
inclusive oito ministros do governo palestino, 30 congressistas
e 30 assessores. Para justificar as atrocidades cometidas,
Israel apoiado pela imprensa venal alega que esta ofensiva
visa libertar dois soldados supostamente seqüestrados
por guerrilheiros.
O Estado de Israel foi criado e estruturado a partir da
usurpação do território palestino em
1948 através da intervenção imperialista
perpetrada pela ONU, sob a hegemonia ianque. Desde então
este Estado ilegítimo passou a desempenhar um papel
fundamental para os interesses imperialistas ianques na
região do Oriente Médio, desempenhando um
papel de gendarme, servindo como base principal para o imperialismo
ianque atacar os povos na região. Assim Israel tem
toda sua história marcada por agressões e
assassinatos em massa aos povos árabes, como o povo
libanês, palestino, sírio, etc.
A crise do capitalismo chegou a uma situação
extremamente grave e o centro da crise é a própria
economia norte-americana que domina o mundo com sua moeda,
o dólar, e com a imposição de sua supremacia
militar. Ela chegou a um ponto que não pode mais
ser remediada através de diplomacias e de tratativas
comerciais entre as potências. A crise de superprodução,
o desemprego, a fome, a miséria, as doenças
e a delinqüência atingiram níveis nunca
vistos.
O recrudescimento das agressões desencadeadas pelos
gendarmes israelenses é parte do aprofundamento da
crise de todo o sistema imperialista. Para tentar resolver
a crise, os imperialistas têm a necessidade de desencadear
guerras de rapina por uma nova partilha do mundo, para dominar
e intensificar a exploração das riquezas das
nações e povos oprimidos, como Iraque, Líbano,
Afeganistão, Palestina, Ásia, África
e América Latina e etc., no intuito de estabelecer
novas colônias e semicolônias. Assim toda a
conturbada situação que se desenvolve no Oriente
Médio tem como principal objetivo o domínio
das maiores fontes e reservas de petróleo por parte
dos ianques, localizadas em grande parte nos países
desta região.
Assim como foram a primeira e segunda guerra mundial, o
mundo hoje marcha para uma nova e terceira guerra mundial
para decidir quais potências devem mandar e quais
devem submeter-se à condição de país
dominado.
Todos os atos genocidas desencadeados por parte das forças
imperialistas e seus lacaios, encontram uma heróica
resistência dos povos oprimidos de todo o mundo, sendo
assim a luta de resistência do povo libanês,
palestino, afegão e iraquiano é parte desta
luta e tem sido um exemplo para todos nós. É
inadmissível a dominação de uma nação
sobre outra, as guerras dos povos árabes são
guerras pela libertação de suas nações
e pela defesa de seu direito de autodeterminação
e, portanto é uma guerra justa.
O imperialismo e seus lacaios monopólios de comunicação
tentam mascarar o verdadeiro objetivo destas guerras, tentando
impor um sentimento de medo a uma suposta ameaça
terrorista. Querem justificar a sua ação agressora
com uma conversa enganadora de combate ao terrorismo. Mas
resistir a agressão imperialista não é
terrorismo e sim uma luta justa.
Terrorismo é a ação covarde desencadeada
por Israel e outros lacaios do imperialismo, que por décadas
tem promovido o assassinato e toda a sorte de crimes contra
os povos oprimidos.
Só a luta dos povos e nações oprimidas
pode derrotar o imperialismo e, portanto derrotar a ameaça
de guerra imperialista mundial com a guerra popular mundial.
A causa das guerras é a ganância imperialista,
a busca incessante por maiores lucros em detrimento da vida
e do bem estar dos povos. Somente destruindo este sistema
que se baseia na exploração do homem pelo
homem que podemos realmente conquistar uma verdadeira paz.
Os democratas, progressistas e todas as pessoas de bem devem
se solidarizar com a luta dos povos oprimidos de todo o
mundo, levantando bem alto a bandeira da luta antiimperialista
em cada país.
Abaixo
a invasão fascista de Israel em conluio com o Estados
Unidos!
Viva a heróica resistência do povo libanês,
palestino, iraquiano e afegão!
Israel nazista, fora do Líbano e da Palestina!
Fora Bush do Iraque e fora Lula do Haiti!
Paz entre os povos, guerra aos imperialistas!
Morte ao imperialismo e todos os seus lacaios!
Povos e nações oprimidas de todo o mundo,
uni-vos para esmagar o
monstro imperialista!