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na imagem e acompanhe notícias, fotos, vídeos da agressão
sanguinária de Israel e da Heróica Resistência do
Povo Palestino
Reproduzimos
nota da Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
e Amazônia Ocidental
Camponeses
são espancados e torturados em Rio Alto
No
dia 27 de junho pela manhã o latifundiário
Edilson Caldato e sete pistoleiros fizeram dois camponeses
de refém. Os dois camponeses um de 20 e outro
de 18 anos estavam distantes do acampamento no momento
em que foram emboscados, durante todo o dia foram
submetidos a sessões de espancamentos e torturas
com golpes de facão nas costas, chutes e cortes
de canivete nos braços.
Enquanto
eram espancados, o latifundiário ameaçou
dizendo que iria matar e expulsar todas as famílias
das terras para não perder a madeira cortada,
pois já havia vendido para o irmão do
vice-prefeito da cidade de Buritis pelo valor de um
milhão e duzentos mil reais. O chefe dos pistoleiros
foi identificado pelas famílias, é conhecido
como Abelardi e foi funcionário do Incra em
São Francisco do Guaporé/RO.
A
situação de confronto se agravou depois
que as famílias retomaram as terras em junho
passado expulsando os pistoleiros da sede da fazenda.
Desde então mais de 80 famílias organizadas
pela LCP montaram três acampamentos na área
que será cortada em 700 lotes. Segundo os camponeses
uma segunda caminhonete da fazenda havia chegado na
área ainda no dia 27, carregada com armamentos
e munições para fazer a retirada das
famílias.
Até
o dia 28 cerca de treze famílias estavam cercadas
pelos pistoleiros impedidas de circular de um acampamento
ao outro.
Reproduzimos
nota da Liga dos Camponeses Pobres do Pará
e Tocantins
Liderança
da Liga dos Camponeses Pobres do Pará
e Tocantins é Barbaramente Assassinado
Conceição
do Araguaia, 16 de junho de 2009
Companheiro
Luis Lopes em mobilização no INCRA,
em 2006
Foi encontrado morto na manhã do dia 15 de
junho o companheiro Luis Lopes de Barros, dirigente
na Liga dos Camponeses Pobres do Pará e Tocantins
em situação misteriosa.
O companheiro era muito conhecido na região
por sua dedicação a luta dos camponeses,
luta a qual se dedicava a mais de vinte anos, tendo
liderado dezenas de ações vitoriosas
dos camponeses por toda a região. Foi dirigente
sindical, presidente de associação de
bairro e estava na direção da LCP desde
sua fundação, em abril de 2005, sendo
seu principal dirigente, à frente da coordenação
da Liga dos Camponeses Pobres, dirigiu a vitoriosa
luta pela tomada dos latifúndios Batente, Capivara,
Talismã, Jacutinga estas ultimas três
áreas são conhecidas como área
Gabriel Pimenta.
Desde a famigerada operação “paz
no campo” desencadeada em novembro de 2007 pela
governadora Ana Júlia (PT) com a finalidade
de expulsar 1.100 famílias que tomaram e cortaram
o latifúndio Forkilha, operação
que cometeu inúmeras atrocidades contra camponeses
da região, o clima de terror e impunidade tem
imperado no sul do Pará. A LCP, Liga dos Camponeses
Pobres Pará e Tocantins vem denunciando a tempos
estes fatos, mas nada foi feito até agora.
Reproduzimos
nota do: Centro
Brasileiro de Solidariedade aos Povos - Cebraspo Núcleo
dos Advogados do Povo - NAP
Liderança histórica dos camponeses é assassinado no sul do Pará
Nesta segunda feira foi encontrado o corpo do camponês Luiz Lopes Barros, coordenador da Liga de Camponeses Pobres do Pará-Tocantins (LCP-PA/TO) e uma das mais conhecidas lideranças do movimento camponês do estado.
Na última sexta-feira, dia 12 de junho, o Sr. Luiz Lopes saiu de casa para participar de uma reunião de camponeses, a ser realizada próxima à Fazenda Batente, no município de Conceição do Araguaia, e foi brutalmente assassinado, com vários tiros à queima-roupa.
Funcionários, professores e estudantes
enfrentam barricada policial
Professores, funcionários e estudantes da USP fizeram ontem, 9/6, um grande protesto contra a presença da Polícia Militar no campus. O protesto foi até o local onde se concentrava a polícia e exigia a saída imediata da polícia. A polícia fascista de São Paulo atacou os estudantes com bombas de efeito moral, balas de borracha e gás pimenta. É inaceitável que a Universidade Pública seja transformada em quartel e palco de arbitrariedades policiais e que as legitimas e justas reivindicações dos trabalhadores, estudantes e professores sejam tratadas com escopetas calibre 12, bombas e cassetetes. Repudiamos a política de arrocho salarial e de destruição do ensino público no país executada pelos gerentes de plantão, José Serra e Luiz Inácio, a serviço do FMI e Banco Mundial.
Toda força à resistência dos funcionários, professores e estudantes.
Um grande protesto está marcado para hoje, 10/06, ás 12hrs, com concentração na porta da Reitoria.
O
povo de Rio Pardo quer trabalhar e viver com dignidade
No
final de abril 400 homens do Exército brasileiro, Polícia
Federal, Força Nacional de Segurança, Abin, Polícia
Militar, Polícia Rodoviária Federal e Ibama iniciaram
uma operação de guerra para retirarem as 3 mil famílias
da Floresta Nacional Bom Futuro. A operação também
quer combater o desmatamento "ilegal" e "roubo" de madeira e retirar
40 mil cabeças de gado em 6 meses.
O ministro Minc mente! Se não vai retirar as famílias
de Rio Pardo a força, pra que tanta polícia? Na verdade
eles têm medo! Temem que se repita aqui o que ocorreu no município
de Tailândia no Pará, onde fiscais do Ibama tiveram
que sair correndo da cidade para não serem linchados pela
população.
Manifestamos
o nosso repúdio a fascista ocupação militar
do campus da USP (Universidade de São Paulo) ordenada pela
ilegítima reitora Suely Vilela/Governo Serra e que conta
com a conivência e cumplicidade do governo FMI-Lula. É
inaceitável que a Universidade Pública seja transformada
em quartel e palco de arbitrariedades policiais e que as legitimas
e justas reivindicações dos trabalhadores, estudantes
e professores sejam tratadas com escopetas calibre 12, bombas e
cassetetes. Repudiamos a política de arrocho salarial e de
destruição do ensino público no país
executada pelos gerentes de plantão, José Serra e
Luiz Inácio, a serviço do FMI e Banco Mundial.
Abaixo
a violência e truculência policial contra os camponeses
do sul de MG
A
Liga Operária repudia as violências perpetradas pelo
aparato policial do podre Estado burguês-latifundiário
que, no dia 18 de maio de 2009, executou violenta operação
de despejo de 98 famílias de quatro acampamentos nos municípios
de Campo do Meio, no Sul de Minas. Foram violentamente despejados
os camponeses dos acampamentos Sidney dias, Irmã Dorothy,
Tiradentes e Rosa Luxemburgo.
Nessa
truculenta operação de despejo foram empregados mais
de 210 policiais militares fortemente armados com revólveres,
metralhadoras, helicóptero, cachorros, cavalaria, três
UTIs móveis, carros do corpo de bombeiros, atiradores de
elite e dezenas de policiais de operações especiais
da Tropa de Choque.
Pela
readmissão do Brandão –
dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da USP
No
final do ano passado, às vésperas do natal e do recesso
de início das férias na USP, a reitora Suely Vilela,
demitiu ilegalmente o Diretor do Sindicato e Representante dos Funcionários
no Conselho Universitário, Claudionor Brandão e ainda
responsabilizou o Sintusp pela ocupação da reitoria
em 2007, cobrando da entidade R$ 356.000,00 por meio de processo
judicial.
Além
destas medidas prossegue com processos, sindicâncias e inquéritos
policiais contra diretores e membros do CDB - Conselho Diretor de
Base do sindicato (observação: um destes processos
contra diretores do Sintusp enquadra os companheiros no mesmo artigo
usado contra o Brandão: “falta grave”, sob pena
de demissão por justa causa).
Esta
série de ações antisindicais são fruto
do revanchismo do governo Serra e seus seguidores na universidade
pela derrota que sofreram em seu projeto de intervenção
e quebra da autonomia das Universidades Estaduais Paulistas, diante
da luta ferrenha dos estudantes, funcionários e de vários
professores na USP, Unesp e Unicamp. O Sintusp cumpriu um papel
destacado na ocupação da reitoria em 2007 e em outras
lutas em defesa da Universidade Pública, Autônoma e
de Qualidade, e acima de tudo, voltada aos interesses da maioria
da população: os trabalhadores. O Sintusp não
apenas tem lutado por salários dignos e pela menor discrepância
entre os maiores e menores salários e pelo respeito aos funcionários,
mas também contra a terceirização, a privatização,
a farra das Fundações privadas, os cursos pagos e
a inserção de empresas privadas, o que contraria interesses
de grupos “poderosos” na universidade.
Todo
apoio a justa Greve dos Trabalhadores da USP e pela readmissão
do dirigente do Sintusp, Claudionor Brandão
Os trabalhadores
da Universidade de São Paulo entraram em greve desde
o dia 5 de maio. Em Nota à População,
o Comando de Greve dos Trabalhadores, esclarece que, “em
1º lugar, a greve tem por objetivo questionar o caráter
extremamente elitista e antidemocrático da universidade
que exclui do acesso a educação a ampla maioria
da juventude trabalhadora, que persegue, reprime e demite
aqueles que lutam historicamente por uma universidade pública,
gratuita e de qualidade, além de nossa justa pauta
salarial, fundamental no momento em que a crise econômica
mundial atinge o poder de compra das famílias.”
“Os grandes meios de comunicação, como
os jornais de grande circulação nacional e
as redes de rádio e televisão, fazem uma campanha
intensa contra os trabalhadores, procurando jogar a população
contra aqueles que lutam pela manutenção dos
seus direitos, ao dizer que prejudicamos os serviços
públicos com o objetivo central de conseguir aumento
salarial.”
Retransmitimos
nota publicada pelo site Resistência Camponesa
Camponeses
são presos e torturados na Paraíba
Bandos
armados do latifúndio e policiais militares atacaram camponeses
na Paraíba. Os trabalhadores tiveram pertences incendiados,
dois foram presos e vários outros foram torturados durante
operação criminosa de despejo, ocorrida na madrugada
do dia 2 de maio na Fazenda Cabeça de Boi no município
de Poçinhos/PB.
Reproduzimos
abaixo nota divulgada pelo Movimento dos Sem Terra - MST da Paraíba.
Esclarecimentos
sobre os fatos ocorridos na madrugada de sábado (02/05)
1
- Na sexta-feira (01/05) 60 famílias ocuparam a Fazenda Cabeça
de Boi no município de Poçinhos, área com 700
hectares improdutivos e de propriedade de Maria do Rosário
Rocha. Essa propriedade já foi declarada apta para a desapropriação,
mas a proprietária não aceita o valor da indenização.
2
- No momento em que as famílias estavam montando os barracos,
pistoleiros e possíveis policiais sem farda começaram
a rondar o acampamento e lançar tiro contra as famílias.
Nesse momento o carro Fiat Palio, ano 2003, que servia de apoio
ao movimento foi queimado pelos pistoleiros. Diferente do publicado
pela imprensa, o carro não foi incendiado pelos acampados,
mas pelos pistoleiros. O fogo colocado pelos pistoleiros feriu varias
pessoas que estavam construindo seus barracos.
3
- Por volta das 3 horas da madrugada do sábado, a polícia
militar fardada, sob o comando do Tenente Jonat Midore Ysak, cerca
o acampamento e exige que os Sem Terra desocupem a propriedade.
Além de o horário ser indevido para a realização
de despejo, a polícia não levou mandado de reintegração
de posse, assim sendo um despejo ilegal e sem autorização
judicial.
4
- Durante o despejo das famílias, sete acampados são
presos e levados para uma casa onde são violentados. Dentro
dessa casa, querosene é colocado sob os sete Sem Terra, um
deles encontrasse com uma queimadura de terceiro grau no braço.
5
- Depois os trabalhadores presos são levados para a delegacia
de Poçinhos, onde dois ainda permanecem presos e cinco foram
liberados após muitas agressões. No sábado
por volta das 22 horas, os dois presos realizaram corpo de delito
apresentando varias marcas no corpo, um deles apresenta fratura
na costela. Os outros cinco irão fazer corpo de delito nessa
segunda-feira, eles apresentam vários indícios de
agressões físicas.
6
- Cinco Sem Terra ainda encontram-se desaparecidos.
Os
conflitos no campo intensificaram nesse ano de 2009, onde varias
ações de pistoleiros contratados pelos fazendeiros
vem ameaçando as famílias Sem Terra que vivem embaixo
da lona preta lutando por um pedaço de terra para produzir
alimentos.
Movimento
dos Sem Terra - MST/PB
Greve
Geral e Revolução Agrária
Sob a bandeira da Aliança Operário-Camponesa, a Liga
Operária juntamente com a Liga dos Camponeses Pobres celebraram
o 1º de Maio com manifestações combativas em
diversas regiões do país, principalmente nas cidades
pólo, próximas as áreas de concentração
da luta camponesa.
Manifestação da Aliança Operário-Camponesa
em Uberlândia
Manifestação da Aliança Operário-Camponesa
em Montes Claros
Retransmitimos
matéria publicada no site Resistência Camponsesa
1º
de maio: Dia de luta dos camponeses em Cujubim
Cerca
de 30 camponeses das áreas Terra Boa, João Batista
e Lamarquinha, em Rio Crespo, e da área Sol Nascente, em
Cujubim, realizaram na cidade um ato de protesto no dia 1º
de Maio. Bandeiras vermelhas da LCP e do MFP - Movimento Feminino
Popular eram agitadas por mulheres e crianças, faixas exigiam:
"O povo quer terra, não repressão!". Este
dia tão importante para os trabalhadores do mundo inteiro
foi celebrado dentro de seu verdadeiro significado: como um dia
de luta!
Várias
pessoas passaram pelo ato, mototaxistas, caminhoneiros, carroceiros
que trabalhavam próximo, população em geral
que passava pelo local e estudantes que participavam de um torneio
esportivo ao lado.
Grande
Festa da Revolução Agrária
celebra fim de mais um latifúndio em Pernambuco
No
dia 26 de abril, mais de 800 camponeses se reuniram para festejar
uma grande conquista: o corte da Fazenda Riachão, localizada
no município de Lagoa dos Gatos, agreste de Pernambuco. O
sol estava radiante, interrompendo dias de chuva que preocupavam
os organizadores da festa. Até a natureza parou para assistir
a vitória camponesa da Revolução Agrária.
Tudo estava muito bem organizado. No caminho até a área
bandeiras vermelhas tremulavam ao vento. Na entrada do acampamento
uma enorme bandeira da Liga dos Camponeses Pobres. Paralelepípedos
pintados de branco com cuidadosas letras vermelhas: VIVA A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!, conduziam os convidados até as duas grandes palhoças
preparadas para recebê-los.
Todo
o cuidado na ornamentação demonstrava a importância
daquele dia para os camponeses de Riachão. Finalmente, iriam
receber o título de suas terras, a realização
de um sonho depois de mais de 6 anos de lutas e sofrimentos. O título
da terra impressiona pela qualidade, um mapa colorido de toda a
fazenda e em destaque o mapa da parcela com a medida exata do lote:
“7 hectares, 32 ares, 24 centiares”. A execução
do trabalho: Grupo de Ajuda Mútua do Corte Popular; a direção:
Assembléia do Poder Popular e Comitê de Defesa da Revolução
Agrária. Tudo muito bom, com cheiro de Novo Poder! Claro
que o Incra, e a falida “reforma agrária”, não
poderiam fazer um trabalho tão bem feito! A organização
independente das massas é infinitamente superior à
burocracia do velho Estado burguês-latifundiário.
Para
a classe operária, em todos os países do mundo, o
dia 1º de Maio tem um significado especial. É o dia
do internacionalismo proletário, dos combates da classe operária.
Esta data celebra a luta desatada na cidade de Chicago – Estados
Unidos – por operários imigrantes, a maioria alemã,
e norte-americanos de origem; mártires que verteram o sangue
brigando pela redução da jornada de trabalho para
8 horas e pela libertação da classe.
Em 1886, as organizações operárias da época,
muitas filiadas a I Internacional de Marx e Engels, tiraram a decisão
de a partir do dia 1º de maio impor a jornada de oito horas
e fechar as portas de qualquer fábrica que não concordasse.
Essa luta propagou-se em forte movimento, pois a jornada de trabalho
de então era de 16 horas. Os trabalhadores deviam pegar o
serviço nas fábricas às 5 da madrugada e só
retornavam as 8 ou 9 da noite.
A demanda de oito horas se transformou de uma reivindicação
econômica dos trabalhadores contra os seus patrões
imediatos, em reivindicação política de uma
classe contra outra. Na tentativa de sufocar a luta proletária,
a burguesia ianque reprimiu violentamente a greve, acionou as tropas
da polícia e assassinou vários operários e
processou e encarcerou oito dirigentes proletários –
quatro foram enforcados, um morreu na prisão, e outros três
condenados a prisão perpetua, sendo depois comutadas suas
penas.
Albert R. Parsons “Nos estados do sul meus inimigos eram quem
exploravam aos escravos negros; nos do norte, quem quer perpetuar
a escravidão dos operários.”
Louis Lingg
“Estados Unidos é um país de
tirania capitalista e do mais cruel despotismo policial.”
Oscar Neebe “Eu fiz o quanto pude para fundar a Central
Operária e engrossar suas fileiras; agora é
a melhor organização operária de Chicago;
tem 10.000 associados. É o que eu posso dizer de minha
vida operária.”
Michael Schwab
“Milhões de trabalhadores passam fome e vivem
como vagabundos. Inclusive os mais ignorantes escravos do
salário se põem a pensar. Sua desgraça
comum lhes faz compreender que necessitam unir-se e o fazem.”
Samuel Fielden
“Os operários nada podem esperar da legislação.
A lei é somente um biombo para aqueles que lhes escravizam.”
Adolf Fischer
“Sei que é impossível
convencer aos que mentem
por ofício: aos
mercenários diretores da imprensa capitalista, que
cobram por suas mentiras.”
George Engel
“Todos os
trabalhadores devem preparar-se para uma última guerra
que porá fim a todas as guerras.”
August Spies
“Neste tribunal eu falo em nome de uma classe e contra
outra.”
Retransmitimos
matéria publicada no site Resistência Camponsesa
Pelé
sofre outro atentado e famílias seguem ameaçadas em
Rio Crespo
No dia 12 de abril, o companheiro Pelé viajava de moto com
sua filha de Cujubim para Rio Crespo quando percebeu que estava
sendo seguido pelo filho da fazendeira Maria Della Libera e outros
cinco pistoleiros, em três motos. Logo, as motos ultrapassaram
Pelé e se distanciaram. Numa curva da linha 100, na mata
da fazenda Nova Era, fizeram uma emboscada armados. Percebendo a
emboscada, Pelé largou sua moto na estrada e conseguiu escapar
com sua filha entrando no mato, onde ficaram das 6 horas da tarde
até as 9 horas da manhã seguinte. Os pistoleiros passaram
a noite toda na estrada, ao redor da moto e gritaram várias
vezes que iriam pegá-lo e matá-lo.
Maria
Della Libera é a responsável pelo despejo do Acampamento
João Batista, pelo sequestro e tortura de um jovem camponês
e pela tentativa de assassinato contra Pelé quando ele foi
atingido com dois tiros na perna. Todos estes fatos ocorreram no
último dia 12 de março e até hoje os responsáveis
estão impunes.
Retransmitimos
matéria publicada pelo site Resistência Camponesa
Prefeitura
de Porto Velho reprime o trabalhador e abusa da população
Desde
o início do ano a prefeitura de Porto Velho vem desencadeando
ataques contra o povo, com aumentos abusivos nas tarifas de ônibus
e sistemáticas operações repressivas. Estes
ataques visam defender interesses de uma minoria de ricos e endin
heirados donos de grandes redes lojistas e os donos do monopólio
dos transportes.
Recentemente a polícia foi utilizada para reprimir os trabalhadores
do serviço de mototaxi. Montaram verdadeiras operações
de guerra para prender as motocicletas e aplicar absurdas multas
de R$ 1.200,00. De forma truculenta, a polícia reprimiu os
trabalhadores com cassetetes, balas de borracha, bombas e spray
de pimenta.
Essa postura também é adotada pela prefeitura de PV
quando se trata do transporte público. Dezenas de ônibus
foram retirados de suas linhas e deslocados para atender a nova
demanda da construção das usinas. O resultado foi
que tanto a população de uma maneira geral como os
trabalhadores das usinas saíram prejudicados.
Retransmitimos
matéria publicada no site Agência Amazônia de Notícias
Líder
de trabalhadores rurais é morto a tiros em Tucuruí
Dois
motoqueiros matam Raimundo Nonato. Em Rondônia, prossegue
a reforma agrária dos camponeses.
BELÉM, PA – A Confederação Nacional dos
Trabalhadores na Agricultura (Contag) repudiou, em nota, a morte
do secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras
Rurais de Tucuruí (PA), Raimundo Nonato da Silva. Raimundinho,
como era conhecido, foi baleado numa emboscada, quinta-feira, por
dois motoqueiros, em Tucuruí. Vinha recebendo ameaças
de morte e fazia parte da macabra lista dos “marcados para
morrer” criada por latifundiários e madeireiros.
A
relação de nomes divulgada pela Comissão Pastoral
da Terra (CPT) contém cerca de 260 dirigentes sindicais,
lideranças populares, religiosas e indígenas, advogados
que lutam pela reforma agrária e ambientalista. Raimundo
Nonato atuava há 28 anos na defesa dos interesses dos trabalhadores
e trabalhadoras rurais. Ele sempre lutou pelos direitos dos ribeirinhos
atingidos pela barragem de Tucuruí e atualmente colaborava
com a implantação de projeto de manejo nos assentamentos.
Cobradora
é assassinada no Espírito Santo:Categoria faz greve
exigindo segurança
O pelego Edson Bastos chama milhares de trabalhadores de “meia-dúzia
de bagunceiros”
Toda a categoria rodoviária ficou consternada
com o cruel assassinato da companheira Claudinéia Seruti
(Claudinha), em plena cabine de cobrança de passagens do
Terminal de Carapina (Serra/E.S).
Essa tragédia é apenas mais uma violência
contra os rodoviários, usados como bucha de canhão
pelos gananciosos empresários do monopólio do transporte
coletivo. Com a situação caótica da segurança
pública em nosso Estado, cujos políticos de todos
os partidos se preocupam apenas com seus projetos eleitorais e em
ganhar mais dinheiro, os rodoviários tornaram-se alvo dos
criminosos, sedentos pelas migalhas que sobram do grande roubo dos
empresários e dos políticos.
Retransmitimos
matéria publicada no site resistência camponesa
Revolução Agrária entrega lotes em
Catende
LCP - Liga dos Camponeses Pobres
do Nordeste, irá realizar uma grande festa do Corte Popular
em Lagoa dos Gatos, no dia 26 de abril, domingo, na Área
José Ricardo, antiga Fazenda Riachão.
Há 6 anos, liderados pelo companheiro José Ricardo,
centenas de famílias camponesas de Lagoa dos Gatos e região,
ocuparam o latifúndio Riachão. A antiga fazenda Riachão,
pertecente ao Coronel Cordeirinho, era um símbolo da exploração
e da opressão sobre os trabalhadores. Os camponeses que moravam
em torno da fazenda não podiam sequer pescar em seus açudes,
ou mesmo apanhar lenha na mata. Foram estes companheiros, moradores
das vilas de Cafundó, Riachão de Dentro, Riachão
de Fora, Lagoa dos Patos, etc, que liderados por Zé Ricardo
iniciaram a saga da conquista desta terra para trabalhar livremente.
Durante estes 6 anos foram muitas lutas e sofrimentos. Mas os camponeses
do acampamento Riachão, como ficaram conhecidos nunca desistiram.
Ao contrário, se transformaram em um exemplo de produção
para todo o município de Lagoa dos Gatos. A fazenda que antes
estava tomada pela capoeira e tinha apenas algumas cabeças
de gado perdidas no mato, passou a ser a fonte de sobrevivência
de dezenas de famílias e a fonte de alimentos frescos e saudáveis
para a feira do município.
Leia mais >
Retransmitimos
carta aberta enviada pela Liga Operária, Liga dos Camponeses
Pobres do Norte de Minas, Movimento Feminino Popular e Comitê
de Apoio a Luta Camponesa ao povo de Montes Claros e Região
Montes
Claros, abril de 2009.
Ao
povo de Montes Claros e região,
Carta
Aberta
Na próxima segunda-feira, dia 6 de abril, estarão
na cidade deputados, senadores, ministros, governadores de 11
estados, o vice-presidente e o presidente. A reunião do
Conselho da Sudene e a inauguração da Usina da Petrobrás
movimentam as forças políticas desse velho Estado
e suas articulações de campanha para as eleições
de 2010, afinal para essa corja sempre é um momento propício.
Os latifundiários e os empresários acompanham com
entusiasmo e expectativa a liberação de milhões,
os incentivos fiscais, isenção de impostos e outras
benesses da Sudene.
E para o povo? Para o povo o que ficam são as contas!
Em meio da crise geral do sistema capitalista que tem levado ao
desemprego milhões em todo país, o gerente de turno
Lula/FMI/PT anuncia alegremente que é chique o Brasil emprestar
dinheiro ao FMI! É chique??! De onde sairá o dinheiro
para “emprestar” para a banqueirada internacional?
Capacho
Lula diz que é "chique" o roubo do país
pelos banqueiros
Enquanto
submetem o povo brasileiro a miséria e a fome
Há
mais de 500 anos o Brasil sofre os saques e roubos praticados
pelos países coloniais/imperialistas. Antes foi Portugal,
depois Inglaterra e agora principalmente o Estados Unidos. Enquanto
executa uma política que causa a miséria e fome
para milhões de brasileiros, o gerente Luiz Inácio
faz papel de bobo da corte e endossa o continuado saque do país
pelo FMI e pelos países imperialistas.
Esse
é o cara de pau e pelego que serve aos ricos e arrocha,
reprime e engana os pobres
O
aplauso e entusiasmo demonstrado pelo atual gerente dos Estados
Unidos, Barack Obama, em rodinha de líderes no G20, sobre
o pelego-mor Luis Inácio Lula da Silva, dizendo que ele
é o “político mais popular da Terra”;
e que “Esse é o cara! Eu adoro esse cara!”
é mais uma evidência do maléfico papel a que
esse oportunista tem se prestado. No Brasil, o pelego-mor Lula
faz tudo o que mandam seus patrões imperialistas, ou seja,
salvar os banqueiros, grandes industriais e latifundiários
da crise e reprime e arrocha os trabalhadores e os camponeses
pobres.
O
elogio do gerente imperialista veio um dia após o demagogo
Lula fazer côro com a ridícula proposta de salvar
o capitalismo, moralizar os bancos e assumir o compromisso do
Brasil injetar dinheiro no FMI. Lula fez a indecorosa proposta
do nosso país, semi-colonial, onde mais da metade da população
sobrevive com menos de um miserável salário mínimo;
injetar dinheiro nesta agência financeira imperialista dominada
pelo USA.
Ato
do dia 30 - Teatro das centrais e partidos para servir aos empresários
e apoiar o governo FMI-Lula
No último dia 30 de março,
todo um conjunto de entidades e partidos eleitoreiros estiveram
juntos no embuste e no apoio ao governo
Seus
militantes foram enganados, pois enquanto acreditavam que estavam
fazendo manifestações combativas, as direções
das governistas CUT e Força Sindical estavam reunidas com
o ministro da Fazenda Guido Mantega, para defender os interesses
dos empresários. Nesta mesma reunião anunciaram
o seguinte:
-
Prorrogação de IPI reduzido para veículos
e caminhões, agora com o compromisso de as empresas não
demitirem;
- Redução de Cofins para motos;
- Diminuição do IPI para alguns materiais de construção,
como cimento (de 4% para 0%), tintas e vernizes (de 5% para 0%),
revestimentos não-refratários (de 10% para 2%) e
chuveiro elétrico (de 5% para 0%)
- Aumento do IPI para cigarros;
- Eliminação do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica
na zona franca de Manaus para empresas de papel e celulose que
tenham projeto de reflorestamento.
Vitorioso
2º Congresso da
Liga dos Camponeses Pobres
do Pará e Tocantins
Aconteceu
no dia 21 de março de 2009 na cidade de Conceição
do Araguaia o 2º congresso da Liga dos Camponeses Pobres
do Pará e Tocantins.
O congresso teve a participação de mais de 600 camponeses,
representando mais de 15 áreas camponesas, espalhadas pelos
municípios de Conceição do Araguaia, Redenção.
Santa Maria das Barreiras, Floresta do Araguaia, Cumaru do Norte.
Intersindical
traiu os Rodoviários do DF e fez o jogo do esquema CUT-PT
A
intersindical-DF desempenhou um covarde e sujo papel nas recentes
eleições do Sindicato dos Rodoviários do
Distrito Federal, realizadas nos últimos dias 2, 3 e 4
de março. Até a véspera das eleições
a Intersindical-DF declarava apoio à chapa de oposição
– a chapa 2 – URDF – União dos Rodoviários
do Distrito Federal. No curso da campanha, vários ativistas
e dirigentes da Intersindical participaram das plenárias
realizadas semanalmente pela URDF.
Nestas reuniões declaravam irrestrito apoio a URDF-Chapa
2 e criticavam a diretoria pelega do Sindicato-CUT e o governo
Lula. Inclusive, na reta final, tinham se comprometido a destacar
ativistas para participarem de todo processo de coleta e apuração
de votos, pois se diziam conhecedores dos meios utilizados freqüentemente
pela CUT para fraudar as eleições sindicais e que
teriam estratégias para desmontar a fraude.
"A
busca do lucro é um traço humano inato", afirmou
o Sr. Werner Wenning, presidente da Bayer, em entrevista à
revista alemã Der Spiegel. Quando o principal responsável
de uma empresa farmacêutica gigante como a Bayer diz uma
frase assim, podemos ter dúvidas quanto ao estado de lucidez
dos altos responsáveis das transnacionais. A falta de cultura
histórica do Sr. Wenning conjuga-se com uma óptica
de classe limitadíssima, pois considera os valores da sua
classe social como se fossem universais. Quanto ao fato de este
traço ser "inato", teríamos de admitir
que desde tenra idade, quando ainda bebê ou criança,
o Sr. Wenning tenderia obsessivamente à "busca do
lucro". Se isto fosse verdade, não haveria remédios
da Bayer que pudessem curar tal patologia.
Exército
nazista-sionista do Estado terrorista de Israel festeja suas atrocidades
e crimes
"Um disparo, duas mortes"
As
atrocidades perpetradas contra o heróico povo palestino
pelo exercito nazista-sionista israelense já não
são escondidas. Agora são comemoradas e exibidas
em camisetas usadas por componentes das tropas de assassinos e
outros elementos que integram o Estado terrorista de Israel.
Em Tel Aviv, há uma loja especializada em imprimir essas
camisetas e cada pelotão escolhe a imagem que vai usar.
Os snipers (atiradores de elite) da infantaria
israelense escolheram a imagem de uma palestina grávida
sob uma alça de mira e a inscrição "Um
disparo duas mortes". Outras camisetas exibem imagens
de bebês mortos com mães chorando sobre seus corpos
com os dizeres "Que cada mãe árabe
saiba que o destino de seu filho está em minhas mãos!",
ou o dizer: "Melhor usar Durex". Algumas
apresentam imagens de armas apontadas a crianças e ostenta
os dizeres: "Quanto menor, mais difícil".
Foram produzidas também camisetas que fazem referências
culturais e religiosas como é o caso da imagem de mesquitas
bombardeadas com os dizeres "Viemos, vimos, destruímos".
Essas camisetas afirmam a postura nazista-sionista do exercito
de Israel, que revelam como as tropas sionistas assediaram a civis,
mulheres e crianças e destruíram propriedades de
maneira intencional e seguindo ordens de combate permitidas por
seus superiores. Mostram ainda a postura covarde e desumana assumida
pelo exercito israelense nas operações feitas em
gaza e quais as suas reais intenções nas atrocidades
cometidas ao heróico povo palestino.
As atrocidade praticadas contra o povo palestino é uma
política de Estado. O Estado artificial de Israel, quartel
e enclave dos interesses imperialistas no oriente, executa crimes
nazistas e de limpeza étnica, mas o seu fim é inexorável.
Repúdio
ao genocídio perpetrado pelo Estado terrorista de Israel
e pela punição de seus crimes!
Pelo
fim imediato do bloqueio e estado de sítio que sofre o
Povo Paletino!
Abertura
das fronteiras na Faixa de Gaza!
Pelo
reconhecimento do Estado Palestino! -Fora Israel sionista-nazista!
SOLIDARIEDADE
À
KONSTANTINA KUNEVA
KONSTANTINA
KUNEVA, 44 anos, imigrante búlgara, faxineira e militante
do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza de toda a Attica (STLA),
foi barbaramente atacada por fascistas, na Grécia. Os criminosos
em uma atitude covarde e desumana jogaram vitríolo em seu
rosto e a obrigaram a ingerir o ácido, no dia 23 de dezembro
de 2008.
Devido a esse cruel ataque Konstantina perdeu um olho, teve o
rosto desfigurado e seu aparelho digestivo destruído. Mas
como uma brava militante proletária, luta por sua vida
em uma unidade de terapia intensiva.
Os serviços de limpeza na Europa são um dos setores
onde os trabalhadores são mais explorados pelos patrões;
a maioria desses trabalhadores são imigrantes e sofrem
chantagens e assédios morais. Esse fato motivou a formação
de um dos sindicatos mais combativos, o STLA.
Konstantina desde cedo se tornou uma das líderes dessa
luta. Encabeçando lutas junto a seus companheiros de trabalho
e adquirindo respeito por ter o conhecimento das normas trabalhistas
e reivindicá-las, Konstantina se destacou dentro do grupo
o que gerou discriminações e ameaças contra
ela.
Agora, três meses mais tarde, Kuneva já passou por
três plásticas reconstrutoras na tentativa de reparar
seus órgãos internos (o seu estômago e pulmões)
queimado pelo veneno. Os movimentos e organizações
solidárias a Konstantina estão organizando eventos
de arrecadação de fundos para ajudar a kuneva a
realizar outras cirurgias que a ajudarão a recuperar as
suas funções corporais básicas.
Greves massivas estão sendo desencadeadas em toda Europa
em solidariedade a companheira. Os trabalhadores aproveitam o
momento para mobilizar o operariado, reivindicar direitos trabalhistas
e dar fim às ondas de perseguições à
imigrante em toda Europa. Essas perseguições covardes
e fascistas já vêm acontecendo há muito tempo
como podemos lembrar o caso do brasileiro Jean Charles.
A cruel agressão de Kuneva foi vítima expõe
a opressão praticada por patrões fascistas a trabalhadores
e militantes que defendem a sua classe. Essa prática violenta
e desumana é típica dessa política imperialista
de absoluta exploração aos imigrantes e demonstra
até onde esses cães imperialistas podem chegar.
A justiça e a polícia nada fizeram diante desse
ato fascista. A imprensa burguesa também foi conivente
tentando omitir o fato. Nós, da Liga Operária solidarizamos
com a companheira Konstantina Kuneva, com sua família,
os companheiros do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza de Toda
Attica, que como vários outros militantes são vítimas
de atos cruéis, mas que permanecem firmes na luta.
A colossal crise que vivemos mostra a total falência desse
sistema cruel de exploração do homem pelo homem.
Agarra-se a exploração dos trabalhadores, os crimes
perpetrados sobre os imigrantes, mas ao mesmo tempo prenuncia-se
o fim desse sistema pela ação das massas de trabalhadores
imigrantes camponeses e pobres.
CUT
fraudou as eleições dos Rodoviários do DF
As
eleições do Sindicato dos Rodoviários DF
realizadas no início do mês de março foram
mais uma jogada suja do esquema CUT - PT. A chapa 01, vinculada
a CUT e ao PT manipulou o colégio eleitoral, fraudou as
eleições com urnas violadas, falsificação
da listagem de sócios e agrediu os trabalhadores rodoviários
com dezenas de bate-paus contratados para assegurar suas manobras.
A prática novamente vista na apuração de
votos do sindicato dos rodoviários do DF, reproduz os mesmos
métodos corruptos e cínicos utilizados pelo Governo
Federal, desde o início do seu mandato.
A apuração aconteceu Ginásio Nilson Nelson
(transformado em um Bunker) no dia 05 de março e logo no
início apresentou a que veio. A total falta de respeito
aos trabalhadores começou com a definição
do local da apuração. O ginásio foi arrumado
a partir de um acordo (conluio) feito entre o secretário
de transportes do Governo Arruda e o Coronel Fraga. E para consolidar
esse total desrespeito a apuração marcada para as
19 horas, só teve início as 01 da madrugada e durou
até as 5:30 da manhã. Além disso, para completar,
na apuração ocorreram todos os tipos de falcatruas
desde a abertura de urnas sem lacre, violadas; a validação
de votos irregulares e até mesmo votos em separado sendo
rasgados sem nenhum critério. Em virtude da fraude, a Chapa
2 se negou a continuar nesse processo viciado e saiu do local
da apuração fraudada.
Reproduzimos
nota de denúncia publicada pela Liga dos Camponeses Pobres
de Rondônia e Amazônia Ocidental e da Comissão
Nacional das Ligas de Camponeses Pobres
Nota
de repúdio
Rondônia,
16 de março de 2009
1. No dia 16 de março, o jornal Folha de São Paulo
publicou matéria caluniosa sobre o título “PF
investiga aliança entre madeireiros e sem-terras em Rondônia”.
2. Segundo o jornal uma suposta investigação da
Polícia Federal acusa uma aliança entre madeireiros
e LCP na região de Buritis que invadem fazendas para vender
madeira. E que a LCP possui um braço armado.
3. Estas mesmas acusações foram utilizadas pelo
governo Cassol para atacar a justa luta dos camponeses por terra
em março do ano passado sem que nenhuma delas tenha sido
comprovadas.
4. Procurando desinformar o jornal afirma que a LCP é uma
dissidência do MST. Afirmação tão mentirosa
e provocadora quanto a já surrada acusação
do jornal Folha de Rondônia de que a LCP possui “braço
armado”. Todo mundo em Rondônia sabe que a LCP surgiu
da histórica resistência dos camponeses de Corumbiara
na tomada da fazenda Santa Elina em agosto de 1995.
Reproduzimos
nota divulgada pela Liga dos Camponeses
Pobres do Nordeste
Nota
de solidariedade às famílias de São Joaquim
do Monte (Pernambuco)
27 de fevereiro de 2009
No
dia 19 de fevereiro, mais uma reintegração de posse
foi executada pela “justiça” pernambucana.
Desta vez, contra as famílias acampadas nos latifúndios
Jabuticaba e Consulta, no município de São Joaquim
do Monte, agreste de Pernambuco. Um efetivo de 300 policiais e
pistoleiros do latifúndio retiraram as dezenas de famílias
acampadas.
No
sábado dia 21 de fevereiro as famílias organizadas
pelo MST reocuparam as áreas. Pistoleiros do latifúndio
tentaram expulsar novamente as famílias, armados com escopeta
e revólveres foram ao acampamento ameaçar as famílias,
mas as estas não se intimidaram e tiraram fotos dos pistoleiros
exibindo suas armas.
Depois,
os pistoleiros voltaram ao Acampamento para tomar a máquina
fotográfica. Agrediram o companheiro Aluciano e chegaram
a sacar uma arma contra ele. Foi aí que os camponeses reagiram
em legítima defesa e mataram 4 dos 5 pistoleiros que invadiram
o acampamento.
Onde a policia é cão de guarda e onde ela executa
a função de juiz e carrasco?
Onde a polícia serve como proteção e onde
ela perpetra terror e assassinatos?
Onde é propriedade de um capitão-PM e atual “nobre”
deputado?
Onde é propriedade de outros ladrões não
menos “nobres” e onde o povo é assassinado
e tratado como bandido?
Castelo
na cidade de São João Nepomuceno, em Minas Gerais,
avaliado em R$ 58 milhões de reais, uma das propriedades
do capitão-PM (atualmente na reserva) e deputado Edmar
Batista Moreira, que fez fortuna às custas das negociatas
e roubo dos empregados das empresas de segurança que ele
montou. O ex-capitão criou uma oligarquia, um filho é
deputado estadual em Minas, o outro é delegado de policia,
a irmã é prefeita da cidade de São João
Nepomuceno, etc. O castelo tem mais dezoito anos, foi palco de
muitas festas e vários bacanais, mas só agora foi
exposto na imprensa devido a disputas de poder dentro do corrupto
e podre Estado brasileiro.
Esse é apenas um caso. Os imperialistas, grandes burgueses
e latifundiários do Brasil se esbaldam em outros castelos,
mansões, ilhas particulares, etc., enquanto os pobres não
tem onde morar e os moradores de favelas são tratados à
bala por essa mesma policia que o ladrão e bandido Edmar
Moreira faz parte.
Favela
de “Paraisópolis”, invadida e ocupada desde
o dia 2/2 pela policia, onde PM assassinou morador e tortura jovens;
lado a lado com a opulência do bairro do Morumbi, em São
Paulo; onde moram correligionários de Edmar Moreira e outros
verdadeiros bandidos.
Reproduzimos
vídeo produzido pela FRDDP - Frente Revolucionária
de Defesa dos Direitos do Povo - em solidariedade às vítimas
das enchentes em Belo Horizonte
Vídeo
do testemunho de uma menina palestina sobrevivente em Zeitún
- Faixa de Gaza - Palestina
Esta
menina palestina faz um pungente testemunho para as câmaras
do canal de televisão Al-Jazeera do horror sionista que
assassinou toda sua família -mãe, quatro irmãos,
tios, sobrinho -deixando-a sozinha no mundo durante o massacre
de Gaza. Relata o bombardeio sem parar, tiros disparados à
queima-roupa pelos nazi-sionistas, a destruição
das casas e tudo a redor. Passou fome e sede durante três
dias. Viu bebês de 6 meses morrerem de fome. Sua mãe
e irmãos serem trucidados por mísseis disparados
pelos nazi-sionistas. A seu redor, a paisagem: cadáveres,
fumaça e destruição.
Seja qual seja o custo, a continuação dos massacres
de Israel não dobrará nossa vontade nem nossa aspiração
a liberdade e a independência.
Ismail
Haniyed, primeiro ministro palestino de Gaza
Escrevo
este artigo aos leitores ocidentais de todos os espectros político
e social enquanto a maquinaria de guerra israelense continua a matança
de meu povo em Gaza.
Até esta data, mais de 1.000 pessoas foram assassinadas,
a metade das quais são mulheres e crianças. A semana
passada o bombardeio a escola da UNRWA (Agencia de ajuda aos refugiados
das Nações Unidas) no acampamento de refugiados de
Jabalya foi um dos crimes mais vis que se possa imaginar, quando
centenas de civis que tiveram de abandonar seus lares em busca de
refúgio na sede do organismo internacional somente para resultar
bombardeados sem piedade por Israel. Quarenta e seis crianças
e mulheres foram assassinadas nesse odioso ataque e dezena de pessoas
mais ficaram feridas.
Entrevista
com a Frente Popular de Libertação da Palestina
Leia
a entrevista conduzida pela Ma'an Serviços de Imprensa em
17 de janeiro de 2009. A Frente Popular para a Libertação
da Palestina (FPLP) e seu braço armado (Brigadas de Abu Ali
Mustafa) participou ativamente da resistência à invasão
sionista. O partido político é um grupo marxista-leninista
e está empenhado na libertação do povo palestino,
fazendo enfrentamento ao imperialismo.
Manifestação
com mais de 600 pessoas e dezenas de entidades repudia agressão
sanguinária de Israel na palestina!
No
último dia 15 de janeiro a Liga Operária participou
de um ato seguido de manifestação onde participaram
mais de 600 pessoas entre trabalhadoras e trabalhadores, estudantes,
camponeses e diversas organizações, tomando as ruas
de Belo Horizonte em protesto contra a agressão fascista
de Israel ao Povo Palestino. Desde 27 de dezembro, as hordas fascistas
de Israel assassinaram mais de 1.132 pessoas e mutilou mais de 5.100.
O protesto levantou a consigna de “Israel fascista, fora de
Gaza e toda Palestina” com muitas faixas, bandeiras e cartazes
de denúncia. Durante a passeata, mulheres com o rosto coberto
carregavam bonecos tingidos de vermelho, representando as centenas
de crianças assassinadas pelos bombardeios de Israel, enquanto
os manifestantes atiraram tinta vermelha em frente à Federação
Israelita simbolizando o sangue derramado pelo povo palestino nestes
20 dias de agressão. Após várias intervenções
das organizações que participaram do ato, os manifestantes
queimaram as bandeiras de Israel e dos Estados Unidos.
Noticiários
Árabes mostram cenas da heróica e efetiva resistência
do povo palestino que defende sua pátria e rechaça
o invasor.
Direto
de Gaza
Comovente
trecho da mensagem de Miguel, médico palestino, para a sua
prima residente no Brasil
(Domingo,
dia 11/01/09 ás 22hrs)
"
Aqui estamos sem quase tudo. Pessoas morrem pelos ataques e por
fome. Eu mesmo evito comer por ver tantos desesperados. As vezes
sinto fraqueza por não dormir e comer pouco mas Allah Akbar.
Quem sou eu? Nunca vi nosso povo tão unido. Na verdade todos
estão de armas nas mãos, mulheres e crianças
velhos... Como defender se despejam bombas para todos os lugares.
Bombas de todos os lados. Sei que aí fala de quase 1000 mortos.
O numero é muito maior. Vemos corpos e mais corpos sendo
empilhados pelos desgraçados e jogam areia em cima. Essses
mortos quem conta? .....
Sinto desespero porque sendo médico vejo muitos morrerem
por não ter medicos suficientes ou remedios.... falta anestesia.......Os
doentes estao sendo colocados na rua....
Nao esvcrevo mais. quero que saibam que não quero uma lagrima,
nenhuma lágrima derramada por mim. Chorem por eles por todos.
Eu escolhi meu caminho. Nao sou mais Miguel, sou Gaza, sou
Hamas."
Cenas
que as redes de televisão escondem
Veja
vídeo do genocídio promovido pelo exército
fascista de Israel contra o povo Palestino
Manifestação
em Belo Horizonte repudia o genocídio, as atrocidades e crimes
perpetrados em Gaza por Israel fascista e solidariza-se com a Heróica
Resistência Palestina
17 dias de atrocidades fascistas de Israel: mais
de 900 mortos e 5.000 mutilados
No
último dia 9 de janeiro, uma combativa manifestação
com mais de 200 pessoas entre trabalhadoras e trabalhadores, estudantes,
camponeses e diversas organizações classistas tomou
as ruas de Belo horizonte em protesto contra a agressão fascista
de Israel ao Povo Palestino. Em duas semanas de bombardeios, as
hordas fascistas de Israel assassinaram mais de 900 pessoas e mutilou
mais de 5.000.
A manifestação foi organizada pela Frente Revolucionária
de Defesa dos Direitos do Povo junto com a Federação
das Entidades Árabes – FEARAB MG e contou com a participação
de representantes da Mesquita Muçulmana, Centro de estudos
Islâmicos de BH e de vários movimentos e organizações
como a Liga Operária, o Sindicato dos Trabalhadores da Construção
de BH e Região, Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários
de BH e Região, Movimento Feminino Popular, Movimento Estudantil
Popular Revolucionário, Sindicato dos Trabalhadores dos Correios,
Partido da Causa Operária, Oposição Sindical
dos Jornalistas de Minas Gerais, Comitê Mineiro de Solidariedade
ao Povo Palestino, entre outros.